domingo, 24 de janeiro de 2021

Impeachment: Los macaquitos brasileños se agitam



Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Sérgio Alves de Oliveira


Renova-se a falta de caráter, de personalidade, de originalidade, e o espírito de imitação barata de grande parte dos políticos brasileiros com mandatos eletivos  no Congresso Nacional.

Com certeza não se trata de mera “coincidência” os dois processos simultâneos de impedimento contra Donald Trump,Presidente em fim de mandato dos Estados Unidos, e Jair Messias Bolsonaro,Presidente em meio de mandato no Brasil.

Apesar do domínio político quase absoluto da esquerda no Brasil desde 1985,e do aparelhamento que esta fez no Estado, nas leis, e nas instituições públicas, com um leve “arranhão” após a eleição de Bolsonaro, em outubro de 2018, e desde o momento em que uma das principais bandeiras esquerdistas sempre  foi a libertação dos brasileiros dos valores “imperialistas” dos  americanos, estranhamente essa mesma esquerda agora fica “empolgada” e se agarra como “carrapato” no afastamento por impeachment  do presidente “imperialista”, Donald Trump ,”imitando” e tentando fazer o mesmo com o Presidente Bolsonaro.

Nesse sentido, o  político “canalha” que ocupa a presidência da Câmara dos Deputados, Rodrigo “Nhonhô” Maia, está “comprando”, descaradamente, sem qualquer pudor político, o Partido dos Trabalhadores-PT, principal opositor de Bolsonaro, para que vote favorável ao seu substituto na presidência da Câmara, escolhido por ele mesmo, deputado Baleia Rossi, em troca do apoio que ele daria ao impeachment de Jair Bolsonaro. Com a esquerda e o Centrão agindo em conluio, não teria como Bolsonaro escapar do impeachment.

Sem dúvida a escolha do momento psicológico mais adequado para afastar Bolsonaro do Palácio do Planalto, coincidente com a saída de Trump, não poderia ter sido melhor escolhido, apesar de que  nenhum motivo novo tenha surgido para afastar o presidente brasileiro, a não ser  a “coincidência” dos acontecimentos políticos mais recentes nos “States” e no Brasil, e a íntima afinidade ideológica e política entre os chefes de estado desses dois países. Nesse sentido, o processo de  impedimento de Trump  foi com certeza  a “gota d’água” que faltava para a esquerda brasileira “detonar” o Presidente  Jair Bolsonaro.

Mas tanto em um, quanto no outro caso, no de Trump, e no de Bolsonaro, na verdade o instituto do impeachment, pela sua natureza, pode refletir com absoluta fidelidade uma espécie de poder  “ditadorial” do parlamento, porquanto se trata de um julgamento meramente “político”, em que a maioria vence, completamente independente da sua juridicidade. Basta a “vontade política” para afastar.

Na verdade estão tentando “matar” politicamente Bolsonaro,por meios  sem qualquer fundamento jurídico,e nada éticos.

Situação muito parecida  com a de Bolsonaro teria sido vivida pelo “xerife” Will Kane, no “Western” (bang-bang) estrelado por Gary Cooper, e que inclusive  lhe valeu o “Oscar” de ”melhor ator”, no filme “MATAR OU MORRER”, de 1952, dirigido por Fred  Zimmermann, e que também foi estrelado por Grace Kelly, interpretando a religiosa Amy Fowler.

Durante o casamento de Kane e Amy, chegou a notícia que Frank Miller, um temido fora-da-lei, que Kane havia prendido, tinha sido solto e estava chegando na cidade onde se realizava a  cerimônia nupcial, Hadleyville, Novo México, para se vingar de Kane, acompanhado de três perigosos bandoleiros, e que ali estariam  dentro de uma hora, no trem das “onze”. Kane acabara de devolver a “estrela” de xerife e iria viajar em lua-de-mel com Amy. Mas teve uma crise de consciência e resolveu ficar para enfrentar os bandidos, embarcando a mulher no trem. Mas ninguém na cidade se dispôs a ajudá-lo, inclusive o juiz local, que fugiu e ninguém sabe para onde foi “até hoje”.

