terça-feira, 15 de junho de 2021

A maior luta do indivíduo é pela Liberdade


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Jair Messias Bolsonaro já avisou ontem que a vacina contra a Covid-19 não será obrigatória pelo Ministério da Saúde. O Presidente defende o direito de as pessoas decidirem. Segundo ele, “metade da população” não deseja tomar a vacina. “Ninguém pode obrigá-las, em hipótese alguma, a tomar a vacina”. O discurso presidencial foi uma sinalização de que Bolsonaro vetará o famigerado “Passaporte da Imunidade” que o Senado brasileiro aprovou a toque de caixa, sem aprofundar o debate. Bolsonaro só precisa saber que compra uma briga gigantesca com o poderoso lobby globalitário que lucra trilhões de dólares defendendo e vendendo vacinação para tudo e para todos.

 

Apesar da crítica do Presidente, o Brasil é o 9° entre os 20 países mais ricos (G20) e o 4° entre os países mais populosos do mundo a vacinar a população. O senso comum (modificado e influenciado pelo intensivo marketing global pela vacinação) praticamente impõe a todos a necessidade de tomar vacina. Bolsonaro opera no fio da navalha. Ontem, se reuniu com dirigentes da Pfizer para antecipar a encomenda e compra de vacinas.

 

O hegemônico consenso midiático também impõe a “solução vacina”. A população é bombardeada mentalmente por tal noticiário. A polêmica a favor e contra a vacina é tão radical e violenta que até a pediatra Mayra Pinheiro foi alvo de ataques ontem nas redes sociais só porque postou uma foto com seu certificado de vacinação. Por isso, Bolsonaro não tem saída. Se defende a vacinação, é criticado. Se prega o contrário, apanha também.

 

O Alerta Total chama atenção para o pensamento do cientista Shiva Ayyardurai que condena o ataque frontal à liberdade individual com a imposição de gigantescas campanhas de vacinação e obrigação legal, legislativamente aprovada, de passaportes compulsórios para os vacinados - marginalizando quem não for ou não quiser ser. O Covidão e outros doenças se tornaram oportunidades para business, junto com instrumento direto de controle do cidadão. A maior luta do indivíduo é pela garantia da Liberdade - direito ameaçado pelo globalitarismo.




Dançou, Playboy - O Democratas decidiu expulsar o deputado Rodrigo Maia (RJ), ex-presidente da Câmara. O DEM ressaltou, em nota, que concluiu que Maia cometeu infração disciplinar, por ataques a colegas de partido, como o presidente ACM Neto depois do DEM não apoiá-lo na eleição para comando da Câmara.




#3em1 - Barroso age corretamente ao suspender quebras de sigilo na Comissão Picareta de Inquérito da Covid. CPI não tem legitimidade para abusar do poder contra a liberdade e os direitos individuais fundamentais.  https://youtu.be/EP8G-dA5mCU

 



Veja, também - Barroso age corretamente ao suspender quebras de sigilo na Comissão Picareta de Inquérito da Covid. CPI não tem legitimidade para abusar do poder contra a liberdade e os direitos individuais fundamentais.  https://youtu.be/EP8G-dA5mCU      

 









     

 

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Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 15 de Junho de 2021.

segunda-feira, 14 de junho de 2021

O esquemão por trás do Covidão e suas vacinas


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Um cientista chamado Shiva Ayyardurai, que tem quatro PHDs e ficou mundialmente famoso por ter inventado o e-mail, resumiu todo o big esquema de interesses de poder por trás da pandemia global e o mega-negócio da vacinação - sua suposta solução midiaticamente vendida por uma pseudo-ciência (fake-Science). Ayyardurai chama atenção para o ataque frontal à liberdade individual com a imposição de gigantescas campanhas de vacinação e obrigação legal, legislativamente aprovada, de passaportes compulsórios para os vacinados - marginalizando quem não for ou não quiser ser. O Covidão e outros que já vieram ou virão são business e instrumento direto de controle do cidadão.

 

Dr Ayyardurai denuncia e resume que a Big-Pharma (a indústria farmacêutica transnacional) foca seus lucros de trilhões de dólares na venda de vacinas e terapias com células para um público-alvo de 7,2 bilhões de habitantes do Planeta Terra. O cientista de verdade ressalta que tais negócios não precisam passar por um processo rigoroso de regulação. Todo o esquema é alimentado e sustentado por subvenções públicas obtidas pelas poderosas fundações Clinton Global Initiative, Bill & Melinda Gates e CDC, em parceria com a indústria médica-farmacêutica e organismos multilaterais como a OMS, ONU e Unicef. Todos se escondem atrás da tal “Aliança pelas Vacinas”. O Banco Mundial e outras instituições financeiras multilaterais bancam tais “empreendimentos” falsamente científicos.

