sábado, 21 de novembro de 2020

O Racismo da Esquerda Doida


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Todo mundo concorda que foi criminoso, condenável, imperdoável e lamentável o assassinato de um homem negro por despreparados seguranças de um supermercado em Porto Alegre. Na véspera do Dia da Consciência Negra, naturalmente, o fato ganhou repercussão. O problema é que o incidente foi casuisticamente aproveitado pelos narradores ideológicos para discursos e manifestações “anti-racistas”. O racismo da esquerda doida é uma velha jogada de marketagem política no Brasil.

A lacração foi espetaculosa. Os militontos profissionais aproveitaram o deplorável episódio para promover atos públicos. O oportunismo coincidiu com o período do segundo turno eleitoral nas maiores cidades, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. A viagem na maionese foi tão ululante que a mídia e os esquerdistas radicalóides estabeleceram a relação entre barbaridades cometidas nos EUA e a estupidez praticada pelos seguranças terceirizados do Carrefour. A abordagem leviana de um crime hediondo bananalizou as celebrações da semana da consciência negra.

Quem botou fogo no parquinho de narrativa esquerdista foi o vice-Presidente da República. Sujeito bem caboclão, mistura de índio com negro e branco, Hamilton Mourão deu uma lúcida declaração sobre o lamentável assassinato do jovem negro. O General defendeu a tese de que não existe racismo estrutural no Brasil, ao contrário do que a canhotice acadêmica e midiática tenta vender o tempo todo. Mourão espancou, com serenidade:

“Para mim, no Brasil, não existe racismo. Isso é uma coisa que querem importar aqui para o Brasil. Isso não existe aqui.Eu morei nos Estados Unidos. Racismo tem lá. Eu morei dois anos nos Estados Unidos, na minha escola, que eu morei lá, o pessoal de cor, ele andava separado. O que eu nunca tinha visto isso aqui no Brasil. Sai do Brasil, fui morar lá, era adolescente e fiquei impressionado com isso aí. Isso no final da década de 60. Mais ainda: o pessoal de cor sentava atrás do ônibus, não sentava na frente do ônibus. Então, isso é racismo. Aqui não existe isso. Aqui o que você pode pegar e dizer é o seguinte: existe desigualdade. Isso é uma coisa que existe no nosso país. Nós temos uma brutal desigualdade aqui, fruto de uma série de problemas e grande parte das pessoas, vamos colocar assim, de nível mais pobre, que tem menos acesso aos bens e às necessidades da sociedade moderna, são gente de cor, apesar de nós sermos uma sociedade totalmente misturada”.

Lógico que Mourão foi alvo fácil do destempero verbal da esquerda enraizada no mundo acadêmico e nos quartéis-generais da extrema mídia tupiniquim. O absurdo é que a natural indignação com ato bárbaro que exterminou João Alberto se transformou em mais um capítulo da infindável novela de disputa ideológica no Brasil das “ideias fora do lugar”. Mais uma vez, houve uma deturpação do legítimo direito ao debate sobre os resquícios culturais de injustiça e preconceito no País que demorou muito a acabar com a maldita escravidão.

Infelizmente, a esquerda revolucionaria é escrava da própria ignorância e fomenta um racismo que não é estrutural para fomentar uma divisão artificial na sociedade brasileira. Nada de anormal, porque o pensamento tosco da canhota é baseado na permanente luta de classes. A canalhice ideológica tenta ignorar o fato objetivo de que o povo brasileiro – euroafroameríndio – tem uma proteção cultural intrínseca contra o racismo. Manifestações idiotas e preconceituosas não perduram porque somos a mistura de tudo.

A galerinha devia ler Darcy Ribeiro – o antropólogo esquerdista que mais bem explicou a essência da nossa gente, no livro “O Povo Brasileiro – A formação e o sentido do Brasil” (Companhia das Letras, 1995, 470 páginas). Nossa esquerda revolucionária parece ter ódio do Darcy – um dos maiores defensores de que a Educação é a saída civilizada para o Brasil. Na obra, Darcy defende que a grande vantagem do brasileiro é, justamente, ser uma mistura evolutiva de vários povos e culturas, formando a Nação dos Trópicos.

Quem estuda História sem contaminação ideológica e livre de preconceitos academicistas tem certeza de que no Brasil não tem racismo estrutural. Portanto, o que as pessoas esclarecidas devem deplorar é o “racismo da esquerda doida”. O que temos de praticar e valorizar é justamente o contrário do que a canhota prega. O Brasil precisa de união nacional para formular e debater um Projeto Estratégico de Nação que permita nos educar e conquistar o pleno desenvolvimento.

Resumindo: No Brasil não temos racismo estrutural. No entanto, temos radicalismo e violência de sobra. Inclusive no discurso e na prática oculta da esquerda - com partidos parceiros de práticas criminosas, do tráfico à ocupação ilegal de propriedade privada. Os brasileiros de bem não agüentam mais tanta leviandade. Por isso, apesar do barulho que faz, a esquerda vem perdendo espaço político real. Os conservadores só não podem seguir a mesma postura idiota da canhota.

