quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Maionesoviajantes



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O tema é velho; não obstante, muito atual.

Os que tiveram a ventura de estudar latim, acharão mais graça. Os demais que se lixem.

Muito semelhante ao catalão, lançamos hoje um arremedo de língua neolatina; o catscoquinho.

Quem quiser entender o Brasil de hoje que se acautele.

“Ermavez umpaiz de grnds proporçons dits Pindorama, e finalments, Brasil. Primeiro comprovou a “inguinorância” dos portugs descobridores que inicialments pensavam ser uma ilha.

Cãoprovada sua dimensão cãotinental, trataram de construir uma fortaleza beleza na foz do Ama Zonas (nome primitivo). Do café , trouxeram o primeiro grão para lá. Daí o nome Grão Pará.

Passados alguns anos, resolveram fundar a primeira vila em clima mais ameno; São Vicente, em frente à muralha de pedra natural chamada Serra do Mar. Resolveram escalá-la e chegar ao planalto. Era um tempo de ômis valents e não bundesmoles como os atuais.

Fundaram novas povoações; uma depois de outra, até que chegaram à confluência de três rios: o Tietê (chamado pela plebe de “tiéte”), o Tamanduateí e o Pinheiros (não conheço o nome original).

A nova povoação recebeu um nove apropriado: São Paulo de Piratininga.

Durante séculos foi uma merda de cidade; até 1.870 tinha apenas vinte e cinco mil habitantes. Antes, falava-se mais o tupi que o português. Sua gente, num esforço ingente, alargou o território nacional para muito além das Tordesilhas. Chamados Bandeirantes, nunca mais foi o Brasil como dantes.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

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