quinta-feira, 2 de abril de 2020

O Povo exige a normalidade


Edição Extra do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Na portaria do Palácio da Alvorada, no cercadinho reservado aos populares, ao lado da área da imprensa, uma professora e livre empreendedora manifestou ao Presidente Jair Bolsonaro, hoje de manhã, a vontade real do povo brasileiro neste momento de medidas governamentais restritivas para tentar engambelar a crise do Coronavírus. A mulher pediu que se retorne à normalidade produtiva. Depois de ouvir a reclamação, por três minutos, Bolsonaro concordou que aquele era o mesmo pensamento de milhões de brasileiros.

A imagem, com bastante chance, será oportunisticamente censurada pela imprensa. Ainda bem que as redes sociais ainda conseguem cumprir seu papel de difusor de informação. O "isolamento social", empregado como exagerado remédio, já causa prejuízos incalculáveis à economia brasileira, gerando o caos para quem sobrevive, principalmente, na chamada economia informal.

A tese vai se tornando realidade a cada instante: a doença econômica causará mais estragos que a infecção por coronavírus. O lamentável é que a besteira já foi feita. Agora, teremos de fazer o milagre de tentar reduzir os efeitos da "obrada" dos governadores e prefeitos - que sentirão os efeitos das decisões equivocadas e exageradas nas contas públicas já combalidas.

Releia o artigo: Faltará pro ladrão e pro parasita?

Faltará pro ladrão e pro parasita?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O efeito coronavírus na economia brasileira pode representar uma queda de 26% na arrecadação tributária brasileira. A estimativa do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) indica um problema para os parasitas e bandidos: faltará grana para sustentar a máquina perdulária e corrupta.

Por outro lado, o governo promete soltar R$ 200 bilhões para socorrer empresas e trabalhadores. O desafio é até que ponto a parada forçada na economia vai atrapalhar a desejada e sonhada retomada. A dose exagerada do remédio preventivo, com certeza, vai matar muito paciente, sem necessidade.

O dinheiro sumiu? Não... Segue concentrado na estrutura estatal e nos cofres dos banqueiros. Até agora, muito medo, muito papo e grana só na promessa. A máquina pública é péssima na transferência direta de renda. Mas não precisava exagerar tanto nesta crise surreal. 

Noves fora nada, a parada continuará a mesma de sempre?

A fracassomania nacional segue a todo vapor... A doença avança, e o mosquito da dengue & afins aguarda para entrar em campo... E com o comunavírus deixará um rastro impressionante de mortes. Aproveitaremos ou perderemos a chance de mudar essa História que sempre se repete como tragédia e sem-vergonhice?

Vamos cuidar da saúde e manter o otimismo. Existe saída. Nós, o Povo, e o Governo, só não podemos perder o timming. O tempo urge e o Covid-19 ruge...




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Jorge Fernando B Serrão

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 2 de Abril de 2020.

Quarentena da Antena



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

“Quem semeia ventos colhe tempestades”.

É uma pena ver que no vaso trincado morre uma verbena.

Ver jornalistas mentindo dá pena.

Com soluções, quase ninguém acena.

Sinto informar aos amáveis leitores que estamos em guerra; de quinta geração.

O inimigo aparente é o Partido Comunista Chinês. O verdadeiro está em Londres.

Os implantadores da Nova Ordem Mundial, pela primeira vez na História estão assustados. Temem a derrota para defensores de Fé, da Pátria e da Família.

A aliança entre os Estados Unidos da América e o Brasil tornou-se o “obstáculo” às ambições dos que se acham os “donos do mundo”.

No Brasil temos um exército de ovelhas comandado por um leão.

Derrotaremos o bando de leões sob as ordens de ovelhas.

O que os idiotas e incultos ignoram é que o ser humano ataca por medo ou por ódio.

No momento, nos brasileiros, estamos com ambos os sentimentos exacerbados.

Basta um patriota mostrar a força de sua espada e o ratos debandarão .

