sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

O “todos contra todos” se intensifica



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O Governo do Presidente Jair Bolsonaro passa por um momento de reio interno de arrumação, em meio ao aprofundamento da guerra de todos contra todos, dentro e fora da administração federal. A maior parte das intrigas é alimentada por fofocas (muita fake news) plantadas na extrema mídia corrupta. Por trás de tudo, gigantescos interesses econômicos. O DEM quer o MEC... Nada de anormal...

Um negócio é pomo de discórdia: o controle sobre o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). As privatizações, inevitavelmente, vão acontecer na Gestão Bolsonaro. A hipótese mais otimista recomenda que a redução do papel estatal aconteça com a abertura dos negócios à livre concorrência, e não favorecendo o esquema de cartórios e cartéis privados. Tal “privataria” é indesejável, e Bolsonaro certamente não concorda com ela.

O Presidente avisou que vai transferir o PPI da Casa Civil para o Ministério da Economia. Ontem, o Secretário Especial de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar, apresentou a investidores um calendário desenhado pelo BNDES com “privatizações” previstas até 2022. Até agora, de prático, muita promessa e nenhum negócio concreto. Mas fica a esperança de que aconteçam leilões das ações de companhias abertas brasileiras nas quais o sistema BNDES e sua holding BNDESpar sejam grandes acionistas. Principalmente, Petrobras, Eletrobrás e por aí vai...

Mudar paradigmas é dificílimo, sobretudo em um Brasil Capimunista, Rentista, Corrupto e de mentalidade cultural “Estadodependente”. O certo é que não há condições concretas de haver governança, transparência e compliance no esquema de “empresas de economia mista” (vulgo, estatais) de Bruzundanga. Fica no ar a impressão de que o Governo ainda não tem clareza do que fazer. O Mecanismo (Deep State) aposta tudo na “privataria”. Os integrantes da equipe de Bolsonaro deveriam demonstrar mais clareza sobre o que desejam fazer.

Desde a Nova República de 1985, a esquerda (sociais tucanalhas, petralhada e peemedebostas) tem usado e abusado da máquina estatal e suas empresas para uma roubalheira sem limites. A Lava Jato e afins mostraram algumas pontinhas do Iceberg de sacanagens. A economia brasileira só tem condições de destravar e crescer se for implantado um Capitalismo Democrático por aqui. Será que o Mecanismo vai deixar? Ou melhor: conseguiremos vencer o Deep State, ou ficaremos na mesma até explodir a próxima megacrise?

As guerras de todos contra todos se intensificam, em todos os poderes, em todas as áreas de administração pública. Bandidos organizados continuam se locupletando em esquemas cada vez mais sofisticados de corrupção. A sacanagem institucionalizada se reinventa em velocidade impressionante e de maneira sorrateira. Muitos inimigos seguem no poder. Eles querem que Bolsonaro se dane... E que o povo brasileiro “se exploda”...

Aos não-idiotizados 12 leitores e meio deste Alerta Total recomendamos muita cautela, prudência e serenidade na hora de fazer comentários públicos (e privados) sobre a “fofocaiada” que circula na extrema mídia e reverbera nas redes sociais da Internet. Até prova objetiva em contrário, Jair Bolsonaro merece muitos créditos de confiança. O Presidente só não pode dar mole para Kojac, porque o careca do pirulito vermelho não perdoa...

Os bandidos querem a desunião. Não podemos entrar na deles... Coronavírus? Só se for o da nossa corrupção... "Máscaras" só escondem o problema... Sacou ou precisa desenhar?...

Brasil desejável


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Jorge Fernando B Serrão

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 31 de Janeiro de 2020.

RICOCHETEIO


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

A classe polítitica não se abala.

Sobre o que não entende qualquer um fala.

Continua no ar a pergunta que não se cala: “Quem mandou matar o Mito?”

Todo o aparato judicial e policial que se supunha (ou pupunha ?) eficiente não consegue identificar o mandante do atentado contra nosso Presidente ?

