quarta-feira, 30 de setembro de 2020

A jogada ideológica do Racismo


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Como o apoio de dirigentes empresariais “jênios” e “jestores” (com Jota de Jegue), muitos profissionais de jornalismo e de marketing estão se deixando levar tanto pela ideologia que acabam transformando suas atividades em jornalixo e marketagem. A mais recente jogada foi a decisão do CEO de uma grande empresa de cosméticos (ela merece o descrédito pela burrada) ter extinguido a “Black Friday”, sob a alegação idiota de que o termo é “racista”.

É hora de acabar com a estupidez. Os conceitos corretos devem se impor para restabelecer a Verdade – que é a Realidade Universal Permanente. O Racismo é uma invenção meramente ideológica. Só existe a Raça Humana e a Raça Animal. Admite-se até a Raça Alienígena ou a Raça de Cachorro. O negócio de Raça Branca, Raça Amarela e Raça Preta é mera safadeza ideológica. Não tem base científica. Portanto, o “racismo” é mero instrumento de dominação, puro jogo sujo de poder, com o objetivo de provocar permanente divisão entre as pessoas, com fins de controle social.

Motivadas por essa onda artificial de “racismo”, empresas estão destinando muito dinheiro para se proclamarem “antirracistas”. As organizações firmam compromissos públicos demagógicos. Inventam programas sociais de efeito prático duvidoso. Promovem até a contratação de “negros” (cometendo uma baita injustiça com os brancos, pardos, amarelos, orientais, indígenas e por aí vai). Agora, até a famosa data de promoções em vendas entra na linha da marketagem por causa do termo “black” (preto ou negro).

Inegável que o termo Black Friday é uma porcaria para designar promoções de queima de estoques de produtos. Com certeza, é muito melhor a expressão “Beauty Friday” (Sexta Bonita, em com português de Bruzundanga). O problema é, mais uma vez, a jogada marketeira em torno de um “racismo” que atende a um perverso instrumento de dominação, que estigmatiza divisões e fraturas sociais.

Resumindo: Racismo é o Cacete!

Releia o artigo de André Luís Vieira: Democracia e fragmentos da realidade






Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Setembro de 2020.

Debate ou Delate?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Há duas formas de ridicularizar um adversário (inimigo?).

Ou você o desqualifica para opinar sobre um determinado tema ou o coloca diante de um dilema.

Sempre haverá quem delate um passo em falso.

Sentindo o cheiro da caça um perdigueiro vai a seu encalço.

No grande irmão do norte (que não tolerava bidê nos hotéis) irá agora ser eleito um?

Duvido ! O bocó não escapa nem com um prompter no ouvido.

Dizem que o alemão o pegou. Um tal de Alze Mayer (ou quase isso !)

A nossa debiloide Anta disse que para ganhar uma eleição faria de tudo. E repetiu :”De tudo!”

Teremos dias muito interessantes pela frente.

Veremos a derrocada do papacapim, o desespero do chin e a lista de outras surpresas sem fim.

A banda é do neomaoismo ou do Serafim ?

Enquanto isso, nosso impávido colosso, continua roendo o osso.

Ômega ou o micron ?

De aparência tosca, fora padeiro queimaria a rosca.

Se acha um chantecler mas tem medo da mulher.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O bom exemplo que vem do Uruguai


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Percival Puggina

No pequeno Uruguai, a lista das vítimas fatais da covid-19 cabe numa folhinha de papel com 47 nomes. Esse número, dividido pela população do país (3,44 milhões), leva a um índice de vidas perdidas por milhão de habitantes 40 vezes inferior ao dos países que ocupam a parte alta da tabela.

No Brasil, os primeiros passos do combate à pandemia foram marcados pelas performances do Dr. Mandetta. Médico, simpático, bem falante, deputado federal, o ministro tornou-se provedor de conteúdo para as tardes modorrentas do jornalismo brasileiro. Longos saraus de ciência e terror deram tom a desacertos que persistem até hoje. Na vastidão do território nacional, as determinações cobriam a inteira Rosa dos Ventos. O Brasil parou. Espatifou-se um vínculo que não poderia ser rompido e testemunhamos o divórcio entre a proteção da vida e as condições de sobrevivência pelo trabalho.

Questões singelas como o uso de máscaras, atendimento precoce, protocolos de higiene e segurança foram apresentados de modo confuso e submetidos a súbitas mudanças de rumo e orientações tolas. Hospitais vazios e doentes em casa, atividade econômica paralisada para “achatar a curva” e vírus ausente são símbolos de um período em que uma elite mal pensante causou à nação um dos maiores prejuízos de sua história.

