terça-feira, 6 de outubro de 2020

Quem nasce para Tostão não chega a Vintém


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Admirador e apoiador que sou do excelentíssimo Sr. Presidente da República, Jair Bolsonaro, sinto-me no direito (e dever) de fazer críticas construtivas ao seu governo.

Sua excelência veio defender numa rede social a recente indicação à vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. Mostrou o tecnicismo processual que o indicado usou em benefício de um, à época, extraditando.

A manifestação bem poderia ter vindo acompanhada do curriculum vitae do escolhido e, também, de um desmentido sobre uma suposta reunião havida com urubus para a escolha de um nome.

Se Vossa Excelência não se livrar imediatamente de maus conselheiros, seu mandato terminará de forma melancólica.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Não há juízo de valor, mas há diferenças perceptíveis além da cor da pele, como o fato de a raça negra e a raça amarela terem mais colágeno que a raça branca, a dentição da raça negra ser mais resistente que a das outras duas.

Anônimo disse...

Parece que o presidente Bolsonaro esquece que o "tecnicismo" na área jurídica pode ser usado para defender qualquer coisa, do sublime ao criminoso ideológico, no mesmo caso, como acontece na técnica de argumentação jornalística. A técnica é ironizada em trova acadêmica:
"A moça disse p'ra outra/- Com esse não me arrisco/Pois ele estuda Direito/No Largo de São Francisco."
Se o presidente espera que o alinhamento do novo indicado garanta que sua técnica jurídica será usada para defender os argumentos de seu governo, quando o presidente deixar o cargo o novo ministro do STF se sentirá livre para onde pende seu coração: reforçar a tropa esquerdista já instalada há décadas no establishment, e a população será refém desses psicopatas por décadas (mais uma vez o povo sofrerá os efeitos dessas "estratégias" presidenciais). Como no caso da "pegada de carbono", os políticos deveriam levar em conta a "pegada das decisões políticas" deixadas pelos governantes. Quem considera isso como "externalidades" ao processo, age como as empresas (que por isso se enquadram na classificação de psicopatas).