segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Eterno dilema



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Talvez em outros tempos me chamasse Dilermando.

Prefiro alguém “ que tem boa pontaria e indica uma pessoa que tem na franqueza sua maior virtude. Quando precisa dizer algo ou tomar alguma atitude drástica, vai direto ao objetivo, sem rodeios “.

De todas as mazelas que assolaram o país desde o golpe da proclamação da república, a pior foi o bocamolismo de um pseudo intelectual.

A ele aplica-se bem o ditado “Miguel, Miguel, não tens abelhas mas vendes mel !”

Traidor da Pátria, vendeu-se ao implantadores da Nova Ordem Mundial que tentam, sem êxito, liquidar nossa Soberania.

Sabotador de nosso progresso, acobertador de crimes de ladrões, etc.

Inexplicavelmente dono de um apartamento no lugar mais elegante de Paris e frequentador assíduo da Chatam House em Londres.

Mero boneco do verdadeiro ventríloco, o Tavistock Institute.

Só não contava com a resistência dos patriotas do Exército Brasileiro e dos civis com os mesmos ideaís.

Quando até o Papa se rende aos globalistas, saibam todos que "Esta terra tem dono !”

Não mais haverá a usurpação do Pirara, quando o Brasil foi “vendido” pelo Rei da Itália. Erraram o golpe, o nióbio e o petróleo não foram alcançados.
Viva o Brasil! Viva Caxias!


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Se a CUT participou dessa iniciativa, deve considerar que os donos são os esquerdistas desses países como braços da Nova Ordem Mundial (FHC incluído). E carro novo com emplacamento do Mercosul é a materialização da Pátria Grande.

Anônimo disse...

Assim como a CUT, publicando a coletânea de contos de países da América Latina, aparentava estar ampliando o horizonte cultural brasileiro, mas trabalhava ativamente para a dissolução de nossa identidade na latina, para a perda da soberania nacional de acordo com a Nova Ordem Mundial (que planejava deixar a Língua Portuguesa se extinguir por inanição), o caderno Aliás do Estadão de 05/01/20 resenhou o livro "Era uma vez en la fronteira selvagem", de Douglas Diegues, que romantiza para crianças essa agenda militante de dissolução. [Na"fronteira selvagem", não se seguem convenções escolares, sociais etc., como destaca Diegues em seu prefácio. "La escrita em Portunhol Selvagem, ou el portunhol falado, ES UMA PRÁTICA SUBVERSIVA AL EMPREGO ESCOLAR DA LÍNGUA NACIONAL como império estatal ou la língua oficial como propriedade nacional".]