quarta-feira, 10 de junho de 2020

Adesão da esquerda ao globalismo capitalista da Nova Ordem Mundial


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira
Com quase certeza, Karl Marx deve estar dando cambalhotas dentro da sua tumba, em  vista do que a nova esquerda (new left) fez com a ideia central da sua “obra prima”, DAS KAPITAL (O Capital).

Enquanto o filósofo alemão, criador do socialismo científico, do “comunismo”, “demonizou” o capital num primeiro plano, que  segundo ele seria o grande  instrumento opressor dos trabalhadores, os “esquerdistas”  do Século 21 passaram a “endeusá-lo”, formando um grande  exército para protegê-lo contra eventuais “invasores”. Em troca, o “das kapital” concederia à esquerda o privilégio de comandar a política e todas as organizações públicas dos países, com as divisões de competências bem demarcadas e recíproca proteção.

Nesse “acordo”, a parte que representa “o capital” trata-se da NOVA ORDEM MUNDIAL, uma espécie de sociedade secreta, que “evoluiu” a partir da “Ordem dos Illuminati”, fundada, em 1776, pelo bávaro Adam Weishaupt (1748-1830), e que defendia princípios muito parecidos com o socialismo, demonstrando hostilidade feroz com as religiões, notadamente o cristianismo.

Weishaupt considerava a monarquia e a Igreja obstáculos ao livre pensamento, tendo sido leitor fiel dos iluministas franceses. Defendia a criação de uma nova sociedade (“Novos Ordo Seclorum”), que abandonaria todos os vínculos religiosos, inclusive cristãos. O paradoxal é que “antes” ele era um religioso jesuíta, tornando-se depois um amargo inimigo. A exemplo de “Lúcifer”, Weishaupt se posicionou como “opositor” a Deus e à tradição cristã. Primeiro considerando-se um “perfeccionista”, passou depois a chamar-se de “iluminado”, ”portador da luz”.

Mas esse genial “maluco” tinha a seu lado pessoas importantes. Um  era o  filósofo  Goethe. Outro era Mayer Rothschild (1744-1812), o banqueiro  fundador de um dos maiores impérios econômicos do mundo, e que teria sido o “patrocinador” inicial dos “Illuminati”, segundo uns, ou mesmo o autor da ideia da “Ordem”. E essa teria sido a primeira aproximação entre a elite econômica do mundo e os ideais socialistas.

O criador dos “Illuminati” defendia não só uma “nova ordem mundial”, mas também a abolição dos governos nacionais, do patriotismo, da vida familiar, da soberania nacional, da propriedade e das religiões. Seu ideal, sua “utopia”, ”coincidentemente” deram presença no “Manifesto Comunista”, de Marx (1848). Aí já está a “Nova Ordem Mundial”.
Apesar da “Ordem dos Illuminati” ter sido formalmente extinta em 1787, seus propósitos se espalharam pelo mundo, especialmente na França, garantido alguns que tenham inspirado a “Revolução Francesa”(1789-1799), outros a própria Revolução Bolchevique e o próprio nazismo. Dizem alguns que todos os documentos originais da “Ordem dos Illuminati” teriam sido apreendidos pela Gestapo, nos anos 30.

Portanto a principal raiz da “Nova Ordem Mundial” está lá no Século 18.
Um dos “donos” da “Nova Ordem Mundial”, David Rockffeller afirmou: “Estamos diante da oportunidade para uma transformação global. Tudo o que precisamos é a grande crise certa para as nações não só aceitarem a Nova Ordem Mundial,mas implorarem por ela”. Essa afirmação não estaria cabendo como uma “luva” na recente pandemia do Covid-19?

Uma das lideranças da NOM é o multibilionário George Soros. A “Fundação George Soros” financia ONGs, ”Coletivos” (essa “mania” do PT), movimentos da “nova esquerda” (new left), feminismo, ideologia de gênero, gaysismo, abortismo, legalização das drogas, livre imigração, desarmamentismo, e descrimininalização da pedofilia. E não são exatamente esses os valores defendidos pela nova esquerda?

E “interessante” é observar que tanto as familas  “Rotschild” e “Soros”, antes citadas, quanto as famílias “Rockfeller”, e “Ford”, dentre outras, participam não só da sociedade secreta “Nova Ordem Mundial”, mas também do ”Clube (ou Grupo) de Bilderberg”, outra sociedade secreta, paralela à NOM, que anualmente se reúne  nos Alpes Suiços  para acertar a “divisão do mundo”.

Sobre o “Clube de Bilderberg”, a sua força pode ser medida pelo simples  fato de  ter saído dessa sociedade secreta  um candidato que acabou sendo eleito em 2009 Presidente dos Estados Unidos Unidos, Barack Obama, um reconhecido  esquerdista. Portanto, Obama foi produto de “laboratório”.

A manipulação do espírito americano para consumir como  Presidente a “novidade” criada nos “laboratórios” do Clube de  Bilderberg, deu-se  através de uma série de filmes de cinema, sempre estrelados por grandes atores negros, interpretando presidentes dos Estados Unidos. Um desses filmes foi “Impacto Profundo”, versando choques  de asteroides com  a Terra, onde o ator Morgan Freeman  era o “mocinho”, interpretando o “heroico” Presidente dos Estados Unidos.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

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