Na frente de seus narizes não enxergam um palmo (ou palmito ?) para ver quem destesta o Mito ?

Mas de repente, não mais que de repente, a coisa dói mais que de elefante inflamado dente.

Será esse um mistério sem fim? Peçamos auxílio a Costa do Marfim!

Enquanto conjecturas faço o cara foge pra Burkina Faso?

Teria o Adélio proteção celestial ? Seria mais que bispo, um grande cardeal ?

Nós, pobres mortais, somos mais caçados que os da China, pardais.

Câmaras, semáforos e radares, vigiam sempre nossos andares?

Talvez o único consolo para essa vida de cão esteja na ConsolaCão?

Candidato bonzinho uma ova; está com o pé na cova.

Haverá emplastro para aliviar nosso lastro? Há bandeira no mastro?

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Regina Duarte pode ser a “Moro” na Cultura



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Abre aspas: “Globo e Regina Duarte estão negociando o fim da relação contratual, em função da decisão da atriz de integrar o Governo Federal”. Fecha aspas... William Bonner leu esta notinha patética no Jornal Nacional de quarta-feira à noite. Perdeu, Rede Globo...

A “Namoradinha do Brasil” – que também imortalizou a personagem “Viúva Porcina” – aceitou o desafio de tocar a Secretaria Nacional de Cultura – que tende a recuperar prestígio e status de ministério. Não tem preço assistir ao despeito global com sua “quase-ex-contratada”... O Grupo Globo não vai comprar briga com ela...

Inegavelmente, Regina Duarte não tem experiência e, muito menos, vivência no mundo da politicagem. Exatamente por tal “deficiência”, de maneira muito parecida com a situação pessoal de Sérgio Moro, a estrela de Regina Duarte tem tudo para brilhar, intensamente, no cenário brasileiro. O Presidente Jair Bolsonaro conquistou uma possibilidade impressionante de contar com uma artista consagrada para tocar um projeto diferente, conservador, para uma redesenho da área cultural (da qual a hegemonia esquerdista usou e abusou há, pelo menos, mais de 50 anos). Viva oportunidade  de mudança!

Regina Duarte vem para quebrar paradigmas. A primeira delas é um choque de liberdade no setor. A área cultural tem tudo para deixar de ser um espaço de aparelhamento ideológico para dar vida boa a artistas pretensamente “progressistas” (que encarnam os falsos personagens socialistas e comunistas envergonhados). Regina Duarte tem toda moral para acabar com a farra das jogadas e mamatas com a legislação de incentivo cultural.

Mas o melhor - o mais importante - é que Regina Duarte chega ao “inferno” governamental com vibe celestial, trazendo alegria e perspectiva de novidades animadoras para a cultura que a esquerdice banalizou. Tomara que a Regina Duarte seja a “Moro” da cultura brasiliana... E que a Cultura deixe logo de ser uma pasta do Ministério do Turismo. Nunca é tarde para consertar uma "obrada" burrocrática... 

Até tudo de bom acontecer, o Alerta Total divulga o segredo exclusivo de que a Regina Duarte, na escola, sentava, na primeira fileira, ao lado do nosso lendário CDF Carlos Maurício Mantiqueira... O Manti, que sempre foi um artista de sorte, está radiante... Como tem de ser...

No mais, enquanto o João Dória não consegue contratar uma empresa para monitorar seus inimigos nas redes sociais, a gente reza, juntinho com ele, pelo sucesso de nossas "otoridades"... Haja oração...

Conselho canalha

Piadinha que circula mundialmente nas redes sociais, em tempos de Coronavírus:

"Se a fila estiver grande, tussa forte e diga bem alto: Não sei o que acontece comigo desde que voltei da China...

Poesia no Caos


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Janeiro de 2020.