Viva o Brasil!. Viva o Presidente Bolsonaro.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Canibalização do Trânsito



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

O trânsito em todo o Brasil mostra a face visível da canabalização, falta de novas obras e vias de circulação,com a demagogia do carro fácil à população de baixa renda, e sem previsão do aumento do preço combustível, andar em cidades mais populosas se tornou um verdadeiro exercício de paciência e esperança.

As mais de 5 mil comunas não apresentam força ou capacidade para montar uma engenharia de trânsito à altura das necessidades da população. Daí pois existe o rodízio e em tempos de chuva o agente público insere uma placa “cuidado - perigo de alagamento”, como se fosse do contribuinte a responsabilidade de realizar a obra. Em fevereiro com as fortes chuvas São Paulo temporariamente parou, mas em março o tom é da paralisação definitiva com a pandemia do coronavirus.

Olhando os números estatísticos do trânsito na cidade de São Paulo são impressionantes, em plena crise da patologia vinda da China, a CET convocou assembléia geral extraordinária para o dia 30 de março de 2020, tendo como um dos ítens o programa de participação nos resultados. Ou seja, os agentes investidos de funções, ao que tudo indica, recebem “dividendos” por força das multas impostas.

E mais grave ainda olhar o que acontece no coração da cidade de São Paulo em termos de trânsito, vias de acesso e o indescritível cenário de multas impostas, cujos recursos, salvo melhor juízo, não contêm decisão fundamentada mera presunção do agente que multou.

Vamos então aos dados alarmantes de multas lavradas. Foram registradas 1 592 656 multas pela equipe CET e 8.135 915 por equipamentos de fiscalização eletrônica, ou seja, radar, das quais 4.393.464 se devem velocidade acima do permitido (36.38%), 2.443.102 autuações desrespeito ao rodízio municipal, total (20.23%) além de 969.882 circulação na faixa exclusiva de ônibus (8.03%) 887.137 estacionamento irregular (7.35%) e pasmem todos: 361.609 mil multas por uso de celular dirigindo(2.99%).

Quantidade bilionária de multas de trânsito sem qualquer programa de prevenção ou educação. Agora na frenesi do coronavirus e com taxa ínfima de carros em circulação como sobreviverá a empresa responsável pelo trânsito na cidade de São Paulo?

Deveras estamos muito despreparados se compararmos com cidades do primeiro mundo dos EUA e da Europa, haja vista que as multas são mínimas os agentes orientam e mais do que isso procuram demonstrar cidadania e boa vontade pois são pagos exatamente para fazer fluir a malha e não para punir.

Essa questão deveria ser alvo de uma CPI pela Câmara, apuração pelo Ministério Público e confirmação dos bilhões recebidos e se são destinados às melhorias de implementação do trânsito. Temos absoluta certeza que não! As ruas de São Paulo triste estado de abandono repletas de buracos e crateras.

Pergunta-se, portanto: é justo marcar uma reunião extraordinária para se discutir “participação nos resultados” se não houver drenagem dos recursos amealhados para participação efetiva na malha viária?

E temos ainda um outro dado alarmante: menos de 1% dos que recorrem tem seus recursos acolhidos, o que significa dizer que multa a pretexto e por qualquer motivo passou a ser uma profissão muito rentável - notadamente na cidade de São Paulo.

Quando o cidadão faz uma solicitação de zona azul, lombada eletrônica ou mudança de mão, os semideuses agentes de trânsito não analisam ou fazem estudos correspondentes ou que incursionam.

O vício é sempre em penalizar o cidadão e transformar o caótico trânsito da cidade numa verdadeira e autêntica canibalização - sugando dos bolsos dos motoristas recursos para o sustento da máquina que de pública nada desenha.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurélli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Grandeza em desconfiar



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Renato Sant’Ana

"Quem desconfia fica sábio", diz Guimarães Rosa. E quem tem grandeza de espírito é capaz de pôr em dúvida até as suas próprias convicções.

Chineses estão tomando o que é mais estratégico no Brasil. Já compraram vastíssimas extensões de nossas terras, grande parte do setor de energia elétrica, muitas indústrias de alimentos e até grupos de comunicação.

Aliás, a China Medias Group (CMG), órgão da ditadura chinesa, é hoje o "dono oculto" do Grupo Bandeirantes. E já firmou termo de cooperação com a Globo. E até a EBC, pasmem, renovou acordo firmado em 2015 com a CMG.