 

Dr. Shiva Ayyardurai destaca que tudo é coordenado por um consórcio transnacional liderado pelo IFPM (A Federação Internacional de Fabricantes Farmacêuticos). Suas empresas líderes são a Eli Lily, Shionigi e Roche. Eles patrocinam movimentos globais de marketing para que, todo ano, tenha uma demanda mundial por vacinas. Ayyardurai sustenta que a pandemia é um movimento orquestrado que nega outras formas consagradas de tratamento médico. A novidade da atual “fraudemia” é obrigar as pessoas, por imposição legal e pressão psicológica, a tomar vacinas e ostentar, se quiser manter “direitos básicos”, seus “Passaportes de Vacina”. Apenas por exemplo, o corrupto e idiotizado Senado brasileiro acaba de aprovar tal modelo, a toque de caixa e sem debates aprofundados com a sociedade. “Passaporte da Imunidade” é uma sacanagem! Triste e lamentável é ter gente no governo Bolsonaro apoiando tal sandice globalitária...

 

O cientista Shiva Ayyardurai reclama que a imposição de regras de isolamento social e lockdowns afetam a saúde humana de maneira mais negativa que o coronavírus e desgraças semelhantes. Ayyardurai avalia que a ordem geral e autoritária do “fique em casa isolado”, além de fomentar infecção viral, também tem causado e agravado a incidência de câncer, doenças cardíacas, psicológicas e psiquiátricas, sobretudo a perigosa depressão. Dr Ayyardurai cita estudos do cientista Steven Cole comprovando que o isolamento social produz inflamações genéticas capazes de suprimir genes que atuam de modo anti-viral. Assim, ele conclui que isolamento social causa câncer e inúmeras outras doenças.

 

Por isso, o tetra-PHD prega debate científico real, e não consenso pseudo-científico forçado. Segundo ele, o que sofremos hoje é puro “fascismo”, em um consenso científico que conduz à ficção e não à verdade objetiva dos fatos. Shiva Ayyardurai condena os manipuladores que aproveitam o caos da pandemia e promovem bem articuladas campanhas comerciais para posar de benfeitores e “salvadores do mundo”. O cientista chama atenção que os organizadores do caos ficam com boa imagem, dinheiro e o controle sobre a política. Enquanto isso, os indivíduos são submetidos a um processo de despersonalização, com medicina compulsória, via vacinação.

 

A mensagem fundamental de Shiva Ayyardurai é que devemos resistir contra o Sistema e lutar pela Liberdade. Segundo ele, os inimigos precisam ser eliminados e obliterados, pois o que fazem é destruir a humanidade de maneira insana. O especialista chama atenção para o perigo do autoritarismo e abuso de poder estatal que nos obriga a tomar um medicamento diretamente em nossa veia. Ayyardurai insiste que pe preciso impedir que se consolidem “versões do Partido Comunista Chinês”, da medicina estatal por decreto, da classe acadêmica e da mídia controladas pelo mesmo esquema estatal. Todo esse esquema vai negar o que realmente seja a verdade. 

 

Resumindo o raciocínio de Shiva Ayyardurai, do prestigiado MIT: “A saída é ir para cima deles. Tem de ser um movimento de baixo para cima, da base até o topo. Não precisa agir com violência, mas com determinação. Este é o meu corpo e eu vou decidir o que vai pra dentro dele. O sol é um veículo maravilhoso que produz vitamina D e proteínas catalisadoras. Devemos consumir vegetais frescos sem pesticidas. Ar limpo, água pura, comida limpa. Se você olhar para a história das doenças infecciosas, se queremos realmente resolvê-las, não será através de vacinas ou intervenções médicas, mas através de infraestrutura, vitamina A, nutrição, saneamento, refrigeração, eliminação de trabalho infantil. A questão é de liberdade ou escravidão em nosso destino como seres humanos.



