domingo, 10 de novembro de 2019

A maldade se organiza



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Renato Sant’Ana

Sindicalistas vinculados à CUT (tentáculo do PT) vêm fazendo reuniões por todo o Brasil, planejando "ações nas ruas". O Sen. Humberto Costa (PT-PE) disse no Twitter que Bolsonaro "está com os dias contados. É questão de tempo. A hora do Brasil vai chegar." E Gleisi Hoffmann declarou: "Vamos fazer uma violência internacional!"

Tradução: o lulopetismo quer promover, no Brasil, os mesmos atos terroristas que vêm abalando o Chile e o Equador, ações nada espontâneas, mas muito bem calculadas. E a meta é inviabilizar o governo Bolsonaro para a esquerda tomar de novo o poder.

A chave para compreender a maldade ora em gestação é "Foro de S. Paulo" (FSP). Fundado em 1990 por Fidel Castro, Lula e Hugo Chaves, reunindo partidos de esquerda e grupos terroristas (como as FARC), o FSP foi criado com o fim de implantar, na América Latina, o que seus ativistas chamam de "socialismo do século XXI".

Favorecido pelo silêncio covarde da grande imprensa, o FSP existiu, por muitos anos, como uma seita secreta, operando nas sombras. Foram as redes sociais que permitiram denunciá-lo.

Sua tática é usar as regras da democracia para tomar o poder e, depois, fazer a "revolução por dentro", imprimindo um modelo de Estado totalitário - assim conseguiu governar (e arruinar) vários países.

Seu projeto mais bem acabado é o regime da Venezuela: centralização total do poder, presos políticos, tortura, imprensa amordaçada, cerceamento das liberdades individuais, destruição do setor produtivo, INFLAÇÃO ASTRONÔMICA, desemprego, fome e, óbvio, superenriquecimento da cúpula do partido governista.

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, identifica nos atos de terror iniciados no continente um "padrão" de ações da Venezuela e de Cuba (leia-se FSP).

"As brisas do regime bolivariano, impulsionadas pelo madurismo e pelo regime cubano, trazem violência, saques, destruição e um objetivo político de atacar diretamente o sistema democrático e forçar interrupções nos mandatos constitucionais", diz Almagro - matéria de O Globo, 25/10/2019.

Ora, um costume da esquerda latino-americana é apropriar-se de causas justas para, com um discurso populista, ganhar a ingênua adesão das pessoas de boa vontade. Sendo seu único objetivo tomar o poder.

No Chile, tirando proveito das dificuldades econômicas por que passa a população, o pretexto para as ações violentas foi a tarifa do metrô.
Está claro, vale dizer, que não foi "o povo chileno" quem pôs fogo emestações do metrô, promoveu saques e atacou a polícia nas ruas: foram,isto sim, militantes de esquerda que seguem a cartilha do FSP.

No Brasil, em 2013, com o PT nadando de braçada na corrupção (ainda não havia a Lava Jato), o esquerdismo se apossou de uma causa popular, sentimentalizou-a e foi para as ruas. Profetas socialistas inventaram um tal Movimento Passe Livre, arrebanhando a juventude para reivindicar "transporte gratuito" e infernizar prefeitos e governadores de oposição.

Outras "demandas" foram incluídas no pacote das reivindicações. Mas era só um embuste para concentrar mais poder nas mãos do PT (então no governo) e implantar a ditadura socialista no país.

Aí veio a reação. Grupos não esquerdistas saíram às ruas. Grandes manifestações plurais começaram a desmascarar "os podres poderes" do PT. E Dilma Rousseff, a presidente, viu sua popularidade despencar.

Foi o começo da libertação do Brasil, com decisiva participação das redes sociais - para desgosto da hegemônica imprensa esquerdizada.

Em suma, foi a população que, levantando o traseiro do sofá e tendo atitude, carregou o Brasil nos braços para longe do abismo bolivariano.

Agora, os sicários do FSP, sob liderança do condenado Lula, querem trazer para cá o que houve no Chile e no Equador nos últimos dias: protestos violentos, com ativistas mascarados, ações coordenadas para gerar instabilidade, para enfraquecer um governo constitucional e envolver a população numa onda de pessimismo e desesperança.

