sábado, 19 de outubro de 2019

Muito além da “Crise do PSL”: Ruptura à vista...



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O Grupo Globo e demais integrantes da extrema mídia fazem a maior festa com a “Crise do PSL”. O objetivo claro dos inimigos do Brasil é sacanear o Presidente Jair Bolsonaro. Por isso exageram na exibição do problema perigoso que ele enfrenta: a debilidade da base político partidária. Este fator de instabilidade é o ingrediente perfeito para derrubar o Presidente ou para deixar o titular do trono do Palácio do Planalto refém da corrupção da politicagem.

É uma pena que a extrema mídia apenas espanque o dirigente máximo do País, mereça ele ou não a pancadaria. O momento institucional defeituoso, na guerra de todos contra todos, seria o momento exato para debater a reforma política – uma das necessidades mais urgentes. Os trinta e tantos partidos e milhares de políticos não nos representam. Porém, consomem muito dinheiro público sem dar a devida contrapartida à sociedade. Por isso, passou da hora de romper com o modelo.

É fundamental romper com aberrações. Partidos podem existir na quantidade que a sociedade livremente desejar. No entanto, não é justo, nem correto, que eles sejam sustentados por dinheiro público. Cada legenda deve ser bancada pelos seus próprios membros – e não por um escroto fundo partidário bilionário. Partidos devem ser a expressão de grupos de interesse – e não cartórios que vendem vagas para candidatos a cada dois anos, nas eleições. Aliás, partidos devem existir, mas o cidadão deve ter o direito de lançar sua própria candidatura – independentemente de legendas.

Tudo seria resolvido se adotássemos um Federalismo de verdade. Um País tão imenso quanto o Brasil precisa de um modelo de Voto Distrital para assegurar a representatividade dos eleitos. É preciso valorizar o poder local. A força política deve se expressar a partir dos bairros e dos municípios, evoluindo para os Estados até chegar ao Poder Central. Isto poderia ser feito reduzindo a quantidade, os salários e as mordomias de vereadores, deputados (estaduais e federais) e senadores.

Política não deveria ser profissão. Parlamentares deveriam receber subsídios bem mais modestos e condizentes com a realidade econômica. A rotatividade de poder é fundamental. No máximo, deveria ser permitida uma reeleição. A renovação é fundamental para a construção democrática. O número de assessores precisa ser reduzido. Câmaras municipais, Assembléias Legislativas e o Congresso Nacional não podem custar tão caro ao erário.

O Legislativo custaria bem menos se incorporasse tecnologia, principalmente explorando a capacidade plebiscitária para consultas diretas e permanentes ao eleitorado. No sistema distrital, o eleito estaria sob pressão constante e direta do eleitorado. Certamente, tal modelo ajudaria a evitar aberrações legislativas. Também dificultaria o mafioso esquema que impõe projetos legislativos padronizados – uma ditadura nem sempre percebida pelos eleitores.

Enfim, o Brasil tem muito a mudar. Por isso, precisamos debater o Projeto Estratégico de Nação. Só com base neste consenso, será legítimo propor e debater uma nova Constituição – que precisa ser elaborada quase que conjuntamente com um processo de redução e consolidação das leis vigentes. Se ficar claro tudo que se precisa ser legalmente cumprido, pode-se reduzir o tamanho da máquina judiciária. Aliás, o Judiciário tem de ser local, mais ágil e eficaz nas mediações de conflitos e nas decisões. É cumprir a lei ou ser punido pelo descumprimento.

Tudo isso representa uma verdadeira revolução em um Brasil sob ditadura do Crime Institucionalizado. O presente confusão institucional mostra que estamos ainda muito distantes da Democracia – o respeito à Lei pela consciência individual do cidadão garantindo o equilíbrio coletivo. O problema é que isto só é possível com qualidade econômica e muita Educação (ensino escolar de qualidade + formação moral familiar).

Resumindo: Mudar o Brasil não é fácil, porém não é impossível. Infelizmente, a mudança não é debatida de maneira ampla pela sociedade, e o Regime do Crime Institucionalizado joga contra a mudança. Assim, uma mudança pela via pacífica se torna difícil ou improvável de acontecer. A tão temida ruptura tende a ser o remédio amargo que provocará a Mudança Estrutural. A explosão de violência e a ousadia do Crime Institucionalizado indicam que estamos a caminho de uma ruptura nunca antes vista na História desse País...

Não tem outro jeito, galera: Temos de resistir, se organizar, neutralizar e vencer o Crime, na luta pela implantação de Democracia. Por isso, em vez de “tretar” com seu PSL, o Presidente da República deveria ser o líder de um processo de transição para a Democracia. Se Bolsonaro não tiver capacidade para isto, então chame o General Antônio Hamilton Mourão para cumprir a missão...    

