sábado, 26 de setembro de 2020

Enfim, começa a renovação suprema


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Que venham as datas festivas. Dia 12 de outubro é Dia da Criança. Também é feriado nacional, Dia de Nossa Senhora de Aparecida - padroeira do Brasil. Dia 13 o País terá muito a comemorar. Agenda marcada para o começo da renovação do Supremo Tribunal Federal. O decano Celso de Mello antecipou, em um mês, a aposentadoria.

O Presidente Jair Bolsonaro já pode oficializar a indicação do substituto. É a chance de colocar no STF alguém “terrivelmente evangélico”. O nome terá de ser sabatinado e aprovado (ou não) pelo Senado. Dificilmente será reprovado. Até porque já se sabe que, se não houver zebra, a vaga é de André Mendonça – atual ministro da Justiça. Ele é articuladíssimo com os 11 do Supremo.

Até prova em contrário, é conservador declarado. Em tese, vamos aguardar a  vida prática, ele será um contraponto ao “progressismo” hegemônico na suprema corte constitucional brasileira. A renovação é fundamental para o futuro da sonhada democracia. O movimento conservador que elegeu Bolsonaro – não se tem certeza se foi uma onda, uma marola ou uma tendência efetiva – precisa ser debatido e testado.

O próximo a ser substituído por aposentadoria, no ano de 2021, é o ministro Marco Aurélio de Mello. Celso foi indicado por José Sarney. Marco foi levado ao empregão supremo por seu primo Fernando Collor de Mello. Curiosamente, os ventos já sopram diferentemente no STF. Nas últimas manifestações e votações, Marco Aurélio tem sido crítico do comportamento da maioria de seus colegas.

Não chega a ser “fogo no parquinho” (como se diz no Big Brother Brasil), mas já é um fio de esperança em relação da mudanças è vista. Mas, com certeza, a nova escalação do STF vai permitir que se amplie as discussões em uma corte dominada por indicados por Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff – todos presidentes esquerdistas.

Só é recomendável não esperar mudanças radicais com André Mendonça no STF. Ele é bem low profile. Não vai para embate. Vem para composição. Só que com contrapontos naturalmente conservadores. Mendonça é o líder do grupo de Brasília – que divide o governo Bolsonaro com o grupo dos Generais. O pau come nas fofocas de bastidores. Mas, para o público externo, encena-se uma paz “falseane”. André Mendonça só não vai agora para o STF se a guerra muda de poder no Palácio do Planalto estiver fora de controle.

O bacana é que Celso de Mello está de saideira. Poderá curtir a namorada e cuidar da saúde, sem as pressões emocionais causadas pelas pressões naturais do emprego quase vitalício. Que a retirada da toga lhe seja leve!




Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Setembro de 2020.

Como o “Poderoso” cai


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Em todos os aspectos da vida humana, tudo é efêmero.

Se assim não fosse, uma família dominaria o mundo em cinco gerações.

No Brasil, as oligarquias nordestinas e sulistas dominam o país desde os tempos coloniais.

As novas tecnologias da informação, principalmente as redes sociais, estão destruindo centros de poder existentes há séculos.

Hoje em dia tudo se sabe e tudo se compartilha.

As desesperadas tentativas de censurar a internet são em vão.

Os Bill Portões, os Zucabekas e outros, em breve desaparecerão do cenário mundial.

O Poder os embriagou. O poder absoluto corrompe absolutamente.

Um argentino destrói, de maneira implacável, a maior e mais antiga multinacional do mundo: a Igreja Católica Apostólica Romana.

Se as profecias de São Malaquias estiverem certas, em breve chegará o dias do Juízo Final.

Os que sempre pautaram suas vidas sobre os preceitos romanos, nada têm a temer.

“Honeste vivere, alterum non laedere, cuique suum tribuere “.

Lembremo-nos do singelo ditado: “Um copo d'água, um pedaço de pão e nem sombra de leve mágoa tocará seu coração”.

 

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

O supremo dilema do Capimunismo Tupiniquim


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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A Petrobras precisará de aprovação do Congresso Nacional para vender suas refinarias. Esta é tendência do julgamento que será retomado no próximo dia 30 no Supremo Tribunal Federal. O STF já tinha decidido, no ano passado, que é necessário o aval legislativo para a venda de ativos de uma empresa-matriz.