No diapasão que desde o início do ano afinou a orquestração da mídia nacional, quanto maior o dissabor do presidente com as orientações de seu ministro, mais se agigantava a estátua pública que lhe erguiam os grandes meios de comunicação. Foi na esteira desse conflito que o STF tirou a toga, calçou a chuteira e entrou em campo para participar do jogo. O presidente que fique quieto no seu canto. E entregou o coração e o pulmão da economia nacional (o trabalho dos brasileiros) a prefeitos e governadores. “E o cérebro?”, perguntará o inteligente leitor. Pois é. Para que serve, mesmo?

Como todo gaúcho de Santana do Livramento, cidade de fronteira, gêmea siamesa da cidade uruguaia de Rivera, guardo uma afeição muito especial pelo nosso vizinho ao sul. O Uruguai é um país bem cuidado, amado pelo seu povo. A pequena população tem, na média, educação de qualidade superior à nossa e um nível cultural igualmente superior.

Aqui, pertinho de nós, o país deles está sendo estudado como um caso de sucesso no enfrentamento da pandemia. De um artigo escrito por duas economistas do FMI que estudaram as causas desse extraordinário desempenho, extraí que o Uruguai se beneficia de uma consciência política superior. Realmente, o país enfrenta o coronavírus com elevada coesão. Não há ninguém querendo criar males nem mortos para colocar na conta do culpado de plantão.

Políticos uruguaios, funcionários de alto escalão e partidos políticos abriram mão de parte de seus vencimentos e receitas para um fundo de combate ao coronavírus. Foi um dos primeiros países da América Latina a incentivar o uso de máscaras. Jamais decretou confinamento obrigatório. Reabriu suas escolas no mês de junho.

Enquanto isso, no Brasil, entrando o mês de outubro, ainda se discute o retorno às aulas presenciais. A economia e os empregos padecem sequelas de um tombo colossal. Até o mês de agosto, nove milhões de brasileiros haviam perdido seus postos de trabalho. Vulgarizou-se a prática irracional de desconcentrar e diminuir as aglomerações determinando a abertura do comércio em menos horas e menos dias da semana... As ruas exibem portas fechadas, placas de aluga-se ou vende-se, mais e mais superfícies abertas ao depressivo trabalho dos pichadores.

Claro, aqui haverá quem considere o Uruguai um mau exemplo.

Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras e Cidadão de Porto Alegre, é arquiteto, empresário e escritor.

A “Vara” da Justiça


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Luiz Holanda

 

Para se entender o que significa o termo “vara” no Judiciário pátrio, faz-se necessário saber a diferença entre comarcas, varas e entrâncias. As primeiras correspondem ao território em que o juiz de primeiro grau exerce sua jurisdição, podendo abranger mais de um município.  São fixadas de acordo com o número de habitantes ou de eleitores, bem como o movimento forense e a extensão territorial dos municípios do estado. Cada comarca pode contar com vários juízes ou apenas um, exercitando as competências destinadas ao órgão de primeiro grau.

A palavra “entrância” significa a classificação administrativa das comarcas. Quanto maior a cidade, mais elevada será a entrância. As comarcas são classificadas como de primeira ou segunda entrância, além da comarca de entrância especial. A de primeira entrância é aquela de menor porte, que tem apenas uma vara instalada. Já a comarca de segunda entrância é a de tamanho intermediário, enquanto a de entrância especial (ou de terceira entrância) é aquela situada na capital ou nas grandes metrópoles.

Fórum ignifica o espaço físico onde funcionam os órgãos do Poder Judiciário. A vara tem sua origem na Roma Antiga, simbolizada por um bastão (faces) utilizado para dar passagem aos magistrados. Com o tempo passou a ser uma insígnia do juiz, a exemplo do juiz ordinário do império, que devia sempre levá-la consigo, sob pena de multa.

O juiz ordinário era eleito anualmente pelo povo e pelas câmaras, atuando com independência da realiza. Tinha jurisdição nas comarcas onde obrigatoriamente residia, além de presidir as Câmaras municipais.

Existia também o juiz de fora, magistrado imposto pelo imperador sob o pretexto de administrar melhor a justiça, pois os juízes ordinários, em razão de suas afeições ou inimizades com o povo das vilas, poderiam falhar em suas decisões. A criação do juiz de fora foi uma espécie de usurpação da jurisdição pelo o poder régio.