Bandeirantes e Globo já estão afinando suas linhas editoriais pelo diapasão da CMG, isto é, estão tocando no tom da ditadura chinesa.

Agora, com o desmaio do setor econômico por causa da pandemia, nossas empresas estão perdendo valor de mercado, muitas entrando em colapso. E os chineses, como abutres que sobrevoam o moribundo, só esperam a hora de comprá-las na "bacia das almas" a preço de casca de banana.

Para piorar, os principais caciques da esquerda brasileira são ardorosos defensores da ditadura comunista chinesa, colaboracionistas com o mesmo fanatismo do tal Luís Carlos Prestes que, um dia, teve o peito de dizer: numa guerra entre Brasil e União Soviética, ele atacaria o Brasil.

Não dá para desconfiar? Desgraçadamente, por trás da polêmica sobre a melhor forma de enfrentar a pandemia, existe uma disputa de poder que está se lixando para o sofrimento da população e para o futuro do país.

Tem gente aceitando de bom grado que o Brasil vire colônia da China.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo. E-mail: sentinela.rs@uol.com.br

Enfrentando a gripe asiática



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio Tupinambá

Esta semana fiz um post perguntando se alguém apoiava a ideia de uma campanha destinada à suspensão do pagamento da Dívida Fundada da União por três meses e redirecionando tais valores para enfrentamento do coronavírus. Pouquíssimas pessoas “curtiram”; apenas uma pessoa disse que sim. Razão disso, vou desenhar a ideia para, quem sabe, chegar no andar de cima do Poder, e resultar positivamente em favor da nação.
O Tesouro Nacional conceitua Dívida Fundada Pública como sendo compromissos de exigibilidade superior a doze meses, contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financiamento de obras e serviços públicos. Trocando em miúdos, são aqueles compromissos decorrentes dos “rombos” orçamentários, quando o Poder Publico gasta mais do que arrecada, ou decorrentes de financiamentos de obras.
No Brasil, ao que se saiba, desde o período conhecido como do “governo da revolução de 64”, não houve mais grandes obras consumindo grandes recursos. Grandes recursos medidos na régua da Despesa da União. Consequentemente, a Dívida Fundada Pública é resultado do desequilíbrio orçamentário que, por sua vez, decorre de vários fatores, entre eles a corrupção.
Quero começar o desenho informando o total da Despesa Realizada nos últimos seis anos: em 2014, R$ 1,58 trilhões de reais; em 2015, R$ 1,73 trilhões; em 2016, R$ 1,93 trilhões; em 2017, R$ 2,04 trilhões; em 2018, R$ 2,23 trilhões; em 2019, R$ 2,29 trilhões de reais.
Nesses mesmos últimos seis anos a Dívida Fundada Pública deu um salto de R$ 2,78 trilhões em 31/12/2014 para R$ 4,84 trilhões de reais até 30/09/2019, assim resumido nos Balanços da União: o ano de 2014 terminou com uma Dívida de R$ 2,78 trilhões; em 2015 essa dívida cresceu R$ 510,35 bilhões; em 2016 o crescimento foi de R$ 709,76 bilhões; em 2017 o crescimento foi de R$ 447,82 bilhões; em 2018 foi R$ 438,61 bilhões; em 2019, até o mês de setembro, a dívida “encolheu” R$ 54,60 bilhões.
No mesmo período, de acordo com o relatório Resumido da Execução Orçamentária da União, o pagamento dessa Dívida (Principal e Juros) alcançou R$ 4,58 trilhões de reais, assim distribuído ao logo dos anos: em 2014, foi pago R$ 787,37 bilhões (49,81%) do total da despesa realizada); em 2015, R$ 780,26 bilhões (45,04%); em 2016, R$ 858,71 bilhões (44,36%); em 2017, R$ 665,74 bilhões (32,59%); em 2018, R$ 729,57 bilhões (32,77%); em 2019, R$ 761,86 bilhões (33,25%).
Enquanto isso os gastos da União na Função SAUDE, nesse período, foi de R$ 610,32 bilhões, sendo R$ 86,66 bilhões em 2014 (5,48% do total da despesa) ; R$ 94,63 bilhões em 2015 (5,46%); R$ 100,47 bilhões em 2016 (5,19%); R$ 103,25 bilhões em 2017(5,05%); R$ 109,55 bilhões em 2018 (4,92%); R$ 115,77 bilhões em 2019 5,05%). Isso corresponde a uma média de 5,19% do total da Despesa Realizada no período correspondente.
Nestes dias de quarentena, ouve-se falar principalmente em reduzir o salário do funcionalismo público para reunir recursos destinados ao enfrentamento do coronavírus, com grande prejuízo financeiro para essa parcela da população, e prejuízo político para o governo, nos três níveis. Entendo que o funcionalismo público é a parcela mais frágil dos contribuintes, facilmente alcançável por medidas que penalizam essa classe de trabalhadores, mas o efeito cascata que dela pode decorrer vai alcançar todos os demais trabalhadores.
Razão disso, penso que é mais razoável, mediante ato do Governo Federal (inclusive através de Medida Provisória), extensível aos Estados e Municípios, a suspensão do pagamento da Dívida Fundada Pública por três meses, no mínimo, redirecionando esses recursos para o enfrentamento da gripe chinesa. Será em média 6,5 vezes os recursos financeiros que estão sendo gastos com a Saúde, sem prejuízo para o trabalhador e para o governo, uma vez que, alcançado os objetivos, a dívida acumulada será renegociada.
Se você concorda com isso, apoie a ideia compartilhando-a, transformando-a numa campanha para chegar ao escalão mais alto da Administração Pública.
Essa é a minha contribuição.
Antonio Tupinambá de Melo Nogueira é Auditor aposentado pelo Estado do Amazonas e por alguns anos exerceu o cargo de Secretário de Finanças do município de Itacoatiara (AM).

