sábado, 29 de fevereiro de 2020

Hora de clareza, determinação e paciência



“Hoje de manhã, na padaria, enquanto tomava café, entraram duas pessoas com a máscara. Pânico Total. Mas ainda bem que eles disseram: “Isto é um assalto”... Beleza... Aí ficamos todos tranqüilos... Tudo normal”...

Piadinha enviada pelo Celsão, diretamente da República de Curitiba...

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O ministro da Justiça e da Segurança, Sérgio Fernando Moro, não cansa de repetir que a violência e a corrupção só serão combatidas, de verdade, se houver uma profunda reestruturação na Segurança Pública dos Estados, a partir da mudança e reorganização das Polícias Civil (Judiciária) e Militar. A repressão legal estatal tem de primar pelo respeito à Lei e à Ordem. O Brasil não agüenta mais a vigência do Rigor seletivo para perseguir, punir ou perdoar injustamente.

Acontece que também é imprescindível uma abordagem psicossocial, porque o Crime Institucionalizado também tem arraigados componentes culturais. As variadas oligarquias são liderenças e beneficiárias do Estado Cleptocrático que exerce hegemonia na insegura sociedade brasileira. O Crime dá lucros inimagináveis. Compensa porque resulta em impunidade e dá margem a abusos de poder.    

Eis verdades que doem, porém ecoam, positivamente, na onda de insegurança. Só que existem outras tão ou mais graves. Felizmente, as redes sociais da Internet começam a veicular conceitos corretos e reflexões realistas sobre o complexo fenômeno da insegurança, em uma combinação macabra de corrupção sistêmica com violência, impunidade, conivência ou quase nula reação da sociedade.

Vale a pena reproduzir dois comentários inteligentíssimos captados no twitter e viralizados em outros aplicativos. Ambos abordam a perigosa “cultura bandida”  disseminada a partir do Rio de Janeiro. Um narcotráfico que opera, claramente, em guerra de quarta geração. Inclusive, sempre é bom lembrar que muitas aventuras ideológicas esquerdistas são financiadas, por de baixo dos panos, pela grana do comércio ilegal de drogas e das armas sem registro.

Fábio L. Leite escreveu: “O domínio do Rio de Janeiro por parte dos narcoterroristas e bicheiros vai muito além da violência física. Eles são lideranças sociais, mecenas de artistas e ONGs, senhores feudais de comunidades inteiras, padrinhos de milhares de pessoas e espalham seus valores e percepção de mundo não apenas por violência, mas pelo mimetismo natural que se tem pelo líder. A vida marginal, pornográfica, blasfema, criminosa, violenta e assassina deles, pela sua centralidade na sociedade carioca, influencia organicamente a cultura da cidade, a qual, por sua vez, influencia o País Todo. Longe de ser uma questão técnica, é psicológica, social e espiritual. A libertação do Rio é imprescindível para a libertação cultural e institucional do Brasil”.

Marcos Q. Queiroz também detonou: “Um fenômeno não visto nos últimos 25 anos:  Está faltando drogas nas biqueiras do País. Isso mesmo. Falta droga em Pernambuco, Minas Gerais, Amazonas, Alagoas, Ceará, Rio e São Paulo. O Governo Bolsonaro, através do Ministério da Justiça comandado por Moro, que montou um esquema de coalizão com várias forças policiais, usando inclusive inteligência internacional, já é recordista em apreensão de drogas no século. Toneladas e toneladas de cocaína, maconha, pasta base e outros tipos de entorpecentes. Entendem agora o desespero da esquerda? Não eram apenas as verbas federais que mantinham seus interesses, ou seus currais eleitorais. Sem o dinheiro da droga, não se compram armas, não se compram notícias, não se corrompem políticos ou autoridades. Eles ficam totalmente fragilizados”.  

Temos de virar o jogo da insegurança, da violência e da barbárie banalizadas. A piadinha dos ladrões mais bem recebidos que os infectados com coronavírus na padaria simboliza uma realidade macabra, um factóide indesejável.

Chute na esquerdalha

Comentário do Leandro Ruschel para exterminar a canhota sinistra:

"Tá lindo ver a Nova Esquerda defendendo Maia, Alcolumbre, Toffoli, Gilmar Mendes, Renan Calheiros, entre outros integrantes do establishment podre, junto com a extrema imprensa, contra a manifestação do dia 15. Tiraram a máscara de vez". 

