sexta-feira, 26 de março de 2021

Pavor e Revolta em tempos de “Loucodown”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Mais de 13 milhões de brasileiros pegaram, mas conseguiram se curar da terrível Covid-19. Muitos tiveram sequelas, porque a doença parece a oligarquia tupiniquim: não larga do pé do povo e adora nos provocar estragos e sofrimento. Infelizmente, a mídia caolha (em abordagem funérea ou canalha) prefere enfatizar a quantidade de mortos por dia, causando mais pavor à população - que fica abalada psicologicamente. Só se morre por covidão em Bruzundanga? Evidente que não...

O fenômeno que merece atenção é que, enquanto sente medo, uma parcela expressiva da população se revolta com as falhas estruturais na saúde e com medidas estúpidas tomadas por prefeitos e governadores. O loucodown (ops, lockdown) leva à loucura quem precisa empreender, produzir e trabalhar, para superar a crise pandemônica que deixa sequelas destrutivas na economia. Os “poderosos de plantão” e os políticos nunca estiveram tão na mira do povão quanto nestes tempos covidianos.

Tão o mais assustadora que as cepas do vírus transnacional é a cara de pau das autoridades que transformaram o Brasil em um laboratório de medidas arbitrárias de Engenharia para o Controle Social. Amparados por decisão do Supremo Tribunal Federal, que reafirmou a ênfase ao poder municipal claramente estabelecido na Constituição Federal, prefeitos têm decretado absurdos que ferem, sobretudo, as liberdades individuais. Isto é inaceitável e insuportável.

Tudo se justifica “em nome do enfrentamento à pandemia”? Claro que não! As cláusulas pétreas previstas no Artigo Quinto da Carta Magna jamais poderiam ser violentadas por canetadas municipais. No entanto, tal aberração acontece. E, mais grave, o Guardião da Constituição (Vilã), o Supremo Tribunal Federal, provocado pelo Presidente da República, preferiu não discutir a clara violação dos direitos individuais previstos na Lei Maior. Assim, em meio ao pandemônio, estão valendo (?) as “leis menores”: decretos, portarias e porcarias de prefeitos e governadores.

Além de sofrimento, medo e mortes (embora seja gigantesca a quantidade de quem, graças ao Acima de Todos, se recupera da doença), o covidão agravou a insegurança jurídica no Brasil. Lamentável é a parceria da doença com a reprovável e intolerável omissão do Supremo Tribunal Federal em relação ao flagrante desrespeito aos direitos individuais. Junto com o agravamento da crise econômica, e em mistura destrutiva com as medidas de Engenharia para o Controle Social, a violação dos direitos fundamentais do cidadão, com a conivência explícita e escandalosa da “cúpula” do Judiciário, é o fato realmente apavorante destes amargos tempos pandemônicos.

O perigoso resultado do desrespeito legal - agravando a guerra institucional brasileira - é a eclosão de insatisfações que tendem a fugir da dimensão individual e avançar, fora de controle, para a dimensão coletiva. As consequências são imprevisíveis. O processo alimenta e agrava a violência latente na sociedade brasileira. Pavor e Revolta atrapalham e, na maioria dos casos, inviabilizam o diálogo - fundamental para a superação das crises.

Com certeza, o troco da população virá nas próximas eleições, de 2022 e 2024. Mas é recomendável ficar atento porque “o pau pode comer” bem antes. A paciência da maioria das pessoas está no limite. A corda está tão esticada que, antes de arrebentar, pode se enrolar e enforcar muita gente. Só não ver quem não quer. Ou não enxergam aquelas “otoridades” que parecem viver em outra dimensão, ou em outro planeta.

A incapacidade de leitura da realidade - geralmente combinada com a mais refinada netadaputice - é a pólvora seca em um Brasil prestes a explodir. Por isso, é fundamental questionar: Tal processo é proposital? Será que não existe um interesse em instaurar o caos, para facilitar uma fragmentação do Brasil, em um futuro bem próximo? Claramente, alguns “poderosos” conspiram para uma secessão. O risco separatista deve ser considerado, como nunca antes na História (mal contada) desse País.

Resumindo: É hora de olhar para o problema mais grave - que vai muito além da crise pandemônica. Aliados do Presidente da República deveriam ligar o desconfiômetro e constatar que a intenção dos inimigos (e opositores) não é desgastar, derrubar e derrotar Jair Messias Bolsonaro. O alvo real é fragmentar o Brasil e impedir que o País se torne uma Nação Soberana, Próspera e Desenvolvida. O interesse é manter o Brasil subdesenvolvido, colonizado, submetido aos esquemas globalitários.

Por tudo isso, é hora de parar de perder tempo com análises (completamente inúteis) sobre disputas e diferenças ideológicas ou de opinião. O achismo serve para nada. A maioria esmagadora da imprensa, por interesse econômico venal ou por falta de visão estratégica, tem embarcado na farsa pandemônica, colaborando com o processo de sabotagem contra o Brasil e nosso povo.

Já passou da hora de acordar, abrir os olhos e tomar providências para repensar e mudar a estrutura estatal, social e econômica do Brasil. Do contrário, o inferno vai parecer um paraíso em tempos de “loucodown”.

Pandemia tem cura pacífica, com tratamento preventivo, imediato e com vacina. Pandemônio pode até ter cura, mas o remédio costuma ser amargo, na base da violência descontrolada. O bagulho é doido! É “loucodown”.         

Releia o artigo: Em busca do Poder Soberano e Moderador


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Secretário-Geral do Ibrasg - Instituto Brasileiro de Ativismo Societário e Governança.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Março de 2021.

2 comentários:

Anônimo disse...

Se há muitas pessoas recuperando-se da covid19, isto significa que temos muitos casos? Perceba que o fato da comemoração é na verdade a prova do fracasso. TFA

Almanakut Notícias - São Paulo - Brasil disse...

QUANDO O BRASIL TROCAR OS 11 MILHÕES DE RECUPERADOS DA PESTE CHINESA POR 1 MILHÃO DE PEÇONHENTOS VERMELHOS DESPACHADOS PARA O INFERNO, SE LIVRARÁ DA SUA PIOR PRAGA.