Estes eram impostos a todas as Vilas, restringindo, paulatinamente, a jurisdição dos juízes ordinários. O símbolo de sua autoridade  e dos juízes ordinários era justamente a vara, que deviam portar obrigatoriamente ao se deslocar pelas Vilas. A vara simbolizava poder e autoridade, impondo imediata e irrestrita obediência.  Até hoje essa simbologia permanece, pois quando alguém se recusa a comparecer perante o juiz este poderá determinar que o infrator seja conduzido “debaixo de vara”, significando que a pessoa deve comparecer “forçada pela autoridade judicial”.

O juiz ordinário carregando uma vara vermelha e o juiz de fora uma vara branca. O termo mereceu inúmeros comentários, alguns jocosos, como o de uma renomada advogada trabalhista que renunciou a um mandato por não aceitar dizer que “estava entrando na vara” , em vez de dizer que “estava entrando na junta”.

Ironias à parte, o termo latino “fasces” referia-se a um símbolo de origem etrusca usado pelo império Romano para demonstrar o poder da autoridade em cerimônias oficias. Segundo Bluteau, a etimologia da palavra vereador vem da variante “vareador”, da palavra vara. Seja como for, o fato é que  alguns autores afirmam que, à época, quando um juiz assumia o lugar do outro, este, para transferir-lhe a jurisdição, passava-lhe – no bom sentido-, a vara.

Luiz Holanda é advogado e professor universitário.

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Mourão avisa que não concorre contra Bolsonaro


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Jair Messias Bolsonaro tem bons motivos para respirar aliviado nas prematuras especulações sobre sua quase certa corrida pela reeleição, em 2022. O vice-Presidente Antônio Hamilton Mourão advertiu que, por lealdade, não disputará eleição contra Bolsonaro, caso não seja o escolhido pelo Presidente para repetir a chapa que venceu em 2018. Fora Mourão, os cotados para a parceria com Bolsonaro são Tarcísio de Freitas (Ministro da Infraestrutura) e Rogério Marinho (Ministro do Desenvolvimento Regional).

A posição antecipada de Mourão foi dada nesta segunda-feira à noite, na estreia do programa Direto ao Ponto, apresentado por Augusto Nunes, na rádio Jovem Pan e rede Panflix, com a participação dos jornalistas Guilherme Fiúza, Leda Nagle, Roberto Cabrini e Thais Oyama. Mourão foi duas vezes provocado se seria candidato à Presidência contra Bolsonaro. Filiado ao PRTB, enquanto Bolsonaro segue sem partido definido, o General deixou claro que está fora de cogitação enfrentar Bolsonaro nas urnas. Mourão admitiu que, se não compuser a chapa de 2022, pode concorrer a outro cargo político, futuramente. Só não disse qual...

A posição antecipada de Mourão, sinalizando que não pretende romper politicamente com Bolsonaro, reduz as já remotas chances de vitória de um candidato de esquerda ou de centro-esquerda, em 2022. A oposição (cada vez mais perdida) já estava apostando que poderia tirar proveito de um eventual racha entre Bolsonaro e Mourão. Caso mantenha a popularidade estável, Mourão avalia que Bolsonaro chega com força para conquistar a reeleição.

É cedo, prematuro e até irresponsável dar tanto ênfase à reeleição, quando o Governo Bolsonaro ainda nem completou dois anos de gestão. Por isso ganha tanta relevância o compromisso de “lealdade” reafirmado ontem pelo General Mourão. Trata-se de menos uma crise interna para Bolsonaro – cuja prioridade imediata é aprovar a complicada reforma tributária no Congresso Nacional.

Outro desafio imediato é indicar o substituto de Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal. O favorito é o “terrivelmente evangélico” André Mendonça (ministro da Justiça). Mas não será surpresa se o escolhido for Jorge Antônio de Oliveira Francisco (ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República). Na balança, Mendonça leva vantagem porque tem mais vivência jurídica, além de uma articulação pessoal consolidada, inclusive de amizade, com a maior parte dos ministros do STF.

Se indicar André Mendonça, quem Bolsonaro colocará no Ministério da Justiça – que é considerado o meio-campo do governo? Eis a questão que é tratada com mais delicadeza, e urgência imediata, pelo Presidente. No mais, é aguardar o desempenho imediato da economia, no ritmo manjado de sempre: dólar subindo, bolsa caindo e muito desespero de rentista sem sabeer onde aplica o rico dinheirinho com juro zero.

A caçada diária ao Lobo-Guará está cada vez mais divertida. Mas, cuidado: o Kung Flu continua querendo nos pegar...       




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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Setembro de 2020.

Casamento Putativo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Aviso aos amáveis leitores que não se trata de nenhum xingamento.