Trumpou geral


O presidente dos EUA, Donald Trump, não caiu na armadilha da narrativa da repórter que tentou criar um problema inexistente por causa do único caso de Coronavírus confirmado no Brasil...

Aula de Governança

O vice-Presidente Antônio Hamilton Mourão prestou um importante serviço à governabilidade na recente palestra na Federação das Indústrias de Santa Catarina. Além de reafirmar o compromisso da gestão Bolsonaro com a construção de uma vibrante Democracia  Liberal. Além de apresentar uma agenda do governo, Mourão deixou claro que a travessia do turbilhão da política será feita com “clareza, determinação e paciência”   


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Fevereiro de 2020.

Entornando o Caldo



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

As personalidades têm múltiplas facetas.

Pessoas são brilhantes para algumas atividades e completamente idiotas para outras.

No momento, presenciamos no Brasil, uma espécie de crônica de morte anunciada.

Urubus, torquemadas, membros do cão egresso e outros tarados, pensam que são invulneráveis. Por motivos ideológicos ou de interesses do Crime Organizado, estão levando o país à beira do precipício.

Até o dia 15 de março próximo, viveremos sobre o fio da navalha.

É obvio que há oficiais generais nas três Forças, promovidos pelo molusco e pela Anta, simpatizantes de seus benfeitores.

No entanto, a grande maioria dos estrelados é de patriotas.

Em caso de “incêndio” romperão o vidro dos alarmes e dos hidrantes. Aí nada será como dantes.

Se prevalecer uma ala radical, teremos empalamentos e/ou fusilamentos de fazer corar pela frouxidão os que depuseram Ceaucescu.

Quem brinca com fogo se queima e/ou incendeia a casa.

A visita do leitão que se desmaia a um rei de opereta do país que mais próximo do comunismo está no mundo (para tratar da implantação do parlamentarismo no Brasil) foi a gota d'água.

Salve-se quem puder! Com “articulação” em grana ou com mulher.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O lado bom do pânico envolvendo o Coronavírus