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Jorge Fernando B Serrão

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Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 19 de Outubro de 2019.

13 comentários:

Sérgio Alves de Oliveira disse...

Mestre Serrão: O finalzinho do texto valeu por todo ele. Por isso a sonhada "intervenção" se tornou mais necessária que nunca. Assim como está,o principal poder político estará sendo devolvido "de bandeja" ao PT em 2022, que apesar de ter sido a "causa de tudo", ainda tem a cara de pau de se apresentar como "oposição"e a única alternativa política. Se Bolsonaro não fosse tão egoísta e "burro" em satisfazer o seu próprio "ego" e proteger sem limites os interesses dos seus filhos, ele renunciaria e deixaria Mourão tomar posse, que certamente as "coisas" mudariam , para melhor,já no dia seguinte. Mas ao que tudo indica Bolsonaro não teria a grandeza e a humildade necessárias para tal gesto. E se a "cabeça" militar funcionasse,a intervenção do art. 142 viria mesmo "passando por cima" desse Presidente frouxo. Quem ler atentamente o tal artigo 142 verá que as FA teriam plena "soberania" para "intervir" por conta própria. Com esse pensamento estou tentando uma maneira de cumprir o "discurso" de Bolsonaro,que ficou só no discurso,mas não age de acordo com ele.

Anônimo disse...

NUTAVAEL DIZ....
O QUE A MERDIA QUER E SEMPRE QUIZ E SE PENDURAR NA TETA DA VACA QUE E O ERARIO PUBLICO PARA PODER CONTINUAR COM SUA FARRA DO BOI, OU SEJA PAGAR SALARIOS QUILOMETRICOS, FORA DA REALIDADE BRASILEIRA PARA UMA COMISSAO DE FRENTE QUE NAO TEM FREIOS NO SENTIDO DE ENGANAR, EMGAMBELAR, ENGRUPIR E ESCROTIZAR A VIDA DO POVO BRASILEIRO.
ESTA MERDIA PORCA PRINCIPALMENTE PLIM PLIM QUE VIVE AFOCINHADA DENTRO DAS FAVELAS E DO TRAFICO DE DROGAS E PRINCIPALMENTE VIVEM DANDO VOZ AOS QUARENTA PARTIDINHOS MULAMBENTOS BRASILEIROS QUE NAO REPRESENTAM ABSOLUTAMENTE NADA PARA O POVO QUE REALMENTE TRABALHA NO NOSSO PAIS.
NOSSA POLITICA E PORCA, RETROGRADA QUE VIVE SE AFOCINHANDO DENTRO DE MERDA SUL, MERDA EUROPA, MERDA AFRICA, PAISES FALIDOS QUE NAO FIZERAM SEUS DEVERES DE CASA E CONTINUAM SE ASSENHORANDO DE AREAS E MAIS AREAS, FAMILIAS E MAIS FAMILIAS, MATANDO DE FOME E COM PRIVAÇOES AS MAIS GRAVES.
TEMOS QUE PARAR DE DAR OUVIDOS E ESPAÇOS PARA A MIDIA PORCA PRINCIPALMENTE PLIM PLIM QUE SE ASSENHOROU DO FUTEBOL BRASILEIRO E DO CARNAVAL DANDO VOZ A TUDO QUE E PORCO, INUTIL E SEM SENTIDO EM NOSSA PATRIA.ELES SAO O ATRAZO, O RETROSPECTO, A VIGARICE, O CORTA E COLA E PRINCIPALMENTE OS INVASORES DOS LARES BRASILEIROS NAO TRAZENDO NADA DE UTIL PARA A POPULAÇAO QUE REALMENTE TRABALHA E SOFRE EM NOSSO PAIS.
NO DIA QUE TODOS TODOS MESMO PARAREM DE DAR TRELAS E OUVIDOS A ESTA IMUNDICIE TELEVISIVA REALMENTE VAMOS COMEÇAR A NOS EDUCAR E DEIXAR DE SER VACAS DE PRESEPIO PARA PROGRAMAS INUTEIS, SEM SENTIDO, SEM TEOR ALGUM DE DESENVOLVIDO PARA OS QIS PRINCIPALMENTE DE CRIANÇAS E ADOLECENTES.
ESTAMOS CHEIOS DE VAGABUNDOS QUE USAM A TELA GANHA, UM MILHAO, CINCO MILHOES QUE E O CASO DESSE FAUSTAO UMA FRAUDE EM TODOS OS SENTIDOS.
ESTAMOS CHEIOS DE PROGRAMAS QUE NAO INOVAM, NAO MOSTRAM A BELEZA QUE E VIVER NESTE MUNDO E QUE SERIA UM MUNDO BEM MELHOR EM TODOS OS SENTIDOS SE TIVESSEMOS UM PAIS LIVRE EM QUE OS EMPRESARIOS TIVESSEM QUE CONCORRER PARA PODER TER ESPAÇO REPRESENTANDO NOSSO PAIS E NAO UM PAIS ENGESSADO COM OS MESMOS E AS MESMAS FAMILIAS AD AETERNUM..
O USO DO CACHIMBO FAZ A BOCA FICAR TORTA. NOSSA MIDIA JA MORREU E ESQUECEU DE DEITAR, ELES NAO SERVEM PARA MAIS NADA NEM PARA SE ENTERRAR NOS SARCOFAGOS QUE CRIARAM PARA ELES MESMOS E SUAS FAMILIAS.
SO OS TOLOS PENSAM QUE FICAR NESTA CONVERSA DE ENGANA LOURENÇO VAMOS MELHORAR NOSSO PAIS.
PRECISAMOS DE UM CHOQUE DE 180 GRAUS EM TUDO, CORTAR TODAS AS MORDOMIAS E BENESSES DOS QUARENTA PARTIDNHOS MULAMBENTOS E NAO DEIXAR NUNCA MAIS CRIAREM ESSAS CAPITANIAS HEREDITARIAS CHEIAS DE BENEFICIOS PARA SEUS SEGUIDORES E DANDO MIGALHAS PARA O POVO.
ESTA NA HORA DA GUILHOTINA, CORTAR PARTIDOS, CORTAR AJUDAS CORTAR BENEFICIOS DE GENTALHA QUE E FUNCIONARIO PUBLICO O DE PENACHO QUE SO PENSA NAQUILO. MORARAM OU QUEREM QUE SE DESENHE. SEM CORTAR TUDO E UMA CONSTITUIÇAO NOVA, NAO SAIREMOS DO CHIQUEIRO E CONTINUAREMOS A VIVER COMO PORCOS. CONVERSAS E MAIS CONVERSAS NAO LEVAM A NADA CONTINUA A MESMA PRESEPADA DE SEMPRE. FECHAR OS TRES PODERES DE MERDA, TIRAR TUDO QUE FOI ROUBADO DOS LADROES LUGAR DE LADRAO E NA CADEIA E NAO FAZENDO COMICIO PARA OS PLINS PLINS DE BOSTA. FALEI.