Coisas do Capimunismo tupiniquim. Aqui temos a jabuticaba chamada “estatal”. São as empresas de economia mista. Controladas pela União, estados ou municípios. Os maiores fundos de pensão – detentores de participação acionária nas principais companhias públicas e privadas do País – são formados, majoritariamente, por empregados das “estatais”.

Novamente, temos a atividade econômica judicializada. Nosso regime “estatal” (de economia mista) alimenta um festival de insegurança jurídica. Dependendo das conveniências políticas e econômicas, a empresa opera conforme as regras da administração pública ou alega que é uma companhia aberta – que não deveria ser obrigada a seguir o  regramento excessivo da burocracia estatal.

O negócio é uma bagunça. As decisões são tomadas ao puro sabor das conveniências. O estatuto da Petrobras, por exemplo, define que suas pendengas jurídicas devem ser resolvidas na Câmara de Arbitragem da Bolsa de Valores (B3). Só que quando a decisão é desfavorável à empresa, a petrolífera rasga o estatuto e apela ao tapetão do Judiciário.

No show de roubalheiras do Petrolão, a empresa posa de “vítima”. A turma da Lava Jato reforçou esta “tese” questionável. Contraditoriamente, a “estatal de economia mista” indenizou investidores estrangeiros que a processaram no Tribunal de Nova York. A petrolífera se recusa a fazer o mesmo com os acionistas “minorotários” no mercado brasileiro. As brigas estão em arbitragens que demoram a chegar a um resultado final.

Uma hora a embromação vai se resolver. Da mesma forma que o debate econômico e político. O Presidente Jair Bolsonaro foi eleito com a promessa de realizar privatizações. A metade do governo vem chegando, e pouca coisa acontece em termos de desestatização. Bolsonaro reluta em mexer nas maiores estatais. Sua única bronca é com os Correios – que desperta o interesse da turma da Magalu, do Grupo Silvio Santos e das Americanas.

Assim, vamos que não vamos no Brasil Capimunista. E, semana que vem, assistiremos a mais um espetáculo de demagogia no julgamento do STF. Depois, perguntam por que investidores fogem daqui ou querem distância do tacanho mercado brasileiro.

Ah, faltam três meses para o Natal.


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 25 de Setembro de 2020.

O risco para o futuro da Bolsa de Valores


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Nossa Bolsa de Valores está muito aquém da grandeza da economia do Brasil. Poucas empresas listadas; o órgão regulador mal situado numa cidade perigosa que nem mais bolsa tem; escolha de seus dirigentes mais por influência política que por capacidade técnica.

Autorizar Assembleias Gerais de acionista apenas por internet, parece contrariar o dispositivo constitucional de que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo a não ser em virtude de Lei.

Por exemplo, um pequeno acionista individual (pessoa física) NÃO é obrigado a ter um computador e, portanto, estará alijado de comparecer à reunião virtual.

Mas o maior risco será quando a geração gramscizada chegar à alta administração das companhias abertas.

Vemos o presente caso de uma empresa discriminar candidatos a “traine” pela cor da pele.

Por coincidência, sua acionista controladora era (é ?) amiga da Anta fronteiriça.

O “aparelhamento” das empresas começou pelos setores de Recursos Humanos, que só contratam militantes de esquerda, “politicamente corretos, idiotas ou debiloides.

O cleptopartido político espera minar por dentro as elites empresariais do país para implantar a ditadura do proletariado.

Atônitos, políticos e urubus, viram a eleição de Bolsonaro como um duro revés que não conseguiram evitar nem com as urnas “batizadas”.

Surpresos estamos nós com a inação da Forças Armadas.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Pandemia e reação


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Renato Sant’Ana

O que apresentar primeiro: a coisa boa ou a ruim? Comecemos por aquela que é de todo negativa. Depois se vê o que tirar de bom.

No Rio Grande do Sul, em seis meses de pandemia, morreram sete empresas por hora, totalizando 30 mil - dados da Junta Comercial.

