sábado, 10 de abril de 2021

O dia em que o Poder Supremo estremeceu


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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O Supremo Tribunal Federal deveria ser uma Corte eminentemente constitucional. Mas não é. Transformou-se em um tribunal que promove a perigosa judicialização da política, através de decisões e dos “recados públicos” de seus 11 membros. Eles demonstram, a todo instante, que exercem hegemonia e soberania sobre os demais poderes (Executivo, Legislativo e Militar).

Acontece que o Poder Supremo não é absoluto. O dia 09 de abril de 2021 entrou para a história como o dia em que a tecnocracia suprema (que se considera, na verdade, uma teocracia suprema e absolutista) foi abalada. O time do STF estremeceu e tremeu, profundamente.

Conhecendo as tramas inescrupulosas dos corredores de Brasília, o senhor Presidente da República relembrou aos 11 teocratas do supremo (em letra minúscula mesmo) que uma República significa ter seu real Poder emanando Do Povo, Pelo Povo e Para o Povo

Ao decidir, logo na primeira atividade pública do dia, expor aos cidadãos brasileiros os seus pensamentos e sentimentos sobre a decisão do Ministro Barroso, Jair Messias Bolsonaro LEVOU o debate, ou melhor, ele ELEVOU o debate até aqueles que são a razão de ser de uma verdadeira República: os cidadãos. A maioria do povão, certamente, entendeu o recado.

A burocracia criminosa que impera em nossa amada Pátria se recusa, impiedosamente, a abandonar seus privilégios e mordomias, mesmo durante a crise gerada pela pandemia do Coronavírus - que preferimos definir como pandemônio. Salários, Benefícios e Auxílios que custam bilhões de reais todos os meses ao povo brasileiro foram sacralizados pelos teocratas do supremo. Não foi à toa que o prefeito da cidade de SP se auto concedeu, em janeiro 2021, um reajuste de 46%. Vários alcaides fizeram o mesmo Brasil afora.

Ao resto de nós, apenas o desemprego, fome, miséria, enfermarias de hospitais, falta de oxigênio, falta de leito e transportes públicos lotados. Um cotidiano de caos permanente para as famílias que, humildemente, apenas tentam sobreviver e cuidar de seus entes queridos. Ao resto, como a teocracia diabólica nos considera, sobram os horrores de uma guerra.

Enquanto isto, o número de bilionários brasileiros em 2020 aumentou. Notícia incrivelmente absurda, mas que faz todo o sentido. O resto de nós está abandonado nas mãos de cartéis que ganharam leilões, licitações e exploram nosso transporte urbano, a água que precisamos para lavar nossas mãos e para beber, a energia elétrica e a telefonia celular (essencial como meio de informação). Os preços dos alimentos explodiram, impondo mais sacrifício e sofrimento ao resto de nós.

Então, a pura verdade é que foi PARA O RESTO DE NÓS - que não estamos abrigados e protegidos nos podres corredores do poder público - que o senhor Presidente fez aquele desabafo sobre a decisão do Ministro Barroso. Bolsonaro errou na forma e no lugar do protesto? Isso é menos relevante que o sentido real do recado: o Poder Supremo desequilibra e desestabiliza o jogo institucional, e isso não é legítimo, embora possa parecer “legal”.

Ao trazer para o Povo, de maneira aberta, franca e sem meias palavras, seus sentimentos e sua análise sobre o caos constantemente gerado pelos senhores teocratas do supremo (em minúsculo mesmo), o Presidente clama para que PARA O RESTO DE NÓS, os miseráveis que não vivem de mamatas públicas, tenhamos alguma compreensão da indiferença dos poderosos deste Brasil com o sofrimento real do povo brasileiro.

Ao vir a público, de forma emotiva, falando abertamente sobre os supremos teocratas, Jair Bolsonaro abriu a única via que historicamente sempre abalou e destruiu as teocracias e seus congêneres autoritários ou totalitários: a participação direta dos principais interessados, o tal do povo, também conhecido na zelite como “o resto”.

