segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Tudo isso mais uma pandemia “made in China”


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por H. James Kutscka

Confesso que no princípio desse ano um sentimento otimista tomou conta de mim.

A sensação de que estávamos iniciando um novo “roaring twenties”, com o agronegócio crescendo cada dia mais, com a abstinência imposta pelo governo aos viciados em transfusões de dinheiro no congresso, com ministros competentes no governo e um presidente conservador de direita.

Tinha tudo para dar certo.

No entanto, lá do outro lado do mundo, os chineses escondiam uma arma virulenta que lhes havia escapado do controle, pelo menos no que diz respeito à uma pequena parte da internet, já que a imprensa eles tinham sob suas rédeas.

Mesmo contando com o silêncio cumplice da OMS, a informação ganhou o mundo à tempo de se evitar os festejos de Momo, com os milhões de turistas que aqui desembarcam para  a folia e claramente são um vetor potencial ( e ponha potencial nisso), de trazer o vírus Chinês para o Patropi.

Nesse ponto, começo a elencar o “tudo isso” do título deste artigo para que ninguém se esqueça de como chegamos no ponto onde estamos:

·         Embora avisados pelo presidente da república do perigo, os governadores dos estados apoiados pela Suprema Corte resolveram bancar para ver. E tome Carnaval.

·         Quando a coisa ficou feia e gente começou a morrer, a mesma Suprema Corte tirou do presidente o poder para gerenciar a crise e deu aos mesmos governadores, que carimbaram o passaporte do vírus Chinês e lhe deram as boas-vindas.

·         O congresso passa a conta do desastre para o executivo e autoriza aos governos, comprar o que acharem de direito para conter a pandemia sem licitação.

·         Os incautos e a mídia conivente e domesticada, aplaudem um ministro da saúde que se dedica a cultivar o pânico duas vezes ao dia em rede nacional.

·         Para indignação dos arautos do quanto pior melhor, o dito ministro é defenestrado.

·         Aproveitando a zona instaurada, outro ministro, dessa vez o da Justiça, até então herói nacional faz “forfait” (para os não acostumados com termos turfísticos, desiste do páreo) e deixa sem nenhum pudor a conta para o presidente.   

·         No congresso, os presidentes das duas casas tramam para derrubar o presidente da república e seu vice em um golpe só, instaurando um parlamentarismo onde o presidente da câmara seria o Primeiro Ministro por decreto, enfiando “naquele lugar” quase 60 milhões de votos.

·         Quando a voz do povo começa a incomodar na Internet, o Supremo trata de calar seus representantes com acusações de “fake news” e prisões arbitrárias onde o acusador, a vítima, o investigador e finalmente o juiz que determina a sentença, são a mesma pessoa.

·         Não adianta reclamar ao Papa, ele à diferença do polaco Karol Wojtyla que peitou os russos e quase perdeu a vida no processo para libertar a Polônia do Kremlin, está se lixando para seu rebanho sendo massacrado por Xi Jinping na China e segue puxando o saco da esquerda.

·          No Brasil, 152 bispos da CNBB lançam um manifesto caolho contra o presidente, culpando-o pelas mortes causadas pela pandemia, desprezo pela cultura, e acusando-o de incapacidade e Incompetência.

·         A ONU continua cumprindo sua agenda globalista sem o mínimo pudor.

·         O país do vírus, no meio da festa, vende respiradores, máscaras e hospitais de campanha a governadores e prefeitos ávidos pela comissão que os tirará da “abstinência” e proverá o caixa 2 para futuras campanhas.

·         Para finalizar, vem à tona que globalistas como Bill Gates andaram vacinando milhares de pessoas no continente Africano com o intuito de controlar o aumento da população mundial.

Então de acordo com investigações de um repórter pertencente à ala conservadora, a China em conluio com a Coréia do Norte, um advogado do PT e o STF, resolvem espionar nosso presidente para conseguir qualquer material que possam usar para provocar um impeachment e estabelecer definitivamente uma verdade oficial.

Como disse o camarada Josef Stalin referindo-se à imprensa: -A imprensa deve crescer sempre, ela é nossa mais afiada e poderosa arma. Seus fãs seguem à risca seu ditame, mas não levaram em conta a Internet.

Depois do “tudo isso”, a China reclama que estejamos chamando o Covid 19 de vírus Chinês e ameaça interromper as importações dos países que continuarem assim nomeando, o pobre vírus órfão e apátrida.

A proposta desse humilde escriba é que nessa guerra viral nos utilizemos de um contra-ataque  ao mais puro estilo do general Curtis Le May na guerra do pacífico, mais mortal que o ataque do vírus Chinês; uma abstinência  global no consumo das porcarias vindas da China por todo ocidente, e voluntaria e unilateralmente, interromper a exportação de  grãos  e toda espécie de proteínas para China e Coréia do Norte, eles fatalmente morrerão de desnutrição ou derrubarão os governos que os fazem escravos.

Por aqui resta saber quanta paciência ainda teremos, (nós o povo), antes de pôr um fim a essa palhaçada que por obra e graça do STF, se transformou nossa constituição.

Convém lembrar a um atual careca que vem usando dos poderes a ele concedidos, sem intervenção do povo, mas sim por indicação de um indivíduo que queria garantir sua eventual futura impunidade, que o povo pode mais.

Outro careca que tinha até certa semelhança física com o atual, também se acreditava onipotente, e acabou sendo fuzilado e pendurado de ponta cabeça, em uma praça na Itália ao lado de sua amante Clara Petaci 75 anos atrás.

Aviso aos navegantes:- Quando o povo se cansa e toma a justiça em suas próprias mãos, nunca é um espetáculo bonito de se ver.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

Um comentário:

Anônimo disse...



Curioso é que mesmo o povo brasileiro sabendo de cor e salteado do "tudo isso" que foi de responsabilidade dos ministros do STF, governadores e prefeitos, ministros do STF insistem em querer culpar o Presidente Bolsonaro pelo "tudo isso". Ah mas, nunca se esqueçam do: xingue-o do que você, acuse-o do que você faz. ou seja, acuse-o do "tudo isso"