terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Como apoio da esquerda, dos bancos e da Globo, Huck será novo Presidente... A não ser que...


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Estou plenamente consciente que qualquer ser “pensante” vai acabar rindo da “macabra” previsão  que abre esse artigo. Mas infelizmente nem todos os brasileiros se enquadram nessa categoria. Mas são os que decidem as eleições.
Mas se considerarmos que no país das piadas muitas delas acabam sendo levadas  a sério, se tornam realidade, definindo  o futuro político do seu povo, essa hipótese, ou essa “probabilidade”, da esquerda retomar o poder no Brasil com “outra cara”, não pode ser descartada.

Com palhaços de todo tipo detendo  mandatos eletivos, e “contaminando” a política como um todo, ao lado dos corruptos e ladrões de toda a espécie, na verdade não causaria nenhuma surpresa se um “desses”  acabasse  sendo eleito para ocupar a cadeira presidencial. “Antes” já aconteceu.

Parece que tramitam em paralelo a possível candidatura de Luciano Huck, que  até foi fazer “média” lá em Davos, o “queridinho” da Globo, e a possível alternativa de uma candidatura “puro sangue” de esquerda, cujo preferido se fixa no ex-Presidente  Lula da Silva, mais conhecido pelo apelido  de “encantador de burros”.

Neste sentido, caso inviabilizada uma candidatura de Lula, sem dúvida essa vertente  político-ideológica optaria pelo apoiamento de uma candidatura com a qual tivesse  afinidade de “princípios” e interesses, com boa chance de vencer.  A ex-Presidente Dilma Rousseff, do PT, foi bem clara quando afirmou que “eles” fariam aliança “até com o diabo” para vencer qualquer candidatura conservadora. E parece que o “diabo” (Huck?)  está se colocando à “disposição”do PT.

Por um lado, a Globo  se encontra numa situação realmente  “desesperadora”, principalmente  em vista do Presidente Bolsonaro ter mandado fechar as torneiras, onde ela “bebia” dinheiro à vontade. Para ela,portanto,2022 será “tudo ou nada”.

E uma  eventual “frente” política da esquerda, com a Globo, os institutos de pesquisa, e os bancos (que nunca ganharam tanto dinheiro como na “era” do PT) ,praticamente se tornará imbatível nas próximas eleições presidenciais.
Ora,a Argentina – cujas escolhas  políticas têm se repetido no Brasil de bom tempo para cá-já sinalizou sobre uma provável vitória da esquerda nas próximas eleições presidenciais.

Apesar dos seus esforços, parece  que o desgaste político do Presidente  Bolsonaro tem superado a probabilidade  da sua reeleição. O “boicote” feito pelo Senado , pela Câmara Federal, e pelo Supremo Tribunal Federal, ao seu governo, pode ser visto a “olho nu”. E Bolsonaro não tem reagido  com a força que seria necessária, embora prevista textualmente na Constituição (Art.142) .
Tudo leva a crer, portanto, que uma radical mudança de estratégia poderia reverter essa “tendência” política, pró-PT, “et caterva”.

Na minha modesta visão, Bolsonaro não conseguiria repetir em 2022 a votação que teve em 2018,quando  ele era a “novidade”. Seu desgaste foi muito grande.                                                                                                                    
Mas o Ministro  da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro ,poderia alimentar essa expectativa. Certamente  ele conseguiria mais votos que Bolsonaro. Provavelmente venceria, contra a pouca  chance do atual Presidente.
Mas deve ficar bem claro que estou “trabalhando” exclusivamente dentro do cenário político existente.

Se fosse “por mim” eu não optaria nem Bolsonaro, nem Moro. Mas “muito menos” por Lula, Huck, e toda essa “camarilha”. Bolsonaro por lhe faltar coragem para enfrentar o “inimigo ” à altura do necessário. E Moro pela sua formação extremamente “legalista” de juiz de Direito,onde normalmente  a constituição e as leis estão acima mesmo de “deus”.      

Parece que Moro também não consegue enxergar  claro que tudo aquilo que  ele combate tem a proteção de uma “legalidade” escrita pelos pilantras  que quase destruíram o Brasil desde 1985. E que toda essa “legalidade” não merece outro destino: ser queimada numa grande fogueira.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

4 comentários:

Anônimo disse...

Na atual realidade politico-ideológica, qualquer candidato que seja eleito, que não o presidente Bolsonaro, caracterizará um retrocesso na agenda conservadora. Como observou a ministra Damares, nosso país está doente. Acrescento: doença induzida por "especialistas" da normalização de todas as perversões (loucura, loucura, loucura!). Para os que consideram que a agenda econômica é que importa, que a defesa dos valores morais é retrógrada e que a ministra é folclórica: https://pleno.news/brasil/o-comercio-com-estupro-de-bebes-no-brasil.html https://pleno.news/brasil/politica-nacional/damares-alerta-pedofilia-pode-ser-legalizada-no-brasil.html

Anônimo disse...

Concordo totalmente com o ilustre autor do texto. O Ministro Moro é uma pessoa exemplar, tanto pessoal quanto profissionalmente. Mas, tão logo fosse eleito presidente - e o seria, com certeza - teria que enfrentar as bestas-feras do Congresso. Bons tempos em que eram apenas "raposas". A não ser que invocasse o artigo 142, teria enormes dificuldades para governar o País, tantas seriam as barreiras colocadas pelos políticos. Veja o exemplo do Bolsonaro. Então, vamos procurar alguma alternativa, que, ao mesmo tempo, seja um nome com densidade eleitoral, com competência e experiência política, e com força e boa malícia para enfrentar os canalhas do Congresso e do STF. E, pelo amor de Deus, que não seja um aventureiro, tipo luciano huck e outros oportunistas de ocasião. QUEM? QUEM????

marco disse...

Nesse momento, a impressão que tenho, ou a que se pode chegar, diante do quadro que se apresenta, é a proposta pelo colega(sou advogado). Não sabemos o que está tramando o Presidente, se está dando corda para 'enforcar' os sabotadores através de alguma estratégia secreta programada, e que será implementada em um momento que permita uma estocada cabal, e que elime os entraves que o impedem de mudar e melhorar as condições jurídicas-politicas. Se o PR não tem essa carta na manga, ou não está preparando uma, se está agindo de acordo com o desenrolar dos fatos, estaremos com problemas em 2022. Olavo de Carvalho tem alertado que sem um amadurecimento consistente da intelectualidade conservadora, e com disposição de agir, fica difícil enfrentar esse grupo de pessoas que ainda conseguem manipular as massas. Tenho admiração pelo nosso PR, mas vejo que suas reações estão convidando os seus inimigos a agirem com mais obstinação. A fraqueza atrai a violência.

Anônimo disse...

Mais uma vítima da "Síndrome de Inveja do Moro" que assola o país,