sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

A “descredibilização” dos midiotas



Comentário rápido do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Esquerdopatia é brincanagem! A Federação Nacional dos Jornalistas, com todo eco do Grupo Globo, inventou até uma nova espécie de “crime” para atacar o Presidente da República. Jair Bolsonaro foi levianamente acusado de promover a “descredibilização da imprensa” em 2020. KKKKK...

A Fenaj produziu um relatório que “culpa” Bolsonaro por discursos, entrevistas e posts nas redes sociais com “ataques sistemáticos à imprensa”. O Jornal Nacional de ontem concedeu tempo e espaço editorial para que a Fenaj responsabilizasse Bolsonaro por mais da metade dos ataques a profissionais de imprensa e veículos de comunicação em 2019.

A “Presidenta” da Fenaj, Maria José Braga, detonou a narrativa: “Quando o chefe maior de uma nação faz um trabalho sistemático para descredibilizar o trabalho da imprensa, isso afeta diretamente a democracia. Por quê? Porque a democracia precisa da imprensa, do jornalismo, dos jornalistas para se efetivar. É por meio das notícias que o cidadão e a cidadã se informam sobre o que está acontecendo no país e podem se posicionar sobre os fatos, os acontecimentos”.

Tal narrativa parece bonitinha, porém é extremamente ordinária... Na visão do marciano que chegou ontem ao Brasil e assistiu à reportagem do JN, ficou a impressão de que Bolsonaro é um ditador monstro que persegue a mídia e até manda matar jornalistas que lhe fazem oposição. A acusação leviana da Fenaj não corresponde à realidade. Trata-se de pura “narrativa”.

Em 2019, a Fejaj contabilizou 20 agressões verbais e 15 agressões físicas contra jornalistas. Vergonhosamente, a Fenaj foi muito leve na condenação da morte de dois profissionais de imprensa em Marica (RJ) – cidade desgovernada, há anos, pela petelândia. Como agiu de forma burra e parcial, a Fenaj merece o troféu “descredibilização dos midiotas”.

É assim que “vamos que não vamos”, sendo obrigados a suportar uma mídia cujos controladores só pensam em mamar nas tetas estatais, enquanto mal paga seus profissionais para uma cobertura burra e parcial dos fatos. Midiotas que fabricam fake news, estes sim, contribuem para a descredibilização jornalística.

Sorte de Bolsonaro é que a mídia burra não o ataca pelas falhas estruturais do governo e da máquina estatal. O jornalismo babaca se limita a atacar a figura de Bolsonaro. No máximo, se restringe às críticas pontuais sobre erros que podem ser facilmente consertados.

O Presidente só precisa ter calma e frieza para lidar com a midiotice... Moleza...  

Releia o artigo: Um Oscar para a Demagogia Vertiginosa


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Janeiro de 2020.

4 comentários:

Jayme Guedes disse...

E muito pior, Serrão. Em nenhum momento a tal da Fenaj mencionou que todos os "ataques do Bolsonaro à imprensa" eram, na verdade,contra ataques, reações, respostas a agressões. Mais um sindicato, portanto, coisa do PT. Quanto à aulinha dada pela presidenta, é verdade que uma imprensa livre e imparcial é fundamental para a democracia . Porém, o oposto é ainda mais verdadeiro. Uma imprensa seletiva e mentirosa representa um enorme risco para a democracia. A Folha de São Paulo e o Grupo Globo são a prova do que afirmo.

Anônimo disse...

Resumindo: O Bolsonaro não xinga a imprensa, ele xinga os vagabundos que há tomaram de assalto e não permitem que pessoas honestas sejam admitidos nos órgãos de imprensa.

Anônimo disse...

Resumindo: O Bolsonaro não xinga a imprensa, ele xinga os vagabundos que há tomaram de assalto e não permitem que pessoas honestas sejam admitidos nos órgãos de imprensa.

Vanderlei Lux disse...

É nítido o gemido agonizante da velha mídia. Sabe esta que tem no máximo mais 1 geração (ou 2) de vida, e só.

Os únicos lugares donde ainda entra um pasquim como o Jornal Nacional é na cabeça de septuagenários que não praticam academia, em clínicas geriátricas e em botecos noturnos que insistem em colocar uma TV para seus clientes assistirem à alguma coisa enquanto esperam. Fora disso, as novas gerações nem sabem mais o que é TV...

Arrisco dizer que o público alvo da Globo só pode ser o próprio Bolsonaro, mas por motivos que não tem nada a ver com Ibope.