quarta-feira, 31 de março de 2021

Poder Covidiário quer sua Liberdade


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Estamos submetidos à Ditadura do Poder Covidiário. O esquema é comandado pelo Estamento Burocrático, seu Mecanismo Criminoso e pela extrema mídia. O caos é estrategicamente planejado e governado, para gerar um pandemônio. O sistema tira proveito político, econômico e psicossocial do sofrimento humano com as variadas doenças acionadas por um vírus originalmente chinês (provavelmente concebido em laboratório). A insuspeita Organização Mundial de Saúde confirma que a Covid-19 “veio de um morcego”. 

O Poder Covidiário torna o Executivo Federal refém, enquanto promove uma secessão, permitindo que governadores e prefeitos abusem da autoridade contra as liberdades legais do cidadão. O Poder Covidiário ilude e usa o Legislativo, incentivando a narrativa conspiratória contra os outros poderes. O Poder Covidiário tira proveito da vaidade e do protagonismo Judiciário, potencializando a injusta e ilegítima judicialização da politicagem. O Poder Covidiário escancarou que a Lei, simplesmente, vale nada no Brasil.

Parece que o Poder Covidiário quer comer o fígado do Presidente da República. Mas o titular do trono do Palácio do Planalto não é o alvo prioritário. O principal objetivo é atacar a Liberdade Individual. O Mecanismo Covidiário impõe sua “Democradura” - uma ditadura com verniz de suposta “legalidade”. Pura falsidade. Lockdown é loucodown. Não é legal nem legítimo: impedir o direito de ir e vir; coagir o cidadão em barreiras de fiscalização; fechar o comércio na marra; reduzir o transporte público; impor multas e ameaçar de prisão quem não seguir as regrinhas autoritárias. Em nome do suposto “combate ao covidão”, todo mundo é (sovieticamente) obrigado a obedecer.   

Se Rui Barbosa ressuscitasse agora, certamente reveria seu famoso conceito e proclamaria: “A pior ditadura é a do Poder Covidiário, pois contra ela não há como recorrer. O cabra morre antes, fica todo estropiado por sequelas físicas e psicológicas ou perde a liberdade e outros direitos individuais”. Covidão poupa ninguém!

O problema concreto: O pandemônio covidiano escancarou crises que tornam o Brasil infernal: a institucional, a política e a econômica. Não existe Lei, quando milhões de leis em vigor valem nada ou são interpretadas, cumpridas ou violadas, conforme o casuísmo e interesse dos “poderosos” (o tal Establishment).

O roteiro do caos está desenhado. O Establishment investe na enganação e na repressão. O cidadão se sente cada vez mais amedrontado, inseguro e desprotegido. A tendência natural do sujeito acuado é reagir - inclusive violentamente. Na hora em que alguém acender o pavio, a explosão social acontece e a tendência é sair completamente do controle do Estamento Burocrático. A Revolução Brasileira já começou. Não vê quem não quer ou pe completamente analfabeto político.

Assim que a pancadaria comer solta, descontrolada, sobretudo em função do caos econômico, pouco adiantará pedir socorro às Forças Armadas, amadas ou não, para solucionar o problema. A Guerra Civil já começou, em revoltas populares pontuais.

Os Generais, que agora cuidam de quem vai comandá-los, sabem da gravidade da situação. Desemprego, com dificuldade de sobrevivência, e pressão psicológica negativa, é perigoso… Medo, Miséria e Mentira são péssimos companheiros...

Falsas repúblicas como a nossa, quando degeneram, podem se transformar em tirania. O risco autoritário (ou totalitário) é concreto no Brasil.

Para amenizar, vamos além do horizonte, com o Rei Roberto Carlos… E vamos em frente, porque hoje é véspera de Primeiro de Abril (Dia Internacional da Mentira). A Verdade? Ela dói, porém é indispensável! Doa a quem doer!

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Secretário-Geral do Ibrasg - Instituto Brasileiro de Ativismo Societário e Governança.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 31 de Março de 2021.

Marielle: A Construção de um Mito


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Renato Sant’Ana

Toma-se um fato real e se elabora uma "narrativa" cheia de subtextos, com forte apelo à emotividade, tudo para capturar a adesão de inocentes úteis e granjear o máximo de apoio a um projeto de poder que, se fosse desnudado, teria o mais amplo repúdio.