Vale a pena assistir à entrevista dada pelo Dr Shiva Ayyardurai ao jornalista norte-americano Stefen Molyneux, da Freedomain, com tradução legendada da Embaixada da Resistência. É muito mais útil e produtivo que acompanhar a Comissão Picareta de Inquisição do Covidão no Senado de Bruzundanga. Na versão do cientista de verdade, o mundo real se impõe sobre as abstrações manipuladoras do
jornalixo e da oposição perdida só age para destruir Jair Bolsonaro, mantendo o Brasil no atraso Capimunista.

 

Por que o PT não pode retornar

 


Caio Coppola usa Ciro Gomes para comprovar como o lulo-petismo destruiu o País e se apossou dos cofres públicos para se perpetuar no poder.     

 

Foi-se, Langoni



Complicações pós-covidão mataram, aos 76 anos, Carlos Geraldo Langoni, diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getulio Vargas (FGV CEM). Em agosto de 1979, Langoni assumiu a Diretoria da Área Bancária do Banco Central. Nesse período, criou o Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), um dos primeiros sistemas no mundo a assegurar a liquidação virtual de transações com títulos públicos. Em janeiro de 1980, assumiu a presidência do Banco Central do Brasil, permanecendo no cargo até setembro de 1983. Na área privada, Langoni foi Chief Executive Officer (CEO) do grupo NM Rothschild no Brasil entre 1989 e 1997. Rubro-negro doente, Langoni fez parte da primeira gestão de Eduardo Bandeira de Mello, em 2013, como vice-presidente de reestruturação da dívida do Flamengo.      











  

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 14 de Junho de 2021.

Como pretende a CPI apurar a crise do Oxigênio em Manaus sem quebrar o sigilo da White Martins?


 Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por João Vinhosa

 

Na última quinta-feira, 10 de junho, em tumultuada discussão ocorrida no plenário da CPI da Covid, com o objetivo de defender a posição do senador Omar Aziz (favorável à quebra de sigilo de dezenas de pessoas e empresas), os senadores Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues chegaram, inclusive, a agitar placas contendo a quantidade de mortos por Covid.

 

Emocionados, citados senadores bradaram que – em respeito às centenas de milhares de famílias que perderam seus entes queridos – uma profunda apuração deveria ser feita, para todos os culpados serem exemplarmente penalizados. Diversos outros senadores, apoiadores da quebra de sigilo defendida por Omar, Renan e Randolfe, simplesmente alegavam que “quem não deve, não teme”.

 

Neste artigo, não será discutido se a decisão de tal quebra de sigilo foi ou não decorosa. Iremos direto ao nosso objetivo: demonstrar que será impossível fazer qualquer apuração minimamente séria sem quebrar o sigilo do senhor Paulo Baraúna, representante da White Martins – a fornecedora de Oxigênio Medicinal à cidade de Manaus durante a crise.

 

A propósito, no artigo “Perguntas sobre a Crise do Oxigênio em Manaus”, publicado no Alerta Total de 7 de junho de 2021, o jornalista Jorge Serrão afirmou:

 

“Diante deste cenário, nada mais natural que convocar o representante da fornecedora de oxigênio White Martins para que responsabilidades fossem apuradas. E assim foi feito: no dia 26 de maio ficou definida a convocação do representante da fornecedora, Paulo Baraúna, para comparecer à CPI e esclarecer o acontecido. Tal convocação era indispensável, até mesmo porque, segundo a mídia: “Em depoimento ao colegiado, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello atribuiu à empresa e ao governo do Amazonas a responsabilidade pela crise de desabastecimento de oxigênio que atingiu Manaus no início do ano”.

 Até aí, tudo republicano. Porém....Não mais se falou na convocação do representante da empresa transnacional. Acontece que surgiram rumores que o ex-ministro da saúde e integrante do chamado G-7 da CPI, Humberto Costa, poderia ser colocado numa saia justa, por já ter sido processado pelo Ministério Público, acusado de ter recebido da própria White Martins R$ 1 milhão “off label” – termo usado para caracterizar uma prática consagrada que ainda não tenha sido comprovada cientificamente, no caso, pela Polícia Federal”.

 

O que causa, no mínimo, estranheza é o fato de que nenhum daqueles senadores que apoiaram a quebra de sigilo de aproximadamente vinte pessoas e empresas tenha se lembrado de incluir o nome do representante da White Martins na lista de sigilo a ser quebrado.

 

Não pode passar despercebido que é amazônico o histórico de acusações de crimes cometidos na área de saúde pela White Martins.