Temos de tornar o Brasil não-violento. “Vidas Importam” – não importa a cor da pele e nem a capacidade econômica das pessoas. O Judiciário tem de funcionar Direito. Mas cada um de nós precisa se policiar para não entrar na onda fácil da barbárie, da intolerância e da violência, seja no discurso ou nas atitudes do dia-a-dia. Antes de pensar e fazer merda, pensa num cara chamado Jesus Cristo...

O pandemônio do covidão aumentou o medo e a intolerância do brasileiro. Temos de mudar isso...







Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Novembro de 2020.

5 comentários:

Rog disse...

Esquerdismo e mau caratismo entrarão para o dicionário de sinônimos...

Loumari disse...

Em duzentos anos Brasil só foi governado por pessoas de pela branca. E não existe racismo no Brasil? Não existe segregação racial no Brasil?

Vanderlei Lux disse...

Conta certas lendas que a centenas de milhares de anos atrás, no tempo do "ariri pistola", existiu uma magnífica civilização humana chamada "Atlantis", ou, no nosso idioma, "Atlântida".

Dizem que "Atlântida" foi um grande continente em algum lugar do Atlântico norte, daí seu nome. E "Atlântida" teria sido uma civilização tão ou até mesmo mais avançada que essa nossa atual.

A lenda conta que "Atlântida" foi destruída em um imenso cataclismo, derivado da fúria de deuses antigos, onde o continente inteiro foi tragado pelo oceano. Tal lenda serviu inclusive de história para o escritor J.R.R. Tolkien, de o "Senhor dos Anéis", ter escrito o livro que antecedeu a esse: "Silmarillion". Os sobreviventes de tal apocalipse teriam fugido para outros lugares do mundo e depois deram origem a outras civilizações antigas como Maias, Astecas, Incas, Egípcios, Babilônios, Sumérios, etc. Isso explicaria intrigantes coincidências históricas entre tais civilizações. Alguns destes sobreviventes levaram algumas tecnologias de seus ancestrais, mas como não eram cientistas, tais tecnologias se perderam para sempre. Outras tecnologias sobreviveram e estão agora dando frutos nessa civilização atual.

O que também é curioso, e isso é necessário garimpar mais profundamente nessas lendas, é do porquê tal civilização sumiu do mapa, sem deixar quaisquer vestígios. A lenda conta de um grande mal que surgiu no meio daquele povo. Um mal antigo. Foi chamado de "extremismo social", uma espécie de tumor cancerígeno que brotou no seio da civilização e cresceu em uma velocidade espantosa, tomando por completo o continente e causando a dita destruição.

Detalhe: não foi a fúria dos deuses coisa nenhuma que soterrou "Atlântida", mas sim o uso de armas de destruição em massa!

O "extremismo social" em "Atlântida" nasceu da mais antiga obviedade humana: a luta pelo poder. "Atlântida" teria sido governada por centenas de anos por uma linhagem de reis e rainhas que hoje seria catalogados como "conservadores" ou "mantenedores" de uma antiga ordem. Não que tal termo se aplique ao que entendemos por conservador atualmente.

O reino era tido como paradisíaco nesse mundo. Mas o fato é que dissidentes começaram a surgir, envenenando a mente dos "Atlântidas" pouco a pouco.

O motivo, segundo as lendas, é uma das mais antigas condições humanas para a sobrevivência: a intolerância ao imutável, eterno. Um paraíso humano não tem como durar eternamente. O homem enjoa. E conforme esse sentimento começa a despertar individualmente, ele adquire "alma" e começa, logo a seguir, adquirir "corpo".

Não sei se foi realmente uma "Atlântida" que existiu a milhares de anos atrás, mas estou a tempo demais nesse mundo para não desconfiar de mais nada! Também estou a tempo demais nesse mundo para saber que algo não anda bem com nossa humanidade. Alguma doença a acomete e a atormenta. Não é nenhuma Covid nem nada! É uma doença da alma.

E só existe um médico para a alma. Mas ele não atende mais no consultório dele... a centenas de milhares de anos!

Vanderlei Lux disse...

Loumari: "Em duzentos anos Brasil só foi governado por pessoas de pela branca. E não existe racismo no Brasil? Não existe segregação racial no Brasil?"

Loumari! Comece dando o exemplo! Comece por ti! Te mate e dê teu apartamento aos negros! Não fale somente por falar! Aja como um homem que defende a causa, seu cretino mongola!

Chauke Stephan Filho disse...

Eu sou uma pessoa extremamente racista, e quem quiser desarraigar de mim os meus "preconceitos" terá de arrancar a minha cabeça, mas poderá perder a sua própria.