segunda-feira, 18 de maio de 2020

O Vírus Diplomata


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Pronto, mais um ministro da saúde expurgado (no caso do atual, expurgou-se de livre e espontânea vontade), não importa; que sejam tantos quanto necessário, até que se encontre um que atue com isenção, que não tenha o rabo preso com cartéis da saúde ou aspirações políticas.

Esse último, porque temia os efeitos colaterais da cloroquina no coração.
De acordo com o youtuber Mauro Fagundes, o maior “efeito colateral” do medicamento em questão é a patente vencida, que o transforma em um medicamento com baixa margem de lucro para o fabricante, e mesmo sem ser especialista apenas baseado no óbvio dos números, concordo. Isso apesar de o General Mourão essa semana, ter se referido aos números das estatísticas no Brasil estarem sendo seletivos. Maneira gentil de dizer que governadores e prefeitos os estão manipulando em benefício próprio.

O amável leitor quer um exemplo da farra?  Aí vai: compra de respiradores da China pelo Governador de São Paulo no valor de R$ 550 milhões sem licitação ao preço médio de R$ 180 mil a unidade.

Estamos vivendo uma guerra, e assaltos incessantes à nossa pátria vem sendo perpetrados sem trégua.

Sem temer estar equivocado, posso garantir que o general estrategista a cargo dessa presente intentona, estar escondido a olhos vistos em Brasília na QL-12. Em um conjunto as margens do lago Paranoá, que de maneira soberba desafia o projeto “Orla Livre” o qual proíbe construções que estejam a menos de trinta metros da margem.  No local, as instalações da embaixada chinesa avançam ostensivamente de maneira ilegal 7 metros lago adentro, lixando-se para a lei

É o abrigo de Yang Wanming o “vírus Diplomático”.

Na surdina e de maneira insidiosa como convém a um vírus, ele vem fazendo um estrago considerável na América Latina.

Senão vejamos:

Antes de assumir a embaixada no Brasil, o citado “vírus” no período  entre 2014 a 2016, época em que era embaixador na terra de “los hermanos”, com  auxílio  da ala Kirchnerista  do congresso, conseguiu firmar um acordo de cooperação na área tecno-científica  através do qual  garantiu a autorização para construir  uma base civil para  lançamento de satélites e pesquisas  cientificas na Patagônia. Teoricamente os Argentinos seriam brindados com o acesso aos dados científicos ali obtidos.

Eleito em novembro de 2015 Maurício Macri, no início de seu mandato: primeiros meses de 2016 é informado por seus assessores de que aos argentinos era vetado o acesso às instalações chinesas. Em poucas palavras, a Argentina havia perdido a soberania sobre parte de seu território.

Pelos canais diplomáticos Macri, chamou o “vírus diplomático Yang” para uma reunião, na qual contestou o fato de a base não ser aberta aos argentinos.
Segundo relato de pessoas presentes à reunião, o “vírus” foi muito gentil, sorridente e acedeu a revisar o acordo, mas não sem antes ressaltar que algumas cláusulas seriam intocáveis, como a de que: “Qualquer revisão do contrato implicaria em uma revisão geral de todos os contratos com a China, dentre eles, os de bilhões de dólares em empréstimos e investimentos”.

O “vírus” havia tomado uma parte estratégica do território argentino, onde plantara uma instalação militar sem dar um tiro, enterrado a direita e asfaltado o caminho de Cristina Kirchner de volta à Casa Rosada.

Antes disso, o aqui tratado “vírus”, passou pelo Chile e pelo México, solapando governos de direita.

Sua missão no Brasil transcorria em brancas nuvens arquitetando na surdina com governadores e prefeitos dos principais estados da federação de tendência esquerdista, prometendo apoio financeiro para as eleições deste ano e de 2022, tratando sutilmente de implantar o sistema 5G da Huawei aproximando o Brasil da China, afastando-nos dos USA e abrindo caminho para no futuro implantar “chips” de controle social nas pessoas, como vem tentando fazer o governo da Austrália nesse exato momento.

Aí então, Dória, Witzel, Rui Costa e outros inconsequentes, durante o Carnaval importaram com os turistas, de brinde, o Covid19 para nosso território. Pouco depois o “vírus Diplomático” como um “cavalo de Tróia”, viu-se a descoberto quando Eduardo Bolsonaro nomeou o covid19 de “Vírus Chinês”.

Sem mais motivos para esconder-se, reagiu com fúria oriental mostrando sua verdadeira face. A carapuça havia servido duas vezes.

Quanto ao Covid19, a luta continua em busca da vacina.

Quanto ao “vírus Diplomático” sabemos onde vive e para eliminá-lo, basta uma ordem do presidente e uma carta educada de Ernesto Araújo declarando-o “persona non grata”, despachando-o de nosso país com um pé na bunda para ir comer morcego na China.

Eles precisam mais de nós do que nós deles, temos a comida; sem ela eles não sobrevivem e podemos viver sem as porcarias eletrônicas que nos exportam.
Se quiserem vir para o “pau”, temos nosso irmão do norte ao nosso lado. 

O ”Vírus Yang” é o calcanhar de Aquiles de toda resistência ao governo Bolsonaro, livrando-nos dele, será  a derrocada de toda “esquerdalha” que está  lucrando com a pandemia e destruindo a nossa economia.

Simples assim!

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

2 comentários:

aparecido disse...

E simples de entender.. as oposições são aliadas da China e dos laboratórios globalistas...e a china domina a fabricação de remedios no mundo... e remedio barato não dá lucro para laboratório... na verdade os governadores brasileiros são empregados dos xinglings e fazem o que o patrão manda... Há tempos a china vem espalhando doenças pelo mundo e vendendo depois soluções de saude publica...Só que desta vez o Virus foi eficiente demais no serviço...Não se esperava tanto serviço do bichinho que agora ameaça até o seu criador... Os militares nem precisam tomar o Poder.. Com o pandemonio infernal que se instalou no pais o Poder vai cair nas mãos deles de qualquer jeito...Vai ser estado de sitio por anos até estabilizar politicamente o pais e fazer nova constituição.

Anônimo disse...

"Porcarias eletrônicas". Componentes de todos os computadores são feitos na China, bem como das operadoras de telefonia e internet no Brasil (parece que todas usam equipamentos da Huawei). Resta saber por que o embaixador chinês tem esse comportamento afrontoso. Se agiram assim como o presidente argentino, é preciso cautela com suas cartas na manga. Os chineses são milenarmente maquiavélicos e foram acrescidos da psicopatia comunista.