Tentativa Putativa



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Imaginamos que a tentativa de intrigar o Mito com seu ministro da Justiça e Segurança Pública, é fruto de alguém cuja mãe, presumivelmente, ainda está na ativa.

Ver o circo arder em chamas de sua confortável cadeira cativa, é tão perverso como o cara que bota fogo.

Lembremos as palavras do Pai da Pátria: “O Brasil não precisa de proteção de ninguém, protege-se a si mesmo. Aceito porém o título de Defensor Perpétuo e juro mostrar-me digno dele enquanto uma gota de sangue correr nas minhas veias”.(D. Pedro I)

Não será um pé de chileno qualquer que subjugará o Mito.

Nem com ajuda de toda imprensa canalha porá em risco a luta contra o crime organizado.

O cara é mixo, burro e teleguiado. Bolo fofo; encarnação masculina da Roliça Rebelde.

A quase totalidade dos membros do cão egresso ama a pá de cal sobre a Lava Jato que tentam jogar. Alcoól deslumbrado que o diga.

Por humano, nosso amado Mito também possui defeitos.

É ingênuo; deixa-se iludir por “mágicos” a serviço de interesses escusos que tentam fazer nova rodada de “privataria” no melhor estilo do efecagáce.

Trocar monopólio público por um privado é, no mínimo, uma decisão idiota.

Deus queira que o Mito também não esteja surdo, como o molusco.

A sorte é que a maioria do povo brasileiro ainda tem esperança ululante.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Coronavírus: projeto macabro para reduzir humanidade?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

A  superpopulação do Planeta Terra, hoje estimada em cerca 7,5 bilhões de pessoas, conjugada com a teoria de que há limites de “lotação”para a população  que o Planeta “suportaria”, evidentemente merece alguma reflexão.

Se considerarmos tão somente o período que inicia na Era Cristã, ou seja, a partir do “Ano 1”,observaremos que a população mundial dessa época  era de 150 milhões de pessoas,dobrando somente  em 1.350, quadruplicando em 1.700,e chegando a 1 bilhão de pessoas em 1804.

Mas só  durante o Século XX ,a população mundial deu um enorme “salto”, passando de 1,6 para 6,2 bilhões de pessoas. Apesar dessa “explosão” ,as  taxas de natalidade “globais” caíram vertiginosamente,estando estimada hoje em 1,2 % ao ano, porém em declínio progressivo.

A estimativa mais aceita é que o Planeta Terra deverá ter  9,3 bilhões de pessoas no ano 2.050,o que não está tão “longe”, faltando apenas 30 anos.
Os cientistas divergem sobre a população máxima  que o Planeta Terra suportaria, considerando não só o espaço geográfico “habitável”, mas também a quantidade de alimentos necessários, ao lado dos problemas “epidêmicos”, ambientais, e de poluição do meio ambiente.

Difícil estimar com precisão “qual” seria esse limite, se 10, 15, ou mais bilhões de pessoas. Mas uma coisa é certa: limite existe, sim.

Enquanto isso, surgem  informações bastante “desencontradas” ,incompletas e imprecisas  de que alguns “pensadores” e  importantes “organizações” da humanidade, inclusive com “jurisdição” mundial, já teriam cogitado de uma redução drástica, ”forçada”, da humanidade, alguns supondo até a redução da humanidade em mais da metade ,o que, segundo “eles”, poderia reduzir a contento a depredação do  Planeta Terra, e da vida sobre ele, bem como a sobrevivência mais segura e “confortável” da população mundial “remanescente”.

O grande perigo de que o uso de alguma “arma” de extermínio parcial da humanidade, alegadamente em defesa da vida remanescente no Planeta Terra, pudesse  efetivamente ser usada, reside nas próprias “conquistas” científicas, que disponibilizam recursos “mortais”que podem eliminar muita gente, como artefatos nucleares, guerra bacteriológica, contaminação viral, etc.

