quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Tanque no STF? Só se for para lavar togas

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Siga-nos no Twitter e Parler - @alertatotal

As narrativas mentirosas (perdão pela redundância) continuam dominando o noticiário político de maneira vergonhosa. Os anjinhos da extrema mídia de canhota se superaram. A versão fantasiosa de golpe militar do Bolsonaro é totalmente patética. Parece o conto de enviar o cabo e o soldado ao Supremo.

Só alguém muito sem noção vai embarcar na ideia de que o chefe do Executivo pensou em enviar militares para destituir os 11 membros do STF, substituindo-os por militares, para restabelecer a autoridade do presidente, que, em sua visão, vinha sendo vilipendiada pela Suprema Corte.

Pura narrativa que não merece crédito. Quem quer dar golpe não fala para o coleguinha general que vai dar golpe. Simplesmente dá o golpe e comunica depois. Como nada aconteceu, é mais uma lenda da esplanada para tentar pintar o Bozo como "fascista". Para com isso...

Mais fácil acreditar na frase de efeito proclamada pela empregada da lavanderia do Palácio da Alvorada - e que não sabemos por que os oráculos da revista Piaui não pescaram no ar:

- Tanque no STF? Só se for para lavar as togas sujas!

Não podemos aceitar o Brasil da Corrupção, do Crime, da impunidade e da Ditatoga. É necessário um choque de honestidade, transparência e correção na condução da coisa pública. Vamos começar a virada a partir da eleição municipal de 15 de novembro.

Que Deus Supremo, aquele real Acima de Todos, permita que STF ão imponha o tratamento via Ozônio Retal contra o Kung Flu. Os brasileiros já cansaram de tomar no covid... Proteja-nos, Presidente!

Enquanto isso, deve ter tucanalha apertadinho, talvez preferindo aderir ao tratamento alternativo contra Covid, com ozônio pela via anal, depois que a Operação Lava Jato mandou prender suspeitos de envolvimento em altíssima corrupção no Estado de São Paulo. Vade retro, Lava Jato!

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Y1pPLrHd5Jc" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>

O Prefeito de Itajaí e a camada de ozônio para combater o CORONAVÍRUS

Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


©
Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 06 de Agosto de 2020.

5 comentários:

Anônimo disse...

rvchudo

quinta-feira, 6 de agosto de 2020
Existem duas justiças no Brasil

Existem duas justiças no Brasil: A dos juízes indicados por políticos e a dos juízes concursados, diz juíza.

Esse texto, conforme a autora, foi escrito em dezembro de 2016

“Sempre que o STF profere alguma decisão bizarra, o povo logo se apressa para sentenciar: “a Justiça no Brasil é uma piada”. Nem se passa pela cabeça da galera que os outros juízes – sim, os OUTROS – se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.

O que muitos juízes sentem é que existem duas Justiças no Brasil. E essas Justiças não se misturam uma com a outra. Uma é a dos juízes por indicação política. A outra é a dos juízes concursados. A Justiça do STF e a Justiça de primeiro grau revelam a existência de duas categorias de juízes que não se misturam. São como água e azeite. São dois mundos completamente isolados um do outro. Um não tem contato nenhum com o outro e um não se assemelha em nada com o outro. Um, muitas vezes, parece atuar contra o outro. Faz declarações contra o outro. E o outro, por muitas vezes, morre de vergonha do um.

Geralmente, o outro prefere que os “juízes” do STF sejam mesmo chamados de Ministros – para não confundir com os demais, os verdadeiros juízes. A atual composição do STF revela que, dentre os 11 Ministros (sim, M-I-N-I-S-T-R-O-S!), apenas dois são magistrados de carreira: Rosa Weber e Luiz Fux. Ou seja: nove deles não têm a mais vaga ideia do que é gerir uma unidade judiciária a quilômetros de distância de sua família, em cidades pequenas de interior, com falta de mão-de-obra e de infra-estrutura, com uma demanda acachapante e praticamente inadministrável.

Julgam grandes causas – as mais importantes do Brasil – sem terem nunca sequer julgado um inventariozinho da dona Maria que morreu. Nem uma pensão alimentícia simplória. Nem uma medida para um menor infrator, nem um remédio para um doente, nem uma internação para um idoso, nem uma autorização para menor em eventos e viagens, nem uma partilhazinha de bens, nem uma aposentadoriazinha rural. Nada. NADA.

Certamente não fazem a menor ideia de como é visitar a casa humilde da senhorinha acamada que não se mexe, para propiciar-lhe a interdição. Nem imaginam como é desgastante a visita periódica ao presídio – e o percorrer por entre as celas. Nem sonham com as correições nos cartórios extrajudiciais. Nem supõem o que seja passar um dia inteiro ouvindo testemunhas e interrogando réus. Nunca presidiram uma sessão do Tribunal do Júri. Não conhecem as agruras, as dificuldades do interior. Não conhecem nada do que é ser juiz de primeiro grau. Nada. Do alto de seus carros com motorista pagos com dinheiro público, não devem fazer a menor ideia de que ser juiz de verdade é não ter motorista nenhum. Ser juiz é andar com seu próprio carro – por sua conta e risco – nas estradas de terra do interior do Brasil . Talvez os Ministros nem saibam o que é uma estrada de terra – ou nem se lembrem mais o que é isso. Às vezes, nem a gasolina ganhamos, tirando muitas vezes do nosso próprio bolso para sustentar o Estado, sem saber se um dia seremos reembolsados – muitas vezes não somos.

Será que os juízes, digo, Ministros do STF sabem o que é passar por isso? Por que será que os réus lutam tanto para serem julgados pelo STF (o famoso “foro privilegiado”) – fugindo dos juízes de primeiro grau como o diabo foge da cruz? Por que será que eles preferem ser julgados pelos “juízes” indicados politicamente, e não pelos juízes concursados?

É por essas e outras que, sem constrangimento algum, rogo-lhes: não me coloquem no mesmo balaio do STF. Faço parte da outra Justiça: a de VERDADE.”
Juíza Ludmila Lins Graça

Postado por Ricardo Oscar vilete Chudo às 04:02

Sérgio Alves de Oliveira disse...

Assim mesmo,caro "rvchudo",nenhum desses dois saiu dos quadros dos "juízes de direito",estaduais ou federais. Fux tem origem no Ministério Público e Rosa Weber na Justiça do Trabalho. Portanto não existe no STF um só ex-juiz de direito.

Sérgio Alves de Oliveira disse...

Assim mesmo,caro "rvchudo",nenhum desses dois saiu dos quadros dos "juízes de direito",estaduais ou federais. Fux tem origem no Ministério Público e Rosa Weber na Justiça do Trabalho. Portanto não existe no STF um só ex-juiz de direito.

Almanakut Notícias - São Paulo - Brasil disse...

SE DEUS AJUDAR E MANTER A LINHA DO GOVERNO QUE AÍ ESTÁ, O DIABO VIRÁ BUSCAR MAIS CEDO OS INIMIGOS TOGADOS E TODOS SUBSTITUÍDOS PELAS NOMEAÇÕES.

CASO CONTRÁRIO, CAOS TOTAL,GUERRA CIVIL E BAFO DE ONÇA.

Chauke Stephan Filho disse...

Se o Brasil não abolir o STF, nunca seremos livres.