quinta-feira, 31 de outubro de 2019

“Lava Globo” depende de Bolsonaro?



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Será que os controladores da Globo estão realmente preocupados com o risco de perder a concessão em 2022? Talvez, nem tanto... Não foi de graça que a família Marinho investiu grande parte de sua fortuna no projeto do Globoplay. Eles sabem que o futuro do presente é a Internet – que ainda independe de concessões estatais para veículos de informação e entretenimento. A TV Globo vai se tornando, devagarinho, um negócio condenado ao passado. Os Estúdios Globo (ex-Projac) são a jóia da coroa.

Se Bolsonaro não renovar a concessão dos principais canais da TV Globo em outubro de 2022, pode ser que Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho agradeçam ao Presidente. A polêmica que o assunto vai gerar tende a beneficiar a opção Globoplay. A plataforma digital tem futuro promissor. A televisão convencional, não. Terá de passar por uma “reinvenção”. O ponto forte do Grupo Globo ainda é sua capacidade e qualidade de produção de conteúdo em dramaturgia. O jornalismo (ou shownalismo) é usado como instrumento de poder e prestígio.

O momento é ímpar para o Grupo Globo. Desde que foi fundada pelo maquiavélico Roberto Marinho, a TV Globo sempre foi governista em relação ao governo federal. A surpreendente eleição de Jair Bolsonaro obrigou a quebrar o paradigma. A Globo optou pela feroz oposição. O Presidente fechou a torneira das verbas oficiais – principalmente das empresas “estatais”. A fonte pública secou para a Globo. Ela finge que não se importa... E tudo deve piorar, porque a opção global pela truculência editorial inviabiliza a relação amistosa de troca com Bolsonaro.

Os Marinho deviam demitir o gênio que detonou o capítulo mais recente da guerra editorial contra Bolsonaro. A Globo cometeu um erro tático imperdoável ao tentar relacionar Jair Bolsonaro ao assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). A Globo produziu uma fake news (notícia mentirosa - que tanto critica...) ao forçar uma relação inexistente entre Bolsonaro e os principais suspeitos da morte de Marielle e seu motorista Anderson. Há  tempos que o noticiário dos veículos do Grupo Globo tentam relacionar uma aproximação entre Bolsonaro e milicianos...

A situação global ficou tão desmoralizada que o termo #globolixo se tornou um dos principais tópicos nas redes sociais. Pelo ataque inverídico a Bolsonaro, a Globo corre risco de sofrer processo civil por danos morais e pode até acabar incursa em Crime contra a Segurança Nacional, conjugado com responsabilidade criminal. O medo global já ficou evidente na edição de ontem do Jornal Nacional. O espaço exageradamente concedido à exibição das críticas iradas de Bolsonaro é uma tentativa de atenuar, juridicamente, os efeitos da besteira editorial praticada. Na prática, um "direito de resposta" já foi concedido. Qualquer ação judicial dará em nada...

Só que brigar com governo federal é sempre arriscado. A Rede Tupi perdeu a guerra com o regime militar. Pode acontecer o mesmo com a Globo, no conflito contra Bolsonaro. O ousado “estrategista” da família Marinho não acredita em tal hipótese? Então, a prudência recomenda que reformule suas crenças. O velho Roberto Marinho não cometeria tamanho erro. Até porque, bronca é ferramenta de otário. Bolsonaro fará de tudo para ferrar a Globo. A coisa virou um problema “pessoal” – e não de governo. Brigas assim costumam ter um fim fatal – para um lado ou outro...

Vem aí o “Lava Globo”? Tudo indica que sim... A família Marinho tem a esperança de ser socorrida por um “aliado” dentro do governo... O nome dele é Sérgio Moro (o alvo preferencial da criminosa petelândia)... Será que vai rolar pacificação? Pela arrogância editorial da Globo, e pela reação irada de Bolsonaro, parece que não...

Sem comentários...


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 31 de Outubro de 2019.

Sem intervenção não há salvação



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O cenário político-institucional é de tal gravidade, que só o humor pode descrevê-lo.

Assim, teceremos algumas Cãosiderações.

O cão guardião da porta do Inferno, Cerberus, possui três cabeças; igualzinho a nossa república de merda.