Anônimo disse...

BLOG CHUMBO GROSSO
sexta-feira, 18 de outubro de 2019

80% DO BRASILEIRO DO BEM APOIAM PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA

O primeiro dia do julgamento das ADCs 43,44 e 54 no plenário do Supremo Tribunal Federal não teve definição alguma; o ministro relator, Marco Aurélio Mello, leu seu relatório e os ministros ouviram as argumentações de advogados que representavam partes envolvidas e interessadas nas ações, que buscam definir a partir de que ponto a pena de prisão pode começar a ser cumprida – se apenas com o esgotamento de todos os recursos, ou se a partir da condenação em segunda instância, como ocorre atualmente. Os votos propriamente ditos começarão a ser lidos apenas na próxima semana.

No entanto, Marco Aurélio aproveitou a chance para criticar fortemente o presidente da corte, Dias Toffoli, devido a um episódio ocorrido em dezembro do ano passado. Às vésperas do recesso do Poder Judiciário, Marco Aurélio concedeu uma liminar monocrática – ou seja, em que o magistrado decide sozinho – determinando a soltura de todos os presos que cumpriam pena após condenação em segunda instância, mas sem trânsito em julgado, e que também não tivessem contra si ordens de prisão preventiva ou temporária. A atitude gerou enorme polêmica que durou toda uma tarde, até que Toffoli interviesse e revogasse a liminar, a pedido da Procuradoria-Geral da República. Na sessão desta quinta-feira, Marco Aurélio atacou o que chamou de “visão autoritária e totalitária no Supremo”, afirmando que, quando o presidente da corte age como “superior hierárquico dos pares”, “enfraquece a instituição”.

Aqui, cabe a pergunta. Quando um ministro, de forma monocrática, atropela a jurisprudência estabelecida pelo plenário da corte – não uma, mas várias vezes desde 2016 – para fazer valer a própria opinião, e outro ministro, no comando da corte, restabelece o respeito a essa mesma jurisprudência, quem está “enfraquecendo a instituição”? Naquele 19 de dezembro, a normalidade institucional foi colocada em risco porque um ministro estava insatisfeito com a demora para se julgar as ações das quais era relator, sem disposição para esperar pela data do julgamento, que já estava definida. Esta, sim, foi uma manifestação de autoritarismo, e não a atitude daquele que restaurou a segurança jurídica naquele momento.

