sábado, 18 de janeiro de 2020

Bolsonaro vai impedir que o saci cruze as pernas?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Esquerdopatia é a doença hegemônica que infesta as atividades culturais, o espaço educacional e a imprensa imprestável (perdão pela redundância). A esquerdopatia infesta os discursos e contamina as narrativas dos chamados “intelectuais orgânicos” (os gênios da raça dos idiotas, canalhas e corruptos). Ainda bem que a esquerdalha cometeu erros históricos fatais e escancarou o caminho para contestação objetiva de suas práticas hediondas no poder. Quebrado o “encanto” ideológico, a sarjeta de canhota se desmoralizou e sofre o mais forte abalo em seu esquema de dominação.

O problema é que a esquerdalha ainda tem muita força no inconsciente coletivo do brasileiro. Ideólogos e representantes do pensamento de esquerda ainda detêm a capacidade de falar o que quiserem, de apoiar quem desejarem e de desmoralizar quem for o alvo da vez. Por isso, quem não é de esquerda precisa pensar mil vezes antes de falar, de escrever ou se expor publicamente. Craque em utilizar violentas práticas fascistas e comunistas, a esquerda desmoraliza seus adversários e inimigos apenas rotulando-os de “intolerantes”, “nazistas” ou “de direita”...

Desde que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência da República, a esquerda obteve sua maior vitória com a queda de Roberto Alvim da Secretaria Especial de Cultura do Governo Federal. O cara deu mole, não se expressou corretamente, falou besteira e caiu feito patinho na batalha ideológica permanente. A esquerdalha só não vibrou completamente porque existe o “risco” concreto de Bolsonaro trazer para o governo a renomada atriz Regina Duarte – uma reconhecida adversária da esquerda canalha no mundo artístico cheio de idiotizados gramscistas ou inocentes inúteis do “pensamento” de canhota. Até segunda-feira, Regina define se aceita o desafio... Tomara que sim...

Aqueles que gostam de se rotular de “direita”, “conservadores” ou “liberais” ainda terão muito trabalho e precisarão de muito estudo correto para superar a hegemonia de esquerda nos aparelhos ideológicos do Estado e da Sociedade brasileira. Por isso, é fundamental que os segmentos esclarecidos da sociedade – não contaminados pelo ideologismo canhoto e suas sutis variantes – promovam, urgentemente, o debate para a proposição de um inédito Projeto Estratégico de Nação. Esta será a base concreta e sólida para a afirmação de um “pensamento brasiliano” – baseado na Democracia, na Liberdade e, sobretudo, na responsabilidade consciente para cumprir deveres e exercer direitos de maneira equilibrada.

Eis o desafio por trás do Governo de Transição de Jair Bolsonaro. Os podrosos grupos que realmente dão sustentação ao Presidente têm um objetivo operacional claramente definido: não querem que a trapalhada ideológica da esquerda atrapalhe seus negócios familiares. Assim, os verdadeiros donos (ou ocupantes) do poder até gostam quando ocorrem confusões como as geradas no caso Alvim. O assunto fica desviado para bobagens, e quem opera a máquina, de verdade, mantém o status quo...

Sabe por que a corrupção grosseira diminuiu no governo (de direita) do Jair Bolsonaro? Não é por causa da mera “honestidade moral”... O motivo real é que os caras no poder, não claramente identificados pelo povão ou pela própria esquerda, são sujeitos bilionários. Eles blindam e colaboram com Bolsonaro não porque gostam dele, mas sim porque precisam proteger seus negócios – que foram ameaçados pelos 13 anos ou mais de esquerdalhice e bandalheira.

A lógica é simples: no governo de esquerda, a  corrupção foi maior porque os caras que ascenderam ao poder vinham originalmente da pobreza ou do proletariado. Na ascensão ao poder, descobriram, depressa, que precisavam fazer um pé de meia para a família e para assegurar algum poder efetivo nas próximas gerações. No final das contas, os grupos (de esquerda ou de direita) querem usar a política para garantir seu poderio econômico. O resto é conversinha do Boi Tatá...

O maior inimigo brasileiro não é ideológico, por incrível que pareça. O inimigo real é o Estado-Ladrão que institucionaliza a corrupção e se aproveita da ignorância, da violência e do medo para manter o status vigente. O Projeto Estratégico de Nação tem romper com o Estado Capimunista e implantar o Estado Capitalista Democrático focado na melhoria da sensação de bem-estar das pessoas. O resto é esperar pelo dia em que o saci cruzará as pernas...