Por Obra e Graça Divina, após a comoção causada pelo atentado à vida de Jair Bolsonaro, ele, ainda convalescente, foi eleito Presidente da República e tenta reorientar o país, apesar do boicote (e vacacote) do olímpo (ou o sujo ?) urubúsico e também do cão egresso.

SE nosso querido Mito (hoje AMADO, após a canalhice da globosta em tentar vinculá-lo ao assassinato de uma vereadora) NÃO DECRETAR A INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL prevista no art. 142 da carta magna, será devorado por hienas, urubus e outros bichos, e nossa PÁTRIA não será salva !

Quem poupa os maus sacrifica os bons.

Presidente, não de ouvidos aos covardes que titubeiam em cumprir o seu dever sob juramento de sacrificar a própria vida se necessário.

Assim fez El Cid; depois de ferido mortalmente foi colocado em seu cavalo e sua figura no campo de batalha aterrorizou os inimigos.

ESTE É O MOMENTO ! NÃO O DESPERDICE !

ACABE COM A IMUNDÍCIE OU ESTAREMOS TODOS TOFOLIDIDOS !

VIVA O BRASIL ! VIVA O EXÉRCITO DE CAXIAS!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Jogada das viúvas: Ligar Bolsonaro à morte de Marielle


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

As mais recentes manchetes e acusações da grande mídia, encabeçada pelo Grupo  Globo, que buscam, maliciosa e mentirosamente, de todas as formas possíveis (e impossíveis), envolver o nome do Presidente Bolsonaro no assassinato da vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, certamente, por um lado, não passam de “revide”, de uma “vingança”, pelo corte das verbas “mamatas” federais das quais eram beneficiários, de longa data, decretado pelo atual Presidente.

Prudente é recordar que mediante essas “generosas” verbas federais, cortadas por Bolsonaro, praticava-se um “toma lá-dá-cá” na sua mais pura acepção. Em face das “generosidades” dos governos ,esses recebiam em troca da grande mídia total sustentação, no que dependesse da de uma opinião pública favorável, manipulada criminosamente, chegando ao ponto  da lavagem cerebral contínua. Os governos não tinham “promotores” na mídia para acusá-los  dos seus malfeitos; só “defensores”. E essa grande mídia “comprava” os governos ... com mídia; e era “comprada” por eles, simultaneamente, com verbas públicas!!!

Resumidamente, podemos garantir que a grande mídia “elegeu”, ou “sustentou”, conforme o caso, e enquanto lhe interessava, todos os governos que se instalaram no Brasil,  antes,  e  principalmente, a partir de 1964, passando pelo Regime Militar (1964 a 1985), pelo Governo  Sarney/MDB (Nova República), pelo período de  Collor/Itamar, FHC,Lula, Dilma/Temer. Só parou com Bolsonaro, eleito em outubro de 2018, sem o apoio, e mesmo a contragosto  dessa grande mídia.                                                                                                                                                
Mas, “coincidentemente”, antes de Bolsonaro, sem exceção,  todos os governos eram “endeusados” pela grande mídia. Com a posse do “capitão”, em 1º de janeiro de 2019,o governo passou a ser “demonizado”, durante as 24 horas de todos os dias. Certamente foi resultante das “tetas” governamentais   que secaram para a grande mídia.

Interessante  e revoltante  é destacar que o agravamento repentino desse “ataque” injusto,inoportuno  e covarde contra o Presidente da República ,quando apontaram contra ele  todos os “canhões” midiáticos, tem a outra “coincidência” incrível de acontecer  exatamente no momento do depoimento ao Ministério Público do ex-marqueteiro do PT e de Lula, operador do “mensalão”, Marcos Valério, dando conta, na sua “colaboração”, que Lula teria sido um dos mandantes do assassinato do então Prefeito de Santo André/SP, do PT, Celso Daniel, em 2002, suspeita essa que até já estava quase  “esquecida” e  “enterrada”, por essa mesma grande mídia , que agora “força a barra” para desviar o foco  de “Celso Daniel”, envolvendo, bem “fresquinho”, Bolsonaro no assassinato de Marielle Franco.