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Polzonoff Jr

Alguns podem considerar estranho alguém falar em “lado bom” de uma pandemia e do pânico que a acompanha. O autor de um texto que sugira isso está sujeito a ser chamado de otimista irracional ou, pior ainda, pode ser acusado de querer tirar proveito filosófico, por assim dizer, de uma verdadeira tragédia para a saúde mundial.
Trata-se, contudo, de uma consequência lógica. O coronavírus já serviu como matéria-prima de reflexão sobre o poder totalitário da China comunista, que em janeiro pôs milhões de pessoas em quarentena, transformando megalópoles em cidades-fantasmas. Depois, serviu para pensarmos esse curioso e deplorável “fetiche da peste” que nos acomete de tempos em tempos, dando origem a um abjeto desejo de purificação da Humanidade.
Agora que a doença se espalhou pelo mundo e chegou ao Brasil, disseminando consigo o pânico que já afetou desde o mercado de commodities até a bolsa de valores e obrigou o ministro da Saúde a se pronunciar, nada mais natural, portanto, do que tentar tirar deste cenário de caos (que deve se intensificar à medida que o inverno se aproxima) algo de bom.
Porque é muito provável que daqui a alguns meses quase todos nós escaparemos ilesos do que hoje parece um bicho-papão onipotente. E, do outro lado deste caos, caberá a nós, os muitos sobreviventes, encontrarmos alguma espécie de sentido e ordem.
Do pó ao pó
O lado bom do pânico em torno do coronavírus, portanto, é que ele nos obriga a pensarmos em nossa mortalidade. E aqui, sem me alongar demais, já aponto o grande paradoxo que é a necessidade de pensar em algo que está estampado todos os dias nos jornais, na TV, nas redes sociais e, de uma forma tão explícita que até anestesia, no cinema.
A morte, ainda que onipresente, nos é cada vez mais estranha. Porque, ao mesmo tempo em que estamos acostumados a um cotidiano de crimes, também nos sentimos à vontade com todo um noticiário científico que fala em velhices saudáveis, mortes cada vez mais tardias e até em delírios de imortalidade.
Somos levados a crer que a morte existe só para o outro – e um outro distante física e socialmente. Até outro dia, a morte por causa do coronavírus era algo que pertencia ao exótico mundo oriental, onde pessoas se alimentam de animais silvestres e trabalham por uma ninharia em fábricas abarrotadas de gente. A mesma coisa acontece depois de acidentes de avião e catástrofes naturais distantes. A morte, tornada notícia, pode até gerar indignação, como no caso do rompimento da barragem de Brumadinho, mas ela é essencialmente antisséptica: mais um conceito do que uma realidade dolorosa e íntima.
A ameaça de uma pandemia, mesmo que as estatísticas demonstrem não se tratar de um vírus especialmente letal, nos coloca diante do espelho e nos faz evocar Sêneca, para quem viver só tinha sentido como uma preparação para a morte. O sábio romano também dizia que viver longamente era fácil. Difícil era morrer como uma pessoa honrada.
 Vida digna
O que nos leva a outra questão suscitada pelo coronavírus e as mensagens desesperadas das pessoas no Whatsapp: estamos vivendo uma vida digna? Ou nossa existência só se resume a trabalho, prazer e batalhas travadas nas redes sociais? Mais do que isso, somos seres reais ou já nos deixamos tomar por personagens? Como nossos entes queridos e principalmente nossos inimigos se lembrarão de nós?
São perguntas ancestrais que parecem fora de moda. Ri-se de qualquer busca por algum tipo de transcendência. Mesmo muitos dos que se dizem religiosos vivem numa sociedade essencialmente ateia, para a qual só tem valor aquilo que pode ser observado – categoria que não inclui, obviamente, a realidade além-túmulo.
Nem sempre foi assim. De uma forma que hoje se convencionou chamar de macabra, o homem sempre teve uma relação muito próxima com a própria morte. Estão aí os poetas e filósofos que não me deixam mentir. Mas não só eles. Cientistas, líderes políticos, anônimos esquecidos pelo tempo, todos eles foram levados pela morte, isto é, pela inabalável certeza da finitude, a deixar uma marca positiva no mundo.
Tempos de modéstia
Outro lado interessante do pânico em torno do coronavírus é que ele tem o potencial de fazer com que reconheçamos nossas limitações enquanto espécie e sociedade. Não é pouca coisa, levando em conta que chegamos a um ponto de abundância tal que não raro cedemos à tentação de nos considerarmos onipotentes.
Essa sensação de onipotência se manifesta de várias formas. Política e economicamente, por exemplo, e apesar dos muitos exemplos em contrário, ainda nos consideramos capazes de organizar cientificamente a sociedade e de planejar economias a fim de alcançar uma versão muito particular de Perfeição.
Espiritualmente, buscamos em máquinas capazes de realizar bilhões de cálculos por segundo (invenção do engenho humano) as respostas para nossas origens.
E, no que diz respeito à saúde, essa sensação de onipotência é a mesma a garantir que somos praticamente invencíveis porque dominamos o sequenciamento genético e, com isso, em breve seremos capazes de ultrapassar quaisquer limites éticos (que muitos consideram uma superstição criada por filósofos primitivos) para gerar super-humanos.
Quando, na verdade, a ciência ainda está longe de alcançar feitos aparentemente simples, como definir se um vírus é ou não um ser vivo, e de nos proteger desse “pedacinho de má notícia envolta em proteína”, como bem definiu o escritor Bill Bryson.
Paulo Polzonoff Jr. é Jornalista, tradutor e escritor. Originalmente publicado na Gazeta do Povo em 28 de fevereiro de 2020.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Bolsonaro e o “Beijinho, beijinho; pau, pau”



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O Grande Manicômio Tupiniquim se amplia a cada nova doideira. Diante da paranóia com a pandemia transnacional do Coronavírus, autoridades do Ministério da Saúde soltaram uma pérola de “sugestão” para impedir uma eventual disseminação da gripe chinesa entre os brasileiros: “Jenial” - com J de jeque...

O negócio é parar de dar beijos.... Nada de um beijinho, nem de dois ou três beijocas... Claro, além da economia oscular, também é bom restringir os apertos de mão... Só vale com quem você viu ter lavado, com sabão, até o cotovelo. Aliás, ele é o protetor na hora de espirrar ou tossir.