Trata-se de um casamento presumido. Por exemplo: um dos cônjuges, de boa fé, ignora que o outro ainda é casado com outra pessoa. Se também estiver de boa fé, o outro cônjuge não sabe que uma pessoa desaparecida há muitos anos com quem foi casado, ainda vive.

No meio político, os “casamentos” e alianças eleitorais raramente são feitos de boa fé.

Por esse motivo, não devemos reeleger nenhum prefeito ou vereador.

Um brilhante e saudoso professor dizia: “ A boa fé é a Estrela Polar do Direito “.

O Brasil entrou numa fase irreversível de moralização.

Chega de sacripantas alimentados com lagostas e vinhos premiados.

Chega de cervídeos que querem vacinar “na marra” todo mundo.

Uma “inocente” putativa, tenta se eleger numa importante cidade.

A voz corrente no local é : Mano ! Ela Não !

Chega de hipocrisia. Chega de desinformação.

Deixei de ler um jornal que me acompanhou por mais de sessenta anos.

No momento, após uma reflexão profunda, ele só serve pra embrulhar peixe e limpar a rima.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Casamento_putativo#:~:text=Casamento%20putativo%20%C3%A9%20o%20casamento,um%20v%C3%ADcio%2C%20suscet%C3%ADvel%20de%20anula%C3%A7%C3%A3o.

Mundo dos Negócios

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Henrique Abrão

Enquanto o Brasil patina e paga seus próprios pecados decorrentes do vírus e da falta de prognóstico adequado o mundo dos negócios afunda sem muita perspectiva de melhora As bolsas mundo afora sobem e a nossa cai cada dia mais e os estrangeiros com medo do porvir retiram bilhões,mas temos que adotar uma estratégia que fale mais forte e contemple solidez.

Nada adiantara a reforma tributária com aumento de carga ou a administrativa sem cortes de comissionados e apaniguados,as privatizações sofreram solução de continuidade em ano eleitoral. O Governo Federal em situação de pré insolvência agora cria a mágica renda mínima e adia pagamentos de precatórios um excrescência tupiniquim.

Bem mais do que tudo isso não aceitamos imprimir papel moeda diante da inflação mas o que precisamos fazer e é  chegado o momento é irrigar a economia com financiamentos público privados. Os 300 bilhões em reserva do Banco Central poderiam ser alocados parte em torno de 50 bilhões para pequenas e micro empresas e arranjos estruturais de saneamento com enfase para educação e saúde.

Defendemos que o SUS possa ser usado universalmente mediante pagamento dos que podem. Não se justifica o gargalo e a falta de recursos na saúde,donde quem puder deverá sim pagar para que  os que não possam usufruam,sem embargo de se voltar contra o plano de saúde.

Consequentemente se cada cidadão pusesse um valor simbólico que oscilasse entre dez a cem reais mês teríamos uma conjuntura nova de saúde e a cada atendimento os que não pagaram o fariam de forma módica apenas para evitar viagens inócuas e pedidos de atestados para licenças do trabalho.

O foco está no mundo dos negócios mas não conseguimos mais atrair estrangeiros ou fazer pulsar nossas riquezas naturais,o clima de desconfiança predomina e as eleições somente trazem candidatos os mais despreparados possíveis, salvo raras exceções.

Os poderes públicos principalmente em razão da pandemia faliram já não pagam precatórios,cortaram benefícios de servidores e muitas comunas tendo dívidas roladas e estados bancados pela União.Haverá de existir minimamente uma idéia que possa acender o fogo da espernaça, não poderemos continuar nas trevas a escuridão deve ser o caminho.

O ritmo dos negócios em queda o governo só fala em imposto e quer tributar dividendos,quando a maioria das empresas não estão pagando ou adiando o tempo de provisionamento ao acionista,enfim as coisas que poderiam dar certo agora caem na encruzilhada e o ponto mais importante é manter milhões de trabalhadores desempregados com alguma esperança de voltar ao mercado de trabalho.

E se não é possível pela idade,capacidade técnica ou qualquer
outro problema,que o governo ensine junto com as entidades de classe o empreendedorismo e financie com valores módicos a iniciativa privada como acontece na Europa e também nos EUA.

O mundo dos negócios não admite impasse,equívocos ou bolhas de sofrimento,o Brasil precisa agora de um concerto para definitivamente sair da paralisia do vírus e de sua implacável crise econômica, haveremos de vencer mais uma batalha.