Ao caluniar Bolsonaro, tentando comprometê-lo pela morte da vereadora Marielle Franco, a grande mídia, e seus comparsas, engajados  com as forças políticas de oposição ao Governo, todavia desprovidos de qualquer princípio ético, e à falta de quaisquer provas mais robustas, tentam “ganhar-no-grito”, no tamanho das letras das manchetes , e nos grandes  espaços e tempo de  todos os tipos de veículos de comunicação, como jornais, rádio e televisão.

Tentam  “compensar”, corromper a verdade, com a força do poder midiático, sem  qualquer prova sólida que possa envolver o nome do Presidente pela morte de Marielle Franco.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

O atrevimento sem limites das hienas



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Foi a coisinha mais fofa da nossa conjuntura de politicagem e de guerra de todos contra todos aquele filminho do “Rei Leão Bolsonaro”. Mais importante que a mensagem foi a reação histérica de algumas hienas que tentam manter o felino permanentemente refém. Também é fundamental ressalvar e ressaltar que a situação do Presidente brasileiro é muito pior que a do leão acuado por seus inimigos da savana.

O recado foi dado. Problema de quem não gostou e passou recibo... Mais uma vez ficou evidente que as hienas tupiniquins são infinitamente mais covardes e truculentas que aquelas mostradas do vídeo que ficou apenas duas horas no ar, segunda-feira, no perfil de Bolsonaro no Twitter. Felizmente, os inimigos de Bolsonaro comprovaram que o medo deles é maior que a viciada arrogância e atrevimento sem limites.

Assim, basta que Bolsonaro construa e apresente uma agenda transparente para que – igual ao velho leão cercado de hienas – consiga cada vez mais apoio concreto para governar, reformar e mudar as muitas coisas erradas. Bolsonaro só não pode perder o timming – porque o eleitorado é volátil. Não suporta “mimimi” de briguinhas entre “poderosos”. Cansou de promessas não cumpridas pelos políticos. Exige resultados imediatos. Quer mais emprego, melhora da economia, menos violência e combate real à corrupção.

O fato concreto é que Bolsonaro precisa do efetivo apoio da maioria que o elegeu. Existe muita gente imediatista ou perfeccionista que, depressa demais, virou opositora do Presidente. O persistente ataque da extrema mídia talvez explique esta falta de fé ou “insatisfação precoce”. Faz parte do jogo. Por isso, o Presidente e seus ministros precisam ser um pouco mais rápidos e eficazes. Os céticos, as hienas e tantos outros bandidos menos votados atuam na sabotagem. A maioria do povo brasileiro tem de neutralizá-los e vencê-los.

Bolsonaro tem de liderar o governo de transição para reformar e mudar a estrutura do Estado brasileiro. O Presidente deve tomar todo cuidado, mesmo que a incompetente oposição insista na burra e simplista tese de questionar o tal “neoliberalismo”. O time de estrategistas e gestores de Bolsonaro não têm o direito de errar na reforma administrativa, na reforma tributária e nas privatizações (que não podem ser privatarias iguais as da Era FHC, só trocando o monopólio estatal pelo privado, beneficiando aliados de ocasião).

Bolsonaro deve saber que a pressa é inimiga da perfeição. Só que a lentidão também é inimiga fatal da gestão pública. O Presidente tem de lembrar, o tempo todo, que o tempo político é curtíssimo. O Brasil não pode desperdiçar o momento único para megainvestimentos anunciados. Assim, o Leão tem de ser rápido e certeiro na redução da influência estatal hedionda sobre os negócios e a vida das pessoas. Eis a missão urgente de Bolsonaro e sua equipe.

O atrevimento sem limite das hienas só será contido com trabalho sério e focado na construção do Estado Exato, nem mínimo, nem máximo, nem neolibertino, nem controlador exagerado da vida social, política e econômica. A missão imediata é criar facilidade para a geração de emprego. Tomara que isto seja bem feito e tenha seqüência com as reformas óbvias na máquina estatal.

As hienas – as verdadeiras fascistas que se beneficiam das benesses estatais - farão de tudo para sabotar. Então, a solução é detoná-las, sem trégua e sem perdão.

Por fim, Bolsonaro, não adianta bater boca com a extrema mídia. É mais prudente e inteligente calar a boca, e tomar as medidas legais contra quem promove banditismo editorial.

Ligar Bolsonaro ao assassinato da Marielle Franco é muita sacanagem... E eu que achava que Bolsonaro era apenas culpado pelos incêndios na Califórnia... É o atrevimento sem limites das hienas que precisa ser contido na base da lei e da ordem...



