segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Vandalismos (quase) Imperceptíveis



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Além das pichações indiscriminadas visando a degradar o habitat da burguesia, há outras formas de piorar o convívio civilizado.

Vagabundos e/ou militantes do “quanto pior melhor” invertem as placas de sinalização das ruas nas esquinas do bairros melhores. Ou as amassam, ou as desfiguram.

No passado, houve tentativas de colar adesivos sobre as placas em ruas que homenageiam personagens ilustres, com nomes de terroristas, traidores e outros tipos de canalhas. Esse projeto entrou em declínio pelo custo de produção do material .

A destruição e saque em cemitérios têm por objetivo borrar a memória dos antepassados que fizeram a grandeza de São Paulo e do Brasil.

A própria prática da cremação é uma maneira egoísta de evitar gastos com túmulos, placas de bronze, etc.

Lixo é propositalmente atirado nas ruas, em parte por falta de educação do povo, mas com o intuito de emporcalhar o ambiente.

Povo que não respeita farol para pedestres, que não espera para atravessar nas calçadas e sim no leito carroçável, não se preocupa com a própria segurança.
Se algum motorista chega a atropelar alguém que se “atirou” inopinadamente em frente de seu veículo, sofrerá os “rigores”da lei apenas se pertencer às classes sociais mais favorecidas. Se for micho, tudo fica “elas por elas”.

Há coisas que o dinheiro não compra: berço, educação e caráter.

Perguntado certa vez se era melhor ter uma Ferrari no Brasil ou na Europa, um “ídolo” futebolístico respondeu: “No Brasil é mais divertido!”

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Anônimo disse...

Antes pensava que o incentivo à cremação seria uma maneira de desvalorizar a sociedade civilizada, porque a civilização começou quando o homem tomou consciência da transcendência e passou a enterrar e cultuar seus antepassados.
Depois pensei que seria uma forma de dessensibilizar a população sobre o respeito devido aos mortos, pois os cadáveres poderiam ser utilizados como combustível, como noticiado o uso de fetos para alimentar a caldeira de um hospital inglês (fósforo como adubo de plantas no livro Admirável Mundo Novo).
Agora penso que pode ser uma atitude defensiva contra atitudes de ódio a grupos antagônicos; práticas satanistas ("religião" crescendo no mundo) que colocam em risco a paz dos mortos, assim como a violação de túmulos para os rituais de santeria na América Latina, que são próximos aos rituais de macumba que Erundina queria permitir nos cemitérios daqui. Dória queria lavar as mãos para as consequências da falta de policiamento, privatizando os cemitérios municipais.
Se a agenda da Escola de Frankfurt, de incentivar todas as aberrações, não for barrada pela Nova Nova Ordem Mundial, é possível que a necrofilia passe a ser tolerada (estranhei ao ler que a atriz Whitney Houston foi sepultada com as pernas cruzadas).


[En la "religión del palo", explica el P. Machado, los creyentes se "nutren de los cráneos y los fémures de las tumbas".]

Ni los muertos tienen paz en Venezuela
http://www.infocatolica.com/?t=noticia&cod=31644

Anônimo disse...

Essa noção de coisas que o dinheiro não compra era encontrada até nas classes sociais mais pobres. Hoje está-se perdendo até nas classes mais ricas, atestando a devastação que a agenda revolucionária implantou para a destruição da sociedade. Agora essa perda se traduz em mal-estar que as pessoas não conseguem localizar a causa. O cinismo revolucionário trata esse resultado com antidepressivos ou campanhas contra o suicídio (Setembro Amarelo, no calendário maçônico).

Anônimo disse...

Calendário maçônico é o implantado pela Maçonaria, não uma data da Maçonaria.