A pífia e ridícula nota pública divulgada pelos teocratas do supremo alegando que existem caminhos institucionais para tratar os temas da República e que eles não se manifestariam publicamente apenas confirma esse pensamento: eles não aceitam que o poder deles deriva do Povo Brasileiro. Nada de anormal para quem chega ao cargo quase vitalício, muitíssimo bem remunerado, cheio de mordomias e salamaleques, por indicação política - e nem sempre por competência ou “saber jurídico”.

Diferentemente do senhor Presidente. Goste ou odeie o personagem, ele foi legitimamente eleito pelo voto direto do povo brasileiro. Já os ministros do STF são escolhidos pelo Presidente da República por critérios eminentemente políticos. Passam por uma sabatina (fake) no Senado e são nomeados, finalmente, pela canetada do titular do Palácio do Planalto. Portanto, na essência, são mais políticos que juristas.

O debate está posto à Nação. E não há mais retorno. No glorioso dia 09 de abril de 2021, o assunto que monopolizou todos os veículos de mídia, trocas de mensagens nas redes sociais, foi a decisão do Ministro Barroso e a manifestação pública do senhor Presidente da República, legal e legítimo representante eleito do Povo Brasileiro. Os “deuses” supremos acham que Bolsonaro “passou dos limites”. Passou mesmo? Jura?...

Os teocratas supremos não querem que o debate seja público. Sabem perfeitamente que suas práticas teocráticas, de falsos “deuses” togados, não resistem à Luz da Cidadania, de um Povo que merecia ser Soberano (e começa a acordar para a importância disso).

O STF tenta se arvorar de “poder moderador da República”. Só que tal missão sequer está escrita na prolixa Constituição de 1988. Por isso, não é legítimo ao STF determinar ao Poder Legislador que instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito, mesmo por provocação de uma minoria parlamentar. Mais grave é quando isso acontece através da decisão monocrática de um único teocrata.

Foi a gota d’água. O Povo está cansado. O Povo está indignado com a descoberta de superfaturamento nas compras de respiradores, tubos de oxigênio, falta de leitos de UTI, hospitais de campanha montados e desmontados a preços absurdos, lockdowns, medidas restritivas da liberdade e abusos de poder.  O resto de nós é obrigado a andar em metrôs e ônibus superlotados, enquanto governadores e prefeitos pegam jatinhos para Miami, Nova York em férias com suas famílias de comercial de margarina.

A Pátria Brasil precisa que o debate sobre a soberania e legitimidade do exercício do poder se dê em plena Luz do Dia. Que seja mesmo um embate do bem contra o mal. A população quer ouvir o seu Presidente, quer participar do debate com seus representantes, deputados e senadores, deseja falar e ser ouvida, livremente, sem censuras e repressões supremas.

O grupo dos onze, da pequena teocracia, está encurralado. Treme por dentro, de medo ou de raiva, mas continua praticando a ilusão de poder. A teocracia suprema usa e abusa da narrativa empolada e da arrogância pseudojurídica, para fazer política se escondendo atrás dos rótulos imprecisos de “progressistas”, “garantistas”, “legalistas” e por aí vai.

O verdadeiro e legítimo guardião da Constituição é o Povo - e não os 11 “deuses” que trabalham em um dos suntuosos palácios da Praça dos Três Poderes, em Brasília. O STF não foi eleito para “presidir” o Brasil, nem para “legislar” e muito menos para ser tribunal de exceção que investiga, denuncia e julga.

Para colaborar melhor com o povo, Bolsonaro só precisa entender que exercer seu legítimo poder Executivo, com soberania, é mais importante que “ser popular”. Os integrantes do STF também precisam entender que não são deuses, embora pareçam ser. 