Os brasileiros querem resultados objetivos na melhoria das condições econômicas. Se o time de Bolsonaro cumprir esta missão, será bem sucedido e pode até ter vida longa no poder. Do contrário, será substituído por um outro time com feição “centrista” (o sonho de FHC e alguns empresários que flertam com o jeitinho esquerdista). O populismo tosco de esquerda, da Era Lula-Dilma, tem quase nenhuma chance de se repetir, no curto prazo...

A não ser que façam um implante de perna, com uma prótese 3D, no Saci...


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 18 de Janeiro de 2020.

8 comentários:

Jayme Guedes disse...

Serrão, definitivamente inteligência não é coisa nossa. Acabamos de criar uma nova jabuticaba: a patente de palavras. O nazista expressou, em alemão, um pensamento que foi traduzido para o nosso idioma e que não pode ser usado por mais ninguém. É como a patente de uma invenção. Qualquer termo usado naquela frase não pode mais ser repetido. O termo "arte", por exemplo, que consta da declaração do nazista, não poderá mais ser mencionado sem que isso provoque faniquitos em idiotas. Suponha que um criminoso de guerra, natural de um pais comunista, afirme algo como "quero a economia do meu pais na liderança do mundo". Pronto, se eu quiser a mesma coisa para o Brasil estarei impedido de manifestar-me a não ser que escolha outras palavras. Algo como "desejo ver minha pátria como a nação mais rica do planeta". Realmente, inteligência não é coisa nossa.O secretário desejou para a arte no Brasil o estado de excelência que o alemão desejou para a arte do pais dele. Quem viu defesa do nazismo nisso, das duas uma: ou é muito burro ou se finge de burro por outros interesses.
P.S.: Meu desafio, Serrão, é o de que publique na sua página essa visão independente, livre do efeito manada.

Anônimo disse...

Lula tem só dois tipos de seguidores: OS ATEUS E OS A TOA!!!

Vanderlei Lux disse...

Sinceramente nem sabia que tínhamos um ministro da cultura. Só fiquei sabendo por causa do teatro que foi montado em cima da demissão do sujeito.

Entretanto, com isso, fui atrás, e... bem, eis minha conclusão:

O cara foi demitido porquê teria dito, em tom delirante, alguma coisa sobre retórica nacionalista e pela defesa de uma cultura baseada na "pátria", na "família", na "coragem do povo" e em sua "profunda ligação com Deus".

Hmmm... sério que demitiram o cara pois isso teria 'plagiado' Joseph Goebbels???

HUAHAUHAHUAHUA....

Faz-me rir! Querem dizer que estão "com medo" que um país de bosta como o Brasil, que não é pátria de ninguém, que é uma verdadeira máquina de moer famílias, que possui um dos povos mais covardes do mundo e que só se lembra de Deus nas partidas de futebol, poderia dar a luz um monstro horrendo como foi o nazismo? Ok.. ok, já tentamos isso e o máximo que conseguimos foi um bêbado de 9 dedos e uma gorda estocadora de ventos, ponto!

Sigamos com o espetáculo. Próximo ato, por favor! Aceita Regina, rsrsrs!

Anônimo disse...

Regina Duarte é artista, não burocrata; artistas atualmente têm perfil socialista, porque nenhum tem convicções religiosas para ser um conservador a ponto de se opor filosoficamente à agenda revolucionária. O mais provável seria ela promover uma diluição dos valores conservadores no relativismo maçônico, o que garante a continuidade da Agenda 2030.

Chauke Stephan Filho disse...

Só os judeus podem ser nazistas.

Chauke Stephan Filho disse...

Será que valeria a pena trocar o Dr. Goebbels e Hitler por gente como Lula, Sarney, Collor, Renan Calheiros ?

Anônimo disse...

O importante para os que vão trabalhar nesse Governo é que tenham convicção de ideias (como a ministra Damares), porque sustentar posição podem aprender com o presidente, que se mantém firme mesmo sendo acusado de politicamente incorreto.

Anônimo disse...

Mas o senhor há de convir que o tal Alvim é um babaca, que sequer percebeu que algum assessor malandro copiou algumas expressões ditas por Goebbels e que Alvim desconhecia a origem, mas achou bonitinho! Resultado: estreou-se!