Carlos Henrique Abrão é Professor-Doutor de Direito, especialização em Paris, autor de 55 obras e 6000 artigos.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Hora de exigir a Reforma Política


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Domingo começou a campanha eleitoral 2020. O mercado do voto vai movimentar cerca de 542 mil candidatos. Vamos escolher prefeitos e vereadores em tempos de pandemônio. O problema de sempre persiste: o risco da falta de representatividade dos eleitos. Continuamos reféns dos partidos políticos que mais parecem cartórios que negociam vagas para candidatos. A candidatura independente faz falta.

Apesar de o voto ser obrigatório, usando a pandemia como desculpa esfarrapada, muita gente deseja não aparecer para a dedada compulsória na urna eletrônica higienizada. A abstenção tende a ser a mais alta de todos os tempos. O eleitor brasileiro continua insatisfeito com a qualidade dos políticos que tem de escolher. O descontentamento pode gerar alguma mudança. Nas redes sociais da Internet, já surgem muitos jovens candidatos se comprometendo a levar a atividade política a sério.

A campanha pode ser uma excelente oportunidade para debater alterações imprescindíveis no sistema de escolha. O voto distrital é uma necessidade básica. Além de valorizar o poder local, é fundamental baratear o custo da campanha com a proximidade entre o eleitor e o escolhido. O voto livre, não obrigatório, é outra demanda que precisa ser atendida. O direito a ser candidato independente de partido também é básico.

Enfim, já passou da hora de se cobrar a Reforma Política. Deputados e senadores, junto com os donos dos cartórios partidários, fazem de tudo para fugir do assunto. Por isso, cabe ao eleitor esclarecido cobrar dos políticos que o tema ser debatido, seriamente, aproveitando o calor da campanha.



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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Setembro de 2020.

Um Ballo in Maschera


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Este baile carnavalesco em que vivemos em razão do Covid (ou Coviad ?) acabará mal, como a ópera título deste artigo.

Não é possível iludir (ou manipular) todos o tempo todo.

Na tentativa de impedir a reeleição de Trump a qualquer custo, os implantadores da Nova Ordem Mundial, fomentam sua mídia amestrada (e prostituída) a manter o pânico devido a uma segunda “onda” da pandemia.

O tiranete cor-de-rosa ganhará um borrão “rojo punzó”.

“El uso obligatorio de la divisa punzó que implantó Rosas era un medio para no ser considerado salvaje y traidor unitário.”

No feriado de Sete de Setembro uma enorme quantidade de gente foi às praias e nem por isso aumentou o número de infectados.

Nas ruas, já vemos muitas pessoas sem mordaça.

Se o Capitão Sem Cueca não tiver um enorme contingente de “leões de chácara “, em breve voltaremos ao velho estilo brasileiro: Uns mandam e os outros fingem que obedecem.

Estou puto com a Dona Onça. Vê a Pátria sendo ultrajada por traidores e/ou ladrões e continua inerme.

Que medinho de esmagar o verme !?!

São os ratos acuando o paquiderme !

Aproveitemos que o vírus chinês entrará em “férias” até as eleições.

Depois voltará a palhaçada ?

Dona Onça não é de nada ?

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Democracia e fragmentos da realidade


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por André Luís Vieira

Num desses contos que circulam pelas redes sociais, recebi um que dizia assim: “Triálogo problemático entre o psicótico, o psicopata e o neurótico: O psicótico afirma: “2 e 2 são 3!”. O psicopata retruca: “2 e 2 são 3, se eu devo algo a você, 2 e 2 são 7, se você deve algo a mim!”. O neurótico, inconformado, arremata: “Pessoal, não é nada disso! 2 e 2 não são 3, e muito menos são 7! 2 e 2 são 4, mas é isso que me angustia!”. Moral da história: o psicótico e o psicopata vivem ambos fora da realidade, mas o psicopata sempre quer tirar vantagem de tudo. O neurótico vive na realidade, mas esta causa-lhe profunda irritação e angústia”.

Diante dessa história, entre indivíduos psicopatas, psicóticos e neuróticos, por onde andará a verdade em nosso país? Quais são os impactos da guerra de narrativas e de diferentes percepções da realidade em nossa democracia?

Fato é que vivemos numa era em que o povo, sempre o povo, se tornou mero espectador dos acontecimentos. Acontecimentos esses que mais parecem uma obra de ficção surreal, uma novela das oito de mau gosto e que a cada dia nos traz um episódio de descaso e abandono da sociedade à própria sorte. Na prática, é o alargamento do sentido de absurdo, que transforma nossa realidade caótica numa subcidadania banalizada.

A imagem que refletimos é de um país ingovernável, descompromissado com a ordem e o progresso e fadado ao permanente fracasso histórico, satisfeito em ser o eterno “país do futuro”.

