quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Racismo de Sinal Invertido



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Félix Maier

Todo ano temos a semana da consciência negra. Não vou mais perder tempo nisso, como em outros anos, porque teria que também discorrer sobre as consciências branca-branca, amarela-china, vermelha-índia, verde-oliva, rosa-gay, azul-trans, enfim, todas as cores do arco-íris 

Mas gostaria de dizer algo que vem desde o governo FHC, quando foi imposto ao IBGE que tratasse em suas pesquisas os pretos e os pardos como se fossem negros.

Esta aberração acaba com uma marca nacional, a mulata, que, dentro desse critério politicamente correto, não existe mais. Nem morena clara. De uma canetada, não há mais mestiços, só negros puro sangue. O DNA do sangue branco foi drenado para a lata de lixo da história brasileira.

Fico abismado quando vejo artistas globais, morenas claras, se apresentarem como negras puras, qual zulus perdidas na selva sul-africana, sem contato com a civilização, rejeitando o sangue europeu que corre em suas veias.

Seria uma forma de racismo de sinal invertido? Seria, mas não é, porque se não há raças humanas, se não somos cães, também não pode haver racismo. A biologia já provou isso, inclusive que um zulu pode ser mais próximo de um norueguês do que de outro zulu, geneticamente falando.

E também não se trata de preconceito, coisa que não existe, pois é aquilo que eu condeno no outro quando não concordo com ele. O que existe de fato é conceito, que é definido por cada pessoa em particular, ainda que seja muitas vezes um absurdo

O que chamamos de racismo, preconceito e outras formas contestatórias na vida em sociedade não passam de um conceito infantil que fazemos das pessoas tendo apenas em vista a aparência física, como elas são em sua casca, rejeitando seu rico interior: negro, branco, mulato, chinês, magro, alto, gordo, bonito ou feio, rico ou pobre, bem ou mal vestido etc.

Fica bem duscutir a aparência humana para crianças de 4 anos, não para adultos que têm um mínimo de conhecimento intelectual. Afinal,  a criança está apta a ver o exterior das pessoas, não tem capacidade para conhecer a pessoa em sua totalidade, seu valor interior, ainda que saiba distinguir quem a machuca ou quem a defende.

Insistir em divulgar conceitos como racismo só interessa aos mal-intencionados, que querem obter algum ganho social ou financeiro, como entrando pela porta dos fundos nas universidades, as tais "cotas étnicas" que jogaram a Constituição Federal no lixo, pois ninguém pode ser discriminado ou premiado em função da cor da pele, do sexo ou da religião.

Félix Maier é Capitão reformado do EB.

2 comentários:

Q disse...

Cotas é racismo
Dia da consciência negra é racismo
Qualquer tipo de apologia aos negros em detrimento dos brancos é racismo tbm.

Anônimo disse...

Quem ganha com a pauta do racismo, são seus divulgadores: fatima Bernardes, Pedro bial, Serginho goinsman. A maioria dos negros TRABALHADORES, nem dão bola pra esses malandros.