domingo, 16 de fevereiro de 2020

Lágrimas de Crocodilo


Representante dos cornos: Zé da Saca vem aí...

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Sugiro aos amáveis leitores que ouçam de Haendel, a ária “Lascia ch'io pianga” da ópera “Rinaldo”.


Assim está a esquerdalha corruptopata.

Lembra do “Paraíso Perdido” e se desespera.

“Um dos maiores poemas épicos da literatura ocidental - de uma tradição que inclui a Ilíada e a Odisseia de Homero, a Eneida de Virgílio e a Divina Comédia de Dante -, o Paraíso perdido foi publicado originalmente em 1667, na Inglaterra, em um período especialmente turbulento daquela nação. Seu autor, John Milton (1608-1674), foi um dos grandes intelectuais de seu tempo e destemido apoiador da Revolução Puritana inglesa, que depôs e executou o rei Carlos I e proclamou a República em 1649. A presente edição, bilíngue, traz a elogiada tradução do premiado poeta português Daniel Jonas, que segue de perto a versificação e a musicalidade do original. Completam o volume as notas e o posfácio do tradutor, uma apaixonada apresentação do crítico Harold Bloom, e a fantástica série de cinquenta ilustrações de Gustave Doré, publicadas em 1866.” fonte: Amazon
Boquinhas never more!

A velhice, além dos achaques, nos traz sabedoria.

O nosso cão rupto mor, ajudou esmerdear até o Vaticano. No vate, deu cano. Cave canem!

Não culpo o camarada de branco. Afinal ele é argentino; parte do povo mais autodestrutivo do mundo.

Leiam o profético livro “Joana Tabor 666” escrito por outro compatriota do Chiquinho em 1.942. Sob o pseudônimo de Hugo Wast, o ilustre intelectual Gustavo Adolfo Martinez Zuviria previu a decadência da Igreja Católica Apostólica Romana. Tem edição em português pela Editora Vozes Ltda, Rio de Janeiro 1952.

Hoje os fiéis falam diretamente com Deus; sem intermediários.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

aparecido disse...

Não culpo o camarada de branco. Afinal ele é argentino; parte do povo mais autodestrutivo do mundo. Os argentinos não precisam de um inimigo externo para destruir seu pais...