O “Seguro morre de velho” também na contabilidade


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ives Della Torre

O atual momento dos negócios exige novos cuidados que em outras épocas eram praticamente impensáveis. Os serviços de Contabilidade, por exemplo, estão a cada dia mais complexos por conta das novas legislações, dos mais recentes sistemas de gestão e da chegada de mais novidades na tecnologia da informação para fiscalizar. Por isso, hoje é preciso também se precaver com uma proteção eficiente contra atos falhos ou omissões não intencionais da equipe de contabilistas em relação a prejuízos causados a clientes.
No estágio atual, as assessorias contábeis ou escritórios de Contabilidade não podem prescindir do seu seguro de responsabilidade civil contábil. A razão é porque ele reduz a exposição do patrimônio do cliente a riscos, além de assegurar um ambiente de tranquilidade a todos os profissionais que exerçam atividades de escrituração e demonstração da movimentação financeira de uma organização.
No Brasil, o seguro de responsabilidade civil contábil teve início há umas duas décadas, mas ainda não foi assimilado plenamente por boa parte dos escritórios contábeis, que em muitas situações, estão sentados em cima de um ‘barril de pólvora’, por causa de questões difíceis e porque a cada dia surge uma surpresa em virtude de mudanças na interpretação da lei.
Existem por exemplo aspectos no trabalho contábil que a fiscalização não autua num primeiro momento, mas depois os órgãos vistores, especialmente os municipais, começam a cobrar o contribuinte retroativamente. Episódios como este causam grande desconforto aos empresários, mas especialmente às assessorias que não têm seguro de responsabilidade civil, que vão ser cobradas e terão que saudar os respectivos clientes para serem ressarcidos dos prejuízos.
Pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), os escritórios contábeis precisam reembolsar os danos nas ocorrências de falhas e omissões na escrituração e demonstração. Como na operação às vezes há vários funcionários envolvidos não é possível ficar 100% coberto, além de haver ainda problemas de interpretação das leis. Hoje, as seguradoras fiscalizam seus segurados para se certificarem que não há qualquer possibilidade de fraude, verificam se o contrato de prestação de serviços entre as partes foi firmado formalmente e se até existe mesmo na empresa contratante profissionais inscritos no Conselho Regional de Contabilidade.
Uma circunstância que gerou bastante controvérsia entre contadores e a Prefeitura de São Paulo recentemente foi quando ela interpretou a lei da sociedade uniprofissional, aquela em que a empresa prevê a união no negócio de dois advogados ou dois engenheiros, entre outros profissionais liberais. Na época, o Executivo municipal começou a criar fórmulas e um novo instrumento, ou seja, uma declaração para ser entregue pelos contribuintes pela qual enquadrou a sociedade de profissionais sobre o faturamento desde 2010.
Assim, começaram as interpretações da lei sobre tributos apurados de outra forma. A mudança acabou gerando um passivo para essas empresas, que transtornou profundamente seus titulares. E as firmas de Contabilidade, tendo ou não seguro, a partir de então passaram nesta demanda a indenizar seus clientes. Quem estava coberto por uma apólice que garante a indenização ao segurado por danos, não intencionais, corporais ou materiais causados a terceiros ficou despreocupado com novidade.