O fato é por demais conhecido. E, por motivos pouco nobres, voltou a ser  explorado neste março de 2021 (três anos após a ocorrência).

Em 14/03/2018, bandidos assassinaram Marielle Franco, vereadora socialista do Rio de Janeiro, um crime repulsivo, saliente-se.

Poucos instantes após a morte, já era intensa a mobilização nas redes sociais, com o auxílio engajado da extrema-imprensa, no intuito de provocar comoção, construir um mito e canonizar a desconhecida vítima.

O crime, que atingiu também seu motorista, Anderson Gomes, ocorreu às 21h10min aproximadamente (notícia, G1, 24/07/2018).

Pois bem, segundo Rute de Aquino (O Globo, 17/03/18), duas horas após o fato "eram registrados 594 tuítes por minuto".

Para a "mídia amestrada" , isso foi uma reação espontânea. só que...

Levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/DAPP), apurou que, das 21h daquele dia (minutos após o crime) às 10h30min de 16/03/18, para efeito de impulsionamento de conteúdo nas redes sociais (um truque desonesto), foram usados 1833 robôs nos tuítes publicados sobre a morte da vereadora.

E o resultado foi imediato. Embora ninguém conhecesse motivação nem autoria do crime, em menos de 12 horas, já havia pessoas por todo o país que, jamais tendo ouvido falar no nome dela, se sentiam de luto e até apontavam culpados. E, claro, como esponjas, absorviam o conteúdo subliminar das "narrativas" de redes sociais.

Nos dias que se seguiram, a imprensa fez o seu papel: jornais, rádios e TVs martelavam sem parar o assunto conforme as crenças e a mediocridade dos seus redatores, reforçando a "narrativa" de autor incógnito.

Embora não se soubesse quem praticara o crime nem por que, não faltavam os formadores de opinião a dizer , às claras ou nas entrelinhas, que ela tinha sido morta por ser negra, homossexual e oriunda da favela.

Mas Demétrio Magnoli (O Globo, 26/03/2018), dos poucos a tocar o assunto com honestidade, clareza e coragem, mostrou como PSOL e PT, as duas vozes mais estridentes do impudente populismo de esquerda, usaram a imagem da vereadora vitimada para propaganda ideológica.

Para o PSOL, ela foi morta numa guerra entre o Estado e o "povo da favela": guerra que vai cessar só quando o PSOL tomar o poder.

Para o PT, o crime fez parte do "golpe", que, diziam, é "um processo continuado" (mitologia para explicar o impeachment de Dilma Rousseff).

Havia então uma insistência em apresentá-la como referência na defesa dos direitos humanos. Porém, a realidade era (e é) mais eloquente.

Só em 2017, houve 134 policiais militares assassinados no Rio de Janeiro: quase um a cada três dias. Aliás, em 21/03/2018 (num só dia), foram mortos três PMs no Rio, chegando a 30 em menos de 90 dias do ano.

Contudo, o morticínio de PMs nunca constituiu pauta para os pretensos defensores dos direitos humanos, inclusive Marielle. Ao contrário, todos (autodeclarados "de esquerda") fazem coro com o movimento internacional antipolícia (o que é, sim, uma bandeira esquerdista).

Ora, quem defende regimes totalitários (nazismo, fascismo ou comunismo) falta à verdade se diz que defende os direitos humanos.

É demais, pois, que a sua ex-assessora, Fernanda Chaves, em artigo na Folha de S. Paulo (14/03/21), proponha que o mês de março "por inteiro" seja a ela dedicado - mantendo o culto à personalidade da vereadora.

Mas há um ponto de equilíbrio necessário. Não cabe, por pura reação, desrespeitar a memória de quem seguiu o que acreditava. Tampouco cabe assimilar, sem crítica, as "narrativas" apologéticas sobre ela.

Muito judicioso foi o que escreveu Cláudio Humberto no Diário do Poder (16/03/2018): "Independentemente do que dizia e de como o fazia, a vereadora Marielle Franco, executada no Rio, tinha a coragem de assinar em baixo, dar a cara, bem diferente dos seus assassinos covardes."

