terça-feira, 17 de março de 2020

Loteria da morte com pacientes, médicos e estudantes de medicina brasileiros


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

Numa tentativa desesperada de preservar sua imagem junto à população, o Governo Bolsonaro, através do Ministério da Saúde, está chamando 5000 médicos (quase todos meninos e meninas recém-formados, desesperados por emprego), estudantes de Medicina e falsos médicos cubanos para atender em postos de saúde em virtude da Epidemia de SARS (que todo mundo insiste na besteira de chamar de “gripe”) que se aproxima do Brasil.

É um crime que nem mesmo os Vagabundos Petistas, do PSOL e PC do B, seriam capazes de imaginar e cometer.

O Governo está “pegando” 5 bilhões de reais de dinheiro público enfiando em postos de saúde para “evitar que os hospitais e emergências fiquem superlotados” quando já se sabe que a vida ou a morte dos pacientes graves vai ser decidida dentro de Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s) e que este dinheiro, usado em hospitais (com ou sem UTI) mudaria a história da COVID-19 no Brasil. 

A saúde pública vive um caos em termos de UTI’s porque UTI é uma coisa que precisa de hospital para existir e a Rede Hospitalar, eu já escrevi um milhão de vezes, foi destruída por psicopatas comunistas que assumiram o controle da Saúde Pública depois de 85.

Médicos de 24 e 25 anos de idade também são portadores de hepatite, diabete, doenças autoimunes...eles também usam corticoide e tem asma. Buscando desesperadamente os 12 mil reais oferecidos pelo Ministério da Saúde eles vão se contaminar com Sars-Cov-2 e vão terminar em ventilação mecânica dentro de uma UTI.

Por outro, se os médicos e estudantes de Medicina NÃO adoecerem, ainda há que se levar em conta a inexperiência TOTAL deles em lidar com algo parecido com COVID-19. Na melhor das hipóteses, trabalhando em espeluncas isoladas e sem recurso algum, eles vão RETARDAR o acesso de pacientes de alto risco à assistência adequada. Resultado: os pacientes vão chegar no Hospital (que já tem sua UTI lotada) praticamente morrendo.

Tudo isso não é diferente de Nixon, em 69, criando uma “loteria” para ver quais os garotos de 18 ou 19 anos que deveriam ser mandados para o Vietnam…

A diferença entre o Nixon e o Bolsonaro é que na Loteria do Nixon o sujeito era sorteado, entrava em desespero e sabia que ia para o inferno. Com Bolsonaro não há sorteio algum, o coitado recém-formado pensa que “ganhou na loteria” (12 mil por mês) e vai para o inferno sem se dar conta disso.

O resto é História. Todo mundo sabe como terminou.

Milton Simon Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.

6 comentários:

Anônimo disse...

Certo, doutor, então dê a solução! Ou, se não puder ajudar, pelo menos não atrapalhe!!!

aparecido disse...

Quem tem medo de doenças nem deveria entrar numa escola de medicina...kkkkkkkkkkkkk.. é como piloto de avião ter medo de altura...deixa de falar bobagens...

Anônimo disse...

Este Dr. Milton reclamou quando a Dilma importou 10.000 médicos de Cuba???
Agora este pessoal é considerado de quase-médico e por 5 anos ficaram nas UPAS e SUS trabalhando normalmente????
O PT eram muito bom em calar a boca da oposição, enxendo de dinheiro os politicos com mensalão, petrolão e as mídias de propagandas muito bem pagas.
Até as reforma ortográfica ajudou as editora(abril, globo,etc...) a ganharem bilhões com a reedição dos livros com a nova ortografia, queimamos mais de 100 milhões de livros porque estavam desatualizados, nem o nazismo fez coisa pior.

Anônimo disse...

Nunca dei muito crédito a esse Milton Pires. É muito piruá pra pouca pipoca

Anônimo disse...

O médico comentarista é um grande "poeta de gabinete", onde ele está sempre está ocorrendo um temporal! Objetivamente, suas "propostas para soluções" são o verdadeiro samba do crioulo doido!

adilson disse...

Se ele faz,pau,se não faz,pau!