domingo, 5 de abril de 2020

Covid-19 seria início da 1ª Guerra Mundial “Biológica”?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Todos no mundo estão temendo, mesmo “apavorados”, que a qualquer momento poderia dar um “chilique” qualquer na cabeça de um desses malucos que presidem algum país que domine a tecnologia nuclear, que de forma unilateral, e de surpresa, desse o pontapé inicial à 3ª Guerra Mundial, com potencial destrutivo infinitamente superior ao “estrago” do bombardeio atômico que os americanos fizeram em Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em agosto de 1945, ao final da 2ª Guerra Mundial.                                                                                                                                                      

As defesas de todos os países prováveis alvos de eventuais ataques nucleares, precavendo-se dessa possibilidade, construíram muitos abrigos e diversas outras instalações para proteger as suas populações, num primeiro plano, e as suas “construções”, num segundo, dessa possibilidade.

Mas talvez os novos estrategistas da dominação do mundo tenham percebido que a destruição nuclear das obras feitas pelos homens nos seus possíveis “alvos” daria no mesmo que  destruir riquezas de inestimável valor, que levaram  muitos séculos para serem construídas. Seria preferível, portanto, conservar todas essas obras, eliminar os seus “donos”, ou todas as pessoas que pudessem ser entraves para essas conquistas.                                                 

Teoricamente, portanto, o ideal seria eliminar toda a população do país desejado, para em seguida apossar-se dele, com todas as  suas “instalações”, tornando-se o novo “dono” do seu território, com todas as suas” benfeitorias”.

E qual, então, seria a “guerra” ideal que eliminaria as pessoas, preservando as  benfeitorias desse país a ser conquistado pelos seus novos “donos”? Daria para apostar todas as fichas nos limites éticos dos homens de que esse tipo de acontecimento jamais poderia acontecer? Sinceramente, eu não apostaria. A história está para demonstrar essa possibilidade.

Sem dúvida uma 3ª Guerra Mundial que dispensasse os artefatos nucleares tradicionais, e preservasse  com isso  as benfeitorias e todas as riquezas feitas pelos homens nos países conquistados, seria muito mais “inteligente” e “lucrativo” para o “vencedor”. Certamente mais vale a pena para um “conquistador” possuir um país já “prontinho” e “rico”, do que se adonar e impor a sua soberania numa terra arrasada, onde terá que construir tudo, novamente.

Apesar de haver diversos laboratórios no mundo dedicados ao estudo de  armas biológicas, inclusive na China, “pertinho” do local onde  o “bicho” nasceu, o mundo só registra alguns poucos  ataques bioterroristas, que tanto podem ser bacteriológicos, quanto virológicos. 

Mas nenhuma guerra “formal” foi reconhecida até hoje mediante uso  dessas “armas”, as “biológicas. Só houve bioterrorismo.

Mas ao que parece o rastro de infecção e mortes humanas  deixados pelo novo coronavirus ,em todo o mundo , já poderia  ser considerado  como um novo “estado de guerra”, talvez a deflagração da “3ª Guerra Mundial”, que corresponderia à “1ª Guerra Mundial Biológica”,que apesar de não “declarada” formalmente ,nem “respondida” por nenhum país, É UMA REALIDADE, uma nova guerra mundial informal,de “fato”.

A grande questão que impõe-se seja levantada é se o novo coronavirus teria sido “importado” pelos Estados Unidos, hoje o “campeão” de infectados, vencendo a própria China, mediante pessoas  vindas  de lá, ou outros lugares já tomados pelo  vírus, ou teria sido “plantado” dentro dos próprios Estados Unidos, em vários pontos, concomitantemente ,inclusive no “coração” de New York ?  E não teria sido relativamente fácil essa “plantação”, dentro das fronteiras dos Estados Unidos?   Sem nenhum “barulho”?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

2 comentários:

Chauke Stephan Filho disse...

O pronome "Que" é fator de próclise, Sérgio. O Amigo deveria ter escrito "A grande questão que se impõe...". Na frase "A grande questão que impõe-se...", constante no último parágrafo do texto, há erro de colocação pronominal.

Por favor, não pise na Última Flor!

Recomendo-lhe a leitura do livro "Não erre mais!", de Luiz António Sacconi.

Assim o Amigo deixará ainda mais bela e um pouquinho menos inculta a Última Flor.

aparecido disse...

fAZ DOIS MESES QUE PENSEI A MESMA COISA... Um unico hotel resort austriaco contaminou 200 hospedes.. dos mais diversos paises da Europa...A cidade de Milão na italia teve uma contaminação em nível altíssimo... e o circuito Milão New York e Miami foram o epicentro da contaminação dos paises maiores concorrentes da China no mundo...Dá pra desconfiar...Os cerviços secretos desses paises já devem ter informações seguras do que ocorreu... a reação vira´... o impacto disto será mil vezes maiores do que o 11/09.... e a Chiina que aparentemente saiu-se vencedora vai ter muito restringida sua capacidade de fazer negócios no ocidente...Depois de alguns meses e a situação estiver sob controle vai ter a reação...e pode não ser belica mas de mudança estrategica do capital... Globalização deixará de existir.. hoje já deixou.. nem a China hoje consegue entregar qualquer produtos...As viagens aereas jamais serão como antes.. e o fluxo de mercadorias entre paises diminuirá muito... e este novo rearranjo vai durar muitos séculos.. A maioria dos aviões que estão no chão jamais voltarão a voar...