Poder não é questão de popularidade. Líder que se baseia nisso está fadado à própria ruína. Quem abusa do poder, também. O Presidente da República precisa exercer sua soberania, sem abusar do poder. Missão difícil, porém possível. Equilíbrio emocional, exercício da razão pública e coragem são virtudes fundamentais.

Bolsonaro e Mourão foram eleitos para governar, combater a corrupção sistêmica e melhorar a economia. O Legislativo não pode sabotar. O STF não tem direito de atrapalhar. O povo cobra e merece resultados concretos.

O Presidente deveria melhorar a comunicação e controlar suas emoções, com equilíbrio, para não atropelar os demais poderes, nem ser atropelado pela oposição perdida, destrutiva e sem propostas concretas para melhorar o Brasil.

O Estamento Burocrático não quer mudanças.O povo tem de forçar o Establishment a mudar de ideia e postura. Por isso, a pressão máxima da Nação precisa forçar a Reforma Política - que será capaz de deflagrar as outras mudanças estruturais. O jogo é bruto e demorado.

CPI do Covidão vai nascer morta?

No programa Três em Um da Rede Jovem Pan desta sexta, sugeri ao Presidente jair Bolsonaro que faça o que o sistema criminoso não deseja: acione sua caneta esferográfica baratinha e mande a Polícia Federal investigar a roubalheira de prefeitos e governadores com uso dos bilhões que o Governo Federal enviou para combater a crise do vírus chinês. - https://youtu.be/i7eP0_tvDx8



No próximo dia 16 de abril, o plenário do STF começa a votar se foi correta ou não a decisão monocrática do ministro Luís Barroso de “ordenar” ao Senado que abra a CPI da Pandemia, com o foco inicial de investigar “ações e omissões” do Governo Federal na ação contra a Covid-19.

Acontece que a CPI corre risco de nem começar, ou já “nascer morta”, porque não vai interessar ao sistema criminoso que fatura alto com a confusão pandemônica.

O aliado de Bolsonaro, Ciro Nogueira, poderoso líder do Centrão, vai propor a inclusão de governadores e prefeitos na CPI do Covidão - o que vai elevar a temperatura no inferno político, agravando a guerra de todos contra todos os poderes.

 










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Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 10 de Abril de 2021.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Supremo reafirma que está “Acima de Todos”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Negada, no discurso oficial, pelos “poderosos” da Praça dos Três Poderes e pelos servidores do “Forte Apache”, a crise institucional brasileira tende a se agravar. A responsabilidade, mais uma vez, é dos que se acham “deuses” do Olimpo do Judiciário. Em mais uma reafirmação de que se encontra “acima de todos” no Brasil - acima de Executivo, do Legislativo, dos Militares e, principalmente, do Povo -, o Supremo Tribunal Federal interfere no funcionamento normal das instituições religiosas e, também, dá ordens diretas ao Senado - em tese, o único órgão, além do próprio STF, que tem capacidade de intervenção no Supremo (divino no nome e na pretensão de poder de seus 11 integrantes).

O supremo magistrado Luís Roberto Barroso - atendendo a um pedido de 31 senadores - ordenou que a Mesa Diretora do Senado instaure a Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (que, na verdade, é um Pandemônio). A ordem suprema ocorreu pouco depois de o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmar que discordava da criação da CPI que investigaria “eventuais omissões do Governo Federal no enfrentamento do vírus que veio da China, também conhecido como Covid-19. Ainda não se sabe qual será a reação concreta do presidente do Congresso Nacional à intervenção direta do STF em uma prerrogativa dos 81 senadores.

Rodrigo Pacheco, personagem que busca reafirmar seu protagonismo e poder de influência em meio à guerra de todos contra todos os poderes, pode até fazer tramitar o pedido de impeachment do supremo magistrado Alexandre de Morais - a pedido do Senador Jorge Kajuru, com apoio de mais de 3 milhões de assinaturas de eleitores. Ou, então, Pacheco pode se limitar a abaixar o rabinho (ops, a cabeça) e aceitar a intervenção indireta do STF no Senado, a pedido de 31 dos 81 parlamentares da Casa. Rodrigo Pacheco já avisou que respeitaria a decisão judicial, porém ponderou que “a Comissão não contribuiu para o enfrentamento da pandemia e não há compatibilidade técnica para o funcionamento de uma CPI de forma remota”.