Um contraponto à atitude de Marco Aurélio está na atitude que a ministra Rosa Weber tomou em abril do ano passado, durante o julgamento de um habeas corpus do ex-presidente Lula para impedir que ele fosse preso. A ministra defende o início da execução da pena apenas com o trânsito em julgado, ou seja, com o esgotamento de todos os recursos nos tribunais superiores – portanto, havia sido voto vencido em 2016. Mesmo assim, ela votou contra o habeas corpus, em respeito à colegialidade e ao plenário que havia decidido de forma contrária à convicção da ministra. Se a jurisprudência em vigor permitia a prisão após a condenação em segunda instância, era preciso decidir de acordo com essa jurisprudência. E, não havendo ilegalidade nas decisões judiciais anteriores contra Lula, não havia por que conceder o habeas corpus, afirmou a ministra, enquanto era atacada por outros colegas, como Ricardo Lewandowski e o próprio Marco Aurélio. O voto de Rosa Weber foi decisivo para que, dias depois, o ex-presidente começasse a cumprir sua pena por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guaruja. CONTINUA....

Anônimo disse...



CHUMBO GROSSO – CONTINUA II E TERMINA....

O que o Brasil espera dos ministros do Supremo é justamente esse respeito à colegialidade e à jurisprudência estabelecida pelo tribunal, demonstrada por Rosa Weber em abril de 2018 e por Dias Toffoli em dezembro daquele mesmo ano, pois esse respeito ajuda a construir a segurança jurídica de que o país tanto necessita. O autoritarismo surge quando um ministro resolve ignorar as determinações anteriores da corte, colocando sua vontade acima daquela da maioria dos colegas e causando crises institucionais desnecessárias. - Fonte: Gazeta do Povo. -
Postado por Altamir Pinheiro às 10/18/2019 10:41:00 AM
NUTAVAEL DIZ...
OITENTA POR CENTO DOS BRASILEIROS NAO ACOMPANHA POLITICA, ACOMPANHA SOMENTE OS JOGOS E FUTEBOL E PLIM PLIM, PORTANTO ELES NAO SABEM NADA DE POLITICA E MUITO MENOS JUSTIÇA.
O QUE NOSSA SUPREMA CORTE DE AMANUENSES E GUARDA LIVROS DE BOSTA FEZ FOI SE AFOCINHAR A MERDA SUL, MERDA EUROPA E MERDA AFRICA PARA FAZER FAVORES A VAGABUNDOS CRIMINOSOS EM NOSSO PAIS.
ESSES VAGABUNDOS FARAOS DE EGITO, GANHAM HORRORES PARA AJUDAR OS BERMUDES DA VIDA E OS KAKAI FEIJOADA DO AMARAL.
NOS EEUU CUJA A CONSTITUIÇAO TEM MAIS DE DUZENTOS ANOS NAO VEMOS A SUPREMA CORTE SE REBAIXAR DE OUVIR OU SIMPLEMENTE DAR ENTREVISTAS E SOLTAR BANDIDOS PORQUE OS BANDIDOS SEJAM QUAIS FOREM JAMAIS JAMAIS MESMO TEM ACESSO A SUPREMA CORTE. TUDO E RESOLVIDO POR JUIZ DE PRIMEIRA INSTANCIA. AQUI ELES QUEREM GLAMORIZAR O CRIME E DAR VOZ A CRIMINOSOS PARA ISSO NOS TEMOS QUE PAGAR ESTES INUTEIS DO ERARIO PUBLICO. TEM QUE ACABAR SUPREMA CORTE ORGANIZADA COM O CRIME ORGANIZADO COMO E NO NOSSO PAIS.
NOSSA SUPREMA CORTE FOI ESCOLHIDA POR EX PRESIDENTES QUE ESTAO MAIS DO QUE MARCADOS COM BIBLIOGRAFIAS SUJAS E SAO DE PARTIDINHOS MULAMBENTOS BRASILEIROS QUE NAO MODIFICAM SUA ESTRUTURA E PRINCIPALMENTE NAO ELIMINAM MAUS ELEMENTOS ENQUANTO QUE A SUPREMA CORTE PRINCIPALMENTE A ELEITORAL NAO DA SEQUENCIA AS PRAGAS QUE AINDA EXISTEM NO SENADO E DENTRO DOS PARTIDOS NAO FAZENDO SUA OBRIGAÇAO QUE E FISCALIZAR OS ERRADOS NA ADMINISTRAÇAO PUBLICA DO PAIS. ELES SE TRANSFORMARAM EM AGENTES QUE ESCONDEM PROCESSOS E SOMENTE DAO ENTRADA NOS PROCESOS QUE INTERESSAM AS PESSOAS QUE OS INDICARAM PARA O SUPREMO QUE E O LUGAR CONHECIDO COMO NIRVANA DA ADMINISTRAÇAO PUBLICA. NUNCA SAO PUNIDOS, NUNCA ERRAM E VIVEM CERCADOS E MORDOMIAS QUE NINGUEM TEM NESTE PAIS. MORARAM OU QUEREM QUE SE DESENHE?.

