quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Reflexões

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Um amigo extremamente otimista sempre diz: “Nasci nu; estou vestido.Lucro líquido !”

Esta pandemia não foi uma crise comum, daquelas que já estamos acostumados.

Nossos hábitos, estilos de vida e aspirações foram mudados para sempre.

Esses lindos versos abaixo, de autor desconhecido por mim, definem bem o momento atual:

"Um copo d'água, um pedaço de pão e nem sombra de leve mágoa tocará seu coração.”

Tantos os valores de uso das coisas como seu valor de estima, foram e estão sendo redimensionados.

Hoje vivemos e temos nossas paixões, nossos ódios, nossas angústias e nossas esperanças.

No futuro seremos apenas uma fotografia desbotada num porta-retrato empoeirado em cima de um móvel qualquer. Depois, nem isso.

O Brasil seguirá como impávido colosso por ser obra Divina.

Nem todos os demônios de agora e do passado conseguirão impedi-lo de alcançar o seu brilhante destino.

Terra que acolheu de braços abertos gentes de todos o rincões do mundo, de todos os credos, de todas as vitórias e derrotas, teve o dom de amalgamar esses bichos tão pequenos, sob a proteção da Cruz e sob a égide do Amor.

O Amor pelo Brasil nos irmana a todos.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Anônimo disse...



Bom dia, sr Carlos Maurício, bom dia, Serrão, bom aos leitores e que Jesus esteja com vocês.


O Brasil é a terra da liberdade que está sendo aviltada pelos desalmados, parasitas, predadores, traidores. Temos fé em Deus que nos livraremos destes.

Anônimo disse...

Nem isso, logo após a morte. Li que o Feng Shui orienta não ter fotos à mostra de pessoas mortas. Suponho que seja para não ficar psicologicamente preso ao passado.

Chauke Stephan Filho disse...

"O amor pelo Brasil nós irmana a todos"?! Meu Deus, meu Deus, quanta alienação!! Amor? Sério? Poxa! Esse é um tipo de amor muito bandido, hem! Com toda essa nossa criminalidade, o que então seria de nós, se não fôssemos tão "amorosos"?