Barroso tomou a decisão monocrática, mas mandou o caso para apreciação do plenário do STF - que tende a acompanhar a decisão. O STF já tinha autorizado a abertura de um inquérito para apurar a suposta omissão do então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no agravamento da pandemia no Amazonas. Como Pazuello foi exonerado do cargo, porém continua servidor público como General de Divisão na ativa (três estrelas), o caso foi remetido para avaliação em primeira instância do Judiciário. Pazuello está na “geladeira” da burocracia do EB. O Presidente Jair Bolsonaro, Comandante em Chefe das Forças Armadas, gostaria que ele fosse designado para comandar a 12a Região Militar, em Manaus. Acontece que o Alto Comando não acatou a “sugestão”. Nos bastidores das Legiões, comenta-se que este teria sido o motivo para Bolsonaro tirar o General Edson Leal Pujol do Comando do Exército.

Sobre a recente “intervenção” (direta ou indireta) do STF no Senado, vale recordar um comentário de Rodrigo Pacheco, ainda na campanha interna para presidir o Congresso Nacional. Pacheco advertiu que a criação de uma CPI, durante a fase crítica da pandemia, poderia “agravar a instabilidade institucional”, em vez de, efetivamente, ajudar no combate ao vírus chinês que ativa várias doenças, apavora, causa sequelas físicas e psicológicas e mata (já tirou mais de 300 mil vidas no Brasi).

Na própria ordem que mandou instaurar a CPi da Pandemia, o ministro Barroso recordou que as CPIs devem ser criadas a partir de três requisitos: 1) contar com assinaturas de um terço dos integrantes do Senado; 2) Ter a indicação de um fato determinado a ser apurado; 3) Ter a definição de prazo certo para duração. Barroso advertiu que não cabe omissão ou análise da conveniência política por parte da Presidência da Casa Legislativa sobre quando a comissão deve ser criada.

A perguntinha que fica no ar é: Será que Barroso e demais integrantes do STF vão raciocinar do mesmo jeito, se Rodrigo Pacheco mandar tramitar o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes ou de Gilmar Mendes? Será que os supremos magistrados vão ter a mesma opinião se o Senado instaurar a polêmica CPI da Lava Toga?

Ontem, o senador Eduardo Girão perguntou: Até quando os deuses do Supremo vão continuar se achando acima das instituições? Girão classificou a determinação de Barroso como “interferência, desrespeito e ativismo judicial”.

Bolsonaro usa, toda hora, o slogan “Brasil Acima de Tudo! Deus Acima de Todos”. Os deuses do Supremo têm certeza de que estão “acima de todos”.

O Covidão segue em frente… A Crise Institucional, também… Detalhe importante: Só quem pode “acionar o VAR” é o próprio Supremo ou o Senado - quem sabe se provocado pelo Povo - este sim o legítimo Guardião da Nação e da Constituição.

Falando sério... Só há uma coisa pior que a Hipertrofia do STF em relação ao Executivo, ao Judiciário e aos Militares. A hipertrofia do Ministério da Economia no governo jair Bolsonaro. Mais grave que tudo isso é a hegemonia do desgoverno do Crime Institucionalizado no Brasil...


 
3 em 1

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Em fim…

Imortais também morrem. Foi-se o Príncipe Philip, aos 99 anos, marido da Rainha Elisabeth II. A monarca segue firme, mais viva que nunca!








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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 9 de Abril de 2021.

