quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Libório, o Bicicretino, e o Finório


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Dentre as barbaridades impingidas aos paulistanos pelos últimos burgomestres, o fechamento aos domingos e feriados da Avenida Paulista é a pior.

Na região há vários hospitais, velórios, restaurantes, etc. Aí de quem precisar ir a um desses locais no domingo.

Os moradores dos bairros de Santa Cecília, Pacaembu, Higienópolis, Bela Vista, Cerqueira Cesar e outros, ficam tolhidos em seu direito de ir e vir.

Para orgulho dos implantadores da “engenharia social”, a pretexto de propiciar lazer a alguns panacas, prejudicam milhões de cidadãos.

O inconfessável objetivo dos globalistas é obrigar o povo “gado” a obedecer suas ordens.

Ciclovias mal implantadas e ciclofaixas pintadas temerariamente em locais perigosos são outra barbaridade. Bicicretinos ampliam as barbaridades. Mas tem uma praga. Dizem que os homens ciclistas tendem a ficar estéreis. Menos mal; teremos diminuição do número de idiotas no futuro.

Os entregadores de “Fast food” motociclistas já são conhecidos como “cachorros loucos”; ultrapassam pela direita, não respeitam sinal vermelho, arrancam espelhos retrovisores, etc. São divididos em duas espécies: Sem terra, os que ainda não levaram tombo e Coitadinhos, os que já sofrem as consequências de suas façanhas.

Agora existem os entregadores de bicicleta. Trafegam sem luz à noite, sem banda refletiva, sem olho de gato. Absoluto caso se imbecilidade por desconhecerem que são mais frágeis e mais sujeitos a acidentes graves.

No momento em que grandes tempestades quase submergem a desvairada paulicéia, nossas ruas têm aumentados seus buracos, verdadeiras crateras e covas profundas.

E o finório com fim inglório só pensa no empório das vaidades perdidas.

P.S. O amável leitor tem razão. O EURO tem plural; euros.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Anônimo disse...

Excelente artigo do Puggina:
Fila para fazer papel de bobo, no caso das carteiras de estudante pagas à UNE.
(...)Foi ótima a ideia de usar o modo digital para fornecer a Carteira Estudantil, não é mesmo? Estimou o governo que isso proporcionaria uma redução de custos da ordem de R$ 1 bilhão por ano e representaria para a UNE uma perda de receita em igual montante. A carteira fornecida pela entidade aos estudantes custa R$ 35 mais frete. Se digital, o fornecimento seria gratuito. Arrepiaram-se alguns cabelos quando a respectiva Medida Provisória (MP) dispondo sobre o assunto, com amplo apoio entre os cidadãos interessados em questões nacionais, deu entrada no Congresso.
Mais aqui:
http://www.tribunadainternet.com.br/fila-para-fazer-papel-de-bobo-no-caso-das-carteiras-de-estudante-pagas-a-une/