terça-feira, 1 de setembro de 2020

Preparando a vingança eleitoral


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Sem novidades... O Presidente Bolsonaro anuncia um novo valor do auxílio emergencial (R$ 300) que vale até dezembro. Também vai lançar as bases do programa Renda Brasil. Objetiva e pragmaticamente, o Governo Federal investe no que rende apoio popular e voto. Prematuramente, aposta-se em tudo para 2022. Nada de anormal.

Os problemas do Brasil continuam os mesmos. Um Estado montado para roubar e sugar a sociedade, e uma população que, culturalmente, se acostumou a ser “Estadodependente”. No meio disso, uma economia desorganizada pelo pandemônio, com aumentos de preços abusivos de vários produtos básicos, principalmente na alimentação. Sem novidades...

A retomada econômica acontece apesar dos governos. É uma necessidade dos agentes econômicos forçados ao lockdown durante o terror psicológico do Kung Flu. A fragilidade fiscal do Brasil é apontada como principal obstáculo a uma recuperação consistente. O câmbio é outra dúvida inquietante.

No meio de tudo, vem uma eleição municipal. O cidadão precisa dar o troco naqueles que jogaram contra os interesses da população e do País, desde quanto explodiu a crise do vírus chinês.  





Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 1º de Setembro de 2020.

8 comentários:

Anônimo disse...

O príncipe Luís Phillippe aparentemente seria a escolha tecnicamente qualificada, mas também o início da escalada para toda a família real retomar o poder. Seria um gasto imenso e definitivo acrescentado aos demais, porque viria como monarquia parlamentar. O rei emérito da Espanha mostrou que a corrupção não é hábito apenas de plebeus.

Anônimo disse...

...Enquanto isso, o Rodrigo Maia faz mais do mesmo.

Aqui:
https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto

Anônimo disse...

O "mito" e sua turma vivem numa país de fantasia, muito longe da realidade brasileira. Você tocou bem na ferida. Entra em um supermercado e percebe que apesar da inflação não existir, sua sacola é bem mais leve no final das compras apesar da sua carteira mandar o mesmo dinheiro embora. Parece que os pesquisadores não frequentam os supermercados para aumentar o índice da inflação.

Anônimo disse...

Ótimo artigo do Ipojuca Pontes, aqui:

https://www.heitordepaola.online/post/dossi%C3%AA-stf

Anônimo disse...

STF suspende investigação da Lava Jato contra ministro do TCU
Atual ministro do TCU é acusado de obstruir os trabalhos da CPMI da Petrobras.
Ganha um doce que acertar quais(dois) ministros STF-2ª turma votaram a favor.

Almanakut Notícias - São Paulo - Brasil disse...

VOTE 38!

SE ELE NÃO GANHAR, VOCÊ NÃO PERDE.

Roberto Gouvea disse...

Não é o povo que não sabe escolher, não é a fraude da urna eletrônica e sim o sistema eleitoral, criado para manter os políticos e seus respectivos partidos permanentemente no poder.

A atual legislação eleitoral, em decorrência do quociente eleitoral, possibilita que apenas 7% dos vereadores sejam eleitos pelo voto direto dos eleitores. O restante (93%), bem como os suplentes para os vereadores, são indicados pelos respectivos partidos sem qualquer participação dos eleitores, proporcionalmente aos votos recebidos por cada partido (votos de legenda).

Nesse contexto, ou elegemos um "Bolsonaro" em cada prefeitura ou levaríamos mais de 40 anos para renovar a câmara de vereadores em cada município. De qualquer forma uma tarefa árdua para todos nós conservadores e apoiadores do Presidente Bolsonaro.
(Roberto Gouvea)

Anônimo disse...

Dar o troco? Vai é levar outra tungada, pois que escolhe os candidatos sãos os caciques empoleirados no partidos e estes só escolhem bandidos, ou seja, quem está disposto a pagar propina altíssima pelo privilégio de ter o cargo. Só uma ruptura com uma assembleia constituinte originária poderia, em tese, acabar com essa farra, digo, farsa.