Anônimo disse...

CHUMBO GROSSO

SUPREMO: TURMA DO ASSIM E DO ASSADO
Percival Puggina

Nossa lei penal, nosso processo penal, nossos tribunais são zonas de litígio. Quase nada está pacificado fora da letargia das gavetas e dos arquivos. Nas cortes, as posições divergem segundo el color del cristal con que sus miembros miran. No STF, há a turma do assim, e a turma do assado. Um ministro manda soltar e o outro manda prender. Não se entendem entre si, mas esperam ser compreendidos. Integram um poder político, fazem política sem voto, curtem a celebridade, mas querem ser tratados como se fossem exclusivamente poder jurídico imune às adversidades de relacionamento social e às críticas inerentes à vida pública. Topar com um cidadão é um desconforto que os faz enrubescer. Vergonha do STF!

Nesta quinta-feira (17/10), os senhores ministros retomam o trôpego caminho por onde têm elucubrado e andado nesta aparentemente indeterminável questão: quando deve ser preso o réu condenado em 2º grau de jurisdição, sobre cuja culpa não incide mais a presunção de inocência? Retornar ao criminoso patrocínio da eterna impunidade e da prescrição, ou manter vigente a interpretação que interrompeu a atividade criminosa nos negócios com o Estado brasileiro? É preciso, afirmam, pacificar essa questão.

Pois “pacificar” é uma boa palavra. Se tudo andar como pretendem os ministros, essa “pacificação” vai soltar algo entre quatro mil e 84 mil criminosos. Eles retornarão a seus negócios, às nossas ruas, estradas, parques. Somar-se-ão a outras centenas de milhares de inimigos da sociedade, à qual declararam uma guerra de conquista e formação de servidão. Ocupam território no meio urbano e rural; tomam o patrimônio e a vida de tantos; atacam nossas mulheres, nossas crianças e, em grande número, se constituem como estado paralelo dentro do Estado, a exigir integral submissão às suas determinações. Se não fui inteiramente entendido, esclareço: há uma parcela dessa bandidagem agindo com representatividade e vigor nas nossas instituições.

É essa a “pacificação”, sinônimo dolorido da nossa submissão, que muito provavelmente receberá notável reforço logístico da maioria do lamentável, desastrado e escandaloso Supremo Tribunal Federal brasileiro. O simples emprego da palavra “pacificar” é uma afronta e uma evidência suplementar da relação doentiamente alienada que o Poder mantém com a sociedade. A Corte vive num universo paralelo onde o brasileiro não conta, onde a realidade nacional é informação desconhecida. Nesse universo, a dubiedade dos tratados de Direito e dos precedentes contraditórios fazem o pretensioso cotidiano para que o próprio querer se imponha. Haverá muito mais bandido nas nossas ruas, a guerra contra a população recrudescerá, mas o STF “pacificou”. Ufa! Cairá a noite sobre um Brasil mais triste, mais desesperançado, mais perigoso, mais roubado, mas violento.
CONTINUA …

Anônimo disse...



CHUMBO GROSSO – CONTINUA II E TERMINA....

A grande celebração do crime, que fez do STF santuário de suas devoções, atravessará a noite. Metralhadoras, em festa, matraquearão balas perdidas arrepiando os morros. Abstêmios na prisão, grandes corruptos reabrirão suas garrafas de uísque. Farão o mesmo aquelas figuras conhecidas que exalam os maus odores da ira quando um endinheirado é preso.

Como obra de suas mãos, o Brasil se terá tornado um país pior para se viver. A vontade e a dignidade nacional sangrarão no pelourinho! Mas quem se importa com isso no STF? Lisboa, onde eles passam mais tempo, e a civilização ficam logo ali.

