segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

A conciliação ideológica da “vachina”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Sérgio Alves de Oliveira

A verdadeira guerra ideológica,política,econômica e midiática eclodida na prevenção e cura do novo coronavirus, tomou contornos inimagináveis no mundo inteiro.

A República Popular da China, onde  essa pandemia nasceu, para logo após ser “exportada” para todos os países,”apadrinhando”, pelas vias diplomáticas , os manifestos  interesses econômicos do laboratório  Sinovac  ,age  da mesma maneira que aquele   sujeito que quebrou as pernas do outro e logo após  teve  a cara de pau de  oferecer-lhe para  venda as respectivas muletas.

Essa “quase” 3ª Guerra Mundial não poupou o Brasil. Apesar de todas as medidas governamentais preventivas ao Covid-19 ,da União,Estados e Municípios,as contaminações ,hospitalizações , e mortes provocadas pelo maldito  vírus chinês não param de crescer.                                             

Os hospitais e UTIs  estão lotados.Por isso até  recusam novos pacientes,por absoluta “falência” das suas possibilidades. As pessoas têm que se conformar a morrer na porta de entrada  dos hospitais, nas ruas, ou em casa .A situação  toma contornos dramáticos. Nunca vistos “fora-de-guerra-convencional”.

A corrida entre  a contaminação e as mortes pela praga chinesa e a ciência que objetiva a sua prevenção e cura está sendo vencida, com “folga”, pelas primeiras.

Mas tudo leva a crer  que as medidas “preventivas”,principalmente através de “vacinas”,tendem a ser mais rápidas que as medidas “curativas”,com perpectivas de alcance lamentavelmente sem qualquer previsão.

E é especificamente  em torno das vacinas que se estabeleceu uma “guerra econômica mundial”. Sabe-se com absoluta certeza que os grandes laboratórios mundiais da indústria farmacêutica jamais  tiveram qualquer “vocação” humanitária, altruística, ou filantrópica. E nos países “ditos” comunistas, não é diferente. Invariavelmente os objetivos principais são os lucros .E nas  pandemias “novidades”,como a do novo coronavirus, os “necessitados” dificilmente irão questionar eventuais sobrepreços ou “ágios”. No “desespero ”, pagarão qualquer preço que lhes for imposto.

Parece que já deu para notar a verdadeira “correria” entre os laboratórios do mundo inteiro para vender a vacina do novo coronavirus.

E nessa  “correria”frenética, o laboratório biofarmacêutico chinês “Sinovac Biotech Ltd” tem as suas chances de venda significativamente aumentadas porque acabou ganhando  um “embaixador improvisado”, João Doria, que acumula as funções de governador do mais poderoso Estado-membro   do Brasil, São Paulo, ao qual, ”coincidentemente”, está subordinado, como  órgão da sua administração indireta, o Instituto Butantan,que por seu turno  montou uma espécie de “consórcio” com o laboratório chinês Sinovac, para produção da vacina “Coronavac”.

Durante esses trâmites,o  governador paulista  já teria encomendado milhões de vacinas “Coronavac”,mesmo à margem do órgão federal competente,a “Anvisa”. Mas João Doria já tem a seu favor uma decisão do STF (órgão  da sua “quadrilha”?),que dispensa a vacina que ele representa  e vende de homologação na Anvisa ,algo inédito nos sistemas de saúde e judiciário brasileiros.

Mas seria possível um  fim nessa  guerra de interesses  sobre a vacina do novo coronavirus?

Talvez um componente “ideológica” possa ajudar na busca dessa “paz”.

É praticamente uma unanimidade entre os políticos da esquerda, e seus “comparsas” de outras ideologias, espalhados pelos Três Poderes Constitucionais da União,e pelos Poderes Executivo e Legislativo dos Estados e Municípios, a força que estão  dando para  aprovação,  compra,e aplicação da vacina chinesa Coronavac.

Enquanto outros brasileiros “suspeitam” de alguns possíveis efeitos colaterais nocivos e talvez irreversíveis ,eventualmente genéticos, da vacina Coronavac, praticamente toda a esquerda ideológica e política já deu o seu “aval” e considera boa essa vacina.

Então parece estar aí a “solução”. Reserve-se a vacina Coronavac a todo o pessoal da esquerda,de carteirinha ou não, e seus diversos apoiadores, mesmo sem aprovação da Anvisa,e só com o “canetaço” do STF, e reserve-se aos “demais” as “outras” vacinas que forem aprovadas pela Anvisa ,sem o carimbo comunista, seja do Partido Comunista  Chinês-PCC, do ditador Xi Jinping,ou do “ditador” paulista ,João Doria.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

3 comentários:

aparecido disse...

a minha dose eu deixo para aplicar na boneca paulista.. de preferencia via anal...

Anônimo disse...

"Para dar o exemplo", esses destinatários podem fingir estar tomando a vacina chinesa, mas efetivamente tomarem algo inócuo.

Anônimo disse...

Parece que nenhum dos líderes governamentais confiam uns nos outros para receber um placebo na seringa da vacina. Preferem encenar a entrada da agulha na pele pelo ângulo da filmagem, mas fazem a agulha deslizar por trás do braço.

Kamala recebe vacina com uma estranha seringa (Sinais do Reino/Notícias e Comentários)
https://www.sinaisdoreino.com.br/?cat=3&id=13080





[Mike Pence e Benjamin Netanyahu parecem ter tido uma vacinação falsa também.]

Anthony Fauci parece ser vacinado na televisão ao vivo no braço esquerdo, mas depois aponta para o braço direito como local da injeção (Sinais do Reino/Notícias e Comentários)
https://www.sinaisdoreino.com.br/?cat=3&id=13038