Repudiemos a ideologia totalitária por ela defendida, mas tenhamos sabedoria para respeitar o ser humano Marielle Franco.


Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo. E-mail sentinela.rs@uol.com.br

Saída das Multinacionais e Consumidor


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Carlos Henrique Abrão

A crise agudizada pela pandemia fez saltar aos olhos a complexidade de preservar empresas e corporações estrangeiras em solo nacional. Totalmente correto afirmar que o motivo primário delas explorarem atividade econômica se adstringe ao lucro e possibilidade de remessa destinada à matriz.

O esgarçamento do tecido social agravado pelo solapamento da economia acarretou que empresas estrangeiras de vários setores dessem até logo Brasil. E como se posiciona o consumidor que adquiriu produtos e não tem mais certeza de peças de reposição ou de alguma assistência técnica.

A situação é deveras especial uma vez que sequer comunicam os empresários às autoridades brasileiras a intenção de abandonar o barco e deixar a atividade produtiva. O melhor dos mundos vira o pior, na medida em que a regulamentação da saída da empresa retirante não se baseia em lineamento claro e transparente.

Quem adquiriu um carro de uma montadora que foi embora do País, um equipamento de computação, um determinado remédio fabricado pelo laboratório encontrará e terá garantia de nenhuma solução de continuidade? 

Verdadeiramente os países emergentes não têm força como primeiro mundo e os consumidores são os que mais perdem quando uma empresa multinacional abandona sua produção, pois que as peças de reposição dificilmente serão encontradas.

E o mais grave: a assistência técnica passa a ser uma loteria. Temos assim que criar uma regulamentação mais direta e que iniba empresas que produziram por muitos anos partam e fechem as portas deixando consumidor nacional isolado e sem atendimento à altura do que intencionou comprar.

O consumidor investe valor elevado no produto e depois fica frustrado ao saber que a empresa fabricante não está mais no País. É uma situação não solucionada pelo governo federal, ou pelos procons, já que a situação é estranha e o abandono do consumidor é indelével, já que a posição do ministério público do consumidor é avaliar o número de reclamações para tomar qualquer medida protetiva.

No entanto a contextualização não pode ser aceita pois que se houver baixo número de reclamações não significa em absoluto que os queixosos possam ficar livre de atenção, atendimento e assistência técnica.

Em suma, o Brasil precisa impor às empresas novas regras e que sejam cumpridas, pois não se justifica ganharem bilhões durante tanto tempo e de repente, por motivos ligados ao caráter lucrativo, deixar o território nacional e não prestar um acompanhamento por pelo menos um prazo de cinco anos com eficiência e espírito de solucionar de imediato o problema constatado.

Carlos Henrique Abrão é Doutor em Direito Comercial pela USP com especialização em Paris, professor pesquisador convidado da Universidade de Heidelberg, autor de obras e artigos.

terça-feira, 30 de março de 2021

Crise de Soberania, Secessão e Guerra Civil


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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A oposição irresponsável de canhota, financiada pelos controladores das oligarquias regionais tupiniquins e seus rentistas amestrados, produziu toda uma sabotagem institucional e política para tentar desestabilizar, desgastar e derrubar o Presidente da República que sobreviveu à facada criminosa dada em 6 de setembro de 2018. Os sabotadores se aproveitaram do pandemônio gerado em função da Covid-19 e também tiraram proveito dos variados erros de comunicação de Jair Bolsonaro. Agora, alopraram com a reação política do Presidente que segue com alto apoio popular, apesar da mais descarada e sórdida campanha midiática sofrida por um ocupante do Palácio do Planalto.

Bastou Bolsonaro tomar a decisão de acionar, de supetão, a barata caneta esferográfica que assina os atos de exoneração (demissão) e nomeação publicados no Diário Oficial da União (o famoso DOU porque, muitas vezes, tem tudo a ver com o sistema do “é dando que se recebe”). Quase na véspera da celebração de mais um aniversário da “Revolução, Golpe ou contragolpe” de 31 de março de 1964, Bolsonaro trocou seis dos seus principais ministros. Mas a substituição que surpreendeu e apavorou a galera foi a do Ministro da Defesa - que se estende aos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica.

