segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

2020 começou!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Mal iniciou o ano, os Estados Unidos vaporizaram Qassem  Suleimani, o terrorista e pedófilo iraniano que no Iraque fomentava atos anti americanos nos moldes dos acontecidos imediatamente após  a volta  de Khomeini ao Irã .

Até onde se tem notícia, mais de sessenta fanáticos morreram durante as celebrações fúnebres.

Um avião ucraniano que decolava do aeroporto Iman Khomeini em Teerã, foi derrubado matando176 civis.

Hassan Rohani, o atual presidente iraniano pede desculpas publicamente pela indesculpável cagada (não existe outra palavra para nomear o feito heroico) de seus “irresponsáveis” pelos mísseis da defesa aérea.

Atitude no mínimo prudente, tendo-se em vista o tamanho do “porrete” do adversário.

Ai então, a idade média mostra sua cara.

Nessa última sexta-feira, Ali Khamenei, líder supremo do Irã, vai a televisão para depois de vociferar ameaças dignas de uma Scheherazade “transsexual” enlouquecida, contra os Estados Unidos, coloca a cereja no bolo, chamando Donald Trump de palhaço.

O Aiatolá “aiatolou” o pé na jaca.

Como bem teria dito o rei Juan Carlos se lá estivesse:-   porque no te callas gilipollas?

No Brasil, Roberto Alvim nosso ministro da cultura, que não deve ter visto o filme “Especialista em Crises” (se não me engano esse era o nome) com Sandra Bullock, aparentemente cai em uma armadilha, citando Goebbels com direito à fundo musical Wagneriano em discurso na entrega do Prêmio Nacional de Artes.
Como outros antes dele, pode ter confiado no redator e não lido o discurso antes de proferi-lo. Pelo menos assim pensa Olavo de Carvalho.  Resta saber quem é mais louco.

Loucura! Loucura: como diria o retardado Cyrano de Bergerac Tupiniquim, em um sábado qualquer na tv.

Por via das dúvidas, Bolsonaro como Trump, pulverizou a ameaça imediatamente, e também imediatamente, Carlos Vereza e Regina Duarte são apontados pela mídia como possíveis substitutos.

Nhônho, Alcolumbre, e Felipe Cruz Credo rolam sobre suas panças roliças nos tapetes Persas do Congresso e da OAB de satisfação com o foco desviado das delações premiadas, que os colocam no centro das maracutaias todas de corrupção nos governos passados.

O “amigo do amigo do meu pai”  aguarda impaciente a transmissão do Oscar,  onde a petralhada conseguiu (sem muito esforço) enfiar um documentário mambembe com o sugestivo nome de  “Democracia em Vertigem”  feito por uma diretora meia boca, cuja mãe  teve um “affair com Luis Favre, o comunista ex da Marta Suplicy, não bastasse, abrigou a filha do “ Muar de São Bernardo”  quando essa “estudou” em Paris. Diretora por mero acaso, filha de um dos fundadores da empreiteira Andrade Gutierrez. É a lama, é a lama!

Apenas outra tentativa diversionista, como a candidatura do “muar” a um prêmio Nobel. Levando-se em consideração o viés político dos membros da Academia, para o delírio de Toffoli e sua quadrilha togada, o impensável pode até acontecer.

No Carnaval, a Mangueira prepara-se para crucificar Jesus e enxovalhar outros santos na Sapucaí.

A Argentina decreta crise alimentar por conta da crise econômica.

A culpa é do Macri, grita Kirchner ensandecida. 

Boatos dizendo que Trump irá expulsar os brasileiros ilegais nos USA para o México, provocam ejaculações precoces na imprensa esquerdista.
Uma petição com quase cem mil assinaturas, chega à Casa Branca pedindo que coloque George Soros na lista de terroristas.

Infelizmente, parece que o Brasil e o mundo estão dominados pelo mal, mas nem tudo está perdido. Nas eleições deste ano, teremos novamente a oportunidade de pôr ordem na “suruba”.

Se não em todo país, pelo menos na nossa querida São Paulo, cuja prefeitura deixará escorrer pelos dutos do crime, um orçamento de 69 bilhões somente nesse ano.

São Paulo é uma cidade maior do que muitos dos países que nos cercam e pode ditar as regras para o resto do território nacional.

Na semana que passou, recebi uma notícia alentadora.

O presidente Bolsonaro convidou o Dr. Antônio José Ribas Paiva para ser pré-candidato à prefeitura de nossa cidade.

Hoje temos um pré-candidato indicado pelo presidente que elegemos, que sabe exatamente  como funciona o crime  organizado  na maior capital do país  e  tem os meios e os “culhões”  para tirar esses bilhões  dos  meliantes  que hoje, como em um passe de mágica, desaparecem  com esse  dinheiro e devolvê-lo  ao povo em forma de segurança, saúde e educação.  O resto: desenvolvimento, riqueza e paz social serão consequência. Para aqueles leitores que não tiveram a oportunidade de assistir a entrevista dada por ele ao desembargador Laércio Laurelli no programa “Direito em Foco” nesse domingo passado sugiro que busquem no YouTube.

O Brasil tem solução e ela começará aqui em São Paulo:

Respeito, Independência, Brasilidade, Atitude, Superação.

H James Kutscka é Escritor e Publicitário.

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