domingo, 27 de outubro de 2019

O Boizinho Espalha Merda?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Por um consenso de quase a totalidade dos internautas, a musiquinha em homenagem ao epigrafado tornou-se uma senha para mobilizar a ira da sociedade com bovina passividade, levando-a se indignar com o estado atual das coisas.

Há na fazenda Pindorama um tal de Estefe (ou quase isso) que no passado foi touro mas hoje é um estouro.

Em desdouro ao seu passado, hoje apresenta rufianesca atitude. Num primeiro momento, faz cara feia para intimidar os incautos. Já numa segunda instância, ora abana o rabo para um lado, ora para o outro, demonstrando enorme inconstância.

Diz a reza que sua carne avacalhada é igual ao sabonete: vale quanto pesa.

Penso que o referido é da raça zebu e está prestes a tomar na rima.

Enquanto isso, dona Onça não f... nem sai de cima.

Difícil é descrever a, de interesses, intrincada teia.

Talvez possa fazê-lo que frequenta a balada Vaca Véia.

Alí não há novilha; só quem está de nervos, uma pilha.

A nau dos insensatos já apontou sua quilha insana para os que pensam ser a terra plana. Cairá no abismo sem volta quando da popular revolta.

Eu me ne frego. Incapaz de na manteiga, bater um prego, assisto de camarote o fim do indecente garrote que acoberta as tretas dos que mamam nas pátrias têtas.

Em silêncio oro a São Fudêncio. Preso ou livre, do ogro medo nunca tive.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

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