sábado, 7 de dezembro de 2019

Como vencer a Ditadura do Crime & Mentira



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O Mecanismo do Crime Institucionalizado já descobriu que seu maior obstáculo é a capacidade de mobilização das pessoas de bem nas redes sociais,na luta por reformas e mudanças estruturais. A intenção dos bandidos nos três poderes é, inicialmente, calar os ativistas conservadores ou mesmo os liberais mais atrevidos. A tática criminosa é usar a judicialização para neutralizar adversários e inimigos, gerando condenações com prejuízos por supostos danos morais. O objetivo final é destruir qualquer resistência contra a continuidade do Capimunismo no Brasil
Os agentes do Crime Institucionalizado não têm escrúpulos, muito menos moral. Agem motivados por poder, dinheiro, ideologia e sexo. São corruptos ativos e/ou passivos. Fazem qualquer coisa para manter a situação vigente (o famoso status quo) que beneficia o funcionamento do modelo de Estado-Ladrão na União, Estados e Municípios. Os criminosos da oligarquia trabalham em conluio com políticos, servidores públicos, empresários, elementos da mídia e membros de facções criminosas (aqueles que lotam nossas cadeias medievais, por não terem os melhores e mais caros advogados para defendê-los).
A guerra é assimétrica. É de todos contra todos. Em todos os poderes. Os criminosos institucionalizados têm a iniciativa da ofensiva. Aparelharam as empresas “estatais”. Invadiram os cargos públicos, sobretudo nos municípios. O plano era “roubar” para financiar a ocupação do poder político. Por “acidente”, o negócio sujo veio á tona. A eclosão da Lava Jato e seus desdobramentos demonstraram que era possível tentar quebrar a hegemonia criminosa. Juízes linha-dura como Sérgio Moro, Marcelo Brettas e outros se tornaram “heróis nacionais”. Desde 2013, a maioria do povo está na rua e nas redes sociais da internet protestando contra os criminosos visíveis ou invisíveis.
A incompetência de gestão e a inabilidade política da esquerda arrogante e corrupta causaram a maior crise econômica da História do Brasil. A destruição de empreendimentos e a extinção de empregos produziram as pré-condições para a eleição surpreendente de Jair Bolsonaro, com um discurso populista de direita, prometeu melhorar a economia, atacar o Crime, não “roubar” e implantar uma pauta conservadora, em contraponto ao esquerdismo padrão Foro de São Paulo.
Os criminosos são cínicos e pragmáticos. Quase sempre também são sedutores. Amam corromper ou serem corrompidos. Mas cada bandido sabe o que deseja. Por isso, o cenário de atuação deles é complexo. A maioria quer poder e grana. Alguns têm objetivos ideológicos. Outros só desejam mamar nas tetas estatais. Eis porque o jogo contra o Crime, na ofensiva ou na defesa, não é para amadores. Muito menos para ingênuos, idealistas, intelectuais, patriotas ou reacionários radicais.
A guerra exige estrategistas que façam a leitura correta da realidade. Por sorte, a bandidagem institucionalizada, por mais sofisticada e organizada que possa parecer em muitas situações, também falha na interpretação do mundo real. No Brasil, as coisas vão muito além do mero conflito, da polarização ou radicalização ideológica. Aqui temos o antagonismo, violento e permanente, de uma oligarquia camaleônica contra a maioria de um povo que deixa a vida lhe levar, do jeito que for possível. A ideologia (instrumento de dominação) é usada como uma grife. Claro, para enganar bobo. Do mais intelectual ao mais ignorante. A regra vale para inocente ou arrogante.
Antes da popularização das redes sociais, as ideologias influenciavam, manipulavam e dominavam de modo mais fácil. Agora, o contraponto das idéias acontece em tempo real. As “tretas” explodem em grupos nos quais as pessoas aparentemente se identificam. Também estouram nas manifestações dos extremistas radicais contra outros do pólo contrário. A bronca sobra para os “isentões” ou “indiferentes”.
A mídia tradicional, contaminada pelo esquerdismo, perdeu a hegemonia da difusão de notícias e produção de informação para muitas pessoas comuns e seus aplicativos. O monopólio da veiculação de verdade ou mentiras foi rompido. Os saudosistas do modelo antigo tentam impor seus “tribunais da verdade” disfarçados de “agências de checagem de fatos” que muitos veículos utilizam dogmaticamente. Só que o espírito legítimo da liberdade consegue vencer esta “ditadura do fact check” (em inglês, o feio fica bonitinho).
A reação dos agentes do crime é malandra. Eles tentam impor a verdade deles. Jogam para desmoralizar fatos, versões e opiniões que circulam, fora do controle deles, nas redes sociais. Como não conseguem sucesso na operação, tentam criminalizar o livre direito à opinião. Partem para intimidações, acionando a máquina judiciária. Contam com a colaboração de policiais, peritos, promotores, procuradores e magistrados. Quase sempre praticam litigância de má fé contra seus alvos. Sorte que muitos julgadores, principalmente na segunda instância, percebem a malandragem e rejeitam os processos intimidatórios.
Além da judicialização, os inimigos da Democracia apelam para manobras legislativas. A tal Comissão Parlamentar Mista de Inquérito das Fake News, instaurada pelo Congresso Nacional, nada mais é que um instrumento de intimidação. A CPMI é claramente usada para promover uma perseguição política ilegítima e inconstitucional. Seu objetivo final é promover censura. É muita pretensão querer impor uma suposta verdade através de empresas de “fact check” (checagem de fatos). Impedir o direito à livre opinião, além de absurdo, é um ato estúpido e truculento apoiado pela extrema mídia que já teve tal “monopólio”.
Não será fácil vencer a Ditadura do Crime e da Mentira. Ações isoladas terão pouca eficácia. Gritaria de grupos também fará pouco efeito prático. As próprias redes sociais, controladas por grandes grupos de comunicação que a cada dia perdem independência, tendem a ser afetadas negativamente pelos interesses criminosos e suas ideologias.  A saída é criar uma espécie de Canal do Cidadão – uma rede, dotada de inteligência artificial, com parâmetros que assegurem a liberdade de conteúdo e opinião, respeitando os valores éticos e morais da humanidade, sem se deixar contaminar ideologicamente. O primado tem de ser do respeito ao indivíduo, sem cair no ilusionismo do coletivismo.
A “boa notícia”? Tal projeto está em andamento. Os agressores da realidade e das pessoas de bem sofrerão, em breve, um intenso contraponto. A única saída civilizada é o caminho Democrático, com a garantia do exercício da liberdade com consciência e responsabilidade.
Os criminosos não conseguirão calar os novos meios informativos que trabalham com seriedade e compromisso com a Verdade (tudo que é real, universal e permanente). A Revolução (inclusive a brasileira) está apenas começando...
Enquanto isso, vamos focar na elaboração do Projeto Estratégico de Nação para que possamos formular uma Nova Constituição para o Brasil, em base realmente democrática...

Leia o artigo de Fábio Chazyn: Canal do Cidadão


Domingo, 22 horas, na Rede Gospel...
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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Dezembro de 2019.

2 comentários:

Unknown disse...

Parabéns, melhor texto até hoje que li aqui!

Eldo disse...

Serrão, mais um texto brilhante e esclarecedor. Meus parabéns.