Contrariados, os órgãos representativos de classe, como o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon), entraram com mandado de segurança para preservar direitos, mas depois disso criou-se uma insegurança no setor, que ainda deve levar tempo para ser solucionada.
A bem da verdade, um erro não é um fato tão incomum assim em nosso segmento. Um destacado player do setor teve seu cliente fiscalizado e autuado por causa de uma escrituração fiscal errada. Mas ele acionou seu seguro para ressarcir um prejuízo de R$ 15 mil em razão dessa falha e tudo ficou alinhado.
Outro caso que ocorreu que desequilibrou o setor foi a cobrança do ICMS no comércio de pescado em São Paulo, que estava prevista em lei, mas que não era cumprida pelos empresários do setor. Era um imposto esquecido, como costumamos falar. Mas nos últimos cinco anos, com a evolução das tecnologias da informação e a facilidade de fiscalizar com mais eficácia, o fisco passou a cobrá-lo e a autuar com rigor as empresas dessa área. O problema ficou tão notório que até audiência pública na Assembleia Legislativa foi realizada para tratar do litígio. Mas o resultado prático é que a Secretaria da Fazenda vai continuar cobrando o tributo, especialmente os valores em atraso.
Por consequência de todos esses contratempos, é preciso ficar atento se sua assessoria conta com esse importante recurso para solucionar problemas mais sérios no âmbito das Ciências Contábeis e desta forma evitar dissabores, muitas vezes com valores expressivos.
Ives Della Torre é contador e proprietário da Della Torre Assessoria Contábil. É diretor Sub-Regional Sul do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (SESCON-SP).

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Vamos tirar Bolsonaro e voltar com $talinácio?



Edição de 1º de abril do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Quer uma verdade para acabar logo com o clima do Dia Universal da Mentira? Vai doer no tico e teco dos esquerdopatas... Apesar das polêmicas coronavirianas, a situação política de Jair Messias Bolsonaro segue estável como sempre esteve. Chance zero dele ser derrubado por algum golpe baixo. Até Rodrigo Maia já avisou a Miriam Leitão que inexiste chance de impeachment do Presidente, porque ele não cometeu qualquer crime. Nhonhô assassinou a narrativa mentirosa dos golpistas.

A pandemia segue apavorando. As medidas exageradas de isolamento social já começam a irritar as pessoas. Todo mundo toma  o maior cuidado, porém já começa a perder a paciência com a prisão domiciliar – isto para quem tem casa para supostamente ficar protegido do COVID-19 que tende a infectar TODO MUNDO (sem trocadilho infame). A válvula de escape das pessoas são as redes sociais, principalmente os grupos de discussão. Tem gente saindo da linha e, sem necessidade racional, agredindo os amigos ou os inimigos.

O sincero Bolsonaro falou uma verdade que incomoda seus adversários e inimigos implacáveis: “Juntos, com coragem, serenidade e patriotismo, venceremos a batalha contra essa epidemia e seus efeitos! Lutaremos com todos as nossas forças para proteger a nossa Nação! Nenhum brasileiro ficará para trás”. A reação esquerdopática a esse discurso, em cadeia nacional de rádio e televisão? Batidas de panelas – que podem ficar vazias se os brasileiros que estudam, trabalham e produzem não vencerem a crise econômica detonada pela pandemia...