Postado por Altamir Pinheiro às 10/18/2019 09:09:00 AM
NUTAVAEL DIZ...
AS LEIS BRASILEIRAS SAO FEITAS E DESFEITAS NO SENADO E NA ASSEMBLEIA POR REPRESENTANTES DOS QUARENTA PARTIDINHOS MULAMBENTOS CHEIOS DE SENADORES, DEPUTADOS COM VARIOS E VARIOS PROCESSOS NAS COSTAS ESQUECIDOS DENTRO DA SUPREMA CORTE PARA GARANTIR QUE ESSAS AUTORIDADES CONTINUEM EXERCENDO MANDATOS, CONTINUEM RECEBENDO PRIVILEGIOS, CONTINUEM RECEBENDO APOSENTADORIAS TUDO ISTO A CUSTA DO DINHEIRO SUADO DOS IMPOSTOS DO POVO BRASILEIRO QUE TRABALHA.
ESTA COVARDIA QUE A SUPREMA CORTE FAZ DE TRABALHAR QUE NEM SULTAO OU SEJA NAO TRABALHAM NUNCA. SO VIVEM VIAJANDO, SO VIVEM USUFRUINDO DAS BENESSES QUE OS CARGOS TRAZEM PARA SUAS EXCELENCIAS E EM CONTRA PARTIDA OFERECEM PARA O POVO LAUDAS E MAIS LAUDAS ESCRITAS POR ASPONES QUE LEEM COM BASTANTE DIVICULDADE DENTRO DE SESSOES INTERMINAVEIS E DISCURSOS INTERMINAVEIS PARA DEFENDER O INDEFENSAVEL. SAO GUARDA LIVROS DE BOSTA, AMANUENSES DE BOSTA QUE POSAM DE AUTORIDADE QUANDO NA REALIDADE O QUE FAZEM E TENTAR ILUDIR O POVO BRASILEIRO MOSTRANDO UMA JUSTIÇA PÓBRE CHEIA DE PRIVILEGIOS E MORDOMIAS MAS POBRES EM AÇOES. ATE QUANDO VAMOS CONTINUAR JUSTENTANDO ESTES FARAOS DO EGITO QUE CERTAMENTE VAO SE APOSENTAR COM OS SALARIOS LA EM CIMA TOTALMENTE DIFERENDE DO QUE RECEBEM TODOS OS APOSENTADOS DE NOSSO PAIS QUE PASSAM A VIDA PAGANDO PARA DEPOIS RECEBEREM NADA. MORARAM OU QUEREM QUE SE DESENHE. ESTE E O GOLPE DO CARTOLA. CRIME DE GUERRA CONTRA A NAÇAO E CRIME INDEFENSAVEL NAO PODE TER PROGRESSAO DE PENA. LULA LADRAO TEM QUE MORRER NA CADEIA QUE E SEU LUGAR.

Anônimo disse...

ESTADAO – DIRETO AO PONTO – NEUMANE PINTO
Trânsito em julgado só solta corruptos

STF decide sobre trânsito em julgado para corruptos e lavadores de dinheiro da política por insistência de advogados cujo acesso aos 11 ministros vale quanto pesam honorários

José Nêumanne
18 de outubro de 2019 | 12h19
-X-X-X-X

Política
STF, área de serviço dos Kakays

Um time de 11 advogados ricos, defensores públicos e frustrado defensor de Dilma no impeachment, defendendo partido sem voto - lutam por impunidade de seus clientes

José Nêumanne
18 de outubro de 2019 | 11h45
X.X.X.X.X

Política
STF a serviço de advogados ricos

Não há inocentes clamando contra erros judiciais nas últimas instâncias do Judiciário que justifiquem sua liberdade, na verdade pregada por advogados de culpados milionários que t (...) Leia mais

José Nêumanne
17 de outubro de 2019 | 18h11

-X-X-X-X

Política
Não há inocentes nesse pacto

Sócios na pretensão de poder, ministros do STF fazem de tudo para soltar e proibir que sejam presos corruptos de alta linhagem, que se protegem mutuamente fingindo defender direit (...) Leia mais

José Nêumanne
17 de outubro de 2019 | 12h13
-X-X-X-X
Política
Quem STF pensa que engana?
"Presunção de inocência" para adiar início de cumprimento de pena após segunda instância é atitude de alguns ministros do STF, que tentam fazer o povo de bobo, fingindo proteger i (...) Leia mais
José Nêumanne 16 de outubro de 2019

Anônimo disse...

rvchudo
sexta-feira, 18 de outubro de 2019

A fila anda no STF.

A Veja não publicou o artigo do jornalista José Roberto Guzzo, mas nós publicamos. Dizem que ele é Bolsonarista, eu prefiro chamá-lo de brasileiro destemido, sem rabo preso.

"Um dos grandes amigos do Brasil e dos brasileiros de hoje é o calendário. Só ele, e mais nenhum outro instrumento à disposição da República, pode resolver um problema que jamais deveria ter se transformado em problema, pois sua função é justamente resolver problemas – o Supremo Tribunal Federal.

O STF deu um cavalo de pau nos seus deveres e, com isso, conseguiu promover a si próprio à condição de calamidade pública, como essas que são trazidas por enchentes, vendavais ou terremotos de primeira linha. Aberrações malignas da natureza, como todo mundo sabe, podem ser resolvidas pela ação do Corpo de Bombeiros e demais serviços de salvamento. Mas o STF é outro bicho. Ali a chuva não para de cair, o vento não para de soprar e a terra não para de tremer – não enquanto os indivíduos que fabricam essas desgraças continuarem em ação.