Inclusive hotéis e restaurantes tradicionais, Mas, em maioria, fecharam empreendimentos modestos - de comércio e prestação de serviço.

Quem faliu é gente que tem iniciativa, que arrisca tudo, gera emprego, impulsiona a economia e garante a subsistência da vida.

São sonhos que se apagaram, empregos que desapareceram, vidas que murcharam: a economia encolheu e cresceu uma onda de incerteza e temor.

Quem terá feito empatia (palavra da moda) com tais vítimas da pandemia?

Políticos de conhecida coloração ideológica, além da mídia e da casta acadêmica, entre outros, parecem contentes com o desastre.

Assim no RS como no Brasil inteiro, o que se vê é uma verdadeira cruzada para disseminar o pânico e matar a esperança.

Não há dúvidas de que é dramática a situação, com um vírus que ainda não tem controle. Mas o pior é haver quem queira tirar proveito da crise.

Foram aproveitadores que cunharam um falso dilema, um embuste cognitivo para enganar as pessoas: defender a economia ou defender a vida?

Acaso a vida pode subsistir sem a economia? Onde está o dilema?

Embora amem ter patrimônio, esses arautos do pânico diabolizam o capital, odeiam empresas, misturam alhos com bugalhos e tratam o dono da padaria e o especulador George Soros como se fossem a mesma coisa.

Faltou, do governo estadual e da Assembleia Legislativa, uma palavra de encorajamento e solidariedade para os empreendedores que faliram.

O que sobrou, por todo lado, foi performance salvacionista com a repetição do mantra "fique em casa", como se isso, que é indispensável para vulneráveis, encerrasse a solução cabal no enfrentamento da crise.

A pandemia desmascarou o egoísmo e a inclinação oportunista de muitos e mostrou o quanto e como a população pode ser manipulada.

Mas nem tudo está perdido. O Brasil não vai acabar. Logo entraremos numa fase de recuperação. E serão os empreendedores, hoje subestimados, que vão impulsionar a revitalização da economia.

Além disso, é positivo que, dentro de alguns dias, haja eleições municipais. Ou alguém dirá que uma tal chance de renovação é inútil?

Sem a política, o que resta é abuso de poder. Quanto menos gente interessada em política houver, mais cômodo será para os oportunistas, ao passo que mais gente interessada tende a reduzir abusos.

E não há como ficar de fora: os que dão as costas à política, encenando superioridade moral, acabam sendo úteis ao parasitismo espertalhão.

Ora, estar o ar poluído nunca foi motivo para se desistir de respirar. Por que é que alguém, senão por preguiça e mediocridade, usaria a escusa de estar a política dominada por espertalhões para dela desistir?

O que faz uma sociedade melhor ou pior é a qualidade das suas instituições. E a questão é "como melhorar as nossas instituições?". É precisamente para essa tarefa que elegemos os nossos representantes.

Sejamos, pois, adultos e, abandonando ilusões juvenis, comecemos por aprimorar nosso critério de escolha para reduzir a margem de erro na eleição daqueles que, em nosso nome, vão gerenciar o futuro da cidade.

Pensemos  com generosidade que é aí, na política municipal, que serão forjados os líderes que conduzirão o país futuramente.

E a saída é distinguir entre quem valoriza o trabalho e quem bajula o trabalhador para, dele, tirar proveito. Entre quem quer instituições abertas e transparentes e quem só as quer úteis a seu projeto de poder.

Tudo começa pelo município. As eleições de 2020  marcam o início da recuperação: vamos melhorar o país, principiando por arrumar a cidade.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail sentinela.rs@uol.com.br

Quando o ódio político supera o amor a Pátria


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Percival Puggina

Se havia algo sabido e consabido eram as críticas da imprensa brasileira ao discurso que Bolsonaro faria à Assembleia Geral da ONU no último dia 22. Assim como numa partitura, as claves servem para identificar as notas, que devem ser lidas conforme a clave indique, assim também, na grande imprensa militante brasileira, todos os fatos sobre a presidência e o governo da República devem ser produzidos em clave depreciativa. A clave orienta a orquestra.