Há um verdadeiro "mutirão pró-impunidade", inclusive com a prestimosa ajuda do STF, tudo para entregar o governo, de novo, à infame aliança da esquerda mais autoritária com o empresariado corrupto.

Resta ao brasileiro escolher entre brincar de isento ou se levantar contra a impunidade. Se preferir ficar no sofá, então o futuro estará condenado e o Brasil vai ser o "paraíso da corrupção". Contudo, se houver reação, como em 2013, veremos virar lei alguns bons projetos que tramitam no Congresso, o governo terá respaldo para cumprir a Constituição , e a maldade organizada vai ter que recuar...

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo. E-mail: sentinela.rs@uol.com.br

Um comentário:

Anônimo disse...

Toda essa movimentação de Lula e da esquerda parece teatro para distrair as atenções das ações efetivas para retomar o poder a partir das eleições municipais de 2020 em todo o país, preparando lideranças jovens, como estão fazendo igualmente os tucanos. Os conservadores começam acordar para essa realidade, mas de maneira tímida.

[No CPAC-Brasil, a gente viu momentos de torcida organizada. (...) Vi eleitores de Direita reclamando, mas isso é ótimo, porque o movimento de mudança radical que estamos fazendo na política brasileira tem que conquistar o jovem de 17 anos que vota. Precisamos criar um movimento jovem de Direita no Brasil. Os participantes do CPAC que vieram dos EUA disseram: "Caramba, vocês têm que ir aos EUA para ensinar o CPAC americano a fazer militância". Cada um de nós, no seu nicho, tem um papel a desempenhar para construir um país de Direita.]

Como conquistar o Brasil inteiro? (Comunicação & Política)
https://www.youtube.com/watch?v=UGZB_2VElD4







"Quero levar esse curso da militância para os municípios para fazer presencial. (...) Precisamos organizar esses eventos em todos os Estados: palestras sobre Comunicação, Guerra Cultural, Militância, Formação Intelectual de Direita, Ciência Política Se a gente correr, conseguimos pegar ainda para 2020 (eleições locais). Temos que formar um eleitorado de direita. Estou pensando em trabalhar três anos para formar eleitores para a campanha majoritária de 2022. (...) A única forma de tirar poder da Esquerda é pegando esse poder e entregando à Direita. Se tivermos o povo de Direita, o povo vai emanar seu poder para agentes politicos de Direita. (...) Só volto a chamar as pessoas pra rua quando nós da Direita organizarmos o protesto por projeto. (...) A gente está só apoiando Bolsonaro? Nâo, a gente está apoiando um projeto. (..) Acho que os isentões não estão entendendo nada e estão se achando muito importantes. (...) Vocês eleitores que estão consumindo conteúdo e replicando conteúdo são muito importantes."

Atualização| Brasil, tá ruim mas tá bão (Comunicação & Política)
https://www.youtube.com/watch?v=2gKjvJhlNSE







"Quem elege presidente é povo, é massa. (...) Temos que levar o conhecimento e fazer o contato com o eleitorado. (...) "

Construindo um novo Brasil (Comunicação & Política)
https://www.youtube.com/watch?v=sq1aK3Qjc1A
Comentarista:
[Fernando, comecei a ver seu canal nas primeiras "Desmentiras". Vejo todas as suas lives e vídeos. Saí do marasmo em que estava nas últimas décadas. Voltei a ler e estudar com a sua orientação e só não participo mais ativamente pela idade (80), mas faço o trabalho da formiguinha espalhando as ideias conservadoras. Agradeço o seu entusiasmo contagiante e sua orientação motivante. Valeu!]







"Sendo esse governo propositivo, se ele não tiver militância ele cai. Governo propositivo é um governo de propostas. Estamos sendo atropelados pelo nascimento constante de novidades neste governo. Redução de maioridade penal, posse e porte de armas, aborto, Escola Sem Partido, Foro de São Paulo, propostas da campanha, sumiram do debate. Se não retomarmos a pauta de nossos anseios, vamos abandonar a raiz dos anseios do governo Bolsonaro."