Parece que nesse sentido o “alerta vermelho” poderia ter sido acionado nos últimos dias. O tal de “coronavirus”, que tanto pânico tem causado às autoridades mundiais, não teria como objetivo compor  esse plano “macabro” de exterminar parte da humanidade? Quem pode garantir que esse “vírus” não tenha sido plantado numa localidade do interior da China propositalmente, na certeza de uma rápida disseminação mundial, pelas facilidades e rapidez que hoje se oferece à locomoção das pessoas entre os Quatro Continentes?

Que  esse “vírus” poderia ser “exportado” da China para os Estados Unidos, ou qualquer outro lugar do Planeta, em menos de 24 horas?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Qual o destino do financiamento público de campanhas eleitorais



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por João Miras

O Brasil é um país sui generis.

Um país com altíssimas taxas de desemprego, mas que os trabalhadores preferem ter direitos trabalhistas ao próprio emprego — porque, afinal, cada vez menos empreendedores conseguem gerar empregos com tantos encargos.

O Brasil também é um país sui generis porque aqui relegamos o ensino básico ao sucateamento, mas investimos dinheiro público para formar graduados superiores em faculdades estatais.

Sui generis porque a Corte Suprema se vê obrigada a legislar e o parlamento, mesmo num país presidencialista, governa.

Sui generis porque as estradas, os carros e o combustível são piores que nos EUA, mas custam bem mais caro devido aos tributos.

Sui generis porque aqui não permitimos que um empresário, que sequer tenha contrato com o poder público, possa apoiar financeiramente uma campanha eleitoral, mas que o erário (dinheiro do povo) banque 3 bilhões de reais para os chefes de partidos distribuírem ao seu bel-prazer, criando as estatais partidárias.

Transformamos os partidos em empresas e, pior... públicas! Agora, no Brasil, os partidos políticos são empresas públicas com seus “CEOs” políticos gerindo polpudos orçamentos e investindo em fábricas de laranjas e sabe-se lá em que outras frutas e hortifrútis. Nada impede que um partido invista sua “receita” na bolsa de valores, por exemplo. Ainda terão dividendos.

Quando o Congresso assim legislou, estava legislando pelos caciques políticos, não pelos políticos dos rincões, dos distritos, das áreas urbanas das pequenas cidades, legítimos representantes-raiz do cidadão na ponta da necessidade real.

Candidatos a prefeito e vereador de cidades médias e pequenas agora percebem que não haverá irrigação até os fundamentos das raízes destas grandes árvores partidárias, e eles serão presas fáceis de financiadores interessados em tirar vantagem do erário.

Tenho dito nas minhas palestras para os políticos do interior que não cedam e pensem mais em sua carreira política do que na próxima eleição, porque é como está no meu 2º livro: “Há políticos que têm um comportamento de página, não de livro”.

Trabalho com comunicação de prefeituras e campanhas eleitorais no interior há mais de 30 anos, pasmem, desde quando o caixa 2 das empresas jogados nas campanhas não tinha qualquer correlação com obras públicas. Empresários ajudavam para serem bajulados pelos poderosos de turno e se contentavam com convites para jantares e eventos oficiais, comendas, zumbaias e babaréus.

Depois, vieram os tempos da institucionalização do “financiamento interessado” e todos os políticos se enlamearam. Com o PT, tudo foi ficando mais organizado (no modo sindical) e começou a escandalizar muitos entre os comunicólogos da velha guarda. Tenho amigos que, como eu, se afastaram da nossa nobre profissão de consultoria política — atividade reconhecida mundialmente —, tamanho o banho de promiscuidade que se entornou sobre a política brasileira.

Não há dúvida de que algo precisava ter mudado. Mas fazer lei sob a fervura de escândalos nunca foi prudente. A solução encontrada para a farra das empreiteiras e dos políticos foi tão radical que piorou o processo.

De há muito advogo que bastaria manter o financiamento das empresas em campanhas, “desde que essa empresa não pudesse ser contratada por qualquer entidade pública ou de economia mista”. Simples! Muito simples!

