domingo, 28 de março de 2021

Destruição Final



Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por José Maurício de Barcellos

A data de 23 de março de 2021 entrará para a história como o dia em que o Judiciário no Brasil se destruiu definitivamente, perante nossa sociedade. É a data em que a Suprema Corte do País enlameou este poder da República a tal ponto que, se antes o homem comum tinha pelos Tribunais muita desilusão, incerteza e desconfiança, agora se convenceu do mal que ele causa à Nação Brasileira e do quanto pretende roubar de seu povo a liberdade, submetendo-o ao comunismo assassino, à corrupção, ao ateísmo e ao satanismo.

O curioso é que isto ocorreu justo com este povo sofrido que sempre clamou por Justiça e o faz há 521 anos. É verdade. Sempre por esta pediu, implorou, lutou e daquela muitos fizeram a razão de sua existência, mas todos nós acabamos por consentir que fosse arrancada de nossas vidas, deixando que se transformasse na própria ausência da justiça por conta de ser um monopólio dos ricos, dos maus, dos facínoras, dos torpes, dos venais e das sanguessugas do nosso suor.

 

Não vou contribuir para embrulhar o estomago do meu caro leitor repassando, passo a passo, as canalhices perpetradas pelos imundos Mandarins da “cacicalhada” política de Sarney a Temer, nomeados para Suprema Corte com o objetivo exclusivo e declarado de defender os interesses de seus mandantes, porque cada um de nós sabe de cor e de salteado o que fizeram, desde julho de 2005, quando urdiram em conjunto para impedir que o “Ogro de Garanhuns” fosse julgado e preso como o grande chefe do mensalão do PT na Ação Penal 470 do STF, até os dias de agora quando conseguiram anular suas condenações que o mundo inteiro viu acontecer e boquiaberto havia aplaudido com entusiasmo e, mercê da maior e da mais sórdida cartada de Gilmar – o nojento – inocentar o facínora, punir os agentes da lei e condenar um País inteiro a devolver ao ladrão tudo quanto ele roubou ou deixou roubar, aqui incluindo também o direito de escarnecer e de insultar os homens de honra da Nação Verde e Amarela.

Nas últimas três décadas, jamais eu vi ou assisti qualquer Tribunal do País por seus órgãos institucionais; qualquer associação de magistrados, ou qualquer entidade do Ministério Público, bem como assim a Ordem dos Advogados do Brasil e congêneres dos operadores do direito se levantarem contra tudo que levou a Suprema Corte, mormente por sua atual composição, ao lugar mais baixo e desprezível a que pode descer uma Instituição, qual seja, ao chão dos traidores ou ao pântano em que se escondem os que venderam sua própria Pátria. Por isso “j’accuse” também o Judiciário nacional pela desgraça e pela desonra às quais estamos submetidos. Deus sabe o quanto lamento...

Já disse uma vez daqui desta tribuna que todos os atuais ministros do STF – com exceção do último indicado pelo atual Governo - não preenchem o requisito constitucional da “ilibada reputação” para o exercício de suas funções porque, a uma, se for apurar de verdade jamais a tiveram e, a duas, porque concedendo ainda àqueles energúmenos o beneficio da dúvida, se porventura em tempos passados possuíam uma reputação qualquer, agora a perderam, pois todos os Presidentes que os nomearam ou que os apadrinharam e ainda apadrinham por melhor dizer, não gozam mais de reputação alguma, desde que caíram nas malhas da Justiça.

Então o que se podia esperar daquela gente? São muitos os Mandarins que vivem e enriquecem através do tráfico de sua enorme influência, vendida a peso de ouro para escritórios de advogados de bandidos e de bandidos advogados. Todos chupitam a máquina governamental enchendo suas algibeiras com exorbitâncias que arrancam dos cofres públicos. São diversos os casos de Ministros canalhas que empregam e se locupletam da remuneração e das benesses advindas de empregos públicos que “nepoticamente” conseguiram para parentes, para amigos ou para protegidos políticos, em conluio com o Executivo e o Legislativo.

Quanto aos dez do STF aos quais me referi não há um sequer que se possa confiar; não há um só magistrado que o povo respeite ou pelo menos que não o deteste e se amanhã qualquer deles for exonerado da função que hoje conspurcam, para além das corjas que os rodeiam por interesse próprio, não haverá um só chefe de família neste País que sairá para as ruas para defender suas cabeças. Disto não tenho a menor dúvida. A conferir.