A dica de restrição ao beijinho é como pedir ao Governo Federal que pare totalmente de dialogar e negociar com o Congresso Nacional, com o Poder Judiciário e com os Governadores. O vice-versa também vale. Não adianta propor sugestões estapafúrdias ou paliativas para resolver problemas práticos impostos pela realidade.

A guerra de todos contra todos os poderes, que já era intensa, tende a se aprofundar ainda mais. As cúpulas do Legislativo e do Judiciário, junto com a oligarquia financeira, seus vassalos da politicagem e da extrema mídia não cessam de desafiar e provocar o Poder Executivo. Por sua vez, o Presidente Jair Bolsonaro reage em seu estilo direto, contundente e sem meias-palavras.

Embora fique distante a cada “canelada”, algum diálogo terá de ser restabelecido, em nome de um problema acima de todos: a persistente crise econômica. Apesar das melhoras inegáveis com juros mais baixos e inflação sob controle, seguem altos o desemprego, a inadimplência (às vezes, calote) e a insegurança (no sentido amplo do termo). O dinheiro ainda anda sumido para grande parte das classes média e baixa.

Não tem outro jeito: o Governo Federal terá de liderar a retomada da agenda positiva. Terá de enquadrar os inimigos, sem promover ataques autoritários. Não pode ficar refém da burocracia, da tecnocracia e muito menos da politicagem profissional que nada mais é que um sofisticado fantoche de poderosos econômicos daqui e de fora. Estes parasitas são vassalos que só temem a pressão do povo. Por isso morrem de medo das manifestações de rua programadas para 15 de março.        
Estão com os dias contados atos canalhas e criminosos, antidemocráticos, de Nhonhô, Batoré, comedores de sanduíche fast-food e outras múmias ou latas velhas menos votadas. Só quem tem poder e legitimidade de fato para exercer toda pressão é o Povo (aqui considerando os segmentos esclarecidos da sociedade, aqueles que estudam, trabalham e produzem, sendo diretamente afetados pelas crises). Não existe mais margem para vacilação, nem conivência. É tolerância zero contra os inimigos do Brasil e dos brasileiros.

Ao Presidente Bolsonaro cabe a ação prioritária de bem governar, sem cometer vaciladas primárias de gestão. Como os inimigos não dão mole nem trégua para o Presidente, ele também não pode agir candidamente. A resposta precisa ser dura e imediata. Aí sim, vale a dica da turma da saúde: nada de beijinhos nos inimigos, porém é recomendável não exagerar na dose da porrada.

Depois da eleição, novamente, o Povo fará sua parte. Só que, a partir de 15 de  março, o Governo terá de ser mais ágil, eficaz, eficiente e efetivo – o que não é fácil, mas não é impossível. Bolsonaro tem de exibir sua Agenda com mais clareza, deixar claras as pautas e cumpri-las contanto com a pressão do Povo. Os conservadores precisam agir, em vez de ficar só reclamando da esquerda perdida.

A Democracia é garantida pelo Poder Armado da Nação. Os Generais já sabem o que fazer... E não vão dar golpe... A  fórmula combina Inteligência, Pressão e Ação por resultados objetivos. O resto é “beijinho, beijinho, pau, pau”... O momento do Xeque-Mate nunca esteve tão próximo...   

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Fevereiro de 2020.

Feliz Ano Novo!?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Dizem que no Brasil o ano só começa depois do Carnaval.

Até então vivemos o período da GangBang arrecadatória: IPVA, IPTU, etc.

Os governos estaduais “gastam” fortunas com os folguedos. Pagar direito os policiais, nem pensar. Aos professores? Você bebeu demais no carnaval...

O saudoso filósofo e apresentador de programa nos primórdios da televisão brasileira, Silveira Sampaio, já dizia ser o Brasil o país dos paradoxos.

Quantas “Marias Candelárias” altas funcionárias, caíram (e ainda caem) de paraquedas na letra Ó?

Haverá “parasitas” com diferentes graus de importância ?

E o tal “direito adquirido”?

Enquanto não se fizer uma devassa no judas ciário, tudo é em vão.

