quinta-feira, 17 de setembro de 2020

AÇORES E “ACEÇORES”


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Nosso querido Mito parece estar aflito.

Muito mal assessorado como tenho à náusea, dito.

Ainda não identifiquei o açor-mor (Accipiter gentilis)* Que é de rapina, não tenho dúvidas.

Segundo um antigo personagem humorístico na televisão brasileira, poderíamos dizer-lhe: “Pensaste mal; analisaste pior; aconselhaste péssimo!”

Acostumado a facadas, nosso amado Presidente tem feito patacoadas.

A falha principal, está na falta de opiniões de juristas brilhantes, uma vez que os palpiteiros atuais, nessa matéria são jejunos.

Até um bom médico veterinário ensina-lo-ia melhor como tratar urubus; malandros ou prestes a tomar nas rimas.

Presenciamos, ao vivo, a caricatura do elefante aterrorizado pelos ratos.

Bastaria que o primeiro mandatário do país tivesse dado voz de prisão em flagrante a quem tentou humilha-lo em abuso de autoridade.

C. mello ou K. mello?

Não passa de um dromedário de uma corcova a menos, aparentemente capturado pelo alemão Alze Mayer (ou quase isso !).

De resto, segue o baile em que os mais afoutos examinam os parceiros pelo método Braille.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.


*O açor, do latim acceptore, significando que voa rapidamente, é uma ave de rapina da família Accipitridae, distribuída por todas as regiões temperadas do hemisfério norte.

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