terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Eleições Municipais


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

A menos de oito meses escolheremos os prefeitos e elegeremos os vereadores. São as mais importantes opções que nortearão as demais, inclusive para a presidência da república. Somos diariamente trapaceados e enganados pela classe política e nossos governantes que chamam a cidade de linda e ficam mais em férias do que exercem os mandatos.

Assim naufragamos e recolhemos impostos de primeiro mundo, mas o desserviço se compara a Nigéria. E se não mudarmos a mentalidade e soubermos ter um pouco de cultura e sabedoria repetiremos o mesmo
erro do passado.

São Paulo e Rio de Janeiro, as duas maiores cidades do País, são exemplo, péssimo aliás, do caos, da falta de controle urbanístico e do abandono. O cidadão é chamado para pagar impostos e votar numa horrorosa classe política que apenas enxerga o cidadão como servo e não tem cidadania alguma.

O governante que não cumprisse o que prometeu ou fizesse o essencial deveria ser multado e pagar do próprio bolso. O empresário toma multa, o motorista idem, e nossas prefeituras arrebentam qualquer pessoa arrecadando bilhões de multas e colocando radares de surpresa.

No entanto, qualquer chuva mais forte com ou sem ventania o estrago é total. Então sem ter que explicar ou justificar culpam São Pedro: quem derrubou tudo e pôs a cidade em total descontrole.

Infelizmente o voto é obrigatório e não deveria ser, mas as obviedades refletem quem somos e o que fazemos. A civilização espanhola tem muito mais rebeldia do que a portuguesa. Vejam Chile e Argentina. Os povos dominados pelos portugueses foram explorados por séculos e nos trouxeram uma subcultura inservível e completamente alienada da Europa desenvolvida.

As eleições municipais marcarão o destino do Brasil. Pensem, reflitam, não escolham os que já foram e nada fizeram. As grandes cidades pedem muito mais.
Enquanto isso aqui na terra estão jogando futebol 7 vezes por semana, 365 dias ano, preparando o carnaval e vendendo muita cerveja, e com isso a população fica mergulhada na mais profunda desgraça que é a nobre classe política.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

3 comentários:

Anônimo disse...

A rebeldia espanhola pulverizou a unidade e enfraqueceu o desenvolvimento desses países da América do Sul, que sempre caem no canto de sereia do comunismo e fornecem militantes para atazanar a paciência dos brasileiros.

Anônimo disse...

Com relação às enchentes, é preciso respeitar a hidrologia da cidade e região metropolitana ainda escassamente conhecida, e que representa mais uma bênção divina pela sua abundância. A preocupação deveria ser com a conscientização da necessidade de não poluir esses cursos d'água e a fiscalização da marca predatória de atividades clandestinas. Ainda não ceder à miragem dos votos, quando fecham os olhos à invasão de áreas de mananciais, como na Cantareira na administração Erundina; ou a área irregular da Capela do Socorro. E principalmente, fazer os paulistanos entenderem que a atitude "humanitária" para com pobres invasores, como todas as outras de administrações de esquerda, embute o plano de destruir e dominar São Paulo, como fizeram com a bela e histórica Rio de Janeiro.

Anônimo disse...

As enchentes acontecem, em São Paulo e outras cidades grandes brasileiras pelo aumento do volume das chuvas em menor intervalo de tempo, devido ao aquecimento da atmosfera (se não ê culpa de São Pedro, também não é do prefeito). A natureza faz os rios, córregos e lagos sinuosos para diminuir a velocidade e a pressão das águas. Como são canalizados em linha reta, tornam-se "canhões hidráulicos". A impermeabilização indiscriminada do solo agrava a situação. Mas o piso que absorve água também fica impregnado pelo lixo orgânico que escorre dos sacos furados pelos catadores de latinhas. Essa situação atrai moscas e baratas para o local.