Se por um lado assistimos à proliferação de notícias falsas que comprometem as bases de nossa democracia, de outro a desinformação e até a sistematicidade da negação de informação igualmente não colabora com um processo verdadeiramente democrático. E assim, o que assistimos é ao show de retóricas vazias e narrativas incoerentes, onde a verdade fica relegada ao papel secundário.

As redes sociais se transformaram numa praça de guerra, onde se ofende gratuitamente a quem se discorda, pelo simples fato de se discordar. Não há mais reputações inidôneas ou biografias sólidas, tudo é rotulado e caracterizado conforme o compromisso com a ideologia que se professa.

Apenas à título de exemplo, cito o vídeo em que um militante “humanista” se apresenta como veementemente contrário à pena de morte, cabendo uma única exceção, qual seja, o fuzilamento de “fascistas contrarrevolucionários”.

É a ideologização de tudo! É a politização de tudo!

Tem radicalismos para todos os gostos e narrativas falaciosas de todos os matizes. No fundo, no fundo, trata-se de um autêntico “nós contra eles”, dignos de “FlaFlu”, “BaVi” ou “Grenal”.

O debate que se impõe é pelo repensar dessa lógica cega e acrítica de posicionamentos antagônicos extremados, que, em realidade, são a mesma coisa, só que dotados de sinais trocados. Trata-se de verdade universal e insofismável que os extremos se tocam, se tangenciam. É a fatídica soma zero!!!

A necessidade urgente é fazer valer o diálogo verdadeiramente democrático, para não permitir que aquela máxima de Millôr Fernandes, “democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim”, continue a prosperar no nosso país.

O povo, sempre ele, é quem continuará pagando pelas consequências. Este é vítima e algoz, ao mesmo tempo. É vítima dos algozes que cria, alimenta, fortalece e elege.

Enquanto debates acalorados e infrutíferos persistem, nossa democracia continua sob o imenso risco de captura pelo narcoterrorismo, pelo crime organizado e pela corrupção sistêmica.

Será que já não passou da hora de se reavaliar profundamente o impacto do poder econômico dessas organizações criminosas e corruptas na proliferação e na eleição de representantes ilegítimos, em nossa combalida democracia?

O grande paradoxo da democracia é que nela residem, concomitantemente, os genes de sua preservação e de sua destruição. Este último, resta evidente quando se vale de mecanismos democráticos para se atingir o poder e de lá atacar a própria democracia que o legitimou. O risco da autocracia se dá em todos os matizes ideológicos!!!

Se não acordamos para esses aspectos, nossa democracia estará fadada a permanecer no status de democracia meramente retórica e na soma zero da subcidadania.

André Luís Vieira é Advogado.

Progressismo de Mentira


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Sérgio Alves de Oliveira

Felizmente também  tenho a vantagem  de ter  o estômago  bem longe do cérebro. Não fora esse  oportuno distanciamento, eu estaria permanentemente  enauseado de tanto ler e ouvir diariamente esse absurdo, no sentido de  que a “esquerdalha” político-ideológica seria “progressista”(???), um novo sinônimo que “eles” inventaram para somar-se  ao socialismo, comunismo, gramscismo, social democracia,e marxismo cultural, bem como tantas outras variantes dessa ideologia que se propagaram pelo  mundo.

Mas essa ousadia sem limites  da militância esquerdista  não pode causar nenhuma  surpresa. Especialmente  num mundo que anda com os seus valores político-ideológicos,dentre outros, absolutamente  “perturbados”, invertidos,virados de “cabeça para baixo”, onde os valores negativos tomam indevidamente o lugar dos valores positivos, os valores-meios se adonam  dos valores-fins, e vice-versa. Sem dúvida a inversão e a corrupção dos valores têm grande responsabilidade pelo lado maligno que moldou grande parte do mundo.

É por esse motivo que a inversão dos valores político-ideológicos podem “puxar” e “contaminar” todas  as outras inversões de valores, sejam os  morais,os sociais,os religiosos,e  os econômicos,dentre tantos  outros.

Na  verdade ,parece que a esquerda mandou editar um dicionário próprio,dando essa pervertida conotação político-ideológica ao que entende por  “progressismo”.

Em nenhum dicionário do mundo, de qualquer especialidade, ciência, ou língua, se encontrará a palavra “progressista” no sentido que lhe emprestam   os adeptos das diversas  ideologias de esquerda.

Ora, nos dicionários “normais”, o “progressismo” significa simplesmente “progresso”,“evoluído”,”crescente”,”florescente”,”próspero”,”desenvolvido”,”adiantado” , “avançado”,ou “moderno”.

