sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

MÉQUI TREFI?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Amáveis leitores, agora a NASA vem estudar os brasileiros!

Normalmente, as empresas multinacionais gastam milhões (bilhões?) de dólares para unificar sua marca no mundo inteiro, quando fazem uma aquisição em novo país.

Lembremos de alguns casos.

A Lever comprou a Gessy; mudou o nome da empresa para Gessy-Lever. Canibalizou o sabonete Gessy em favor do seu sabonete Lever; mais tarde, mudou a marca para Lux. Em alguns mercados, ainda não unificou o nome da subsidiária local. Na Índia ela continua se chamando Hindustan Unilever. (Hindustan Unilever Limited -HUL )

Mas a Índia é a Índia. Potencia mundial de mentirinha. Seu lençol freático abaixa dia a dia. Seus habitantes morrerão de sede e/ou de doenças por falta de saneamento básico.

Neste Brasilzão de Deus , tudo é abundância e benção. É preciso agradar muito os brasileiros! Então, McDonald's vira Méqui.

“Para homenagear quem sempre está com a gente, trocamos o nome das fachadas de alguns restaurantes por aquele apelido que só o amigo mais próximo ganha. O McDonald’s é para todo mundo e queremos que as pessoas possam chamar do jeito que quiserem”, afirma João Branco, chief marketing officer do McDonald’s Brasil.


O povo do agronegócio chama o trator John Deere de Jandirão!

A marca Esso não chegou a ser mudada para EXXON. A empresa distribuidora abandonou o país antes disso.

O finado Banco de Boston sempre foi objeto de gozação. Para abrir uma conta, o depósito mínimo era de dois quilos!

O City virou Citi; depois escafedeu-se.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

aparecido disse...

Se a coisa ta feia para os americanus aqui imagine pra nóis....até os chineses pisaram no freio.. preferem a africa... terras baratas e produtivas...

Anônimo disse...

Que os brasileiros boicotem com galhofas a pesquisa dessa agência espiã globalista, porque o Brasil só escapou da engenharia social de George Soros e do Foro de São Paulo pelo jeito do brasileiro ainda não ser suficientemente entendido. Que o ministro seja mais patriota brasileiro do que astronauta da Nasa. Que os militares brasileiros acordem para o risco à segurança nacional que essa coleta de dados "científica" representa. Há muitos malandros prontos a desvirtuarem o cartesianismo honesto. A banca internacional busca meios de amarrar e esquartejar o gigante para submetê-lo à Pátria Grande. Ela já tem até candidatos a presidente na fila do entreguismo, que treinaram atrelando São Paulo à Agenda 2030.