Eles são os onze ministros que formam a nossa “corte suprema”, e não podem ser demitidos nunca de seus cargos, nem que matem, fritem e comam a própria mãe no plenário. Só há uma maneira da população se livrar legalmente deles: esperar que completem 75 anos de idade. Aí, em compensação, não podem ser salvos nem por seus próprios decretos. Têm de ir embora, no ato, e não podem voltar nunca mais. Glória a Deus.

Demora? Demora, sem dúvida, e muita coisa realmente ruim pode acontecer enquanto o tempo não passa, mas há duas considerações básicas a se fazer antes de abandonar a alma ao desespero a cada vez que se reúne a apavorante “Segunda Turma” do STF – o símbolo, hoje, da maioria de ministros que transformou o Supremo, possivelmente, no pior tribunal superior em funcionamento em todo o mundo civilizado e em toda a nossa história.

A primeira consideração é que não se pode eliminar o STF sem um golpe de Estado, e isso não é uma opção válida dos pontos de vista político, moral ou prático. A segunda é que o calendário não para. Anda na base das 24 horas a cada dia e dos 365 dias a cada ano, é verdade, mas não há força neste mundo capaz de impedir que ele continue a andar. Levará embora para sempre, um dia, Gilmar Mendes, Antônio Toffoli, Ricardo Lewandovski. Antes deles, já em novembro do ano que vem e em julho de 2021, irão para casa Celso Mello e Marco Aurélio – será a maior contribuição que terão dado ao país desde sua entrada no serviço público, como acontecerá no caso dos colegas citados acima. E assim, um por um, todos irão embora – os bons, os ruins e os horríveis. CONTINUA.....

Anônimo disse...


rvchudo CONTINUA II.E TERMINA....

Faz diferença, é claro. Só os dois que irão para a rua a curto prazo já ajudam a mudar o equilíbrio aritmético entre o pouco de bom e o muitíssimo de ruim que existe hoje no tribunal. Como é praticamente impossível que sejam nomeados dois ministros piores do que eles, o resultado é uma soma no polo positivo e uma subtração no polo negativo – o que vai acabar influindo na formação da maioria nas votações em plenário e nas “turmas”.

Com mais algum tempo, em maio de 2023, o Brasil se livra de Lewandovski. A menos que o presidente da época seja Lula, ou coisa parecida, o ministro a ser nomeado para seu lugar tende a ser o seu exato contrário – e o STF, enfim, estará com uma cara bem diferente da que tem hoje. O fato, em suma, é que o calendário não perdoa. O ministro Gilmar Mendes pode, por exemplo, proibir que o filho do presidente da República seja investigado criminalmente, ou que provas ilegais, obtidas através da prática de crime, sejam válidas numa corte de justiça. Mas não pode obrigar ninguém a fazer aniversário por ele. Gilmar e os seus colegas podem rasgar a Constituição todos os dias, mas não podem fugir da velhice.

O Brasil que vem aí à frente, por esse único fato, será um país melhor. Se você tem menos de 25 ou 30 anos de idade, pode ter certeza de que vai viver numa sociedade com outro conceito do que é justiça. Não estará sujeito, como acontece hoje, à ditadura de um STF que inventa leis, censura órgãos de imprensa e assina despachos em favor de seus próprios membros.

Se tiver mais do que isso, ainda pode pegar um bom período longe do pesadelo de insegurança, desordem e injustiça que existe hoje. Só não há jeito, mesmo, para quem já está na sala de espera da vida, aguardando a chamada para o último voo. Para estes, paciência. (Poderiam contar, no papel, com o Senado – o único instrumento capaz de encurtar a espera, já que só ele tem o poder de decretar o impeachment de ministros do STF. Mas isso não vai acontecer nunca; o Senado brasileiro é algo geneticamente programado para fazer o mal).

Para a maioria, a vitória virá com a passagem do tempo".

José Roberto Guzzo
Postado por Ricardo Oscar vilete Chudo às 01:47

Anônimo disse...

https://subversivoxxi.blogspot.com/

O SUBVERSIVO DO SÉCULO XXI

LIVRE MERCADO OU ESCRAVIDÃO DO INDIVIDUO

Seja bem-vindo, amigo! Seja você também mais um subversivo! Não se entregue e nem se integre às mentiras do governo e nem da mídia! Seja livre, siga o seu instinto de liberdade! Laissez faire! Amém!

quinta-feira, 17 de outubro de 2019
Socialista

O socialista nunca divide o que é dele com os outros. Ele apenas divide o que é dos outros com os outros e ainda cobra 90%, ou mais, para efetuar esta operação “humanitária”. Anon, XXI

Postado por anon, xxi às 04:15

Alexandra disse...