Então  lanço  um desafio a esses predadores e mentirosos da política mundial para que me indiquem um só país,um só,em todo o mundo,que tenha adotado o tal  “progressismo” ,no sentido político-ideológico  dessa expressão, e  conseguido mediante esse engodo  proporcionar ao seu povo  algum progresso,evolução,prosperidade,desenvolvimento,avanço, ou modernismo,considerando,evidentemente,  o sentido literal dessa expressão contido nos dicionários tradicionais.

Não teria acontecido exatamente o inverso  dessa pregação ideológica mentirosa  com os povos dos   países que caíram nessa  armadilha do “progressismo” ? No lugar dos propalados “progresso”, ”evolução”, ”prosperidade”, ”desenvolvimento”, ”modernismo”, o que se vê na realidade não passa de “atrasismo”,”semi-escravidão “,”fome”, ”violência política e policial”, ausência quase total de “liberdade”.

Algum  país “progressista”,porventura, pode ser considerado “desenvolvido”,desde  o momento em que nenhum deles têm bom desenvolvimento econômico e social caminhando numa justa medida?

Como pode a República Popular da China possuir reservas financeiras suficientes para comprar  mais de metade do mundo, agora “adubado” pelo novo coronavírus,que “eles” criaram e espalharam pelo mundo, ao mesmo tempo em que grande parte do seu povo passa  necessidades primárias de sobrevivência,inclusive fome, e total falta liberdade?

Coreia do Norte, Venezuela e Cuba, por exemplo, dentre  outros, países que adotaram o tal “progressismo”, poderiam  “inspirar” os povos  de outros  países ainda livres dessa maldição a fazer o mesmo?

É isso que esses “cretinos” querem empurrar “goela-abaixo” do já sofrido povo brasileiro?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

domingo, 27 de setembro de 2020

Lambuja


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

A grande mídia amestrada internacional não se conforma com a eleição e o sucesso do governo Bolsonaro.

Ataca-o, sem escrúpulos, dia e noite.

Torcem, descaradamente, pela morte ou derrota de Trump.

Na Argentina não é diferente. Ver a retomada rumo ao progresso de seu vizinho “Muy amigo” (o Brasil) causa inveja e/ou ciúmes ao cleptogoverno daquele país.

Por ingenuidade ou desespero, o povo elegeu aqueles que saquearam e venderam o seu país.

A base chinesa na Patagônia será extirpada caso Trump se reeleja.

Se isso não ocorrer, o Brasil terá que fazer um esforço hercúleo para ter duzentos ou mais Gripens aptos para o combate em pouco tempo; além de concluir nosso submarino atômico ( e talvez um segundo).

Por terra é impossível para os chineses invadir o Brasil.

Tentarão nos solapar através de traidores da Pátria que já venderam sua alma ao Diabo e agora vendem terras e empresas.

O tiranete cor-de-rosa de São Paulo será escorraçado, cedo ou tarde.

Livres de urubus, retirados de cena ou presos num eventual despertar de nossas gloriosas Forças Armadas e com o cão egresso expurgado de idiotas e/ou ladrões, nosso futuro será brilhante.

Pela ordem de destilação de veneno contra o Brasil estão os platinos La Nación, Clarín, El País e Perfil.




Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Bolsonaro vira “Judas de sábado de Aleluia” para a militância ambientalista

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por J. R. Guzzo

Presidente Jair Bolsonaro é alvo de ambientalistas radicais por causa da política ambiental de seu governo. O Brasil não tem nenhum problema de verdade com a Amazônia, o Pantanal e o restante das regiões de vegetação nativa que cobrem uma extensão tão grande do território nacional. É o exato contrário. Os agricultores brasileiros podem dar lições ao resto do mundo em matéria de preservação do ambiente em que trabalham e produzem.

O Exército Brasileiro é um exemplo de competência, eficácia e empenho na defesa da floresta amazônica – sem ele, a região já teria virado há muito tempo um amontoado de enclaves tão sem lei como as favelas do Rio de Janeiro – entregues ao tráfico de drogas, à mineração clandestina, ao corte ilegal de madeira e outras desgraças. Todo cidadão que já saiu um dia do seu asfalto natal sabe que as leis brasileiras estão entre as mais rigorosas do mundo no controle das alterações que afetam a natureza.

O que o Brasil tem – mas, aí, tem que não acaba mais – é um problema na sua imagem internacional em matéria de ecologia. O nome deste problema é Jair Bolsonaro.