O movimento fez a galerinha de canhota partir para dedadas alopradas nas redes sociais da internet, choramingando que Bolsonaro estaria preparando um “fechamento de regime”. Os ejaculadores precoces, que tem pregado, abertamente, golpes contra o Presidente, escreveram que Bolsonaro, mexendo na cúpula militar, armava um “golpe de Estado”. Na visão dos amedrontados, Bolsonaro estaria se preparando para invocar “Estado de Defesa” ou “Estado de Sítio”. Por isso, mexeu na escalação de seus militares palacianos, no Ministério da Justiça e na Advocacia-Geral da União, além de botar um General de Exército na Casa Civil.

KKKKKKKKK… Bolsonaro deve estar dando gargalhadas diante do reacionarismo medroso da oposição radicalóide. Na verdade, o Presidente percebeu a gravidade da situação (inclusive da dele) diante da flagrante crise de soberania e desrespeito institucional, com elementos de secessão (governadores e prefeitos decretando inconstitucionalidades, com a complacência do Supremo Tribunal Federal) e risco real de explosão de rebeliões populares que podem aprofundar um estágio (já iniciado) de Guerra Civil (por enquanto, não-declarada).

Refém político do Centrão e pressionado ao limite pela ação sabotadora do Estamento Burocrático (Establishment), só Bolsonaro só é um “déspota” na narrativa desenhada pela canalhice esquerdopata. O Presidente não tem vontade, disposição e nem condição real de aplicar um “golpe”. Imagina se ele precisa “fechar um regime” que já opera em flagrante rompimento institucional, por sucessivos rompimentos da ordem constitucional, em função de decisões dos “Guardiões da Constituição” (os 11 ministros do STF). Bolsonaro apenas tem repetido a reclamação de que “estão esticando a corda”. E também insiste (mas ninguém garante ser verdadeiro) que as Forças Armadas estão com ele.

Haverá celebrações (modestas) nos quartéis que desejarem para lembrar o 31 de março de 1964. Será lida uma Ordem do Dia do novo ministro da Defesa, General Braga Neto, e dos novos comandantes militares. O gesto vai alimentar, ainda mais, o medinho esquerdista. Os aloprados vão insistir na falsa narrativa de “golpe em gestação”. O pior é que os segmentos (igualmente extremistas) do Bolsonarismo também vão embarcar na inviável possibilidade da famosa “Intervenção Militar”. As redes sociais refletirão mais uma edição da “Batalha de Itararé” (a que não aconteceu, na “Revolução” Constitucionalista de 1932). De todo modo, sobe a tensão institucional.       

Quem fez uma leitura imediata, precipitada e sintomática da gravidade da situação brasileira foi o governador de São Paulo. João Dória se mudou para o Palácio dos Bandeirantes. A “justificativa” para se refugiar (ops, morar) na fortaleza da “residência oficial”, no Morumbi, foi “motivo de segurança”. O governador de São Paulo reclamou que vem sofrendo ameaças (dos bolsonaristas). Por isso, o marketeiro de calça apertada soltou uma frase de efeito para protestar: “O fanatismo ideológico ignora a racionalidade”.

Mas a leitura correta da frase e da situação real do País indicam que o governante entrou em estado de medo. João Dória já vivia “sitiado” em sua mansão-quarteirão no bairro dos Jardins. O lugar é quase um sítio na área mais nobre e cara de São Paulo. O local estava, há várias semanas, cercado e “protegido” por uma quantidade exagerada de Policiais Militares do Batalhão de Choque.