Penduricalhos, férias dobradas e assessores (de preferência jovens e bonitas) que realmente fazem todo o serviço, desqualificam os deuses e semideuses de sua autoridade moral para julgar quaisquer réus ou réias.

Menos mal que todos os injustiçados lhes roguem pragas.

Reis Momos, Arlequins, Pierrots e Colombinas somos todos nós, simples mortais, desde outros carnavais.

Leoncavallo que o diga! Com a cara enfarinhada devemos chorar ou dar risada?.

Algum dia entrarão pelo Canio?


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O que faltou no desfile da Mangueira


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Félix Maier

Faltou a Mangueira apresentar o Cristo traficante de drogas e armas, o Cristo bicheiro, o Cristo assaltante de caminhões de carga, o Cristo vendedor de produtos roubados/pirateados/falsificados em bancas de rua e nas calçadas, o Cristo cheirador de cocaína e tragador de maconha do Alto Leblon e da Baixa Gávea - que são os que alimentam a bandidagem na cidade, não só nas favelas, além de financiar as escolas de samba.

Os carnavalescos jamais irão tocar nas impolutas figuras de benemerência do traficante, do bicheiro e do miliciano, porque seria uma sentença de morte.

Vibrei quando o Cristo funkeiro da Mangueira levou borrachada da PM. Afinal, todos sabemos sobre a promiscuidade que existe nos bailes pornofunk, com meninas menores de idade fazendo sexo com uma dezena de bandidos, em revezamento.

Dizer que a violência na favela é obra da polícia é papo de bandido.

Félix Maier é Capitão reformado do EB.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Os tumultuadores da República



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Ao mesmo tempo em que diz que não há motivo para qualquer pânico no Brasil, a extrema mídia tupiniquim produz um terrorismo psicológico sobre o primeiro caso confirmado de paciente com coronavírus no Brasil. Vamos lavar as mãos e tomar os cuidados que os médicos não param de recomendar. Não tem outro jeito...

As pessoas devem ter bom senso, e não embarcar em paranóias – como tem feito o mercado financeiro. A fragilidade psicológica dos rentistas faz as cotações das bolsas caírem, enquanto o dólar sobe. Já se especula que chegue a R$ 5 reais, brevemente. Não demora, a Covid19 cai no esquecimento... A crise econômica é que segue renitente... É mais preocupante que esta epidemia fake... A economia chinesa deve desacelerar... Acostume-se com isto e bola pra  frente...

Aqui em Bruzundanga, outra doideira. O Supremo e a Câmara dos Deputados – duas instituições com alto índice de impopularidade – agora voltam a dar faniquitos com mais um vídeo polêmico do Presidente da República. Jair Bolsonaro foi detonado porque manifestou apoio às manifestações marcadas para 15 de março. Celso de Mello já tenta induzir que Bolsonaro até cometeria crime de responsabilidade. Rodrigo Maia acusa Bolsonaro de gerar tensão institucional. Blá, blá, blá...

Bolsonaro resume que estão tentando tumultuar a República. A esquerda perdida insiste na criação de narrativas que tentam transformar Bolsonaro em um monstro, inimigo da Constituição, da Democracia e do Estado Democrático de Direito. Este papo furado enche o saco da maioria sensata – que vai ficando com mais vontade de sair à rua para demonstrar que está a favor do governo e contra a vanguarda do atraso (que todos sabem quem é).

A paz parece impossível em sua plenitude. Então, é preciso estabelecer alguma forma de arrefecimento dos ânimos exaltados. Os chantagistas do Congresso apenas encenam o manjado teatro de molecagens. Só que o Brasil precisa executar as pautas de reformas que façam a economia andar para frente. Se isto não acontecer, aí sim, fica gigantesca a possibilidade de ocorrer uma quebra institucional, com explosões de anarquia e violência.

Quem quer o caos? Só os canalhas e os otários.

Mengão campeão de novo

Parabéns ao Flamengo de Jorge Jesus pelo inédito título da Recopa Sulamericana.

Golaços de Gabigol e dois de Gérson, com atuação impecável da defesa.

O placar de 3 a 0 detonou o equatoriano Independiente del Valle, diante de 64.504 torcedores no Maracanã.


Mengão, o levantador de taças. Obra de Ney Tecídio.

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 27 de Fevereiro de 2020.

