quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Democracia Virtual e Ditadura Digital


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net


Por Carlos Henrique Abrão


O paralelismo pendular extremo instaurado no Brasil não nos levará a lugar algum. O mais importante é termos uma saúde de governabilidade a qual passo a descrever e analisar.


Nossos políticos quando se candidatam aos cargos de direção tais como prefeitos, e presidente da república,não apenas no País. Mas em qualquer cenário global, deveriam ser alvo de rigoroso exame clínico e mental de modo a atestar a capacidade de imprimir representatividade e técnica perfeita à plataforma de campanha.


Um dos motivos pelos quais, senão o mais relevante, tem rateado a democracia diz respeito à condução dos governantes mundo afora.Acaso houvesse uma exigência a respeito da atestação da saúde física e mental do candidato. A população estaria mais segura e os déspostas esclarecidos de plantão ficariam

a ver navios.


Recentemente um prefeito que veio a óbito tomou posse na UTI,  outros com doenças identicamente. Vejam o recente exemplo do Prefeito de São Paulo, nem bem começou a exercer o cargo já tomou licença para tratamento de saúde.


É fundamental assim que a Constituição Federal, de forma solar e transparente, quer por emenda ou alguma noção complementar preveja que os cargos relacionados ao executivo exigirão prévia avaliação física e mental dos candidatos, e a reprovação poderá deflagrar matéria judicial e até o refazimento

de algum exame caso necessário se faça.


Não é mais possível no mundo global que tenhamos dúvidas sobre a capacidade física e mental dos governantes tomando atitudes refratárias à democracia e sacrificando ainda mais a população indefesa. Depende a saúde da governabilidade sem sombra de dúvida no representante maior da sociedade. O fato aconteceu em passado não muito recente quando Tancredo Neves indicado pelo colégio eleitoral sequer tomou posse vindo a óbito e abrindo a janela de oportunidade para o vice que praticou ao longo de sua gestão uma das mais vergonhosas circunstâncias inflacionárias e de reajustes de preço.


Bem por tudo isso além de conhecermos as propostas dos candidatos aos cargos de prefeito, governador e presidente, poderíamos limitar os exames às prefeituras com mais de cem mil habitantes. A sociedade e a cidadania ficariam em paz e contentes quando o interessado ao cargo se submetesse a um conjunto de exames que fossem capaz de atestar habilitação para o cargo.


Todo servidor e até mesmo na iniciativa privada tem o dever de fazer exames pré adminissionais e o mesmo princípio haverá de incidir para os nossos políticos governantes. Em pleno século XXI não é mais aceitável que tenhamos governantes desequilibrados que colocam em risco a sociedade e praticam políticas totalmente refratárias à ciência e a tecnologia no quesito de

preservação da vida.


Avançariamos muito se previsse a Lei Maior exames dos candidatos aos cargos de Presidente, Governador e Prefeitos, na hipótese de cidades acima de cem mil  habitantes, como única forma consentânea e meritória da de população não sofrer qualquer fragmetação nos direitos constitucionalmente assegurados.


Carlos Henrique Abrão é Doutor pela USP, com especialização em Paris e Alemanha. Autor de obras e artigos jurídicos.

3 comentários:

Anônimo disse...

ISTO MESMO, TENS TODA A RAZÃO DESDE QUE O JUDICIARIO RECEBA AS MESMAS OBRIGAÇÕES, O GILMAR MENDES ENTENDEU QUE O DESEMBARGADOR DE SANTOS QUE RASGOU A MULTA E JOGOU NA CARA DOS AGENTES ESTAVA COBERTO DE RAZÕES,OU SEJA SÃO DOIS LOUCOS COM O PODER,SALARIOS E PREVILÉGIOS MILIONARIOS,DESEMBEARGADORES ENVOLVIDOS COM ATIVIDADES ILEGAIS DEVERIAM PERDER ESSES BENEFICIOS E A TAL DA APOSENTADORIA COMPULSÓRIA E COM TODAS AS HONRAS CRIAR UMA POLICIA ESPECIALIZADA PARA POR FIM NOS CRIMES COMETIDOS POR ESSES MAFIOSOS QUE SE ESCONDEM DEBAIXO DESSA CAPA MALDITA E QUE SEM UMA REFORMA NAS LEIS DA MAGISTRATURA CONTINUARÃO A COMETER TODOS OS TIPOS DE CRIMES E CAMBALACHOS QUE ATÉ DEUS DUVIDA... POR FALAR EM PREVARICAÇÃO O MACACO ENROLA O RABO E SENTA EM CIMA PARA AFIRMAR QUE O DO OUTRO É MAIÓR,MAS UM SIMPLES PROCESSO DURAR DÉCADAS INDA MAIS NOS TEMPOS DE HOJE JÁ SERIA UMA JUSTA CAUSA PARA QUE A CAÇA AS BRUXAS NO JUDICIARIO COMEÇASSEM...

Anônimo disse...

Correto, mas utópico. Quem será isento o suficiente para dar um atestado de sanidade física e MENTAL a um candidato. Um mesmo profissional ou junta dará o documento para cada um dos candidatos sem desfavorecer ninguém? À primeira vista, parece uma ideia sensata, mas em meu entender parece apenas outra forma de tutelar o eleitor e tirar a responsabilidade por (más) escolhas de seus ombros. Caveat selector.

Anônimo disse...

Quanto mais exigências para um cargo na política, maior a chance de seu preenchimento ser objeto de manipulação mistificatória, como nos desafetos internados em manicômios pelos ditadores socialistas. Por esse critério, nenhum globalista poderia se imiscuir sorrateiramente nos assuntos politico-econômicos de um país, já que a Agenda 2030 é flagrantemente psicopática; mas qual juiz se atreveria a interditar a ação de algum dos senhores do mundo com a mesma facilidade com que quer interditar um representante nacional?