quinta-feira, 2 de abril de 2020

O Povo exige a normalidade


Edição Extra do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Na portaria do Palácio da Alvorada, no cercadinho reservado aos populares, ao lado da área da imprensa, uma professora e livre empreendedora manifestou ao Presidente Jair Bolsonaro, hoje de manhã, a vontade real do povo brasileiro neste momento de medidas governamentais restritivas para tentar engambelar a crise do Coronavírus. A mulher pediu que se retorne à normalidade produtiva. Depois de ouvir a reclamação, por três minutos, Bolsonaro concordou que aquele era o mesmo pensamento de milhões de brasileiros.

A imagem, com bastante chance, será oportunisticamente censurada pela imprensa. Ainda bem que as redes sociais ainda conseguem cumprir seu papel de difusor de informação. O "isolamento social", empregado como exagerado remédio, já causa prejuízos incalculáveis à economia brasileira, gerando o caos para quem sobrevive, principalmente, na chamada economia informal.

A tese vai se tornando realidade a cada instante: a doença econômica causará mais estragos que a infecção por coronavírus. O lamentável é que a besteira já foi feita. Agora, teremos de fazer o milagre de tentar reduzir os efeitos da "obrada" dos governadores e prefeitos - que sentirão os efeitos das decisões equivocadas e exageradas nas contas públicas já combalidas.

Releia o artigo: Faltará pro ladrão e pro parasita?

2 comentários:

manoel meirinho disse...

ainda nao sabemos de fato a gravidade que enfrentamos, quando muitos morrerem, estes politicos safados irao arrumar desculpas e mais desculpas.

Anônimo disse...

O povo já passou da fase de pedir! Em varios lugares do Brasil o povo está indo trabalhar normalmente, ignorando leis, decretos e o que mais governadores e prefeitos assinam! E o movimento de odio aos governadores só cresce. Doria em SP, está sitiado e acossado pela população. O mesmo ocorre com prefeitos xiitas! E as eleições municipais estão chegando e com um povo revoltado, ninguém se elege ou reelege!