Mas, não nos esqueçamos, o Brasil é um país sui generis demais para ser simples e, então, agora todos teremos de conviver com a aberração dos 3 bilhões de verba pública que sequer chegam aos candidatos na ponta. E, vejam, aqui não se trata de uma jaboticaba (fruto que, diz-se, tem origem no Brasil). Trata-se, verdadeiramente, de um tatu no alto de um poste. E, sim, alguém botou esse tatu lá!

Lamentável! Já estamos começando muito mal as eleições de 2020.

João Miras é publicitário ítalo-brasileiro e estrategista de marketing político eleitoral de governos e partidos.

LGPD: É hora de todos falarem a mesma língua



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ricardo Becker

É interessante o “Efeito LGPD” (Lei Geral de Proteção de Dados) que estamos presenciando no Brasil. Com a proximidade de sua implantação – ou da iminência de um adiamento por parte dos poderes Executivo e Legislativo –, ainda lidamos com diferentes visões e pouca assertividade geral acerca da relevância de sua vigência.

Por parte das empresas:

Existe certo temor do empresário que, de repente, se viu diante de um “monstro” que ainda mal sabe o nome. Independente da nomenclatura atual, tal monstro já existe há décadas e vem com vários sobrenomes: governança, processos e segurança da informação, por exemplo.

Instituições dos mais diversos segmentos, porém, já levantam a bandeira da conformidade com a Lei como uma oportunidade de melhorar a governança, reduzir riscos e também como parte de sua proposta comercial, o que é muito positivo, diga-se de passagem, pois apoia o amadurecimento do mercado. Entretanto, ainda paira uma grande dúvida sobre métodos e o momento correto de se iniciar o movimento definitivo para se estar em conformidade com a LGPD. Questões como “por onde começar?”, “quanto de esforço e investimento inicial?”, “como engajar a empresa?”, por exemplo, ainda são latentes.

Uma excelente abordagem inicial é começar a discutir o tema Privacidade & LGPD com conselho e diretoria e, logo em seguida, com os gestores diretos das áreas. O objetivo é um primeiro entendimento de como dados pessoais são armazenados, acessados e utilizados. É sabido, segundo ditado popular, que “santo de casa não faz milagre”. Mas é possível dizer “qual milagre o negócio precisa”.

Por parte dos profissionais:

Especialistas de várias áreas, entre elas direito, tecnologia e administração precisam se engajar em temas de privacidade e segurança da informação para estarem em uma vibração convergente quanto à LGPD.

A carreira de DPO (Data Protection Officer) está atraindo a atenção de uma gama de profissionais que até então nunca pensaram em trabalhar com gestão de risco, segurança da informação e privacidade. Estamos vendo um aumento de maturidade e mudança de cultura ou direcionamento por oportunidade? Será que alguém que nunca atuou com tecnologia e segurança da informação, após treinamentos focados em privacidade, estará realmente capacitado para suportar as demandas de uma empresa considerando todos os seus processos? Principalmente aqueles das áreas que irão requisitar direções e respostas?

Pelo fato de as áreas abrangidas pela LGPD (direito, tecnologia e processos), não serem naturalmente convergentes, passa a fazer sentido dois perfis de carreira DPO: o DPO jurídico e o DPO tecnológico.

Por parte do poder público:

É preciso estabelecer as diretrizes finais quanto à data de implementação da LGPD. Se o adiamento para 2022, como foi proposto ao final do ano passado (a princípio, a Lei passa a valer a partir de agosto), é bom ou ruim, vamos abordar em outra oportunidade. Porém, há uma necessidade urgente de que profissionais e empresas saibam exatamente até quando poderão entrar em conformidade.

Para que todos estejam prontos para a conformidade, não há outra saída a não ser estabelecer os limites e, assim, cobrá-los de forma assertiva caso não sejam cumpridos. Fazer com que todos falem a mesma língua e joguem de forma unificada depende apenas do direcionamento correto de quem está no comando.