 

A empresa chegou a ser multada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE em 2,2 bilhões (isto mesmo, 2,2 bilhões) de Reais no processo administrativo n°. 08012.009888/2003-70, em que ela foi acusada de integrar o chamado “Cartel do Oxigênio” – organização criminosa que praticava, entre outros, um crime inegavelmente hediondo: fraudar o caráter competitivo das licitações para superfaturar contra nossos miseráveis hospitais públicos.

 

Por falar em superfaturar contra nossos miseráveis hospitais públicos, é de se destacar a comparação dos integrantes do “Cartel do Oxigênio” com os integrantes dos “sanguessugas” e dos “vampiros da saúde”, feita no artigo “O julgamento do Cartel do Oxigênio”. Em tal artigo, publicado no Alerta Total de 29 de agosto de 2010, se lê:

 

“Todos sabem que os “sanguessugas” e os “vampiros da saúde” ocupam lugar de destaque entre os mais abomináveis espoliadores dos cofres públicos de nosso tão espoliado país.

 Sabem, também, que tais escroques eram especialistas em superfaturamentos contra a saúde pública, mesmo tipo de crime cometido pelo “Cartel do Oxigênio”.

 O que poucos sabem é que, juntos, os “sanguessugas” e os “vampiros da saúde” praticaram assaltos aos cofres públicos infinitamente menores que os assaltos praticados pela quadrilha do “Cartel do Oxigênio”. 

Além disso, é inevitável reconhecer que existe um atenuante para o pessoal dos “sanguessugas” e dos “vampiros da saúde” quando comparados aos funcionários que superfaturaram contra hospitais públicos em benefício das multinacionais que integram o “Cartel do Oxigênio”. 

Acontece que, enquanto os “sanguessugas” e os “vampiros da saúde” assaltavam os cofres públicos em proveito próprio (um crime “quase-famélico”, digamos assim), o pessoal do cartel assaltava nossos miseráveis hospitais para aumentar o lucro dos acionistas estrangeiros das multinacionais que dominam o mercado brasileiro”.

Por outro lado, nada mais perfeito para se avaliar o potencial de rapinagem das empresas que integram o “Cartel do Oxigênio” que o mega superfaturamento praticado contra o Exército Brasileiro.

 

No Hospital Central do Exército (HCE), aconteceu o seguinte: em cinco licitações anuais consecutivas, de 1995 a 1999, somente uma empresa apresentou proposta de preços. Ela chegou a cobrar pelo metro cúbico do oxigênio o extorsivo valor de R$ 7,80. Em 2000, quando outras concorrentes participaram da licitação, a empresa baixou, desavergonhadamente, o preço de R$ 7,80 para R$ 1,63 e, ainda assim, foi derrotada por duas outras, saindo vencedora a que propôs R$ 1,35.

 

Lícito torna-se inferir que, ao propor preços tão elevados nas licitações realizadas de 1995 a 1999, a empresa tinha a certeza que seus “concorrentes” não participariam das disputas.

 

Apesar de a White Martins ter “concorrido” sozinha nas cinco licitações (enquanto, na mesma cidade do Rio de Janeiro, outra empresa, a Aga, fornecia para a Aeronáutica e uma terceira, a Air Liquid, fornecia para a Marinha) não existe prova formal que essa “coincidência” é uma ação combinada de concorrentes com o objetivo de fraudar as respectivas licitações.

 

Referido superfaturamento foi comprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que determinou a devolução aos cofres públicos do valor R$ 6.618.085,28, conforme consta no processo TC 012.552/2003-1 e correspondente Acórdão n°1129/2006-TCU-PLENÁRIO.

                                                                                                                                

Comprovada a ousadia dos integrantes do “Cartel do Oxigênio”, que chegaram a lesar afrontosamente o Exército Brasileiro, vejamos a seguir outro aspecto desses que se locupletam com os recursos originariamente destinados a minorar os sofrimentos e a salvar vidas de nossos carentes concidadãos: a desumanidade.

 

A desumanidade dos integrantes do cartel é tão grande que nem mesmo os desafortunados pacientes que lutavam contra o câncer foram poupados. Esse impressionante fato pode ser constatado pelas revoltadas palavras do eminente médico Dr. José Kogut, então vice-diretor do Hospital do Câncer.