A residência pessoal do governador era, sem dúvida, um dos lugares mais seguros de São Paulo, não fosse por um detalhe que incomodava João Dória. Ele era alvo de expressivos protestos populares. O povo ocupava as imediações seguríssimas do “sítio urbano” de Dória para protestar e pedir o impeachment do governador. Dória fez, rapidamente, a mesma leitura parcial, amedrontada e precipitada que a maioria esmagadora da oposição a Bolsonaro. “O Presidente pode decretar Estado de Sítio ou Estado de Defesa”. Fala sério, galerinha do mal…

O Alerta Total insiste na análise objetiva. Vivenciamos uma perigosa combinação de fatores destrutivos. Instabilidade institucional. Insegurança política, jurídica, econômica, social e individual. Intolerância ideologicamente gerada para dividir as pessoas em antagonistas e inimigos que, dificilmente, tentarão e conseguirão se unir em torno do Bem-Comum. Explosões de violência, desobediência civil e desrespeito a autoridades (que não se dão ao respeito). A rebelião popular já começou. Vai se intensificar até degenerar em guerra civil? Melhor não duvidar e se preparar (para o agravamento da tensão)…

A mistura é explosiva. O covidão amedronta, infecta, mata (ou, na hipótese menos ruim, deixa sequelas físicas e psicológicas nas pessoas). A bagunça econômica, por falhas estruturais, por erros conceituais ou por sabotagem friamente pensada, dificulta ou inviabiliza a vida de quem precisa trabalhar, empreender e lucrar produtivamente. É crescente a insatisfação e revolta das pessoas com os governantes, políticos e autoridades públicas em geral. Eles têm abusado do poder e atentado contra as liberdades individuais.

É mais um capítulo da “Revolução Brasileira”, desde quando o povão começou a sair às ruas para grandes protestos, há mais de 10 anos atrás. O certo é que já houve uma secessão (que não diz respeito apenas à separação territorial, mas sim ao rompimento claro da divisão constitucional entre os poderes da República). O estrago agravou a crise de soberania (que é antiga, vem desde o golpe que extinguiu o Império do Brasil, no qual um equilibrado soberano exercia, com sabedoria, o Poder Moderador). Agora, todos ficam com medinho diante do risco concreto de eclosão de revoltas populares que podem aprofundar uma Guerra Civil (por enquanto, não declarada, porém em flagrante andamento e recrudescimento).

Como bem descreve o sticker daquele Gatinho preto fumando um baseado de maconha, que circula pelos aplicativos padrão zap-zap: “O bagulho é doido”... E a famosa frase do Capitão Nascimento ecoa no ouvido de todos: “Vai dar Merda”!

Vai, não… Já deu… Pobre Geração Covidão… Haja vacina! Porque o Poder Covidiário continua com tudo… O Parquinho segue com todo fogo... 

Navegando livremente na piada...

Em tempo: A navegação volta ao normal no Canal de Suez. Diretamente de Brasília, em meio a tantas mudanças na cúpula do Governo Federal, veio a explicação mais criativa para a solução do problema que poderia paralisar a economia mundial, em função do caos logístico:

  • Gilmar Mendes mandou soltar o navio que estava preso...

3 em 1

Logo mais, das 17h às 18h, estaremos novamente no programa 3 em 1 da Rede Jovem Pan, com transmissão também pelo aplicativo Panflix e pelo YouTube.    

Reveja o artigo de ontem: Brasil em tempos de Cólera, Corrupção & Covidão

Releia o artigo de Domingo: Qual o DNA (ou Éthos) do Brasil?






 


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Secretário-Geral do Ibrasg - Instituto Brasileiro de Ativismo Societário e Governança.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Março de 2021.

Fogo no Parquinho


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Ontem, 29 de março de 2.021, foi um dia histórico.

Vários ministros foram defenestrados ou mijaram para trás.

No final da tarde, corria o boato de que o cão mandante dos escoteiros também tomaria o caminho da roça.

Como diz a música: “daqui pra frente, tudo vai ser diferente...”

Yo lo creo como se fuera la verdad.

Pelo menos de tédio não morreremos.

Bolsonaro teve cerca de 57 milhões de votos enquanto lutava por sua própria vida.

Que num país sem lei, governado por marafonas, use de sua melhor característica : a coragem.

Pé na bunda dos chineses e dos desgovernadores e imperfeitos. Teremos churrasco de lombo de veado ?

Quem viver verá!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Brasil em tempos de Cólera, Corrupção & Covidão


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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O Brasil encara um momento esquisitíssimo. Vivenciamos uma perigosa combinação de fatores destrutivos. Instabilidade institucional. Insegurança política, jurídica, econômica, social e individual. Intolerância ideologicamente gerada para dividir as pessoas em antagonistas e inimigos que, dificilmente, tentarão e conseguirão se unir em torno do Bem-Comum. Explosões de violência, desobediência civil e desrespeito a autoridades (que não se dão ao respeito). A rebelião já começou. Vai se intensificar até degenerar em guerra civil? Melhor não duvidar... 