Somos os Leões

Comentário de Antônio José Ribas Paiva sobre a ação das hienas contra Bolsonaro:

O vídeo do Leão cercado por hienas traduz, com clareza, as dificuldades enfrentadas por Bolsonaro, para cumprir o seu programa de salvação do Brasil.

Tanto, que as hienas espernearam, vestiram os capuzes.

A realidade não é protocolar: com os inimigos da Nação o protocolo é borracha, chumbo e grade.

Bolsonaro, não se desculpe com quem não merece.

A depender dessa gente, o Brasil continuará ladeira a baixo. O povo brasileiro é vítima das hienas.

Somos o leão do filme e nada devemos às hienas, só um julgamento justo!

BRASIL ACIMA DE TUDO !!!

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Jorge Fernando B Serrão

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Outubro de 2019.

Nunca subestime a imbecilidade humana



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Um novo milonguero, em menos de vinte quatro horas de sua eleição, já azedou o leite com seu principal “sócio” no Mercosul.

Vejam o que tuitou um príncipe de verdade:


O novo presidente argentino Fernandez não começa bem. Fazer sinal de lula livre e qualificar o corrupto como preso político é um tapa na cara do sistema judiciário brasileiro e de milhões de brasileiros. Nosso presidente faz muito bem em não dar as boas vindas.

Daqui pra frente, tudo vai ser diferente.

Talvez o Brasil deixe o Mercosul e nosso “mui amigo” segurando na broxa.

Sem a ajudinha comercial de nós, os “macaquitos”, os “hermanos” abrirão o bico em pouco tempo.

Cabe a todos que conhecem o maravilhoso país que é a República Argentina, manter obsequioso silêncio sobre o desatino da maioria de seus eleitores, decididos a pular no precipício. Ajudaremos no resgate, depois.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Em busca do governo pedido


Rei Leão Bolsonaro?

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Todo dia é importante lembrar que Jair Messias Bolsonaro foi eleito Presidente da República Federativa do Brasil porque prometeu cumprir alguns compromissos inadiáveis. O mais urgente era fazer a economia crescer, gerar empregos e colocar o País no ritmo do Capitalismo. Tão urgentes quanto eram os compromissos de combater a corrupção, expulsando o crime e a ideologia da máquina estatal.

Todo dia é fundamental fazer uma autocrítica sincera, desapaixonada, realista, para responder à pergunta básica: Bolsonaro e seu time de ministros estão entregando o que ficou prometido na campanha eleitoral – que parece não terminar? A resposta verdadeira vai determinar se o desempenho do Governo é ótimo, bom, regular ou ruim. Já se foram onze meses, e daqui a pouquinho um ano... Os brasileiros sensatos continuam em busca do governo pedido – torcendo para que ele não acabe perdido no tempo...

O Presidente Bolsonaro conta com um fator de sorte: a oposição política contra ele é incompetente, sem visão estratégica, e reage de maneira infantil, e meramente ideológica, contra a figura pessoal de Bolsonaro e de seus filhos Flávio, Carlos e Eduardo. Excetuando a previsível oposição burra promovida pela mídia extrema – que apenas deseja a liberação de verbas publicitárias e outras facilidades oficiais para virar “amiga” do governo ou fingir “neutralidade” -, Bolsonaro tem tranqüilidade para governar, ao menos por enquanto...

Claramente, a máquina estatal joga contra Bolsonaro. Mas também é correto afirmar que grande parte da equipe de Bolsonaro ainda não conseguiu domar as estruturas dos ministérios. Além disso, a falha gritante na articulação política tem produzido derrotas imperdoáveis e atrasos inúteis nas votações do Congresso Nacional. A situação piora no péssimo relacionamento de Bolsonaro com o próprio partido – culpa que tem sido atribuída ao comportamento dos filhos combinada com a deslealdade e truculência de aliados que exageram no oportunismo.

O noticiário negativo transmite a falsa impressão de que Bolsonaro governa em um mar de instabilidade. As falsas crises ambientais – fogo na Amazônia e mancha de óleo no mar do Nordeste – alimentam polêmicas inúteis em críticas improcedentes. No entanto, fica no ar a avaliação geral de que o governo ainda opera de maneira mais lenta que o necessário no cumprimento das promessas básicas da campanha. Isto, sim, é fonte real de desgaste da imagem governamental.