 Não deu outra. Nenhum mérito, nenhuma afirmação necessária, nenhuma atitude correta, nenhuma verdade identificada, nenhum serviço prestado ao país foi percebido na fala presidencial, malgrado haver nela méritos, afirmações necessárias, atitudes adequadas e verdades proferidas. Em outras palavras, estamos diante de um daqueles casos em que cabe indagar, como indagou alguém: “Você prefere crer no que seus olhos veem e seus ouvidos ouvem, ou no que eu estou lhe dizendo?”.

Como afirmei acima, no mundo das estratégias, era conhecida a clave dos comentários que se seguiriam ao discurso. Todo radicalismo é soberbo e a soberba emburrece. Há que respeitar até esse direito. No entanto, certos excessos não deveriam ser sancionados pelo silêncio da opinião pública. Desde que a esquerda perdeu o poder, tanto o presidente quanto o Brasil estão sob ataque político interno e externo. Os “companheiros” não sabem perder. É incômodo, injusto, mas inevitável que com a chegada de Bolsonaro ao poder, questões correntes e recorrentes no cotidiano nacional tenham ganhado enorme repercussão externa. Com a derrota petista em 2018, toda a fumaça das queimadas, que não ia à conta de ninguém, passou ser soprada para o Palácio do Planalto.

Quem é brasileiro e está acordado sabe que as queimadas são praticadas há séculos, mas só ganharam destaque quando conservadores e liberais venceram a eleição presidencial. Quem é brasileiro e está acordado sabe que o Brasil não se abraçou com o fascismo na eleição de 2018; o que aconteceu naquele pleito foi o inverso: o Brasil se divorciou do comunismo e de suas lucrativas organizações criminosas tão ricas de dinheiro público como para financiar as parceiras do Foro de São Paulo. Quem é brasileiro e está acordado sabe que não há clima nas Forças Armadas para golpe militar; sabe, também, que o golpismo real deita raízes nos outros dois poderes, nas articulações da esquerda e da mídia militante que não reconhecem derrotas, nem direitos aos adversários.

Não se conceda tolerância, porém, ao ataque econômico. O Brasil e os brasileiros têm sido vítimas de investidas de outras nações, com visível e já notória discriminação de nossos turistas desenhando uma situação de extrema gravidade. A excelência do agronegócio brasileiro sempre enfrentou animosidade dos dispendiosos agricultores europeus. A Amazônia sempre suscitou a cobiça internacional.

Assim, a mídia militante brasileira comete inominável excesso quando, em meio a infundadas depreciações ao discurso do presidente, reverbera as críticas de ambientalistas europeus. Chegaram estes ao cúmulo de afirmar e os companheiros daqui a reproduzir que o discurso “dá a trilha sonora” à saída de investidores internacionais e ao cancelamento de acordos comerciais com países parceiros. Não importam os danos colaterais sobre a nação, contanto que o alvo seja atingido! Silenciam perante ameaças ao próprio país! Somam-se aos que o atacam!

Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras e Cidadão de Porto Alegre, é arquiteto, empresário e escritor.

As Seiscentas e cinco pragas


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Aileda de Mattos Oliveira

Um desperdício de dinheiro para sustentar tantas inutilidades. Agem, em sinergia, todo o tempo, o tempo todo, para destruírem o Brasil e o seu povo, por meio de ações nefastas, em tentativas contínuas de impedi-los de crescer, de se desenvolver. O que importa para essas miseráveis pragas são o ouro e o poder.

Sim, miseráveis pragas! Façam as contas: 11, no STF; 513, na Câmara Federal; 81 no Senado. Resultado: 605 pragas. Sem incluir nesta soma os governadores e prefeitos da mesma espécie.

Não importa se há fiapos de exceção, pois se não aparecem em público, se não se mostram contrários e veementes às contínuas tentativas de destruição do país pelas infames aberrações dos Onze, é porque, então, são coniventes, e, portanto, cúmplices.