O problema não é que o presidente viva tocando fogo na Amazônia ou no Pantanal, caçando onça ou garimpando diamante – nunca fez nada disso, nem deixa fazer, mas é Bolsonaro, e sendo quem é, sempre servirá de judas de sábado de aleluia para a militância ambientalista do mundo inteiro. Pode passar o resto da vida plantando uma árvore por dia; não vai adiantar nada.

As ONGs, os partidos verdes, as universidades de país rico, a mídia internacional, etc, etc, querem usar Bolsonaro como uma bandeira para as suas causas, ou para defesa dos seus interesses. Não vão mudar de ideia só por estarem dizendo uma mentira. Na verdade, acharam no presidente do Brasil uma figura ideal, que junta a sua fome com a sua vontade de comer.

Querem guerrear contra Bolsonaro porque ele é de direita – e aí clamam pelo santo nome das florestas para turbinar a sua ação política. Querem manter viva a pregação ecológica, com boas ou más intenções – e aí se servem da imagem direitista do presidente para construir uma espécie de Coringa pró-destruição do planeta. Sempre é uma mão-na-roda ter um satanás para promover o evangelho.

Não há milagre capaz de resolver este tipo de situação. Mas sempre existe o recurso de combater a mentira com a divulgação sistemática da verdade. Basta, para isso, agir com inteligência, profissionalismo e perseverança – além de trabalho duro, é claro. Não vai convencer quem não quer ser convencido. Mas com certeza ajudará a mostrar a realidade para milhões de pessoas, em todo o mundo, que estão dispostas a ouvir a razão.

O problema é que não passa pela cabeça do governo brasileiro fazer nada remotamente parecido com esse esforço. A atitude oficial é sair para a briga de rua, xingar a mãe e gritar pátria amada Brasil. Resumo da ópera: vai continuar como está, com viés de piora.

O jornalista José Roberto Guzzo (J. R. Guzzo) dispensa apresentações. Publicado originalmente na Gazeta do Povo.

sábado, 26 de setembro de 2020

Enfim, começa a renovação suprema


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Que venham as datas festivas. Dia 12 de outubro é Dia da Criança. Também é feriado nacional, Dia de Nossa Senhora de Aparecida - padroeira do Brasil. Dia 13 o País terá muito a comemorar. Agenda marcada para o começo da renovação do Supremo Tribunal Federal. O decano Celso de Mello antecipou, em um mês, a aposentadoria.

O Presidente Jair Bolsonaro já pode oficializar a indicação do substituto. É a chance de colocar no STF alguém “terrivelmente evangélico”. O nome terá de ser sabatinado e aprovado (ou não) pelo Senado. Dificilmente será reprovado. Até porque já se sabe que, se não houver zebra, a vaga é de André Mendonça – atual ministro da Justiça. Ele é articuladíssimo com os 11 do Supremo.

Até prova em contrário, é conservador declarado. Em tese, vamos aguardar a  vida prática, ele será um contraponto ao “progressismo” hegemônico na suprema corte constitucional brasileira. A renovação é fundamental para o futuro da sonhada democracia. O movimento conservador que elegeu Bolsonaro – não se tem certeza se foi uma onda, uma marola ou uma tendência efetiva – precisa ser debatido e testado.

O próximo a ser substituído por aposentadoria, no ano de 2021, é o ministro Marco Aurélio de Mello. Celso foi indicado por José Sarney. Marco foi levado ao empregão supremo por seu primo Fernando Collor de Mello. Curiosamente, os ventos já sopram diferentemente no STF. Nas últimas manifestações e votações, Marco Aurélio tem sido crítico do comportamento da maioria de seus colegas.

Não chega a ser “fogo no parquinho” (como se diz no Big Brother Brasil), mas já é um fio de esperança em relação da mudanças è vista. Mas, com certeza, a nova escalação do STF vai permitir que se amplie as discussões em uma corte dominada por indicados por Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff – todos presidentes esquerdistas.

Só é recomendável não esperar mudanças radicais com André Mendonça no STF. Ele é bem low profile. Não vai para embate. Vem para composição. Só que com contrapontos naturalmente conservadores. Mendonça é o líder do grupo de Brasília – que divide o governo Bolsonaro com o grupo dos Generais. O pau come nas fofocas de bastidores. Mas, para o público externo, encena-se uma paz “falseane”. André Mendonça só não vai agora para o STF se a guerra muda de poder no Palácio do Planalto estiver fora de controle.

O bacana é que Celso de Mello está de saideira. Poderá curtir a namorada e cuidar da saúde, sem as pressões emocionais causadas pelas pressões naturais do emprego quase vitalício. Que a retirada da toga lhe seja leve!




Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Setembro de 2020.