Quem votou em Bolsonaro tem o direito e legitimidade para cobrar objetivamente. Cadê o Plano de Metas, Presidente? Cadê a sua Agenda de reformas e mudanças? Cadê a propaganda oficial mostrando realizações reais, e não invencionices de marketagem? Cadê a geração real de empregos, em função de medidas econômicas visíveis? Cadê a sacudida que seria dada no tal Sistema S? Cadê as decisões para gerar crédito barato? E por aí vai...

Bolsonaro tem a oportunidade única de colocar o Brasil no caminho do crescimento e desenvolvimento, viabilizando a Democracia. Por isso, o Presidente não tem o direito de errar. Precisa agir com honestidade, equilíbrio e transparência para cumprir suas missões claramente definidas na campanha presidencial de 2018.

Os brasileiros e brasileiras seguem em busca do governo pedido, antes que o tempo fique perdido. Acelera, Bolsonaro! Não perca o timming – igual aos seus  colegas Macri e Piñera... Governar é preciso... Liderar, mais ainda...


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Jorge Fernando B Serrão

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Outubro de 2019.

Milongas e Curtas



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Aqui nossa democracia tomou uma facada; a deles uma punhalada !

Já era esperada a volta da mina tarada.

No entanto, não é um conto de fada. É sim, de bruxa de Halloween !

Mas a lição mais proveitosa para o nosso querido Mito, é entender que não se pode enxugar gelo indefinidamente. O derrotado pagou caro por sua inação. Contemporizar com bandido não tem nenhum sentido.

Ainda que a hipótese não curtas, afasta o ministro sinistro, tipo cegonha. Levou-te no bico e na lábia e impediu a medida mais sábia.

GERAR EMPREGOS!

Mais importante que acabar com pelegos.

“Remember Pearl Harbour!” De boas intenções o Inferno está cheio.

É verdade que os ladropositores de Pindorama são mais mixos; contudo, não devemos subestimá-los. Já disseram que farão “de tudo !”

Por enquanto o Grande Árbitro está mudo, mas acho que a orgia não passa do entrudo.

Estefe (ou quase isso) virará chouriço; o cão egresso ainda abana o rabo em busca do osso perdido e a máquina administrativa, por boicote, está à deriva.

Bolsonaro, meta o pé na porta senão Inês é morta!


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador e um dançarino emérito de tango argentino.

Bolero de Ravel



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

Tocado no realejo. Sai a situação entra a oposição. Mas, as “ políticas “ de governo continuam as mesmas.

Os bancos sorvendo, prazerosamente, toda a arrecadação indevidamente, os prefeitos e governadores no confisco tributário, as mineradoras contrabandeando e subfaturando minérios estratégicos e preciosos, o crime grassando, e nós, povo, pagando e tentando escapar da opressão.

Da mesma forma, o povo argentino não viu diferença alguma com Macri e elegeu Cristina, novamente. Ai deles! 

Bolsonaro precisa afastar os símbolos do domínio internacional do seu governo, ou o pior irá acontecer.

Nomeamos um general para a FUNAI. O homem ao invés de parar o descalabro tentou ampliar as reservas indígenas, ou seja, era um burocrata incompetente, foi demitido.

No INCRA, foi a mesma coisa, mas demitir o chefe nada resolve porque a estrutura continua a mesma e a brasa encoberta, esperando o primeiro ventinho para pegar fogo!

Elegemos Bolsonaro para expulsar o crime e a ideologia da estrutura do Estado.
Estamos esperando!

BRASIL ACIMA DE TUDO !!!

Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.

Estado Cleptocrático de Direito



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Fábio Chazyn

O Estado Democrático de Direito tem futuro no Brasil?
Antes de responder a isto é preciso examinar se o Estado Democrático de Direito está presente no Brasil.

Vamos começar pelo passado. Vamos examinar o Estado Democrático de Direito com a perspectiva do julgamento baseado no que é certo-ou-errado, em oposição ao julgamento de um ato como sendo um ato de bondade ou de maldade. O certo-e-o-errado depende da circunstância do momento, enquanto a compaixão, assim como a impiedade, são atemporais.

