segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

A vingança de Dilma: Muita gastança e vôos pelo mundo



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Certamente uma das maiores das vergonheiras públicas convertidas em lei na história do Brasil foi aquela que durante o primeiro Governo de Fernando Henrique Cardoso garantiu inúmeras vantagens e mordomias “vitalícias” aos  ex-Presidentes da República Federativa do Brasil, ”coincidentemente” incluindo o “futuro” do próprio Presidente da República da época, o sociólogo FHC (lei Nº 7.474/86).

FHC tentou esconder essa “vergonheira” que o beneficiaria no futuro próximo, usando os artifícios do avestruz, que enfia a cabeça no buraco “pensando” que assim esconde todo o corpo, para escapar da ação do seu predador. Ao invés de, como Presidente, SANCIONAR, a referida lei, como é de praxe, deixou essa tarefa absolutamente imoral (naqueles tais de toma lá-dá-cá), para ser executada pelo então Presidente da Câmara dos Deputados, que na ocasião ocupava o cargo de Presidente da República, e que sancionou a referida  lei,tendo o “pejo” de nem deixar registrado o seu nome na dita Lei 7.474/86,também agindo  como o avestruz.

Não é preciso relembrar quais são as inúmeras mordomias asseguradas ao 6 (seis ) ex-Presidentes da República (José Sarney, Collor de Mello, FHC, Lula, Dilma e Temer), de todos conhecidas, delas despontando os 6 (seis) assessores, e dois carros de luxo, com motoristas, além de viagens ilimitadas por todos os quadrantes do mundo, bancadas pelo erário.

A única experiência que Dilma Rousseff teve na iniciativa privada foi na  montagem de uma lojinha de “1,99”, que não teria dado certo, passando o resto da sua vida “dependurada” em cargos de confiança (CC)  de governos,na Prefeitura de Porto  Alegre (Secretária Municipal),no Governo do RS (2 vezes Secretária de Energia, Minas e Comunicações), e Ministra de Lula (Casa Civil),assumindo, finalmente, em 2010, durante 1,5 mandatos eletivos ,até ser impichada, em 2016, a  Presidência  da  República, por  influência no PT do então Presidente Lula da Silva, apelidado “encantador de burros”, e na verdade  o “ditador” do seu partido.

Mas os gastos exacerbados de Dilma Rousseff, que sozinha conseguiu a “proeza” de ultrapassar os gastos somados  de todos os outros 5 (cinco) ex-Presidentes,incluídos  os relativos à sua campanha eleitoral  “frustrada” para o Senado de Minas Gerais, em 2018,onde foi derrotada, traz à tona a estupenda  irresponsabilidade política dos  protagonistas dessa estapafúrdia lei, na verdade ”predadora” do erário, assentados nos Poderes Executivo e Legislativo Federais.                                                                                              

Dilma Rousseff, por exemplo, gastou só em 2018, com hospedagens e diárias dos  seus assessores (sem contar os seus vencimentos), e combustível para os seus dois carros de luxo  oficiais, mais de meio milhão de reais.

Ora, se por um lado  o uso e abuso de todas essas mordomias oficiais só podem ser atribuídos a  ex-Presidentes  desprovidos  de qualquer  consciência pública, e mesmo de vergonha na própria cara, menos verdade não é que essa ausência  de vergonha na própria cara é certamente muito maior em relação aos  responsáveis pela aprovação dessa absurda lei, e talvez maior ainda relativamente às autoridades públicas e políticos que possuem poderes para revogar essa absurda lei e não o fazem..

Por que o  Presidente  Bolsonaro, por exemplo, nem ao menos “tenta” editar uma “medida provisória”, dentre as tantas outras que frequentemente  edita, revogando essa “vergonheira”, apesar de com essa medida estar renunciando a esse mesmo benefício  após deixar a Presidência? Não seria essa uma tentativa de medida “moralizadora”, que colocaria o Congresso em autêntica “saia justa”? Faltar-lhe-ia “moral” para tanto?  Interesse político ou próprio?  Coragem? O  que seria, afinal?

Se Juca Chaves tivesse conhecido Dilma Rousseff, quando compôs “Presidente Bossa Nova”, na década de 50, (...“Voar,voar,voar,voar ;  Voar, voar para bem distante...”), certamente teria dedicado essa música à Sua Excelência, “a viajante-voadora”, e não ao então Presidente  Juscelino Kubitchek, que foi um mero “amador” na arte de  voar, se comparado com ela, e que mais  viajava da “Velhacap” para Brasília, ida e volta. 

Nesse exato sentido, Dilma está competindo, seriamente, “pari passu”, em quilometragem aérea, com aquele pilantra que preside a Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, campeão de uso (e abuso)  “gratuito” dos jatinhos da FAB.                

Dilma Rousseff vive  permanentemente voando pelos 4 Continentes do mundo, sempre acompanhada de assessores, tudo às custas do povo!!!

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

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