The Best of Manti (A besta do Manti?)



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Quero agradecer ao editor-chefe do Alerta Total pela gentileza de seu comentário sobre nosso artigo n° 2.000, bem como aos amáveis leitores que também se manifestaram.

Sempre fico tentado a traduzir do inglês para um português macarrônico.

Nada mais cômico que “The cow went to the swamp”.

Tenho um amigo lusitano que traduz o nome da delivery “I food” para “ Eu f... (vocês entenderam).

Adoro substituir “jeopardize” por “leopardize”, mais lampedusiano.

Ver um petralha “convict” preso, is the very best.

Dizer Milf shake em lugar do refresco.

Ou “I did my best” por banquei o besta.

Também do francês “J'ai fait de mon mieux” por Fiz meus miados !

Do italiano “Stuzzicadente” pra palito decadente.

Do castelhano “alrededor” para enrolação de argentino!

Do latim “Cave canem” para adega do vinho Cachorro.
distribuído por:

Grapes & Nuts Importadora e Distribuidora S.A.
Telefone: (11) 99861-4691  


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Poderes Constituídos: Consentimento e Dependência



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Maria Lucia Victor  Barbosa

O Estado Democrático de Direito onde existem o Executivo, o Legislativo e o Judiciário para que não haja concentração de poder em apenas um deles, surgiu ao longo do tempo através das obras de grandes pensadores como Montesquieu e da evolução do Liberalismo. Desse modo, prevalece nas sociedades onde há o Estado Democrático de Direito a democracia com suas liberdades inerentes e não o despotismo, presente especialmente em sistemas totalitários como o comunismo, o nazismo e o fascismo.

No momento, certos acontecimentos nos levam a indagar como funcionam os Poderes Constituídos em nosso país. Comecemos por perguntar: Temos uma democracia? Apesar de que nesse mundo nada é perfeito, devemos responder que, sim. Afinal, temos pluralidade partidária, eleições livres, liberdade de pensamento (em que pese o detestável politicamente correto), liberdade da mídia, liberdade de reunião. Entretanto, existem falhas graves em nossa democracia.

Só para citar um exemplo, temos a esquisita fórmula matemática do quociente eleitoral, através da qual um deputado federal, estadual ou vereador que obtenha um grande de número de votos arrasta consigo vários candidatos que, assim, ascendem ao Legislativo sem voto e, portanto, sem legitimidade.

Além disso, se nossos Poderes Constituídos sempre estiveram longe da ética e da eficiência necessárias, agora estão sofrendo mutações para pior. O Supremo Tribunal Federal deu em legislar, intrometendo-se no Legislativo; acentua a parcialidade e a demora nos julgamentos (exceto quando existem interesses mútuos em jogo); usa a lei não para os honestos em causas justas, mas para os bandidos (exemplo, fim da prisão em segunda instância). Por essa e por outras o STF tornou-se um Poder tão detestado quando o Legislativo que está funcionando como uma espécie de parlamentarismo que avança sobre o Executivo no intuito de inviabilizá-lo.

O Congresso Nacional tem legislado em causa própria e contra o povo; desfigurou as necessárias reformas do Executivo; estraçalhou o pacote anticrime do ministro Sérgio Moro; inventou a Lei do Abuso de Autoridade;  juntamente com o STF não admite a prisão em segunda instância e quer fazer surgir um juiz de garantias junto com o juiz de primeira instância. Portanto, colaborando com a violência os legisladores indicam que é proibido prender, especialmente os de colarinho branco.

Tais atos antidemocráticos não param aí.  A toque de caixa foi aprovado o Fundo Eleitoral. Serão bilhões tirados do bolso do povo através dos impostos para custear as eleições de suas excelências e, quem sabe, outros custeios mais.

Tem mais, o dinheiro do Orçamento que iria para a Saúde, Educação e outras necessidades sociais corre o risco de servir para aumentar o estrondoso lucro dos parlamentares, que o gastarão nos seus currais eleitorais e, sabe Deus, em que mais. Isso porque, através do Orçamento Impositivo, o Congresso está rejeitando o veto do presidente no sentido de reduzir a parcela que vai para as emendas parlamentares que possibilitam a barganha. Suas excelências são insaciáveis e não se satisfazem com 15 bilhões, querem 30 bilhões. Sobra, então, basicamente 3% da receita livre do governo para tocar seus projetos. Na prática, o Congresso está inviabilizando o Executivo. Afinal, como disse o deputado federal e sindicalista Paulinho, da Força, “não podemos deixar Bolsonaro fazer coisa nenhuma, senão ele se elege para um segundo mandato”.