Os cruzados que cortavam cabeças em nome de Deus ou os homens-bomba que se explodiram na multidão matando todo mundo por perto em nome de Allah, não foram movidos por um impulso de bondade, nem provavelmente tomados por algum espírito malévolo. Com toda certeza foram motivados pela crença de que era uma atitude certa, sem passar pelo crivo do critério da bondade, que certamente a condenaria como uma atitude errada.

Então a avaliação sobre o Estado Democrático de Direito tem que ser feita na ótica dos valores intrínsecos do que é Estado, do que é Estado Democrático e do que é Direito, tanto como meio, quanto como fim, no contexto do tempo. Coisas consideradas certas, com o tempo viram coisas erradas e vice-versa. O mesmo não se pode dizer da bondade e da maldade.

Pois bem, em primeiro lugar vamos entender o básico: Estado não é Governo. Estado é a Nação que ocupa um território com independência e regras internas determinadas por quem detém o poder de mudá-las. Governo é a administração dessas regras.

No início, no Estado da Natureza, era a guerra de todos contra todos em que o homem, como o lôbo do outro homem, estava submetido à “Lei das Selvas” e corria muito risco para conservar a sua vida.  Acabou concluindo que seria mais seguro viver num Estado Político, com um conjunto de regras, mesmo que tivesse que renunciar a certos direitos individuais.

O ‘direito natural’ julgado sob a ótica do bem-e-do-mal, como é o caso de todos os seres vivos interagindo na vida, teve de ser substituído pelo ‘direito-positivo’ submetido à lei que determina o certo-e-o-errado; o que pode e o que não pode ser feito, independentemente do crivo da bondade.

O consensual instintivo foi substituído pelo convencionado construído. Foi a supremacia do coletivo sobre o indivíduo consagrada na construção da concepção de que a liberdade é ao mesmo tempo um direito e um dever porque, segundo esta idéia, a liberdade implica a obediência à  lei e, por isso, a ‘vontade geral’ tem que prevalecer sobre qualquer outra ‘vontade’, inclusive sobre a alternativa do ato de bondade, quando se está num Estado regido por leis, isto é, num Estado de Direito do “bem-estar-social”.

Para um Estado de Direito governado por todos os cidadãos deu-se o nome de democracia. Mas o conceito teve que evoluir para virar um regime político. O ideal perfeito da democracia ficou para trás. Cidadãos pobres e ricos não conseguindo concordar para governar conjuntamente, o regime democrático virou representativo, com intermediários decidindo por todos. O sufrágio universal deu legitimidade ao governo representativo.

Com o critério do certo-e-do-errado descolado do critério do bem-e-do-mal, o julgamento do comportamento do cidadão tornou-se arbitrário e submetido às circunstâncias dos momentos. Levou ao regramento excessivo afastando a sociedade mais ainda do consensual natural. De fato, o regramento excessivo impõe um processo civilizatório em que o cidadão se distancia ainda mais da sua natureza, pois lhe subtrai a opção do discernimento instintivo pessoal e, concomitantemente, o subjuga à tutela de terceiros.

Pior, esse Estado de Direito centralizador veio junto com o poder do burocrata de arbitrar contra o cidadão ‘julgando-o’ transgressor, quando lhe convém optar em favor de caudilhos demagogos amparados em retóricas da ‘ordem-contra-o-caos’ tiradas das ideologias de prateleira.

No entanto, ainda que resignado à submissão da violência da tutela, o cidadão acaba se rebelando contra a supressão do seu direito de defender-se contra acusações injustas. O fim desse Estado de Direito de Polícia arbitrária foi uma solução de compromisso. Surge o Estado Democrático de Direito agregando a busca da realização de objetivos sociais, além das tarefas de costume ligadas à manutenção da ordem. A partir daí, o governante tinha o dever-e-o-poder de interpretar e promover a satisfação da ‘vontade geral’.

A tendência é que o conceito de Estado Democrático de Direito mantenha esse caráter dinâmico e se aperfeiçoe continuamente em busca de uma ordem jurídica que um dia, quem sabe, consiga devolver aos cidadãos os seus direitos fundamentais.

Os rumos do Brasil dependem dessa trajetória de evolução do nosso Estado Democrático de Direito.