Por que a parte consciente do povo parou de protestar? O rugido de um ínfimo Supremo o assustou? As caras amarrotadas e maquiavélicas de seus membros fizeram-no empalidecer? Será que o povo ainda não entendeu que tem uma força descomunal que precisa ser posta em execução? Essas pragas são nossos empregados, nossos serviçais, caros demais para o nosso bolso, sendo assim, cabe-nos exigir deles o que desejamos, reduzirmos o que pagamos a eles, de acordo com o que quase nada produzem, ou fazê-los sair de onde estão.

O que não pode, é continuar a empáfia de indivíduos inescrupulosos dizerem o que temos que fazer, comandar as nossas vidas, como se fôssemos seus títeres. Não podemos aceitar que a inversão de valores da esquerda se perpetue por meio das determinações desses grotescos indivíduos, dentro de um governo que deseja trabalhar em favor dos valores tradicionais, do país e de sua população.

Somos nós, o povo, que temos que escolher o que desejamos, portanto, não podemos ficar alimentando essa hipocrisia de máscaras na cara, por tempo indeterminado e, para isso, temos que retirar, publicamente, as máscaras da hipocrisia política desses roteiristas que desejam um enredo de misérias para o Brasil.

Foram os 605, vendidos à corrupção, os protagonistas do filme de terror, no qual 100.000 pessoas foram levadas pelo Covid 19. Onze executores da ordem e da pena de morte, apoiados pelos demais 594. Extravasando de suas funções, determinaram o impedimento de o Presidente Bolsonaro agir contra a doença que já se agravava. Bolsonaro avisara em fevereiro, antes do carnaval, que os governadores e prefeitos deveriam tomar cuidado com a disseminação do mal.

Mas, os euros e dólares dos gringos que desceram, em massa, dos transatlânticos (25.000, num só dia), fizeram os olhos do ambicioso governador carioca (agora, afastado) e do prefeito saltarem das órbitas. São mais de 605 genocidas. São mais de 605 pragas. Não foi somente o coronavírus o responsável letal, há mais de 605 vírus que acabaram com a vida de tantos brasileiros, e que ainda estão em plena fase de destruição.

Precisamos de uma vacina brasileiríssima (esta, somente o povo pode aplicar) para acabar com as pragas que infestam o país! As vacinas russa, chinesa e de qualquer outra de origem comunista ficam, especialmente, reservadas àqueles que se ajoelharam, se venderam e pediram a bênção aos dirigentes desses países.

Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da Academia Brasileira de Defesa (ABD); Membro do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (CEBRES) e Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB), Articulista do Jornal Inconfidência.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Kung Flu também goleia o Flamengo


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Goleadas são vergonhosas. O Brasil apenas fingiu que aprendeu a lição após os 7 a 1 que a seleção canarinho sofreu da Alemanha, na Copa de 2014. Ontem, o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, sofreu sua segunda derrota por 69 a zero na Assembléia Legislativa. A outra aconteceu quando se votou a admissibilidade do processo – que o VAR do STF chegou a interromper. Agora, é pule de 10 o impeachment do detrator do Bolsonaro e do Picapau.

Falemos de Copa Libertadores. A competição nunca foi moleza. Mas o Flamengo jamais poderia esperar que viajasse ao Equador para tomar um chocolate vergonhoso de 5 a 0 para o Del Valle, vencer um jogo duríssimo contra o Barcelona e sofrer uma impensável goleada para a Covid-19: nada menos que 26 jogadores e membros da comissão técnica “infectados” pelo Kung Flu. Até o presidente Rodolfo Landim entrou pelo cano.

O gestor de risco falhou? Pode ter certeza que sim. O Equador foi um dos países mais atingidos pela doença. Tudo indica que o Corona de lá veio da Espanha – uma das versões ou transmutações mais virulentas do Kung Flu. As autoridades equatorianas nem queriam retornar com o futebol. Certamente, houve pressões espúrias. Políticas e financeiras. Extrafutebolísticas. Tipo aquela das malas cheias. O Mengão perdeu para o Covidão. Tomara que a doença não cause maiores danos entre os rubro-negros que testaram “positivo”. Haja “cloroquina”.