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Realidade mostra que Lockdown é “Loucodaun”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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“Caem as máscaras” das meias verdades (ops, mentiras descaradas) proclamadas por aqueles que se aproveitaram da pandemia para gerar o pandemônio, abusando do poder e das medidas de Engenharia para Controle Social. “Autoridades”, no Brasil e mundo afora, começam a perceber e constatar que o esquema de Lockdown (ou próximo dele) só serviu para “matar” a atividade econômica. Não matou - até porque nem podia - matar o vírus chinês. A extrema mídia tupiniquim, que  fez a apologia da narrativa do “fecha tudo” e do “fique em casa”, será obrigada a rever sua postura equivocada ou canalha, pela realidade concreta e objetiva dos fatos.

O insuspeito conselheiro médico da Casa Branca, Doctor Anthony Fauci, não sabe explicar como os casos de Covid-19 despencaram no Texas, depois que aquele estado norte-americano “abriu geral”, com regras de distanciamento de pessoas, e sem restrições idiotas e desnecessárias contra a liberdade do cidadão (um valor essencial nos EUA). Após três semanas de vida (quase) normal, sem uso obrigatório de máscaras e com todas as atividades em funcionamento, o Texas registrou queda significativa de contágios pelo “vírus chinês”. Dr Fauci ainda não dá o braço a torcer, e adverte que ainda é cedo para cantar vitória. Mas os fatos indicam que soluções artificiais e autoritárias, mesmo que alegadamente “científicas”, não fora eficazes para combater e impedir a expansão da pandemia covidiana.

Em Bruzundanga, prossegue o bate-boca insano. A extrema mídia continua com a narrativa funérea, mais apavorando que ajudando as pessoas a resolver uma crise sanitária. Repórteres e analistas, na maior ignorância ou canalhice, insistem em admitir o fato de que a Saúde no Brasil sempre esteve em crise, atendendo mal à população que não pode pagar pelos caríssimos serviços médicos privados. Até quem paga - ou é subsidiado em “planos de saúde” - não conta com atendimento satisfatório. A exceção fica para os endinheirados ou para as “excelências” - aqueles que têm acesso ao tratamento em hospitais de primeiríssimo mundo.

Aqui, o pandemônio foi descaradamente politizado (no pior sentido do termo). O objetivo flagrante foi desgastar a imagem do Governo Federal, para desgastar a imagem do Presidente da República, inviabilizando qualquer chance de ele disputar a reeleição em 2022. Cometendo vários erros de comunicação, o principal foi desdenhar da importância de tomar vacina (nem que fosse a “vachina”), Jair Bolsonaro caiu na armadilha da mídia e dos inimigos. Mas existe chance de o desgaste dele se reverter, porque Bolsonaro, desde o começo da pandemia, criticou as medidas contra a liberdade individual, como o lockdown. Agora que a “máscara cai” lentamente, as advertências iniciais dele ganham reconhecimento e repercussão pública.

Nos EUA, a economia já mostra sinais de recuperação. Os norte-americanos estão sendo vacinados em massa. Os governos Federal e estaduais estão distribuindo grana (US$ 2.700 dólares) para as pessoas “investirem” no consumo - fator que gera e distribui renda. Não se trata da “esmola” do auxílio emergencial tupiniquim - que mal resolve o problema dos “durangos”, porém agrava o rombo nas contas públicas. O Tio Sam se prepara para emitir os “Passaportes Sanitários” - liberando e incentivando viagens para quem está devidamente vacinado. Detalhe: eles não aceitam quem foi “protegido” pela vacina chinesa Coronavac. Assim, muitos brasileiros ficarão impedidos de viajar aos EUA por muito tempo. Será “tortura” para a classe alta e média.

A verdade é que ainda não existe receita mágica contra o Covidão. Mas devemos ter a certeza de que nenhuma medida de (suposto) combate à doença, por melhor e mais bem intencionada que pareça, não pode ferir a liberdade fundamental do cidadão. Do contrário, o autoritarismo sairá vencedor em parceria com o vírus que veio da China - politicamente comunista e economicamente ultracapitalista.