Ricardo Becker é empresário da área de tecnologia, nascido na cidade de Cuiabá, formado pela Universidade Federal de Mato Grosso em Ciências da Computação, especialista em Continuidade de Negócios e Recuperação de Desastres e CEO do Grupo Becker. Na carreira, desenvolveu centenas de projetos dentro e fora do Brasil, acumula 25 anos de experiência, dezenas de certificações oficiais, entre elas o CBCP pelo Disaster Recovery Institute International (DRI) e prêmios como Canais Referência, Top of Mind, MPE Brasil e The Winner.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

O Coronavírus do Brasil é a “roubalheira”



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Sem rodeio: Sérgio Fernando Moro só vai sobreviver politicamente se conseguir, efetivamente, o mais depressa possível, fragilizar, por dentro, na raiz, o Mecanismo do Crime Institucionalizado que age a partir dos municípios. Se batalhas não forem vencidas a partir da campanha eleitoral deste ano, todo o trabalho de Moro, no âmbito federal, pode se desmantelar.

A dúvida persiste: será que o Presidente Jair Bolsonaro realmente conseguiu desarmar a bomba programada para derrubar Sérgio Fernando Moro do governo? O Presidente, pelo menos, expôs ao grande público a pressão contra Moro exercida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e pelos secretários estaduais de Segurança Pública. Mas será que tal exposição de “golpe” é suficiente para sustentar Moro?

O magistrado aposentado é o homem público mais popular do Brasil. Nem precisa fazer pesquisa. O nome de Moro é fortíssimo em qualquer consulta para “presidenciável”. Tal virtude o transforma em um alvo político permanente. Para piorar, o chamado submundo (o Deep State) deseja que Moro fracasse no combate à corrupção e ao crime institucionalizado. O apoio de Bolsonaro a Moro parece sincero, mas isto não garante paz ao ministro da Justiça... Muito pelo contrário...

O apoio popular, até agora, não garantiu o sucesso no combate ao Crime Institucionalizado. O Mecanismo segue vivo, se reinventando e aprontando novos botes para manter a criminosa situação estrutural vigente. Quem assegura que o gigantesco programa de concessões, parcerias e “privatizações” de Bolsonaro não redundará em “privatarias” (novos monopólios privados), com muita corrupção por trás, inclusive usando o dinheiro “roubado” na Era PT/PMDB, que retorna disfarçado de “novos” investimentos?

As “privatarias” são o grande objetivo do Deep State. Por isso, cabe mais uma pergunta que não quer calar: Bolsonaro, Moro e outros terão força suficiente para barrar o poderoso esquema de corrupção que vem comprar aquilo que o Brasil tiver de mais lucrativo, na esfera “estatal” (economia mista) ou na iniciativa privada?

A corrupção (a “roubalheira”) é o “Coronavírus” do Brasil... Governança Corporativa? Transparência? Honestidade? Interesse público? Tudo isto parece ficção por aqui... Eis o pesadelo real... Enquanto isso, o governo patina em besteiras gerenciais que podem comprometer resultados imprescindíveis para o País melhorar de verdade.

O jogo é brutíssimo... Até a agora, a bandidagem segue rindo da nossa cara... Só para exemplificar, os maiores bandidos da Lava Jato estão cumprindo pena em suas mansões, usufruindo do produto do que “roubaram”... Isto é normal... Ladrão não vive de ilusão... A gente até pode, mas não deve fazer o mesmo...
Resumindo: a estrutura corrupta do Estado-Ladrão brasileiro segue intacta, graças a um sistema “judasciário” que pratica muito mais rigor seletivo e impunidade que “justiça”... O crime compensa – e muito – no Brasil...

Jair Bolsonaro foi eleito com o compromisso de atacar a bandalheira, delegando a Sérgio Moro esta missão delicadíssima e difícil de cumprir sem uma Intervenção Institucional... Será que vamos que não vamos novamente? Tomara que não... Mas parece que sim... É o que dá sobreviver em um manicômio judasciário a céu aberto...