Pois são estes homens e mulheres que acabaram por destruir a reputação e a honra da Suprema Corte do Brasil e que para manter sua vida de fausto ou seu poder que julgam acima do bem e do mal, se for necessário, vão levar o Brasil a uma sangrenta guerra civil, da qual as redes sociais já nos dá conta de forma assustadora. Vale tudo, mas não vão arredar um só milímetro de seu plano nefando, até porque todos devem há muito estar preparados para, quando o povão se cansar e insurrecionar-se, fugirem carregando suas riquezas para o exterior.

Em razão da justa ira revelada pela população, em inúmeras manifestações pelas ruas do Brasil inteiro, seria da parte dos senhores Mandarins muita ingenuidade não considerarem aquela hipótese, pois qualquer um deles tem consciência, em face do muito que prejudicaram e do quanto pisaram na honra desta Terra de Santa Cruz, de que não podem colocar a cara na janela de suas mansões ou de seus bunker’s e muito menos circular como faz o Capitão no meio do povo. Temo que antes do final do primeiro quarteirão já teriam sidos justiçados pela massa e é por esta que me apiedo e nunca por aqueles.

O mais incrível de tudo isso é que os Mandarins do mal elegeram a “Nova Ordem”, Bolsonaro e seus mais próximos como os causadores de suas desgraças perante os patriotas. Não, não foram eles! Foi a brava gente deste País que, exausta de tanta ignomínia, os execrou, para sempre, como traidores e verdugos da Pátria. Isto sim.

Olhem a cara petulante e desafiadora do rastaquera servidor de má fama, Gilmar Mendes, ao incensar publicamente o advogado de Lula-ladrão, também réu perante a 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro-RJ por desvio de dinheiro público. Vejam a mórbida satisfação do Mandarim de Temer, Alexandre de Moraes, caçando como rato, prendendo, julgando e humilhando profissionais da imprensa livre. Contemplem o semblante sorrateiro do ex-empregadinho do bandidaço Zé Dirceu, Dias Toffoli, ao decidir pela soltura do petista cachaceiro e percebam o ódio contra os patriotas que emana dos olhos do pau mandado Lewandowisk e digam se não foram eles próprios, tanto quanto suas desonestidades e sordidezes que os levaram à execração pública?

Quando Toffoli com Rodrigo Maia sabotaram, com o apoio do moleque Dória, durante dois anos o governo eleito; quando o rancoroso Celso de Mello quis humilhar as Forças Armadas; quando as tontas pororocas da Corte, Carmem Lucia e Rosa Weber, por inúmeras vezes fustigaram o Capitão, a pedido dos PCCSOL’s da vida e a mando do colega Gilmar; quando em defesa da fraude nas urnas eletrônicas o esvoaçante Mandarim Barroso xingou o Presidente eleito de ditador; quando o Mandarim “Sapão Mendes” soltou um bandido atrás do outro e lutou feito um psicopata até ver Lula em condições de usar a grana que mantém escondida no exterior para solapar o governo; quando um doente Mandarim de Dilma, Edson Fachin, anulou os processos crimes do maior bandido da coisa pública da história contemporânea (só para lembrar de alguns exemplos), não foi, em absoluto, em socorro de um político ladrão que o povão chuta nas ruas e nas praças do País, foi, isto sim, para cumprir o único propósito de todos: ferir de morte a verdadeira democracia e “venezualizar” o Brasil.

Por derradeiro, quando, nesta semana que passou todos juntos ousaram petulantemente rejeitar o convite humilde do Capitão – gritando pela extrema imprensa palavras de ordem como, Bolsonaro obscurantista, negacionista, fascista etc. – chamando-os para, em comunhão de esforços dos três poderes da República, enfrentar este flagelo que se abateu sob o planeta, se deixou claro para quem quer que seja quem é quem neste País. Por essa e outras concluo: a patifaria deles todos destruiu irremediavelmente a Suprema Corte do Brasil, como a conhecemos agora. Aqui, choro a mala suerte de todos nós.

Jose Mauricio de Barcellos, ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: bppconsultores@uol.com.br).

Um comentário:

aparecido disse...

Os ministros do STF descobriram atraves de tentativas de avanços e recuos que os Generais peidam frouxo.. muito frouxo...aquilo que os gauchos chamam de peido na bombacha.....mais frouxo que peido na bombacha....agora ninguém mais os seguram...