Resumindo: Lockdown é loucodoun. O Brasil tem o desafio imediato, urgente, de retomar a atividade econômica. Aqui, além dos erros no combate ao covidão, somos prejudicados pelos equívocos na política econômica - que segue rentista, privilegiando a especulação, e não a produção, com impostos cobrados abusivamente para sustentar os parasitas da maquina estatal e seu Mecanismo. O problema real do Brasil não é o Coronavírus. Mas sim as doenças geradas pela desgovernança do Crime Institucionalizado.

Pedindo pensão?

Brincadeira de Jair Bolsonaro durante jantar com 25 empresários em São Paulo - que já procuram um candidato capaz de “jantá-lo em 2022”:

Se o Paulo Guedes deixar o governo, vou pedir uma pensão, porque nossa relação já é de uma união estável”.

Bolsonaro também praticou seu esporte predileto: falar mal da extrema imprensa - que, aliás, só fala mal dele:

“Falam mal de tudo que eu faço. A única coisa que a imprensa ainda não disse de mim é que eu sou boiola”.

Resumindo: Pelo menos até segunda ordem, o flamenguista Paulo Guedes continua “prestigiado” para seguir no cargo de super-poderoso ministro da Economia - quem, de fato, dita as ordens e os gastos no Governo Federal. 

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Secretário-Geral do Ibrasg - Instituto Brasileiro de Ativismo Societário e Governança.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 8 de Abril de 2021.

Dinheiro em tempos de pandemia


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Dinheiro é qualquer coisa, fato ou circunstância que faz alguém trabalhar para outrem ou lhe entregar um objeto. Moeda é um dinheiro garantido. O garantidor pode ser um governo (v.g. Bank of England) ou uma entidade privada( Mastercard, Visa, etc.).

Ambas as formas de garantidores são baseadas na confiança que as pessoas têm neles.

Tanto o papel-moeda como a moeda digital são, portanto, FIDUCIÁRIAS, nenhuma lastreada em bens corpóreos tais como ouro, prata ou nióbio.

Se um governo NÃO confiável tentar suprimir seu papel-moeda, será para implantar uma ditadura implacável. Se o cidadão não se “comportar” sua conta eletrônica será bloqueada. Não poderá mais comprar NADA; nem um pãozinho na padaria.

Também não conseguirá pedir esmola eletrônica, restando-lhe apenas viver da caridade de quem lhe der alimentos.

Assim, o yuan digital será a desgraça de bilhões de chineses.

Na guerra civil que inexoravelmente virá no Brasil, deve ser extinto o banco central “independente” que já deu o primeiro passo para implantar o real-digital, o PIX.

O cenário na cidade de São Paulo é devastador. Milhares de lojas fechadas com placas “Aluga-se ou Vende-se”.

Os comerciantes quebram e os proprietários dos imóveis perderam sua renda.

Felizmente não houve destruição física dos locais, como em Dresden após o bombardeio. A retomada da economia será mais fácil com melhores governantes.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

quarta-feira, 7 de abril de 2021

O tiro da mídia funérea sai pela culatra


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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A extrema mídia, liderada pelo Grupo Globo, insiste na tática de politizar e amplificar os efeitos psicossociais negativos das centenas de milhares de mortes geradas pelo vírus que veio da China e sua variante tupiniquim. A politização da Covid-19 no Brasil tem o objetivo descarado de desestabilizar a administração Federal, para inviabilizar as pretensões reeleitorais de Jair Messias Bolsonaro.  

Azar dos apologistas do caos é que o terrorismo psicológico tem conseguido dois resultados ao contrário do desejado pelos estrategistas de araque: 1) O desgaste gerado na imagem do chefe do Governo Federal não se mostra suficiente para desmoralizar e derrubar o Presidente da República (e o tiro midiático contra Bolsonaro ainda pode sair pela culatra); 2) As pessoas cansam da narrativa funérea e começam a não dar leitura, nem audiência e nem importância aos veículos funéreos de comunicação. Eles devem quebrar ou reduzir muito de tamanho, com a crise econômica.

