quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Raízes da violência em São Paulo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Antônio José Ribas Paiva

POLÍTICA É A DECISÃO DO QUE FAZER, POR QUEM TEM O PODER. Estratégia é como fazer. O governo do Estado nunca adotou uma clara política de combate ao crime. A polícia faz o que o governo determina. Na falta de uma política, o combate policial é travado, apenas nível tático, pontual, contra criminosos e não contra o crime. É por isso que o crime domina o Estado de São Paulo.

O governo do Estado empenha-se mais na fiscalização dos motoristas do que no combate ao crime. Os frutos dessa omissão são 90 policiais assassinados e a população aterrorizada. Se, no combate ao crime, o governo fosse onipresente como a CET na fiscalização do transito, São Paulo seria o paraíso na terra! A explicação para essa omissão absurda é que o transito dá lucro, arrecada, e a guerra ao crime custa caro. A falta de  política de combate ao crime é antiga.

Em 16 de maio de 2006, quando 800 pessoas foram executadas, São Paulo virou cidade fantasma devido aos ataques do crime e seus terroristas. O governador era outro, mas a inexistência de política de combate ao crime era a mesma.

Observe-se, que CRIME ORGANIZADO É A ASSOCIAÇÃO DE CRIMINOSOS COM AGENTES PÚBLICOS. E não organograma de quadrilhas como querem impingir. A INEXISTÊNCIA DE POLÍTICA DE COMBATE AO CRIME, em São Paulo e no Brasil, sem dúvida, É O FATO GERADOR DA PREVALÊNCIA DOS CRIMINOSOS.

Com a palavra as autoridades competentes.

Antônio José Ribas Paiva é Presidente da Associação dos Usuários de Serviços Públicos. Artigo escrito em 3 de novembro de 2012.

Um comentário:

Anônimo disse...

Faz sentido com os objetivos socialistas. Os componentes da corporação policial se mostram prontos a combater o crime, mas o resultado se perde nas políticas implantadas pelos governantes. O articulista vai se candidatar a deputado estadual para unir forças com outros conservadores e ajudar a reverter essa situação? Escolha um partido com dirigente conservador mais confiante no próprio programa.