Não houve efeitos colaterais adversos graves, mas ainda não se tem prova da eficácia da vacina chinesa. Xing Han, representante do laboratório coronavac, deu entrevista ontem no show diário do governador-marketeiro João Dória. O “fumanchu” disse que tomou a vacina duas vezes, e que não teve nenhum problema. O remédio chinês só será usado no Brasil, assim que a Anvisa definir que é seguro e funciona. Provavelmente, tomar a vacina será obrigatório na República Ditatorial de Bruzundanga.

Não é recomendável dar bobeira para a praga do vírus – que é tão letal quanto o comunismo. O bicho faz estrago, se você demora a perceber que ele te infectou. Estamos falando do Kung Flu ou do regime do Mao (perdão, do Mal)? Não faz diferença... Não há vacina segura para as duas desgraças da humanidade. A do coroninha juram que está chegando, até porque vai render bons lucros para os laboratórios farmacêuticos capitalistas e comunistas. 

A Luta continua, companheiros. O vírus que veio da China segue à espreita. Alguma vacina vem aí. Talvez demore um pouco para chegar aquela que realmente detone o coroninha. Enquanto isso, a gente segue na caça ao Lobo-Guará. Ah se o dinheiro contaminasse nosso bolso e se multiplicasse com a velocidade de um coronavírus... Juro que pagaria uma cachaça Middas para o camarada Xi Jinping...



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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 24 de Setembro de 2020.

Nunca “DANTE” na História deste País...


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Talvez seja a mulher mais inteligente e com o melhor senso de humor que encontrei nas redes sociais, que represente a desinformação das pessoas de bem nas classes média-alta e alta.

Ao insinuar que talvez vote no mata rato, deu provas claras de sua ingenuidade.

Não se lembra (ou não sabe) da história envolvendo o roedor e o ratão seu pai, num assunto nebuloso em tempos colegiais.

Amiguinho do vampiro, emprestou-lhe uma casa na rua Argentina à época de sua separação da chilena.

Além disso, foi nomeado por efecagácê para morar no palácio D. Pamphilj na cidade do papacapim.

Nada se disse acerca de ter batido com o rabo na cerca !

Que o povo de São Paulo não perca esta oportunidade de revelar a verdade sobre o oriundo de Castellabate.

Sua epopeia é digna de um vate. Escrita em prosa a leitura seria tediosa.

Na próxima eleição, teremos, de novo, que votar no menos pior.

Não tenho palpite, muito embora, de raiva, meu coração palpite.

Bons tempos em que um “cãodidato” , dizia sem nenhum pudor: “.osta por .osta, vote no Pedro Geraldo Costa !”

A escola era risonha e franca. “Otoridade” tinha carro de chapa branca. As demais eram laranja, para quem de história nada “manja”.

Em tempos de urubu, cada um cuide do seu.






Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Os ecocanhalhas pagam mico


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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O falso otimismo, quase sempre, distorce a análise correta da realidade. Um exemplo fresquinho: o Flamengo venceu o Barcelona!!! Bacana, ganhar é bom demais... Só que foi o Barcelona de Guaiaquil... Time mediano, porém forte na disputa do Campeonato do Equador. Jogando com preparo físico deficiente, o Mengão dificilmente venceria o excelente time espanhol no qual joga o Messi. O recente triunfo na Libertadores – com metade do time desfalcado por Kung Flu - foi milagroso.

Pior que o otimismo inocente é a análise canalha. O Presidente Jair Bolsonaro, novamente, foi vítima dela. A extrema mídia e o ambientalismo estelionatário, previsivelmente, meteram o pau no discurso brasileiro na abertura da sessão anual da Organização das Nações Unidas. Bolsonaro apenas falou o que tinha de ser dito. Apesar da sabotagem midiática, do terrorismo ecochato e da incompetência da máquina estatal, o Brasil é um dos países que mais preserva o meio ambiente.

A Amazônia brasileira é nossa (perdão pela redundância). Só precisamos cuidar da região e de seus diferentes biomas com mais competência, presença humana e do Estado. A Amazônia tem de ser conservada (explorada economicamente de forma racional, inteligente, para que se desenvolva respeitando sua biodiversidade e riquezas). Felizmente, essa missão de definir estratégias para cuidar corretamente da Amazônia está a cargo do vice-Presidente Antônio Hamilton Mourão – um gestor organizado e que conhece a realidade amazônica.