O Brasil tem outras centenas de milhares de mortes para se preocupar, além da Covid-19 “promovida” com destaque. O Portal Datasus chama atenção para outros óbitos ocorridos no País, entre janeiro e 31 de março deste ano. Mortes por: doenças cardíacas: 41.425; cerebrovasculares: 29.308; gripes: 20.712; alzheimer: 18.123; pulmonares: 15.534; diabetes: 12.945; renais: 8285 e cirrose: 7.763. De um total de 178.950 mortes, estão também incluídas 14.499 por violência e mais 10.353 no trânsito. Ou seja, a concorrência mortal com o Covidão é expressiva, porém pouco destacada midiaticamente.

Tem também a morbidade econômica. Esta “comorbidade” assassina as oportunidades de empreendimento, emprego, geração e distribuição de renda. A Rede Jornal Contábil informa que pelo menos 600 mil empresas fecharam as portas durante o pandemônio (ops, pandemia). Houve pelo menos 9 milhões de demissões, engrossando as estatísticas de desemprego que já ultrapassam 14 milhões. Tudo isso causa desconforto, desespero e gera muita depressão - que também gera o suicídio de muita gente. A extrema mídia tem uma “orientação” para evitar dar notícias sobre pessoas que se matam.   

O Brasil tem de resolver seus problemas fundamentais: A falta de Educação (Ensino de qualidade + formação moral familiar), a ausência de um Projeto Estratégico de Nação, o extremismo ideológico que inviabiliza um debate civilizado e facilita a desunião patriótica, nosso complexo cultural de Vira-Lata (inferioridade), a hegemonia do desgoverno do Crime Institucionalizado, promovendo a corrupção sistêmica do Estado-Ladrão e servindo à perpetuação de poder das oligarquias regionais. No meio do caminho para solucionar problemas estruturais, ainda temos a crise sanitária (com a Covid e muitas outras doenças que não tratamos direito) e a persistente crise econômica.

Sobreviver no Brasil, definitivamente, não é tarefa para amadores.

Releia o artigo do Vice-Presidente Mourão: O que os brasileiros esperam de suas Forças Armadas

Debates Relevantes

Enquanto se gasta muito tempo falando de covidão, existem outros assuntos que merecem atenção dos brasileiros.

O primeiro é sobre “Uma Nova Constituição para o Brasil”, com Hélio Beltrão (Instituto Misses Brasil), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (deputado federal) e Modesto Carvalhosa (jurista).


Acesse o link:
https://www.youtube.com/watch?v=Nc6dU6av80w

O segundo é sobre o tema “Desobediência Civil como forma de enfrentamento dos abusos das autoridades públicas”, com Xuxu Dal Molin (deputado estadual - MT); Jorge Luiz Bezerra (delegado da Polícia Federal aposentado); Linaldo Guimarães (Especialista em Guerra psicológica e contra terrorismo); Walden Carvalho (Analista Político) e Fabio Caruso (Diretor da Escola Superior de Segurança, Revista Segurança Estratégica e Air Patrol - Patrulhamento Aéreo com Drones).


Acesse o link:
https://www.youtube.com/watch?v=zJI1WRutIgk

Dia do Jornalista

Neste 7 de abril se comemora o Dia do Jornalista.

Homenagem a João Batista Líbero Badaró.

Médico, maçom e jornalista, brasileiro de origem italiana, Badaró morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, no dia 7 de abril de 1830, durante uma passeata de estudantes que comemoravam os ideais libertários da Revolução Francesa.

3 em 1

Voltamos a participar nesta quarta-feira do programa Três em Um da Rede Jovem Pan, das 17 às 18 horas, na companhia de Rodrigo Constantino, Amanda Klein e Paulo Mathias (apresentador).






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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Secretário-Geral do Ibrasg - Instituto Brasileiro de Ativismo Societário e Governança.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Abril de 2021.