Nem em super-mentira de 1º de abril é legal, legítimo e possível tirar Bolsonaro da Presidência e colocar Lula de volta no trono de ilusões poderosas do Palácio do Planalto...

Ah... Não adianta votar no BBB para botar para fora o Bolsonaro do Palácio do Alvorada... A Globo bem que tenta, mas só se desmoraliza...








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Jorge Fernando B Serrão

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 1º de Abril de 2020.

Réquiem para um Jornal



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Houve um tempo em que a cidade de São Paulo era chamada de Athenas Paulista.

As cidades de Jaboticabal e São Carlos também reivindicam essa denominação.

O que dá prestígio à inteligência humana é a qualidade dos professores.

Talvez o mais lindo exemplo disso esteja numa das primeiras páginas do livro de Javier Negrete “Salamina”. Um mestre ensina às crianças que a coisa mais importante é a VERDADE!

Até que enfim temos um Presidente da República que diz a VERDADE.

Após anos de bocamolismos de traidores e/ou desqualificados, o povo exulta de felicidade.

A imprensa vendida está desesperada. Tenta de todas as formas denegrir o Mito.

Usa a conhecida tática comunista:”Acusa-o por aquilo que faz de bem e chama-lhe do que ela própria é “.

Uma das manchetes do moribundo jornal, diz “Bolsonaro teme crise, com derrota em 2022” (27/03/2020 edição na internet às 6:50 horas).

Por desinformação ou má fé, procuram criar intrigas entre os membros do governo.

Para edificação dos povos, daqui e d'além mar, fiquem cientes de que Bolsonaro é um Patriota, corajoso e leal, como todos os soldados do exército de Caxias. Não teme a morte nem busca elogios fáceis.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

“Déja-Vu”



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Fábio Chazyn

A gaúcha Maria Adelaide, a baronesa de Triunfo, deve ter sido uma dondoca e tanto! Assim como a paranaense Aimée de Sá Sottomaior... A primeira conseguiu terminar com a monarquia brasileira; a segunda, fazer o Brasil um dos vitoriosos na 2ª Grande Guerra.... Alguma duvida de que a alcova sempre foi e vai continuar presente nas grandes encruzilhadas da História?
A baronesa foi a protagonista preferida das fofocas do milico Floriano Peixoto, chefe da segurança de D. Pedro II. Sagaz, Floriano a usou p’ra conseguir o seu intento. Fez chegar aos ouvidos de Deodoro da Fonseca que o seu arquirrival na disputa do coração da amada baronesa seria guindado pelo Imperador para o segundo cargo mais importante do Império. A dor-de-cotovelo foi insuportável. Às favas os ideais monarquistas do marechal. Ele simplesmente não podia permitir que seu desafeto Silveira Martins fosse feito primeiro-ministro por D. Pedro II. Nem que tivesse que proclamar a república!

Bem, não se pode desprezar que a Guerra do Paraguai tenha sido muito custosa, machucando as contas do Império, nem que a abolição da escravatura tenha feito um estrago nas dos latifundiários, criando  as pré-condições para a mudança de regime. Além disso, as idéias positivistas e republicanas corriam soltas entre os militares que afagavam o sonho de comandar a Nação.

Para levar a cabo a audácia, optaram pelo que acharam que era o mal-menor: a aliança com os latifundiários. Deram com os burros-n’água. O marechal Deodoro da Fonseca, que não morria de amores pela república, nem o seu manipulador, conseguiram demonstrar a liderança que precisavam para segurar o rojão. Para Floriano Peixoto, descartar o seu ponta-de-lança foi mais fácil do que amargar embates persistentes contra os monarquistas saudosistas e contra os latifundiários ávidos por ascender diretamente ao Poder.

A “República da Espada” empunhada pelos milicos-da-hora durou pouco. Bem intencionados, apoiaram a política da liberação de créditos para massagear a economia. Mas, foram tomados de assalto pelo crime organizado pelos agentes impatrióticos. As fraudes se generalizaram e o dinheiro não chegou onde tinha que chegar. A política do “encilhamento” abraçada por Rui Barbosa deu errado.