 

Na matéria “Vice-diretor culpa cartel por superfaturamento” (O Globo, 10/07/99), o Dr. Kogut foi enfático, ao afirmar:

 

“Sem dúvida que fomos vítima desse cartel. Na época em que denunciamos os preços exorbitantes, teve um representante da empresa que veio ao nosso gabinete. Eu disse que aquele não era papel de um homem decente. Que ele estava matando pacientes com câncer”.

 

Uma palavra final: fica demonstrado, assim, que em respeito às milhares de vítimas fatais da crise de Oxigênio em Manaus, o sigilo de quem falava pela empresa White Martins tem que ser quebrado.

 

João Vinhosa é Engenheiro.

A Censura e o Poder das Redes Sociais


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Percival Puggina

“Ninguém nega, hoje, que as redes sociais descortinaram imenso território para que a liberdade de opinião possa ser exercida. Abriram a porta para que milhões de “fotógrafos” e “cinegrafistas”, com suas câmeras, seus flagrantes e seus registros chegassem até o mais longínquo ponto de acesso proporcionado por um provedor de internet.

Os efeitos foram imensos! Novos atores surgiram na política dos povos em função de sua habilidade de operar tais recursos, com a vantagem de fazê-lo a custo irrisório. A liberdade de expressão ganhou seu mais amplo sentido. Novas celebridades surgem a cada dia.

Os grandes veículos, as grandes redes de comunicação sentiram de imediato a perda de influência junto à opinião pública. O que antes, de modo patrulhado e mesquinho, era representado pelo pequeno espaço das seções “Fale conosco” ou “Opinião do leitor”, foi substituído por milhões de vozes. Democratizou-se o direito de dar vida e palavra ao pensamento, ainda que, não raro, em modo caótico.

Não demorou muito para que os donos dessas plataformas, as chamadas Big Techs, cedessem à tentação de patrulhar essas opiniões. Afinal, aquilo não lhes pertencia? Por que aceitar que fossem usadas como espaço público se aconteciam em plataformas privadas? E começou a censura! Aliás, a tentação era inevitável. Afinal, quem ganhava o debate político nas redes sociais era majoritariamente avesso à linha “progressista”, à Nova Ordem Mundial e à reengenharia humana e social por elas pretendida.

Ganha destaque, então, a opinião do ministro Clarence Thomas da Suprema Corte dos Estados Unidos num processo entre Trump e o Twitter em abril deste ano. A opinião do ministro está inserida no processo, mas as características dessa ação não dão a ela uma amplitude geral de aplicação. Em síntese, porém, proporcionou um alerta ao Congresso, denunciando estarem as plataformas “patrulhando o que é dito em seus sites”, e informando “não ser direta a aplicação das antigas doutrinas às novas plataformas digitais”.

Eis um desafio aos legisladores. Há um entrevero entre o princípio da liberdade de expressão, do direito de propriedade e da liberdade de mercado. Talvez seja essa uma das mais complicadas tarefas para parlamentares e tribunais nestes novos tempos. Não há dúvida de que juntando o poder de comunicação nas plataformas com o direito de censura às opiniões gera-se um poder monstruoso, capaz de produzir grande estrago antes de o mercado resolver a encrenca criando alternativas com poder equivalente. Ou, na analogia utilizada pelo juiz Clarence para caracterizar tal dificuldade: pode-se atravessar um rio a nado ou por uma ponte...

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor.

domingo, 13 de junho de 2021

Que tal uma motosseata pela contagem total dos votos?


 Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Motociata, Motoceata ou Motosseata. Vale tudo em termos de neologismo. A primeira palavra foi veiculada na mídia. A segunda foi sugerida pelo Carlos Bolsonaro. A terceira talvez seja mais precisa etimologicamente. Motosseata (manifestação pública com a galera em cima da milhares de motos) é derivada de passeata (ato público com a massa caminhando a pé). Pouco importa o termo. O evento foi um sucesso em São Paulo, repetindo as edições de Brasília e Rio de Janeiro. A próxima edição deve ocorrer em Florianópolis. A “oposição” perdida e sem propostas concretas para melhorar o Brasil planeja algo parecido com burros. Só que a expressiva quantidade deles pode não caber nas estradas e ruas. Azar dos idiotas...