Ainda bem que o Coronavírus chinês providencialmente apareceu para desviar nossa atenção... Só falta nossa máscara cirúrgica, na versão tupiniquim para otários... Talvez a cura esteja na água da Cedae... Porém, prefiro a cerveja contaminada na sabotagem...

Releia o artigo:  Inteligência para atrapalhar o Mecanismo        


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Janeiro de 2020.

Que se Lixódromo



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

A expressão é velha mas atual.

Menos educada e mais explícita seria QUE SE PHÓDROMO !

O Brasil, o estado de São Paulo e a cidade de São Paulo estão na mão de cartéis.

Nesta São Paulo de Piratininga temos uma loja que vende Ferraris. Aquele carro “baratinho”, muito baixo, que raspa em toda esquina desta metrópole, a mais esburacada do mundo.

Vá lá ter um tal bólido na Suíça, no entanto, no dizer de um panaca futebolístico, aqui no Brasil “é mais divertido !”

O finado humorista Stanislaw Pone Preta já dizia:“Restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos!”

Parece a história do cara com mais de cinquenta anos que todo dia de manhã se olhava no espelho e pensava: “Sou um homem ou um rato ?”

O rato estava ganhando de sete a um !

Apostamos todas as nossas fichas no Mito. O cara ganhou a eleição porque o adversário era tão ruim que na tentativa de reeleição à prefeitura de São Paulo, o povo elegeu um bocó logo no primeiro turno.

É verdade que a facada ajudou. Nosso então amado candidato não pode fazer campanha, disse “menas” besteiras e não participou dos debates.

Na eleição municipal que se aproxima, surgirá um candidato novo, um homem capaz de enfentar o crime organizado.

Se não for eleito, ao povo paulistano: Bem Feito!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Qual a prioridade de Bolsonaro? Consertar o Brasil? Ou sua reeleição?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Deve-se ao “tucano” Fernando Henrique Cardoso, ”vulgo” FHC, que presidiu o Brasil por dois mandatos consecutivos, de 01.01.1955 a 01.01.2003, a “malandragem” de emendar a Constituição, através  da Emenda Constitucional  Nº 16/1997, que permitiu  a reeleição do Presidente da República (”coincidentemente” ele próprio), Governadores e Prefeitos. O “trator” de FHC conseguiu aprovação dessa emenda no Congresso em menos de 10  (dez) minutos, com uma enxurrada de“tomas-lá-dá-cá” jamais vistos.

A partir dessa infeliz iniciativa, buscando em primeiro lugar o próprio interesse político, passou a ser uma  verdadeira “desonra” qualquer  chefe de poder executivo cumprir “somente” um mandato, de 4 (quatro) anos, para o qual foi eleito. O primeiro mandato, de 4 anos, passou a ser considerado “meio” mandato, porém  uma “desonra” inteira, para ninguém “botar defeito”, para quem não conseguisse a reeleição.

Em primeiro lugar, cabe destacar que FHC foi o maior “enrolador” que já teve a política brasileira, sempre ”escondendo”, durante os seus dois mandatos, a sua condição de “vermelho”, tendo a sua primeira eleição assegurada em virtude do relativo sucesso do plano de recuperação econômica, denominado PLANO REAL, durante o Governo Itamar Franco, onde ele era o Ministro da Fazenda, apesar da sua formação de “sociólogo” (como “eu”, que não entendo “bulhufas” de economia), tendo reservado para si mesmo todos os méritos da excelente medida econômica “bolada” pela  equipe de economistas do então Governo.