Mal a república completava 5 aninhos, os barões do café que já dominavam o governo de São Paulo inauguravam a “República das Oligarquias”, mais conhecida como a “República Velha”. A oligarquia do café-com-leite representada pelos governadores paulistas e mineiros tomou conta do Estado sob o nome de “Política dos Governadores” e fez a festa por bons 35 anos.

Em 1930, os militares tentaram nova investida. Apoiaram um Getúlio Vargas simpatizante das idéias em voga nos países do Eixo. Logo perceberam que Getúlio não deixaria o movimento “Tenentista” dominar o seu governo. Nascido do anseio pela moralização do País e o fim do deita-e-rola dos todo-poderosos das oligarquias agrárias, o Movimento dos Tenentistas, alijados do poder de Vargas, acabaram caindo do outro lado do muro no colo do Partido Comunista Brasileiro de Luis Carlos Prestes. Não deu certo. O PCB parecia mais uma tartaruga marinha: na maior parte do tempo ficava clandestina, submersa, e vinha à tona, oficializada por pouco tempo, só para uma respiradinha... A vida dos militares associados aos comunistas não era fácil na época do Getúlio populista...

Ainda bem que a paranaense Aimée apareceu na vida do caudilho. Quero dizer, ainda bem para o Brasil porque, por causa dela, ele acabou se afastando do Eixo. Aimée, “a musa amada” de Getúlio Vargas, acabou convencendo-o de que alinhando-se com Roosevelt ele teria mais a ganhar. De fato, Aimée tinha virado “amiguinha” do primogênito do chefe do clã dos Kennedy. Joe Junior, um piloto de caça dos Estados Unidos nasceu para ser o primeiro presidente católico do país. Façanha que teve que ser cumprida por seu irmão John após a sua morte em combate em 1944. A despeito do destino de Joe Jr., Aimée conseguiu completar a sua missão de desviar seu amante Getúlio do Eixo e acabou ajudando a engatar nossos padrões culturais neste lado do Atlântico. De fato, não é só o dinheiro que move o mundo... Dondocas talentosas também!...

Com essa decisão, os militares brasileiros se aproximaram da cultura americana durante os seus treinamentos nos Estados Unidos e se deslumbraram com a pujança do país e, progressivamente, foram adotando novas referências. Com a renúncia de Jânio Quadros, pré-condições emergiram para os nossos militares tomarem o Poder e testar as suas novas teorias de desenvolvimento. A nova “República da Espada” durou 21 anos. Foi bom enquanto durou. O País cresceu e diversificou a sua economia. O milagre-econômico aconteceu no Brasil.

Alguns reclamam das limitações políticas, enquanto outros acusam os militares de não terem permitido emancipar o cidadão e prepará-lo para assumir as suas obrigações quando eles não conseguissem mais resistir à crescente oposição que reclamava a hora da Democracia. O movimento das “Diretas Já!” foi tomado de assalto por oportunistas-ladrões. Eloquentes na arte da demagogia, os “donos” da “Nova República” logo trocaram suas juras feitas para o povo pelos mimos à burocracia-estatal, que é o meio estratégico para transformar o País na cleptocracia dos sonhos dos ladrões de colarinho-branco.
Entrincheirados numa Constituição na condição de tecnocratas-paternalistas-interpretadores-de-leis foram mantendo a sociedade infantilizada e sua refém. De tempos-em-tempos foram dando alguns peixes, mas nunca a vara-de-pescar!...

Mais 35 anos se passaram até que os militares voltassem ao poder. Desta vez naturalmente e na esteira da decrépita prática da demagogia-cleptocrata. Ganharam a primeira batalha da Guerra de 5ª Geração das armas das redes-sociais. Bem intencionados, como de costume, os militares voltaram pelos braços do povo esperançoso em que eles não se associem àquela burocracia fisiológica; que não ouçam o canto-da-sereia no desafio que têm que enfrentar para implantar a nova edição do “encilhamento”. Que dessa vez não se iludam e optem pela parceria com as forças patrióticas...