O dilema que  enfrentou na ocasião o xerife Kane - ”matar” os 4 bandidos, ou ser “morto” por eles - sem a ajuda que seria necessária, é mais ou menos o mesmo tipo de problema  agora enfrentado pelo Presidente Bolsonaro. Se por um lado o Congresso Nacional tem o poder político de derrubar Bolsonaro, através de impeachment, mesmo que imotivado, e o Presidente está sozinho nessa “peleia”, de certo modo abandonado pelas forças políticas que o apoiam, e também pelos  seus eleitores, evidentemente a única chance que ele teria de não “morrer”, politicamente, é claro, seria a de “matar” primeiro os seus impichadores, mediante o instrumento  jurídico e político expressamente consentido no artigo 142 da Constituição, vulgarmente, e impropriamente, chamado de “intervenção”militar, ou constitucional.

E esse tipo de procedimento um tanto fora do comum teria pleno amparo não só na constituição, quanto também no “derretimento” moral  e político da maioria do Congresso Nacional, disposto a sacrificar o seu mandato eletivo presidencial, legitimamente conquistado nas eleições de outubro de 2018, aproveitando-se do “embalo” do impedimento de Trump (que nem vingou, ele saiu “normalmente” da Presidência, na data constitucional prevista).

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.


2 comentários:

Anônimo disse...

na minha humilde opinião, Esse.art estah Lah para não ser.utilizado. Mais uma vez querem empregar as tropas como band-aid político. Criando os.novos perseguidos. Enquanto o banco PAC tu All lucra nocivamente. apesar d ter iniciado bem e a esquerda semi morta, Ele estah perdido em um.embate político permanente por.naomter saído do.modo campanha, além dos erros no covidao. Uma renúncia em prol.do.brasil, deixando o. comando nas mãos do ambicioso e talentoso vice seria melhor para todos no curto prazo. Inclusive com. ele buscando..vice vigoroso para a chapa d centro direita em22. Retornando para a câmara ou senado evitaria a prisão em q o querem colocar. Ainda assim, temos candidatos liberalóides d direita tosca ou os temíveis fabianos narigudo ou a esquerda q faz passeata em carros e com a bufunfa cheia e/ou os d.qqr matiz q sãodeslumbrados com o poder e/ou fracos mama Vivemos desde Jânio com o menos pior nas escolhas majoritárias ou fazendo composição. A renúncia não eh ato d covardia.

Anônimo disse...

A ambição do vice não é bem vista pela população, por beirar a traição ao presidente (se não for estratégia combinada com o presidente!). Toda a movimentação pelo impeachment ignora afrontosamente a vontade da maioria que deu o mandato ao presidente Bolsonaro, não ao vice. O presidente se expõe por ter coragem de iniciar a mudança que o país necessita, mas precisa do respaldo dos brasileiros de bem para desempenhar sua tarefa (os maçons são irritantes quando torcem a situação para trazer o cargo para seus "irmãos"). O PRESIDENTE NÃO ERROU NA ABORDAGEM DA COVID-19, pois prudentemente busca opções a experimentos genéticos não testados o suficiente para garantir eficácia e segurança para a população sob seu governo, para uma doença com baixa letalidade que não requer vacina (após a saída de Trump, a mídia e a Big Tech admitem que a hidroxicloriquina funciona, mostrando a recusa ser apenas perseguição ao ex-presidente americano).

Depois que 440.000 americanos morreram, a mídia tradicional e a Big Tech finalmente admitem que a hidroxicloroquina funciona (Sinais do Reino/Notícias e Comentários)
https://www.sinaisdoreino.com.br/?cat=3&id=13344


Tirar Bolsonaro na marra... Chega de palhaçada, disse o padre (Magno Malta)
https://www.youtube.com/watch?v=mBvp2d9lM80