terça-feira, 15 de outubro de 2019

Para limpar o Brasil, necessitamos de uma caneta e culhões



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Estive fora apenas por vinte e um dias, mas pareceram muitos mais.
Apesar dos pesares, sentia falta do Brasil.

Continuo afirmando que todo cidadão brasileiro deveria ter o direito garantido na constituição, de depois de atingida a idade da razão, passar pelo menos duas semanas em um país de primeiro mundo.

Aprenderia primeiro, que as coisas podem funcionar, que o cidadão pode ter segurança e todos os demais direitos garantidos, quando os impostos são usados para o que foram criados, quando os que infringem as leis são exemplarmente punidos.

Em segundo e mais importante, se dar conta do país maravilhoso em que teve a sorte de nascer e dar valor a ele.

Só precisamos fazer uma limpeza no chiqueiro.

Hoje, com o advento da Internet, você pode sair do Brasil, mas o Brasil não necessariamente sai de você.

O silêncio, dos jornais e telejornais do primeiro mundo a respeito do que se passa no dia a dia do país do carnaval, não é mais desculpa para a alienação política que antigamente nos acompanhava nessas viagens para além de nossas fronteiras.

O “facebook” e outros aplicativos estão lá, presentes diuturnamente, para nos mostrar a vergonhosa pantomina representada “ad nauseam” pelos políticos e Suprema Corte Tupiniquim.

Sendo assim, embora distante, tive acesso, quase em tempo real, ao episódio do assédio de um cidadão indignado ao Capitão Cueca durante um voo (canalhas não terão mais paz em nossas terras e ares e mares).

Também ouvi e vi, nosso presidente responder a um inconveniente, que durante uma entrevista lhe gritou a pergunta: -Onde está o Queiroz? com a seguinte afirmação definitiva: - Com sua mãe!

Coisas desse Brasil que sempre amei e agora amo mais ainda.

No entanto, o que mais chocou esse escriba durante o período de ausência desta coluna, foi atuação do Nhônho na Câmara, declarando solidariedade ao meliante e todos outros porcos que habitam o chiqueiro, maioria que votou contra as medidas anticrime do ministro Sergio Moro.

No momento mesmo em que escrevo esse artigo, graças ao milagre da multiplicação dos gastos públicos, alguns desses porcos estão em Roma, viajando com nosso dinheiro para ver um Papa progressista (para dizer o mínimo) canonizar a irmã Dulce, freira que fez voto de pobreza e deve estar  se revirando no túmulo; ser falsamente cultuada por ladrões e corruptos que legislam em causa própria para escapar da justiça.

Nesse mesmo dia na Catedral de Aparecida, durante a homiliada da missa do dia da Virgem, o bispo local prega contra a direita, acusando-a de ser violenta e injusta, esquecendo os milhões de vítimas da injustiça de governos de esquerda ao redor do planeta.

Aberração é o adjetivo que me vem à mente.

Se eu fosse a Virgem de Aparecida, voltaria a desaparecer.

O povo está atento, tanto que na internet uma frase viralizou: “Não se pode limpar o chiqueiro com os porcos dentro”.

Portanto, Sr. Presidente Jair Bolsonaro, creio que não seria lhe pedir muito, que como comandante em chefe das Forças Armadas, em total respeito à nossa Carta Magna, tomasse de sua caneta e sem mesmo sujar um dedo, limpasse este chiqueiro assinando a intervenção, como reza o artigo 142 da Constituição.

Selva!

Voltei!

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

2 comentários:

Unknown disse...

Fuzis e canhões. Às armas cidadãos!

Anônimo disse...

Isso deve ser parte da conversa que Paulo Ghiraldelli orientou os comunistas a retomarem com os militares.
"A estratégia mais profunda e discreta dos comunistas, no momento, é usar os militares, que durante décadas eles tanto achincalharam, como instrumentos para a submissão do Brasil - e se possível de toda a América Latina - aos planos chineses de dominação mundial. Importante para isso é explorar um certo antiamericanismo residual de muitos oficiais, jogando-os contra a política exterior do ministro Ernesto Araújo e fomentando a ruptura do país com o bloco ocidental." (Olavo de Carvalho)