terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

BANCOS, POLTRONAS E TAMBORETES


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net


Por Carlos Maurício Mantiqueira

Para liquidar de vez com a soberania do Brasil basta tornar seu Banco Central “independente”.

Tentarei (talvez sem êxito) explicar aos amáveis leitores como funcionam os bancos.

O Governo, dá uma carta patente (na verdade uma Carta de Corso) a uma pessoa ou grupo de pessoas “boazinhas” que lhes permite desde o início, praticar uma espécie de estelionato, EMPRESTAR UM DINHEIRO QUE NÃO É DELES, chamando a prática, eufemisticamente, de ALAVANCAGEM.

Os depósitos À VISTA do público não podem ficar sujeitos à imprudência do(s) banqueiro(s) que os emprestam a terceiros.

Não se trata de um Depósito a Prazo em que há uma previsibilidade da liquidez necessária para a sua devolução ao cliente.

Uma longa vida me ensinou que banco é igual a chuveiro frio; devemos entrar correndo e sair correndo.

Acresce ao fato o perigo de algum “gênio” bloquear uma conta através do Bacenjud.

Há um pseudo banco, insuperável em sua imaginação de marketing, que usa como argumento o fato de ser imune ao Bacenjud. Isso porque NÃO é banco; não tem código próprio de compensação. Paradoxalmente, diz em sua propaganda que em breve oferecerá o PIX aos seus clientes. Como? Virará um banco ou se ligará a outro existente, como uma instituição neontológica? Clientes desta última já sofreram com o Bacenjud (ou Judas?)

Só grita “Salve-se quem puder, quem já está a salvo”.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

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