 

Sem dúvida, Jair Bolsonaro liderou o maior passeio motociclístico do mundo - pouco importa como é denominado. Só é recomendável chamar atenção geral da Nação para um termo que vem sendo repetido pelo Presidente, principalmente nos discursos antes, durante e depois das Motosseatas. A expressão “auditoria do voto” representa um dos maiores equívocos cometidos pela gestão dele e de seus seguidores: a PEC 135. A boa intenção é a melhor possível, mas seu texto legal, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, tende a ser catastrófico. Não assegura a segurança total eleitoral e escancara o caminho para o agravamento da “judicialização”. Confira - https://twitter.com/i/status/1403789896536502273

 

Bolsonaro erra ao insistir no termo "voto auditável". O certo seria o presidente defender a impressão do voto pela urna eletrônica para recontagem pública de 100% dos votos. Implorar "auditoria" à Justiça Eleitoral, como prevê a PEC 135 - é jogar o jogo do inimigo. Isso é tudo que o Establishment deseja. Os membros do Estamento Burocrático, principalmente os ocupantes do Poder Supremo e da “Justiça” Eleitoral, não querem a Transparência Total Eleitoral. Preferem que tudo fique como está. Somos obrigados a aceitar o dogma do resultado eleitoral eletrônico inquestionável. Isso não é legítimo, embora o modelo pareça legal, “moderno” e “rápido”. Ninguém consegue provar as suspeitas de fraude, mas, também, consegue comprovar 100% de correção e honestidade.

 

O tempo ruge e urge. Qualquer alteração constitucional na regra eleitoral precisa ser aprovada até outubro. O limite é de um ano antes da eleição de 2022. O assunto não sensibiliza a maioria da base aliada de Bolsonaro - formada pelo nada fiel “Centrão”. Bolsonaro corre risco de não ter votos suficientes para aprovar a PEC 135. Mas, se tiver, o negócio pode representar um imperdoável gol contra. Não basta que a lei preveja “auditoria” eleitoral parcial, caso a “Justiça” eleitoral seja acionada. O correto, lógico e óbvio ululante é que a urna eletrônica possa imprimir o voto em um receptáculo seguro, inviolável, para que, ao final da votação, possa ocorrer uma (re)contagem pública, aberta os olhares profanos e vigiada por câmeras, de 100% dos votos processados.

 

Só esse procedimento garante a lisura de um mecanismo de escolha seguro, honesto e de resultado final inquestionável. O Boletim de Urna (BU) tem de coincidir com a totalização dos votos físicos (impressos pela mesma urna). Conferiu e igualou, tudo certo. Não coincidiu? “Pau na máquina”. Repita-se a eleição, pois houve fraude. O resultado não vai sair “imediatamente”, como acontece há vários anos? Isso não é problema. Não há necessidade de pressa. O fundamental é a certeza de lisura do processo. Não basta que um Judiciário lento, inseguro e até colocado sob suspeita de corrupção em algumas situações diga que foi “tudo honesto”. É essencial comprovar, publicamente, a honestidade.

 

Bolsonaro e seus apoiadores precisam mudar, urgentemente, a redação da PEC 135. O trabalho de alteração do texto precisa merecer a atenção dos deputados federais Bia Kicis (que fez a proposição original), Paulo Eduardo Martins (presidente da comissão especial que estuda PEC), e Filipe Barros (relator). Ainda dá tempo de aprovar um substitutivo que preveja a impressão do voto para recontagem pública automática e obrigatória de 100% dos votos. “Implorar” auditoria ao TSE e aos TREs (que podem negar o pedido) é deixar tudo do jeitinho como já está, encarecendo e complicando o processo para nada. O Brasil não precisa de mais judicialização inútil, e sim de aprimoramento, segurança e transparência total do mecanismo de escolha eleitoral de urnas eletrônica.

 

A comissão da PEC 135 se reúne, novamente, no próximo dia 20. O plano é fechar um relatório final até o fim de julho, para que tudo possa ser votado em agosto. O Alerta Total insiste e vai encher o saco até o fim: Do jeitinho como está redigida, a PEC 135 é um gol contra absoluto. A suposta “mudança” só favorece o sistema que é contra a segurança e transparência total da eleição com urnas eletrônicas. Resumindo: Não adianta voto impresso, se ele não for 100% conferível. Esse é o ponto. O resto é factóide e conversa fiada.

 

Releia o artigo: Lula e FHC podem comemorar o Dia dos Namorados?         



#3em1 - Alberto Fernández pediu avaliação de frase preconceituosa sobre brasileiros. Tomou muita pancada. Amanda Klein, Rodrigo Constantino e Jorge Serrão meteram o pau nele, na Jovem Pan  https://youtu.be/auJRpP6tTf0

 








  

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