quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Bolsonaro não vai a Davos? Azar dos ricos...



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A oligarquia financeira globalitária ficou triste? Jair Bolsonaro não vai mesmo ao Fórum Econômico Mundial de Davos, nos Alpes Suíços, previsto para os dias 21 e 24 deste mês. Se Bolsonaro não for ao programa da turma do Casseta & Planeta é que a coisa está realmente gravíssima... Davos é o cacete! Neve é para quem gosta de marca de papel higiênico...

Bolsonaro é diferente: prefere o calor da praia... Por isso, viaja hoje com a filha Laura, de 9 anos, para o Guarujá. A menina merece o prêmio porque não desestabiliza o governo. Pai e filha ficarão no hotel de trânsito do Exército. Na Era Lula, o lugar foi arrumado para receber um Presidente com a dignidade de Marechal. Bolsonaro só volta das férias dia 14 de janeiro para a reunião do Conselho de Governo. Até lá, se a Michelle não convocá-lo para retornar a Brasília antes do tempo, teremos muitas mitadas - conforme previsão da meteorologia...

Bolsonaro não vai a Davos? Azar dos ricos que poderiam se divertir com ele... Paulo Guedes representará o Brasil nas reuniões com executivos de transnacionais. Guedes já recebeu solicitações de encontros com mais de 20 dirigentes empresariais. Antes de tomar umas geladas nos Alpes Suíços, o ministro da Economia tem agenda, dia 16, na reunião da Mont Pelerin Society, conhecida pela defesa das ideias liberais, na Universidade de Stanford. Guedes só retorna ao Brasil dia 28 de janeiro.

Olha a listinha de quem deseja papear com Guedes: o presidente do UBS Group, Axel Weber, o presidente da Microsoft, Brad Smith, o presidente da empresa de entregas UPS Internacional, Nando Cesarone, o presidente do Canadian Pension Investment Board, Mark Machin, o CEO da Arcelor Mittal, Lakshmi Mittal, o CEO da Chevron, Mike Wirth, o CEO da Coca Cola, James Quincey, o presidente da Royal Dutch Shell, Ben Van Beurden, o CEO do Uber, Dara Khosrowshahi, o CEO da empresa de carnes Tyson Foods, Noel White, o CEO global da empresa de bebidas Heineken, Jean-François van Boxmeeralém do CEO do Grupo Naturgy, Francisco ReynésSó faltou incluir os dirigentes das Organizações Tabajara, mas eles são pobres e só querem saber de Bolsonaro...

O Brasil está bem na fita. Por isso, o governo Bolsonaro está certíssimo em não comentar quais serão os impactos da crise entre Estados Unidos e Irã sobre a nossa economia. A crença é que a confusão não vai atrapalhar a recuperação da economia. Desta vez, os fatores internos comandam a melhora: queda de juros e necessidade de imensos e lucrativos investimentos em infraestrutura. Antes no rentismo, a grana agora vai remunerar mais na produção. O jogo mudou... Centenas de bilhões que fugiram daqui devem voltar para faturar de forma mais consistente, porém com um pouco mais de friozinho na barriga, no bolso e na bolsa...

Notícia boa? Os indicadores agrícolas já trabalham com a previsão de que a safra de 2020 baterá mais um recorde de produção. A soja deve brilhar mais que o milho (estrela de 2019). Também tem previsão de crescimento do setor de serviços. Mesmo caso da construção civil, e das facilidades de crédito no setor imobiliário. Empresários e investidores estão otimistas como nunca. O Brasil tende a melhorar, para a desgraça da esquerda que depende do caos para se dar bem eleitoralmente.
Mais notícia boa? O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, promete apresentar, até fevereiro ou no máximo março, ao presidente Jair Bolsonaro, um mecanismo para absorver efeitos das elevações na cotação internacional do petróleo sobre combustíveis no Brasil. O tal "colchão" seria formado por parte do que a União arrecada com royalties do petróleo e com a participação especial (também cobrada pela União na exploração petrolífera).

Por tudo isso, crise do Irã é o cacete! O importante é que o Brasil vai bem. Graças a Bolsonaro, que devolveu o tesão à turma do Casseta & Planeta, as Organizações Tabajara crescem mais que o Magazine Luiza... A Magalu deve virar banco de fomento ao consumo... Já a pobre empresa que não leva um centavo de investimento do Luiz Alves ou do Henrique Bredda deve seguir fomentando o humor em um País que tem liberdade, pelo menos, para sacanear os presidentes dos três poderes...

Aliás, o Diário Oficial da União publica as novas regras para a mudança de sexo... Só que, por enquanto, não estou interessado nesta notícia... Cuido, apenas, do meu coração leviano, que não pode perder o tesão e parar de bater nas teclinhas...

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Jorge Fernando B Serrão

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 9 de Janeiro de 2020.

5 comentários:

Rodrigo Almeida disse...

Acredito que o ano que vem parte da área agricultavel será vertida para a pecuária

Anônimo disse...

No Estadão de 4 de janeiro, a reportagem "Pecuária intensiva e integrada à soja faz fazenda ecológica multiplicar produção" ilustra a nova mentalidade: o casamento de cuidado ecológico e eficiência no agronegócio, porque o produtor rural é o maior interessado em preservar a terra, seu instrumento de trabalho, para otimizar seu rendimento. A produtividade na mesma área, que antes manejava apenas pecuária extensiva, passou de 73 quilos de carne por hectare por ano para 1.012,5 quilos por hectare por ano. Não é à toa que Macron e George Soros se descabelam por tabela com Greta Thunberg e família amestrada. A tentativa de completar o controle globalista sobre o Brasil, com a destruição de sua agropecuária, foi adiada novamente.

Anônimo disse...

No Estadão de 4 de janeiro, a reportagem "Pecuária intensiva e integrada à soja faz fazenda ecológica multiplicar produção" ilustra a nova mentalidade: o casamento de cuidado ecológico e eficiência no agronegócio, porque o produtor rural é o maior interessado em preservar a terra, seu instrumento de trabalho, para otimizar seu rendimento. A produtividade na mesma área, que antes manejava apenas pecuária extensiva, passou de 73 quilos de carne por hectare por ano para 1.012,5 quilos por hectare por ano. Não é à toa que Macron e George Soros se descabelam por tabela com Greta Thunberg e família amestrada. A tentativa de completar o controle globalista sobre o Brasil, com a destruição de sua agropecuária, foi adiada novamente.

Roberto F disse...

Eheh. Belo texto Serrão. Divertido e irônico em certas passagens.

telison disse...

Muito bacana seu blogger. Passarei a acompanhar suas postagens e, se possível, dar aquele apoio. Vou aguardar o rendimento do investimento que fiz nas ações das Organizações Tabajara...rsrs