Parte do fenômeno é bem visível, percebida e sentida pela maioria. O covidão amedronta, infecta, mata (ou, na hipótese menos ruim, deixa sequelas). A bagunça econômica, por falhas estruturais, por erros conceituais ou por sabotagem friamente pensada, dificulta ou inviabiliza a vida de quem precisa trabalhar, empreender e lucrar produtivamente. É crescente a insatisfação e revolta das pessoas com os governantes, políticos e autoridades públicas em geral. Manda quem pode, porém quem tem “juízo” começa a desobedecer.

Outra parte do fenômeno (ainda) é percebida por poucos. A guerra de todos contra todos os poderes escancara um “vácuo de soberania”. Tem-se a falsa impressão de que o Judiciário é quem manda no País da injustiça e da impunidade, apesar do regramento excessivo. Na realidade, a anarquia feudal é comandada pelas velhas oligarquias regionais que repartem e brigam por espaço no “Condomínio do Poder”. Seus componentes formam o Estamento Burocrático (ou Establishment), do qual fazem parte membros do Executivo, do Legislativo, do Judiciário e das Forças Armadas (amadas ou não).

A constante do sistema brasileiro é o Organizado Crime Institucionalizado. Trata-se da associação delitiva entre bandidos de toda espécie e os ocupantes da máquina estatal em todos os poderes e níveis da “República”. Prevalece a lógica do Poder pelo Poder. As oligarquias regionais operam como cartéis. Na realidade, quem manda no País são os cartórios (ops, Partidos) políticos. Presenciamos uma forma agressiva de fisiologismo e patrimonialismo que funciona conforme a lógica da corrupção sistêmica.

Ocorre uma “partição” e apropriação do Orçamento Público pelos criminosos. Os sistemas de controle até percebem, constatam e comprovam a “roubalheira”. No entanto, apesar das denúncias de cidadãos, dos eventuais escândalos apontados midiaticamente e até do trabalho do aparato judiciário (Polícia, Ministério Público e Magistratura), os grandes crimes, quase sempre, terminam impunes. Nas decisões togadas acontecem o rigor seletivo para punir ou o cinismo pragmático para perdoar, apesar das evidências das provas objetivas. Pessoas boas, corretas e honestas acabam no ostracismo.  

Os debates na mídia, em sua maioria são insanos. Erram no ponto certo da abordagem. Discute-se muita abobrinha, e assunto irrelevante. Falam muito mais das consequências que das causas reais. Pior que isso: perdem o foco e empregam conceitos errados - o que dificulta a correta explicação e o exato entendimento das coisas. Na maioria das vezes, raras exceções, as discussões embarcam em falsas polêmicas e não botam o dedo nas verdadeiras feridas. Desta forma, sobram problemas e faltam soluções concretas. O jogo é de ilusão.

Assim caminha (ou desencaminha) o Brasil nesses tempos de cólera, corrupção e covidão. A última doença será resolvida com vacinação em massa, até aparecer outra mais destrutiva. A indústria farmacêutica não vende (caro) o medicamente para as outras duas. Calmante não resolve a primeira. Conivência não cura a segunda.

Resumindo: O povo terá de acordar. Talvez, lamentavelmente, pelo andar dos acontecimentos, o despertar aconteça na base da pancada. Em breve, assistiremos reações e contrarreações violentas das pessoas. Toda civilização acuada reage, mesmo em Países, como o Brasil, sem tradição de revoluções e contrarrevoluções explícitas. O roteiro para a convulsão social se escreve em nosso horizonte tupiniquim. O “loucodown” já está dando M...

Só o tempo dirá se isso representará a ressurreição ou a destruição.

Maquiavelismo

Um amigo sábio recomenda a leitura de um antigo texto escrito por Nicolau Maquiavel - que viveu entre os anos de 1469 a 1527. É atual para situar o caos atual que vivemos no Brasil:

“Um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos não merece a liberdade. Merece a escravidão.