Será um esforço predestinado ao fracasso se tentarem avançar sem o apoio do cidadão lá onde ele vive, no seu bairro, no seu distrito. Sem o povo, o governo Bolsonaro vai virar comidinha de governadores-piratas especialistas em emboscadas. Aliás, eles nem esquentaram as cadeiras dos seus mandatos e já estão atacando com uma virulência de enrubescer até o mais malvado dos corona-vírus.

É verdade: “Em casa que falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão!”. Mas falta dizer também que “não se apaga fogo com gasolina”. É verdade que numa democracia não se pode calar os oportunistas marqueteiros de carreira, que não titubeiam em falar meias-verdades quando se trata do que a sociedade quer ouvir. Mas, isso não quer dizer que seja obrigatório deixá-los chegar à “alegria de ver o circo pegar fogo”...

É preciso parar o ataque dos irresponsáveis que querem ajudar a tempestade a afundar o navio. Na esteira da terra-arrasada deixada pela atual epidemia, vão achar que ela foi providencial para eles poderem seguir com a sua demagogia. Não vão esmorecer. Pelo contrário, em conluio com a mídia mercenária, vão recrudescer porque, como os abutres, não estão preocupados com a vida, mas só com o que sobra dela depois que ela se vai. Para um, como para o outro, o caminho para sua promoção é o sensacionalismo. Quanto pior para os outros, melhor para eles...

Entretanto, uma oportunidade está se abrindo com a incontornável prorrogação das eleições deste ano. A epidemia do corona-vírus é o limão que precisávamos para fazer a limonada. Se o governo Bolsonaro quiser, terá tempo e motivo evidente para promover a reforma eleitoral para o País doravante adotar o Voto Distrital Puro. É o gancho que faltava para ensejar a discussão sobre a reforma da estrutura de poder, isto é, a Reforma Política para re-harmonizar as relações dos membros da Federação com a União, atribuindo mais poder para os Municípios e menos poder centralizado em Brasília; “Menos Brasília e Mais Brasil”.

Se Brasília não tomar as medidas necessárias para consolidar o caminho da cidadania, os governadores tomarão as medidas que lhes arranjam e vamos ter que engolir a nova edição da Política dos Governadores, com as consequências “déjà-vu”...

Será que o governo Bolsonaro vai continuar esperando uma dondoca-da-vez para fazer a ficha cair?

Fabio Chazyn, autor do livro “O Brasil Tem Futuro?” recém-lançado. Aproveite a oferta com desconto e reserve o seu exemplar pelo site https://clubedeautores.com.br/livro/o-brasil-tem-futuro

Os idos de 64


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Félix Maier

No link abaixo, vocês podem ter uma idéia do que realmente aconteceu durante os Idos de 1964 - antes, durante e depois do Movimento Cívico-Militar. É uma boa oportunidade para conhecer a verdadeira História recente do Brasil, não a fake history contada pelo seu professor (marxista) de História.

É um apanhado parcial (aprox. 1/3 do trabalho, ainda em andamento) que fiz sobre a publicação da Biblioteca do Exército Editora, "História Oral do Exército - 31 de Março de 1964", em 15 tomos, com depoimentos de 250 pessoas, entre militares, políticos, jornalistas, juízes, professores etc.

São análises e fichamentos parciais dos entrevistados, sobre fatos conhecidos e até desconhecidos do grande público.

Como eu disse, o trabalho continua em andamento e darei notícia quando tiver concluído.

É um texto longo, para ser lido aos poucos - de preferência num notebook.

Nestes tempos de quarentena ocasionada pela Peste da China, tempo é que não vai faltar... 

Espero que gostem.

Brasil Acima de Tudo 
Deus Acima de Todos.

Abraços a todos.

Félix Maier

Obs.

O Foicebook me colocou de quarentena durante 30 dias. Não explicou o motivo da censura, só informou que alguém reclamou de uma publicação minha, mas não disse qual. Deve ter sido um esquerdista fdp adorado pelo Foice, tipo "Lulalivre & Dilma sofreu golpe".
Assim, só no final de abril poderei postar novamente no Foice.


Félix Maier é Capitão reformado do EB.