sábado, 18 de janeiro de 2020

Cultura e Totalitarismo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

JAMAIS existiu, em toda História da Alemanha, uma “cultura nazista” capaz de dar “forma política” ao horror e à tragédia do Terceiro Reich. O que aconteceu foi o contrário – o TerceiroReich sufocou COMPLETAMENTE o pensamento de toda Alemanha entre 1933 e 1945. Durante 12 anos foram o silêncio, o medo e a indiferença da gigantesca maioria dos alemães que tornaram viáveis as câmaras gás e os fornos crematórios de 5 milhões de seres humanos.

A Alemanha de Hitler não tem absolutamente NADA a ver com o Brasil de 2020 nem com as pessoas que Bolsonaro colocou no Poder. O Brasil está parado, congelado no ano de 1968. Nosso país atravessou todo regime militar com uma cultura comunista, entrou na democracia e continuou comunista, foi destruído pelo PT durante 13 anos como comunista e CONTINUA sendo um país absolutamente DOMINADO pelo comunismo em praticamente todos os aspectos da vida diária até hoje. A PROVA viva de tudo isso que eu escrevi é o SUS, a Imprensa, a Universidade, a Igreja... As ONGS, OAB, Conselhos de classe... TUDO... absolutamente TUDO dominado pela Esquerda...

Quem usou a cultura para dar forma ao TERROR POLÍTICO foi o Comunismo; não o Nazismo ou o Fascismo. Nazismo e Fascismo usaram o TERROR POLÍTICO para mudar a Cultura... Não tem NADA a ver uma coisa com a outra. 

Milton Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.

2 comentários:

Ultra 8 disse...

As três ideologias genocidas (comunismo/nazismo/fascismo) anticristãs, é bom saber que não foram arquitetadas por grupos obscuros cristãos, mas sim, pelos judeus.

A fonte deste comentário sãos os livros do professor, Antony Sutton. Suas obras magníficas, "Wall Street and the bolshevik revolution" e "Wall Street and the rise of Hitler", revelam nos bastidores, as mãos dos judeus, nestes genocídios contra os cristãos, financiando a revolução Russa, e a II guerra mundial.

Judeus, com as mãos sujas de sangue cristão. depois se auto proclamam vítimas do "holocausto".

Talvez, e só talvez, o povo cristão descubra quem matou seus antepassados nestas duas empreitadas anticristãs.

Mas até lá, fatalmente o povo cristão já tenha sido escravizado pelos SIONISTAS globalistas, da NOVA ORDEM MUNDIAL.

Ultra 8 disse...

O comunismo foi financiado por judeus.

O Livro Branco do Governo britânico de 1919 ("A Rússia, No.1, Uma coleção de relatos sobre o bolchevismo") citou o relatório enviado ao Sr. Balfour em Londres, em 1918, pelo ministro Holandês em São Petersburgo, M. Oudendyke:

"O bolchevismo é organizado e trabalhado por judeus, que não têm nacionalidade e cujo único objectivo é destruir para seus próprios fins a atual ordem das coisas."

O embaixador dos Estados Unidos na Rússia, o Sr. David R. Francis, informou de uma forma similar:

"Os líderes bolcheviques aqui, a maioria dos quais são judeus, e 90% dos quais são exilados retornados, pouco se importam com a Rússia ou qualquer outro país, mas são internacionalistas, e eles estão a tentar começar uma revolução social mundial."

Ao mesmo tempo, os próprios judeus se gloriavam com o que haviam alcançado na Rússia. Em 1917, o "New York Times" citou o famoso líder judeu americano, o rabino Stephen Wise:

"Eu acredito que, de todas as realizações do meu povo, nenhuma foi mais nobre do que a parte que os filhos e filhas de Israel tiveram nos acontecimentos que culminaram na Rússia livre".

Outro judeu de destaque na América, que se gloriou com a revolução russa foi Jacob H. Schiff, sócio sênior da imensamente rica firma bancária Kuhn, Loeb & Co. Ele declarou publicamente que foi graças a sua ajuda financeira que a Revolução Russa (Nem revolução, nem russa. Foi um golpe anticristão banqueiro-judaico-maçônico. Se banqueiro, então capitalista. Paradoxo não?!) foi um sucesso. De acordo com o "New York Journal-American" de 3 de Fevereiro de 1949:

"Hoje, estima-se pelo neto de Jacob, John Schiff, que o idoso senhor afundou cerca de 20.000.000 dólares americanos para o triunfo final do bolchevismo na Rússia".


A natureza judaica do novo regime foi revelada por informações oficiais provenientes da Rússia que informaram o mundo de que o chamado comunismo, enquanto barbaramente em oposição a toda a forma de Cristianismo, estabeleceu ser um crime, qualquer camarada pronunciar uma única palavra de censura contra os judeus! O dinamitar de igrejas, a liquidação do clero cristão e a instalação de um museu anti-Deus na catedral de São Basílio, revelou quão anticristo era esta revolução, liderada e apoiada pelos judeus.

O próprio Lenin, citado em "Der Tog" (New York), elogiou os judeus do mundo não apenas pelas contribuições financeiras para a sua revolução, mas também por proporcionar a massa cinzenta para estabelecer o primeiro Estado comunista:

"Ao futuro historiador da nossa revolução será delegada a tarefa de avaliar corretamente o papel especial dos judeus na vitória de Outubro (1917). É muito improvável que nós pudéssemos ter sido capazes de alcançar esta vitória se não tivéssemos sido ajudados pelos judeus que fizeram o melhor para a nossa causa na esfera mental, tornando-nos possível a construção de um aparato administrativo numa altura em que os intelectuais nos sabotavam e boicotavam. O grande número de judeus intelectuais foi uma fonte inestimável donde podemos extrair funcionários capazes e confiáveis."

Embora o regime fosse aberta e manifestamente anticristo e anticristão, o Dr. Chaim Weizmann elogiou a revolução, dizendo:

"Oficialmente não há nenhum antissemitismo na Rússia Soviética; o antissemitismo na Rússia é um crime contra o Estado."

Vinte e cinco anos após a revolução, os judeus americanos ainda exprimiam a sua gratidão aos bolcheviques, declarando:

"O povo judeu nunca se esquecerá de que a União Soviética foi o primeiro país - e ainda o único país no mundo - em que o antissemitismo é um crime." A Voz Judaica, Nova Iorque, Janeiro de 1942.