Vamos avançar, apesar da oposição burra que cada vez tem menos influência. A economia volta a andar, depois do pandemônio. A briga segue animada.


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 23 de Setembro de 2020.

RESCALDO


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Há um ditado que diz: “Um general além de competência, precisa ter sorte”

O nosso querido Mito reúne essas qualidades. Visitou um estado onde havia queimadas e levou a chuva junto.

Em seguida, abriu a Assembléia Geral da ONU e “botou fogo no parquinho !” Disse tudo o que precisava ser dito.

Em breve, de volta ao Brasil, verá que seus esforços não têm sido em vão.

Os traidores e inimigos da Pátria é que vão !. Para PQParis (ou quase isso).

O bocamolóide, traidor número um, tentou imitar um rei de pijama de um paiseco de conto de fadas (ou quase isso também !).

A Divina Providência, em breve, calará definitivamente a boca do gagá.

“Incêndio” há na terra do papachiclete de chinês. Desastre.

De que serve a pletora de “deuses”, semi-deuses e torquemadas se após dois anos ainda não descobriram o(s) mandante(s) do atentado contra a vida de Bolsonaro?

Não adianta chorar para o bispo; Adélio, de Roma ou de otros lugares mais mixos.

A situação atual da Igreja Católica Apostólica Romana é definida por palavras inglesas: “Non meaningful “.

Após mais de dois mil anos, seria Francisco o Pedro Romano de Malaquias ?





Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Carta a um jovem leitor


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Percival Puggina

O leitor me escreveu sem saber o que mais fazer. Ele tentara inutilmente entrar em contato com congressistas de São Paulo, onde é eleitor, e não obteve resposta às perguntas e conclamações que lhes fazia. E agora?

Escrevi ao moço que ele deveria denunciar publicamente o silêncio desses congressistas. Ao fazê-lo, cabia-lhe qualificar tal conduta como de fato é: covarde, autoritária, desrespeitosa. Que ele deveria expor tudo que ela revela sobre quem se esconde e se omite em dar satisfações a seus eleitores ou aos cidadãos de seu estado. Disse-lhe que tais tipos só vivem e sobrevivem no subterrâneo da política, desde que seus movimentos e suas ações não sejam conhecidos e trazidos à luz. Mostrei-lhe a importância de abordar esse assunto nas redes sociais e mediante mensagens aos meios locais de comunicação. Aqui, dou continuidade àquela carta.

Ela me trouxe a uma passagem do livro Democracia Totalitária. À página 96, o querido, sábio e saudoso amigo, professor Giusti Tavares, doutor em Ciência Política, escreveu: “Partidos e homens públicos têm a responsabilidade de publicar não só suas concepções e estratégias políticas, mas as revisões e mudanças que quanto àquelas tenham feito”.

Em Porto Alegre, onde escrevo, a candidata do PCdoB à prefeitura, em aliança que tem o PT como vice, simplesmente faz tábula rasa, dos símbolos e cores partidárias. Com a proximidade do período eleitoral, o vermelho vira violeta. A foice e o martelo perdem protagonismo. Sem explicitar até que ponto isso representa uma ruptura com o dogmatismo inerente aos partidos comunistas, a candidata afronta uma regra de transparência e exemplifica o inverso da situação preconizada pelo professor Giusti Tavares.

Em qualquer campanha eleitoral, o eleitor deveria escanear (se possível fosse) o cérebro dos candidatos. Deveria prestar muito mais atenção a eles como pessoas, ao que eles pensam, e muito menos às eternas “propostas”, que podem ser buscadas num manual ou num catálogo e valem muito menos do que parecem nos comerciais de rádio e TV.

Refiro-me, é óbvio, à sua visão de mundo, de pessoa humana, de sociedade, de Estado, de democracia, de história. Na vida pública, adquirem especial relevo valores e princípios, ou seja, o compromisso com o bem e as normas que subordinam seu comportamento.

A decepção do eleitor é muito mais frequente com os caramujos que se escondem e com os que adotam o mimetismo dos animais, tomando as cores do ambiente onde se camuflam para capturar presas, digo, eleitores. Mas isto é assunto para outro artigo.

Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras e Cidadão de Porto Alegre, é arquiteto, empresário e escritor.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Primavera Pandemônica será Inverno do Inferno?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Primavera, 2020. Esquisita igual ao ano pandemônico. Chegou com frio, imitando o que seria um inverno normal. Mais uma prova de que seguimos na anormalidade. Tempos estranhos, nos quais testar positivo é negativo. O Kung Flu dá mostras de que já atingiu o efeito manada. Uma “tese” indica que 80% das pessoas já foram atingidas de forma assintomática. Será? Melhor não pagar para ver. Mas a vida precisa retomar seu ritmo, mesmo com a morte demasiadamente à espreita.

A economia foi duramente impactada pelo jeito equivocado com que os “gestores” públicos, políticos profissionais, trataram o momento de expansão da maldita doença. Os irresponsáveis lockdown levaram empresas à falência, dizimando uma infinidade de empregos diretos e indiretos. Forçados a ficar em casa, trabalhadores, empreendedores e desempregados experimentaram o desastre nas finanças familiares. Sem falar no distanciamento forçado, cujos efeitos psicológicos tenebrosos ainda serão sentidos por muito tempo. Pior de tudo: o Covidão matou muita gente.

As coisas vão melhorar? É recomendável ter sempre esperança de que vai. Só que a realidade pega pesado. Quem é “farialimer”, rentista-raiz, mesmo em tempo de juros baixos, segue no viciante ritmo habitual, inclusive trabalhando até menos. Os endinheirados agora atuam no regime de férias-office, controlando o ganha-ganha de grana longe dos escritórios. Seus subordinados operam no home-office – modalidade escravizante pós-moderna. Os mais azarados, sem emprego certo, seguem na ilusão de que são heróicos caçadores do lobo-guará.

Para os durangos-kids, que tentam sobreviver honestamente, dura foi a notícia de que uma Força-Tarefa do Tesouro dos EUA identificou US$ 2 trilhões em transferências suspeitas de dinheiro, entre 1999 e 2017, no mercado bancário mundial. Grande parte dessa grana é dinheiro “roubado” no tempo em que a corrupção comeu mais solta no Brasil, na Era Petralha. Outra fatia gigantesca vem de atividades criminosas, como o lucrativo tráfico de drogas.

O consolo é que grande parte do dinheiro “lavadinho” retorna ao Brasil em supostos “investimentos”. Boa parte financia incorporações imobiliárias, o que gera até emprego na construção civil, só que fomenta a especulação imobiliária, aumentando absurdamente os preços dos imóveis e encarecendo aluguéis.

Nesse embalo começa a Primavera Pandemônica. Os rentistas seguem com a cabeça em outro planeta. E a maioria de nós, caçadores de lobos-guará, persistimos atrás do dinheiro perdido – e que talvez nem consigamos ganhar. E tudo sob o clima de medo gerado pela engenharia social que se aproveitou da tragédia do covidão para facilitar o controle dos carneirinhos.

Releia o artigo: A Reforma Política puxaria as outras      

 





Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 22 de Setembro de 2020.

Espremendo o Dentifrício


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

O que vocês esperam que saia do orifício do estropício ?

De tal bocó só tivemos malefício. Que lhe aflija tremendo panarício.

Nem mesmo é patrício ! Pé de chinelo ou pé de chileno ?

Contrariado, faz biquinho e desmaia.

Só é querido pelos da mesma laia.

Não vemos a hora em que do trono saia !

Vestido de linho, arminho ou cambraia, roda a baiana e levanta a saia.

De que Lei tão importante entende o cachaço ?

Foi mau aluno ou foi c. de aço ?

Sua gestão tem sido antológica.

Adubaremos sua árvore genealógica !

Que volte ao rio de nojeira onde qualquer debilóide ganha concurso de grande hemorróide.

Não foi a última (nem a primeira) federal besteira.

A nave vai ! Não sei se volta, porque nas ruas há grande revolta.

Bom partido ? É só intriga ! Ou sua amada é a pepapiga ?

Intelectual do ânus; político de uma figa.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.