sexta-feira, 28 de agosto de 2020

PROVOCAÇÕES PLANEJADAS


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Tomo a liberdade de alertar os amáveis leitores sobre as táticas ignóbeis que serão usas para atacar nosso querido Mito.

Sentindo-se encurralada, a mídia podre tentará desestabilizar Bolsonaro.

Usará de todos os meios para irritá-lo.

Nosso Presidente NÃO tem sangue de barata (como o urubu que solta todas !).

Talvez consigam que o Papacapim o insulte publicamente para criar um caso internacional.

Tudo tem limite (até o cheque especial !)

Se for para encher a cara de alguém de “porrada”, que seja a do efecagácê.

Esse bem o merece.

Um pobre e subserviente “jornalista” ganharia fama instantânea.

Que além do exemplo de coragem nos dê o excelentíssimo senhor Presidente da República, um de serenidade.

Sei eu que é impossível cobrar de alguém, todas as virtudes de um varão de Plutarco.

Querido Presidente, pelo amor de Deus faça um esforço heroico para desconsiderar os desaforos.É mais fácil que superar facadas, no sentido real e no figurado.

“Os cães ladram e a caravana passa. “Esta grande chamada BRASIL". 

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Anônimo disse...

Lá,como cá, Excelente artigo! Coloque-o no traduzir Google:

https://www.rumormillnews.com/cgi-bin/forum.cgi?read=153161

Vanderlei Lux disse...

"O Flautista de Hamelin"

Hoje em dia poucos das novas gerações conhecem a história do flautista que salvou uma cidade infestada de ratos.

Se você mostrar a história para algum desses adolescentes modernos, eles não entenderão a mesma! Olharão para o livro por alguns segundos, murmurarão alguns "hmmm tá!" e voltarão suas atenções para o aparelhinho que destruiu a humanidade: o celular com os seus milhões de aplicativos que transformaram o mundo em uma epopéia do wifi/3g. Aliás, escrevo "epopéia" com acento pois desconheço a "reforma ortográfica" daquele bêbado amante da Rosemary.

A história original é trágica: o flautista é enganado pelo povo da cidade de Hamelin, que havia concordado em pagá-lo em troca da eliminação dos ratos. O flautista, enraivecido, vingou-se semanas depois, usando sua flauta mágica para hipnotizar as crianças da cidade, levando-as para uma caverna e as trancafiando-as lá. Na cidade só restaram aqueles que fizeram jus à opulência, a preguiça e a avareza, mergulhados em uma tristeza sem fim.

Outras versões da história surgiram, amenizando a sua originalidade trágica, mas a essência está lá: a arte inegável que alguns possuem de enfeitiçar as massas, sejam ratos, sejam crianças... sejam adultos.

O Brasil muito me lembra a história do flautista e da cidade de Hamelin. Já tivemos inúmeros flautistas nessa nação. Todos roubaram as crianças do país. Só restaram, exatamente, as hordas de opulentos, preguiçosos e avarentos. E o país mergulhado em uma tristeza sem fim.

O último flautista do momento, agora, é o nosso ex-capitão Bolsonaro, uma espécie de "proto" Getúlio Vargas, um projeto mal acabado de alguma coisa das forças armadas. Assim como uma mosca que sonha voar como uma águia, Bolsonaro é um capitão que sonha em ser um general. Mas não consegue. A culpa não é dele, é da própria vida: Bolsonaro precisaria nascer de novo para ter alguma chance.

"Os cães ladram e a caravana passa. Esta grande chamada BRASIL".

De fato meu nobre Mantiqueira. A caravana chamada Brasil já passou e só restou os cães mesmo... vira-latas sarnentos, somente. A estocadora de ventos tinha razão no final: complexo de vira-lata!

P.S.: Anda rolando nas "redes sociais" que a mulher de Witzel, Helena Witzel, mantinha um caso com Lucas Tristão. Lucas hoje, depois de preso, nunca esteve tão "Tristão", kkk. O Brasil é um verdadeiro canil!

Anônimo disse...

Serenidade não faz parte das características do presidente. Ele precisa ser contundente, mas adotar o vocabulário de indignação das pessoas normais (não das propositalmente maloqueiras esquerdas que contaminaram tantos jovens). Abandonar as palavras de baixo calão não é uma perfumaria. Basta lembrar que a disseminação do palavrão como hábito começou com a agenda revolucionária nos anos 60. Muita gente já nasceu sob essa inversão. O presidente não percebeu que está ajudando a consolidar esse rebaixamento ao grotesco na sensibilidade cotidiana. É a inversão revolucionária, adotando a feiura no lugar da beleza, o escatológico no lugar do sublime, o mal no lugar do bem. Além disso, a referência sexual dessas palavras está funcionando como ensinamento deturpado (como os desenhos do kit gay) para os que o presidente diz querer proteger: as crianças.