Mas devido ao “curto” período de 4 anos  de um só mandato, parece que  FHC teve consciência  forte o bastante para perceber que nesse pouco espaço de tempo  ele não conseguiria concluir todos os “esquemas” que planejara no Governo, dentre os quais ,talvez o principal e mais “escandaloso”, as “privatizações” de estatais, que permitiram a muita gente importante “encher as burras” de dinheiro, fácil e  ilícito, mediante as subavaliações das empresas estatais, algumas delas “torradas”, como no caso da EMBRATEL, vendida em leilão por 1,6 bilhões de reais, considerando que essa empresa  tinha mais que esse valor somente em satélites artificiais  de telecomunicações  no espaço aéreo superior.

Ora, ninguém de sã consciência pode contestar que de fato foi um “bem”  as estatais serem  privatizadas e saírem da iniciativa pública, para a iniciativa privada. Mas em primeiro lugar há que se ponderar que essas  estatais não deram certo, como deveriam, exatamante por culpa dos governantes, que nunca deram a autonomia  que elas deveriam ter para que funcionassem bem,  como  se empresas privadas fossem, e que foi o verdadeiro “espírito” que norteou as  suas criações. Ao invés disso, muitos governantes transformaram essas empresas em “cabides de emprego”, ”apadrinhamentos” políticos, e” focos de corrupção”. É claro que,  afastados todos  esses “probleminhas”, na iniciativa privada elas iriam se dar melhor,tornando-se mais lucrativas, sem os “ranços” e vícios  do serviço público  atrapalhando.

E nada justifica também os preços subavaliados pelos quais foram vendidas essas empresas, muitas das quais mais se aproximando de “doação” do que de venda por valores efetivos de mercado. Se fosse o “inverso”, ou seja, se o poder público fosse comprá-las, ao invés de vendê-las,é claro que esses “precinhos” camaradas não seriam mantidos,e o “negócio” seria realizado por preços  3 , 4,ou nem sei quantas vezes  maiores. É claro que foram cumpridas todas as “formalidades legais” da lei de licitações, etc. Porém, a corrupção e as “maquiagens legais”, embutidas nesses negócios escusos, conseguiram burlar  as próprias leis. E tanto isso é verdade que após transcorridos tantos anos dessas privatizações “criminosas” ,ninguém foi responsabilizado ou condenado. Por isso parece que o PSDB fez a “coisa” mais bem feita que o PT.

E a corrupção não foi pouca. Talvez só tenham “perdido” para a “Era do PT”, de 2003 a 2014 ,talvez  porque estes tiveram mais tempo para “roubar” (13 anos),enquanto os tucanos lá  estiveram “somente” durante 8 anos. Portanto é  simples... questão “matemática”... ”caro Dr.Watson”!!!

Mas enquanto a Polícia, o Ministério Público e os Juizos envolvidos diretamente  no combate e punição à corrupção “quebram a cara” no desempenho moralizador das suas funções,parece que o Congresso Nacional,os Tribunais Superiores, e o próprio Poder Executivo Federal, não agem dentro do  mesmo  espírito.

Bolsonaro, por exemplo, dentro da “maracutaia” da reeleição antes patrocinada  por FHC,parece priorizar o seu Governo de forma a não se “desgastar” e não sofrer embaraços  no seu projeto pessoal de “reeleição”. Mas parece que   ele não está percebendo que no ritmo “frouxo” em que anda o seu governo, não reagindo à altura, pelos meios legais ou “constitucionais” possíveis,aos  “boicotes” que entravam o seu governo, ele vai acabar levando “chumbo” nas eleições de 2022, cedendo  lugar para retorno da esquerda,talvez até com Lula. E de nada vai adiantar o esforço “desesperado” de grande parte da mídia virtual que o apoia para reelegê-lo. A grande mídia e os bancos  estão  de mãos dadas com a esquerda.

Além do mais, ”temo” que novos interesses escusos possam estar por trás da nova fase de privatizações que será retomada para “valer”, e que foi o grande foco de corrupção no Governo de FHC. Será que os “homi” mudaram mesmo? E   será que Bolsonaro conseguirá obstar um novo ciclo de corrupção no seu governo?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.