segunda-feira, 20 de julho de 2020

Bomba no The New York Times



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Como diria Shakspeare :-  To be or nor to be, that´s  the question.
Bari Weiss repórter do The New York Times, pediu demissão do jornal onde apresentava matérias de teor “conservador”, por não suportar mais o “bullying” de seus colegas progressistas.

Sua carta de demissão aberta ao público, traz acusações importantes contra o prestigiado órgão de imprensa do qual se desligou, carta da qual me permito pinçar algumas linhas para posteriormente comentar:
“Fui contratada com o objetivo de trazer vozes que de outra forma não apareceriam em suas páginas.”

“ A razão desse esforço era clara: o fracasso do jornal em antecipar o resultado das eleições de  2016 significava que ele não tinha uma compreensão firme do país que abrangia”.

“Em vez disso, surgiu um novo consenso na imprensa, de que a verdade não é um processo de descoberta coletiva, mas uma ortodoxia já conhecida por alguns poucos esclarecidos cujo trabalho é informar todos os outros. O Twitter não está no cabeçalho do The New York Times. Mas o Twitter se tornou seu editor definitivo”.

“Minhas próprias incursões em Wrongthink (pensamento equivocado) me tornaram objeto de constante bullying por colegas que discordavam de minhas opiniões. Eles me chamaram de nazista e racista”.

“Alguns colegas de trabalho insistem em que eu preciso ser eliminada para que essa empresa seja realmente “inclusiva”, enquanto outros postam “emojis” com um  machado (na Internet) ao lado do meu nome.”

“Por que editar algo desafiador para os nossos leitores ou escrever algo ousado apenas para passar pelo processo entorpecedor de torná-lo ideologicamente “kosher”, quando podemos garantir a segurança no trabalho (e cliques) publicando nosso 4000º artigo publicado argumentando que Donald Trump é um perigo único para o país e o mundo? E assim a autocensura se tornou a norma”.

“Se uma peça é considerada suscetível de inspirar reação interna ou nas mídias sociais, o editor ou escritor evita divulgá-la”.

“E se, de vez em quando, ela consegue publicar uma peça que não promove explicitamente causas progressistas, isso acontece apenas depois que todas as linhas são cuidadosamente massageadas, negociadas e  advertencias feitas”.

“O doxxing (Liberação de informações e incitação à violência) contra um jornalista por parte de adolescentes em nome da justiça é tolerado”.

“Uma imprensa independente não é um ideal liberal ou um ideal progressista ou democrático.

Dizendo isso e muito mais, Dari Weiss deixou o The New YorK Times  para ganhar o mundo como heroína conservadora.

Saiu atirando, como o fez Sergio Moro por essas bandas.

Será verdade?

Aproximadamente um ano atrás  ela concedia uma entrevista  a Bill Maher (comediante Stand Up e comentarista de política e religião da esquerda caviar) na HBO, onde concordava  entre outras coisas, em malhar Trump.

Quanto ao The New York Times estar a serviço  da esquerda. nenhuma dúvida, quanto à  citada jornalista ser de direita, muitas.

Por  aqui não é  diferente; muitos à favor do atual governo mudam a plumagem de acordo com os ventos.

O “Da Antena” o faz na maior cara de pau. Ignora  a demissão de seu colega Lacombe olimpicamente.  

Boas notícias  são a diário expurgadas dos jornais  e emissoras de TV.

Alguém viu  algum dos principais orgãos  de comunicação  deste país divulgar a saída da Saint Gobain  da Argentina para  estabelecer-se no Brasil, ou a saída da Basf do país dos  “hermanos”, ensaio de país socialista aos moldes de Venezuela, para vir para esse país governado, segundo a mídia, congresso e STF por um louco genocída?

Alguém notíciou para os nativos na grande mídia, que a Bolsa de valores fechou nessa última sexta feira em 103mil pontos?

Alguém informa o povo de que o país volta a ser indicado pelos economistas internacionais como um dos mais seguros  destinos para se fazer investimentos?

Se fazem de desentendidos quando dois expoentes do PSDB, (o PT que toma banho, segundo a Bárbara do “te atualizei”) depois de  seis anos de Lava Jato finalmente são pegos por corrupção, mas publicam o discurso do Beiçola do STF culpando o presidente e as Forças Armadas  por um suposto genocído, metendo os pés pelas mãos (como se  os tivesse um animal  que na melhor das hipóteses somente possui patas)

A imprensa  se comporta como Henry Ford: - Você pode comprar um Ford Modelo T  de qualquer cor, desde seja preto.

Ser ou não ser, a duvida Shakesperiana  talvez não seja o caso, em se tratando da imprensa nativa, esta mais para Chacrinha ( o velho guerreiro): Eu não estou aqui para explicar , sim para confundir.

A verdade nem sempre é o que os olhos veem , ou leem. 

A  bomba  no The New York Times pode ter sido apenas de fumaça.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

Um comentário:

Fredoliveira disse...

O times virou uma folha de são Paulo. Decadencia