segunda-feira, 20 de abril de 2020

Pela razão ou pela força



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

A palavra,”huevón”  no Chile  significa o mesmo que  o “ boludo”  da Argentina  ou “gilipollas”  da Espanha.

Definições locais de um mesmo tipo de pessoa que em português poderíamos reduzir a idiota, mas sem a mesma riqueza intrínseca de qualquer das três expressões anteriores.

Nosso presidente da câmara, que nasceu no Chile embora tenha vindo para o Brasil com apenas dois ou três anos, deve conhecer bem a expressão, pois sua mãe é chilena e seu pai, César Maia,  viveu no país de 1968 a 1973  onde esteve exilado por pertencer ao partido comunista  e ter sido preso em 1966 , 1967  e 1968 quando finalmente fugiu para Santiago.

Ou seja “Nhônho” tem “pedigree”, é o último rebento do clã dos Maia descendente de Francisco Alves Maia, emigrante português que se radicou em Pernambuco no início do século XVIII, primo de José Agripino Maia ex-governador do Rio Grande do Norte.

Ou seja, de idiota não tem nada, é “sangue ruim” há muitas gerações e no momento lidera com sua cara de “huevón”, juntamente com o Batoré a maioria do STF e alguns governadores, junto com as viúvas da esquerda inconformada o movimento para derrubar o presidente. 

Até a semana passada contavam com um “quinta-coluna” infiltrado no ministério da saúde, a exoneração do mesmo (que imaginavam intocável no meio da crise do vírus Chinês) pôs a descoberto para quem ainda não sabia, as intenções dos conspiradores.

As mensagens no Tweeter de alguns dos partícipes do golpe que passo a reproduzir (para quem não teve oportunidade de lê-las), mostram o desespero dos ratos com o inesperado da perda.

Rodrigo Maia: “Sua dedicação, seu trabalho, sua competência, sua capacidade de compreensão do problema que enfrentamos, sua busca por soluções a partir do diálogo com toda a sociedade e com o Parlamento trouxeram segurança com a condução com a condução da área especialmente nesse período de pandemia”.
Pandemia da qual ele, e seus pares do Congresso, estão se aproveitando ao máximo para passar leis e aprovar verbas infames e inconstitucionais.

Manuela D´Avilla: “Ministro da Saúde demitido por defender um consenso mundial: o isolamento social como mecanismo de salvar vidas”.

Tem mais, mas nesse ponto, gostaria de ressaltar a despedida do ministro com festinha, cantoria, abraços e beijos no planalto. Isolamento social para quem cara pálida?

Continuando nos tweeters:

Fernando Haddad: “Em sua despedida, Mandetta, defende a vida, o SUS e a ciência. Três palavras   incompatíveis com o atual governo”.  

Apenas uma ressalva, SUS é sigla não palavra, Haddad como ex-ministro da educação deveria saber pelo menos isso.

Seguindo:

David Miranda (o marido ou mulher do Verdevaldo, vá saber!): “Bolsonaro demitiu Mandetta porque ele seguia as orientações da OMS e não negava a ciência. Que tipo de médico aceita assumir um Ministério da Saúde assim? Esse vídeo é uma prévia do que pode estar nos esperando num futuro próximo. Precisamos tirar Bolsonaro para salvar o país.”

Um detalhe, Carmem Miranda, por que ele não se demitiu?

Guilherme Boulos: “Quem deveria ter saído era o presidente não o ministro. Simples assim”.

Disse o homem que cobra aluguel de Sem Teto.

Quebrando o Tabu:  (página do FB de esquerda defensora do quanto pior melhor):

É muito louco que num dia o presidente faz um post exaltando os números que o Brasil vem tendo na luta contra o coronavírus e no dia seguinte exonera o ministro da Saúde, um dos principais responsáveis pelo resultado.

(os textos foram mantidos no original, exatamente como nos tweters, então erros de concordância verbal e outros, são de autoria dos mesmos gênios).

CQD.  (como queríamos demonstrar)

Se alguém tinha alguma dúvida sobre a decisão de Bolsonaro, só de ver a reação desse pessoal já a eliminou.

Então voltando ao líder do movimento, “huevón”, não seria uma definição apropriada, já: “huevón culeado concha su madre” o definiria melhor, e não vou traduzir para não ofender as almas sensíveis e educadas de meus leitores com expressões de baixo calão.

No Brasão Nacional do país onde esse canalha nasceu, está a frase:
Por la razón o la fuerza!

Seria ou não um verdadeiro capricho do destino, já que até o momento vimos que a razão não funciona, ter de eliminá-lo a força, para que a Ordem e Progresso de nossa bandeira, voltem a imperar  em nosso país?

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

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