Na democracia brasileira que ostenta a 4ª frota mundial de celulares, as redes sociais são poderosas na difusão de uma informação imaginária quando querem desinformar a massa. É a guerra da realidade digital contra a realidade real. O placar da luta é o número de “likes” sem espaço para pensamento contrário. É a ditadura da fofoca. Se é ‘fake’, ou não, é só um detalhe desprezível...

A massificação cibernética é guerra de 5ª geração onde quem manda é quem detém o que se chama “Big Data”, ou seja, as informações necessárias para alimentar os equipamentos de inteligência artificial que estarão a serviço de alguém. Quem será este alguém? Eis a questão!

O atual nível de evolução do nosso Estado Democrático de Direito na era das redes sociais pela internet abre uma janela para o cidadão retomar o controle de si mesmo. A internet permite ao cidadão, organizado, confrontar o poderio do usurpador oportunista que, por sua vez, não se espera que abandone as armas cibernéticas que tem usado para intensificar o seu controle sobre a sociedade.

A manifestação da opinião dos cidadãos consolidada em Inteligência Artificial Coletiva, nesse contexto, configura contraponto ao usurpador e, principalmente, descortina um meio de devolver-lhes o elo-perdido do uso do critério do bem-e-do-mal no caminho do seu futuro.

A Inteligência Artificial Coletiva é um canal capaz de devolver ao cidadão o ‘direito-natural’ trocado pelo ‘direito-positivo’ na formação do Estado Político.
A construção de um Canal do Cidadão nestas bases será o caminho para a formulação do Projeto Estratégico de Nação, precursor de uma nova Constituição Federal que consagre uma democracia participativa orientada à promoção dos princípios morais e éticos; valores perpétuos do pilar do bem-e-do-mal.

Será a redenção da sociedade com o fim da ditadura das circunstâncias temporais e do humor interpretativo que afetam a separação entre o certo-e-o-errado e que, por isso, traz um estado de permanente insegurança jurídica, como vêm nos demonstrando as arbitrariedades a que o nosso STF tem nos submetido, chancelando o atual “Estado Cleptocrático de Direito” no Brasil.

Aqui, o Estado Democrático evoluiu para o Estado Cleptocrático dominado por uma elite que não pode renunciar ao poder sob pena de ter que pagar pelos abusos que cometeu. Para esta elite, a permanência da atual Constituição Federal, baseada no regramento excessivo e na consequente subjetividade de interpretação da justiça, é questão vital. Para o cidadão, ao contrário, é uma Constituição-Vilã, pois funciona como impedimento de evolução institucional do Estado brasileiro. Tem que ser superada.

A Inteligência Artificial Coletiva chegou para resgatar a Nação brasileira das garras dos corruptos. A exploração dessa tecnologia está na mesa e atende pelo nome de Projeto A.N.O.R. - Artificial Neurones Operated Robot. É o fato novo na arena do embate político entre o mocinho e o bandido no Brasil.


Verifique mais detalhes na entrevista hipotética dada pela A.N.O.R. ao ator americano Will Smith pelo link  https://youtu.be/crbGeHz0St4 e nos responda pelo e-mail  fchazyn@chazyn.com propondo a sua cooperação para a construção do Canal do Cidadão em par com a Inteligência Artificial Coletiva encarnada na A.N.O.R. Foi o propósito do presente artigo.

Fabio Chazyn, empresário, engenheiro, cientista político, mestre em história econômica pela London School of Economics e escultor.
Autor do livro: “Consumo Já!” – Por um Novo Itamaraty (2019) - fchazyn@chazyn.com

A Hora do Tigre



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

Hoje à tarde o “Mito” de vocês – e por “vocês” eu me refiro à legião de puxa-sacos retardados, aos donos de blogs pagos, à multidão de imbecis bolsonaristas fanáticos – postou numa rede social qualquer um vídeo em que ele, representado por um leão, é atacado por diversas hienas.
Cada hiena leva uma etiquetazinha, uma legenda com nomes como Globo, OAB, STF, Congresso, MST..enfim: uma pequena amostra das Organizações Criminosas Vagabundas Petistas, do PSOL e PC do B que infestam o Brasil. 

As hienas cercam o leão e estão prestes a matá-lo quando então surge um outro, o “eleitor leão conservador e patriota”, que vem para ajudar o “leão presidente.” 