Sou totalmente de acordo com o seu texto. Perfeito! Que venha o General Mourão, então, mas que alguém reestruture a real Democracia no nosso país.

Anônimo disse...

Não estou dizendo que não tem (existe); só estou desafiando, que alguém coloque um único vídeo em que Joice (não sei o sobrenome da deputa), em que ela critique o FHC. (Mudando de assunto) O FHC quer que todos os seus "seguidores" sejam contrários (sabotem) o Bolsonaro.

Vanderlei Lux disse...

"ELES AINDA NÃO ENTENDERAM!"

É escancarada a ingenuidade do brasileirinho quando se trata de "passar a mão na cabeça" de seus ídolos preferidos.

Assim foi com o Sr. Luís Inácio, doravante conhecido simplesmente como Lula, que conseguiu movimentar por um ano e meio uma massa de abobados e retardados que acamparam e aporcalharam o lugar, destruindo um outrora bonito e agradável bairro de classe média nas redondezas da sede da Polícia Federal em Curitiba.

Também inegável, que, se olharmos para trás, veremos outros vermes que também mereceram a "pena", "admiração" e até mesmo a "veneração" do brasileiro. Leonel Brizola, Getúlio Vargas, Luís Carlos Prestes, Dilma Rousseff, Tancredo Neves, e a lista tende ao infinito e além.

Agora temos um novo. Um ser "mítico", surgido não se sabe da onde. Dizem que já existia por aqui à mais de 28 anos, mas nunca se tinha ouvido falar. Era deputado mas nunca se viu um projeto sequer. Alguns dizem que foi por causa da "extrema mídia", que nunca noticiou nada. Outros dizem que foi por causa do próprio congresso, que sempre sabotou os seus trabalhos.

Mas enfim, o brasileiro sempre precisou tocar o divino aqui na terra. É a razão, o propósito de vida do brasileiro ter Deus ao seu lado, em tudo. Como Deus nunca se manifestou de fato nesse país, o brasileiro adota um.

E assim surgem os "MITOS". Assim surgiu Bolsonaro. E assim como surgiu, sumiu!

Durante dez dias a partir de hoje (20/10/2019) Bolsonaro embarca em um avião e se "manda" para a Asia. Primeiramente vai para a Ucrânia, visitar o presidente de lá, um tal Volodymyr Zelenski, homem que coincidentemente está por trás do suposto impeachment de Donald Trump. Após isso, Bolsonaro irá prestigiar a coroação(?) de um tal imperador japonês que não sei o nome. Aliás, irônico que dizem que até mesmo no próprio Japão muitos nipônicos também não sabem o próprio nome do seu próprio imperador. Mas se você perguntar sobre o modelo de celular que estão usando, lhe darão um relatório completo de especificações.

Mas enfim, Bolsonaro se "manda" do país no momento da decisão, talvez, mais importante da história dessa nação. A decisão que fará com que a bandidagem do colarinho branco JAMAIS volte a se preocupar com operações policiais envolvendo suas maracutaias com dinheiro público. A decisão que vai enterrar de vez o Brasil na mais suja e pútrida das sarjetas da corrupção.

"MAS AINDA ASSIM, OS PARTIDÁRIOS DE BOLSONARO NÃO ENTENDERAM!".

Eles ainda alimentam o "Mito". Eles ainda se recusam a enxergar o óbvio ULULANTE que foi a escancarada "manobra" de Bolsonaro para se manter sentado na cadeira presidencial. A manobra que salvou (temporariamente, todos sabemos) a vida dos seus filhos, todos envolvidos em esquemas muito espúrios de corrupção.

Essa "manobra" recebeu o sugestivo apelido de "acordão" meses atrás, envolvendo a maior podridão da nossa política atual, como Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e Dias Toffoli. Bolsonaro entregou o país, de bandeja, à esses 3 senhores em troca da garantia de liberdade dos filhos (e dele mesmo!).

Mas os bozominions se recusam a acreditar nisso, mesmo que, indiretamente, essa "manobra" esteja escancarada em suas caras. Eles precisam do "Mito". Eles precisam acreditar em contos de fadas, em cantos de sereias, em velhos que descem pelas chaminés e coelhos que botam ovos de chocolate.

E por causa dessa crença, semana que vem veremos o inferno descer sobre o Brasil. A garantia de que Lula e sua turma JAMAIS voltarão a serem presos novamente. A certeza de que acabou qualquer motivo e esperança para se lutar pelo Brasil.

A certeza de que votar não vale mais absolutamente NADA nessa verdadeira latrina disfarçada de nação.

E por causa disso, agora, tenho a absoluta certeza que Lula voltará em 2022, em pessoa ou por meio de algum poste. E dessa vez ninguém mais irá tirá-lo do poder.