Um país cujas leis são lenientes e beneficiam bandidos não tem vocação para a liberdade. Seu povo é escravo por natureza.

Um povo cujas instituições, públicas e privadas, estão em boa parte corrompidas, não tem futuro. Só passado.

Uma nação, onde a suposta sociedade civil organizada não mexe uma palha se não houver a possibilidade de lucros, não é capaz de legar nada a seus filhos, a não ser dias sombrios.

Uma pátria, onde receber dinheiro mal havido a qualquer título é algo normal, não é uma pátria, pois nesse lugar não há patriotismo, apenas interesses e aparências.

Um país onde os poucos que se esforçam para fazer prevalecer os valores morais, como honestidade, ética, honra, são sufocados e massacrados, já caiu no abismo há muito tempo.

Uma sociedade onde muitos homens e mulheres estão satisfeitos com as sórdidas distrações, em transe profundo, não merece subsistir.

Só tenho compaixão daqueles bravos, que se revoltam com esse estado de coisas. Àqueles que consideram normal essa calamidade, não tenho nenhum sentimento.

Como é perigoso libertar um povo que prefere a escravidão!" 

Releia o artigo de Domingo: Qual o DNA (ou Éthos) do Brasil?




 


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Março de 2021.

Ajuda estrangeira


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Carlos Henrique Abrão

O Brasil titubeou e feio na saúde da população e na saúde financeira da Nação - o que pode comprometer a durabilidade do governo e da respectiva reeleição. Vozes empresariais lançam duras críticas em relação ao modelo e prejuízos na casa de bilhões em razão da demora na feitura do modelo de vacinação e ampliação do número de imunizados.

Bem, por tudo isso, há políticos nos EUA defendendo uma tomada de posição do governo norteamericano em relação ao absurdo número de mortes que já supera 300 mil pessoas. O ex Ministro Mandeta seguramente capacitado para o cargo dias atrás afirmou que perdemos com a pandemia mais do que o número de soldados no exército brasieliro 270 mil e segundo ele caíram mais de 150 aviões despedaçando vidas inocentes no solo pátrio.

O erro palmar ainda poderia ter sido corrigido não fosse intransigente o governo e repleto de revertério na assunção de uma política de envergadura. Alemanha já mandou respiradores para o Estado do Amazonas e mesmo assim a situação está alarmante em vários estados. O melhor teria sido se o STF mantivesse as rédeas curtas em mãos do Governo Federal e não delegasse aos estados a gestão da crise sanitária, talvez o maior defeito e pecado capital que acometeu a justiça brasileira, por desconhecer a mola mestra que inspira recursos financeiros em mãos da União.

Desta forma, por mais que estados se permitam fazer e cooperar sempre ficarão subordinados ao  Governo Federal que tem instrumentos mais capazes e verte recurso financeiro para superar as desigualdades. Muitos Estados do Norte e do Nordeste foram pegos na contramão e não tiveram outra alternativa, exceto choramingar para o Governo Federal. 

Faltam recursos não apenas financeiros mas humanos, se tivéssemos montados uma coordenadoria de trabalhos para vencer a covid não precisaríamos amargar tantas mortes. Bastaria em março de 2020, se fosse dado pulso firme ao governo federal, decretar 15 dias de fechamento total e com isso todas as dificuldades seriam vencidas e o prejuízo rapidamente recuperado.

Alguns estados vacilaram aplicaram práticas de flexibilização e prefeituras quando acometidas de aumento de internações acabaram trancando a cidade, como aconteceu recentemente no Estado de São Paulo, com Araraquara que já experimenta melhora significativa.

Um conjunto de erros provocou a balbúrdia porém o mais grave é querer arrecadar dividendo político em plena conjuntura, e se nos apegássemos à reviravolta nos EUA pós-Trump verdadeiramente teríamos superado a catástrofe, mas a ajuda estrangeira não está descartada e muito menos distante da nossa realidade atual.

Carlos Henrique Abrão é Doutor em Direito Comercial pela USP com especialização em Paris, professor pesquisador convidado da Universidade de Heidelberg, autor de obras e artigos.