Há um problema terrível com este vídeo e não é preciso, em nenhum momento, ser biólogo nem cientista político para saber qual é – leões e hienas são inimigos verdadeiros, são inimigos MORTAIS e entre eles não existe acordo nem conciliação de interesse nenhum. 

A analogia escolhida por Bolsonaro é de um cinismo, de um maquiavelismo, de uma falsidade e de um oportunismo impressionante. 

Apresente-me, caro leitor, um leão que “nomeia hienas para o seu próprio governo e eu rasgo o que estou escrevendo agora. 

Mostre-me, por favor, um “leão” presidente que deixa entrar no seu Ministério da Saúde um ex-tutor de falsos médicos, mas de verdadeiros escravos cubanos. Diga que tipo de presidente “leão de direita” coloca uma hiena que fez festinha para José Dirceu como Procurador Geral da República e outra que “escreveu um livro para Dias Toffoli” como Advogado Geral da União. 

Eu gostaria de saber que tipo de “leão presidente” tem um filho que vota A FAVOR da Lei do Abuso de Autoridade e que leva para dentro do Ministério da Cidadania uma velha hiena do PMDB (se é que uma hiena é capaz de ser do PMDB, coitada...eu acho que nem ela, hiena, é capaz de aturar uma baixaria dessas). 

A estratégia de vitimização vem na hora certa: Maduro segue firme e forte na Venezuela, o índio traficante de cocaína venceu a eleição na Bolívia, o Peru vai “fazer concurso para galinha”, o Chile foi destruído e o presidente de lá, se não quiser que o caos recomece, vai precisar renunciar. 

Sobraram o Brasil e a Colômbia (os maconheiros comunistas uruguaios, coitados...esses nem contam) mas ontem a cadela louca peronista colocou “sua Dilma, seu animal estocador de vento” na Presidência da Argentina – a coisa está feia para o “Mito” de vocês, não está? 

Sim, está, sim! E muito...Tem mais: o mentor intelectual de vocês, o caçador de ursos da Virgínia, não consegue responder uma só pergunta feita pelo Nando Moura e continua gravando “laives” (como escreveria Dilma) xingando tudo e todos que, segundo ele, “não entendem nada da sua obra”. 

Leões não deixam seus colegas de farda para trás! Não debocham dos intervencionistas, não viajam para coroação do Imperador Sukita no Japão nem para vender blindado cascavel para o Príncipe Habib’s enquanto o Brasil toma banho de petróleo! 

O próximo Chile vai ser aqui e Bolsonaro já sabe disso. Sabe também que Lula vai ser solto e que a primeira coisa que o Vagabundo Petista Alcoólatra vai fazer (depois de tomar um porre) é percorrer todo Brasil pregando a revolução e a queda do Governo! 

Eu NÃO sou Vagabundo Petista, maconheiro pederasta das “Humanas”, nem sou esquizofrênico do PC do B ou do PSOL que faz cocô no meio da rua ou que enfia crucifixos no ânus em Copacabana. Tampouco eu sou lutador de jiu-jitsu, ator pornô, jornalista baleia ou miliciano evangélico da Igreja Universal Estelionatária do Apocalipse dos Últimos Dias cujo “Bispo” viu o “Mito” de vocês se ajoelhar chorando aos seus pés… 

Deus me livre, mais ainda, de ser aluno do “guru” de vocês – Orvalho de Caralho porque ele chama de “isentão” todo mundo que não apoia Bolsonaro e não é Vagabundo Petista. 

Eu NÃO sou “leão conservador” nenhum e nem “veado comunista.” Não vou ser chamado de petista, de fascista e muito menos de “isentão” (como vocês retardados mentais bolsonaristas puxa-sacos de Olavo costumam fazer) 

Eu sou outro bicho cujo destino é lutar e, se necessário, morrer sozinho sem fazer acordo com nada nem com ninguém além da VERDADE ...Não tem “leão”, nem “hiena”, nem “girafa”, nem “passarinho”, parceiro… 

Aqui não tem negociação nem com a minha mãe !! 

A hora de vocês vai chegar, sim...Vocês traíram cinquenta e oito milhões de pessoas. Deixaram companheiros de armas caídos em combate morrendo sozinhos… 

Vão levar o troco na Hora do Tigre.

Milton Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.