Em comentário particular o general Heleno disse: “Não podemos deixar esses caras chantagearem a gente o tempo todo”

Essa verdade causou grande melindre nos presidentes da Câmara e do Senado e o Centrão avisou: “a partir de agora o governo que arque com as consequências dos seus atos porque propostas enviadas pelo Planalto serão derrubadas”.

Portanto, somos todos reféns das chantagens e abusos do Congresso Nacional. Consentimos com nosso voto a ascensão de pelo menos parte dos que tomam decisões em nosso nome, mas vivemos na dependência de sua ganância e irresponsabilidade para com o país. Parece que o Legislativo está inventando uma nova modalidade de poder: o parlamentarismo despótico. Isso não pode ser permitido porque, nesse caso, nossa democracia será uma completa farsa.

Não se trata de negar a importância dos Poderes Constituídos, eles são essenciais, o problema está na distorção que deles fazem seus membros. Nesse sentido é que a sociedade deve reagir. Afinal, “o poder emana do povo e em seu nome será exercido”.

Maria Lucia Victor Barbosa é Socióloga.

Coronavírus no Brasil – Agora se virem!



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

Sete anos atrás, por ocasião do incêndio da Boate Kiss em Santa Maria (RS), eu escrevi um artigo chamado “Santa Maria e a Guerra do Vietnam”. Alertei sobre o descaso com a rede hospitalar brasileira, alertei para as consequências clínicas da inalação de fumaça e gases tóxicos e dei “nome aos bois” provando ao leitor que toda Saúde Pública Brasileira estava entregue à uma legião de marginais, estelionatários e corruptos do PT, PSOL e PC do B dizendo, antes de todo mundo saber, que os Vagabundos Petistas trariam falsos médicos cubanos ao país.

Estamos em 2020. A pior presidente (ou presidenta como ela gosta de ser chamada) da história do Brasil foi derrubada – a terrorista e ladra Dilma Rousseff. Os chefes da organização criminosa que levou Dilma ao governo, o analfabeto alcoólatra e ladrão Luiz Inácio Lula da Silva e o terrorista José Dirceu foram presos, Bolsonaro assumiu o governo e NADA mudou.

Falsos médicos cubanos vão voltar a atender pacientes (com e sem coronavírus) no SUS, uma legião de incompetentes formados em Medicina na Bolívia vai ser médica no Serviço Público e, acima de tudo, a Rede Hospitalar Brasileira continua destruída.

A Rede Hospitalar continua destruída porque Jair Bolsonaro deixou dentro do Ministério da Saúde pessoas que continuam insistindo na ideia de transformar o país num gigantesco postão de saúde.

Agora vamos ver quais são as consequências desse tipo de atitude. Pacientes infectados pelo coronavírus evoluem (em número significativo) para Insuficiência Respiratória Aguda como aconteceu com os jovens que sobreviveram ao incêndio da Boate Kiss que precisaram de leito em Unidade de Terapia Intensiva.

O que os médicos que estão nos postos de saúde, nas UPA’s ou dentro das salas de observação dos hospitaizinhos “das irmãs” por todo Brasil devem fazer com estas pessoas? Devem colocá-las em “lista de espera para leito de UTI” ou devem fazer “teleround” com os médicos do Hospital Albert Einstein em São Paulo?

Respondam! Digam qual é a saída para isso que eu escrevi acima!

Expliquem, ainda, qual o tipo de “medidas de prevenção” que podem ser implantadas numa cidade em que o Secretário Municipal da Saúde é o “Zezinho do PC do B” ou a “Enfermeira Sandrão do PSOL”.

A Esquerda criou o problema, Bolsonaro não fez NADA para resolver o problema, não quis escutar a opinião de NINGUÉM que já passou pela desgraça de ser médico na linha de frente do SUS, e aí está o problema (mais uma vez) para médicos e pacientes resolverem.

Agora se virem!

Milton Simon Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.