quarta-feira, 2 de setembro de 2020

SÊNECA


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Os urubus malandros confundem Sêneca com soneca.

Quando forem pegos haverá baton na cueca.

Do seu empinado nariz só tiram meleca.

Cedo ou tarde levarão a breca.

Sempre que um bosteja, outro defeca.

Farão, em breve, peregrinação a Meca.

Não mais conseguem segurar a peteca.

Território inexplorado sempre foi a biblioteca.

Gastam à tripa forra como donos fossem da Zecca.*

Um, por falta de humildade contra a religião peca.

Há o bigodudo e também o careca.

Outra por feiosa nunca usou a perereca.

Com um mau olhado até pepineira seca.

Mudando afinal a rima, não temem a felina.

Pois esta em seu conforto pensa estar em seguro porto.

Picharam no muro do Araçá: “covas nem morto”.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

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